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PRIMEIRA AUDIÊNCIA

Testemunhas de acusação do assassinato de Carla serão ouvidas nesta terça

Acusado do crime, vizinho da vítima responde por homicídio qualificado
07/09/2020 18:01 - Glaucea Vaccari


Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Aluízio Pereira dos Santos, ouve, nesta terça-feira (8), primeiras testemunhas em ação criminal do assassinato da estudante Carla Santana Magalhães, 25 anos.

Nesta primeira audiência, serão ouvidas testemunhas de acusação. O interrogatório das testemunhas de defesa e do acusado, Marcos André Vilalba Carvalho, 21 anos, será agendado posteriormente.  

Carvalho era vizinho da vítima e confessou o crime. Ele responde por homicídio qualificado por motivo fútil, meio cruel, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio, além de ocultação de cadáver e vilipêndio a cadáver.  

Conforme consta no processo, audiência será realizada em sala virtual, devido à pandemia do coronavírus.

 
 

O caso

Conforme denúncia do Ministério Público Estadual, Carvalho sequestrou Carla na frente da casa dela com um mata-leão, no dia 30 de junho deste ano, e a levou para a edícula onde ele morava, na residência ao lado.

Lá, ele matou a vítima com diversos golpes de faca no pescoço e, depois, praticou sexo com a Carla já morta.

Crime teria sido motivado porque a vítima ignorou ele em data anterior, quando ele teria dado bom dia e não recebido resposta.  

Após os crimes, ele colocou o corpo da vítima embaixo da cama, onde foi mantido até o dia 3 de julho, quando ele o carregou até a esquina e deixou em frente a uma mercearia, a cerca de 40 metros da casa onde ela morava.

Ele responderá o processo preso.

 

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!