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MILÍCIA

Policial preso na Omertá é transferido para Batalhão de Escolta da PM

Terceiro sargento é acusado de integrar milícia e foi preso no mês passado
13/07/2020 12:04 - Glaucea Vaccari


Policial Militar Rogério Luís Phelippe, preso no mês passado na terceira fase da Operação Omertá, foi transferido do Comando Geral / Ajudancia-Geral (Aj-Geral) para o Batalhão da Polícia Militar de Guarda e Escolta (BPMGdaE). Ele é apontado como chefe dos seguranças do grupo armado de Jamil Name.  

Conforme denúncia, o 3º sargento da PM atuava como motorista do deputado estadual Jamilson Name e seria responsável por organizar a segurança de integrantes do grupo e criar listas de pessoas no alvo da milícia.  

Consta ainda na denúncia que o policial desempenhava as mais diversas atividades, como checagens em banco de dados de acesso restrito, preparação de veículos para empreitadas ilícitas, motorista, transporte de armas e dinheiro, vigilância, reconhecimento operacional, e, como chefe dos seguranças do grupo, passou a elaborar escalas e outras atribuições correspondente.

O policial foi denunciado por integrar organização criminosa, corrupção passiva e violação do sigilo funcional. 

Rogério foi preso no dia 18 de junho, durante a terceira fase da Operação Omertà, quando também foram presos o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MS), Jerson Domingos; o delegado da Polícia Civil, Márcio Obara, três policiais (civis e militares) e uma sobrinha de Jamil, Cinthya Name.   

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!