Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

SÉTIMA VÍTIMA

“Todo mundo adorava ele, só tinha alegria", diz parente sobre aposentado vítima de serial killer

Timóteo Pontes foi encontrado morto dentro de poço em sua própria residência; assassino disse que queria a casa
16/05/2020 18:29 - Gabrielle Tavares, Glaucea Vaccari


 

"Não existia briga pra ele, só tinha amizade”, assim o marido de uma prima de Timóteo Pontes Roman, 62 anos, descreve o aposentado, encontrado morto hoje dentro de um poço, nos fundos se suas residência, na Vila Planalto. Timóteo é a sétima vítima do serial killer Cléber de Souza Carvalho, preso na última quinta-feira, em Campo Grande.

Corpo da vítima foi encontrado neste sábado (16), após vizinhos sentirem um cheiro ruim e acionarem a polícia. Ele foi assassinado no dia 2 de maio pelo pedreiro, que tinha contratado para fazer reparos na calçada de sua casa.  

O aposentado morava sozinho, mas era conhecido por várias pessoas do bairro. Sua rotina, de sempre sair para pegar ônibus e cumprimentar a todos, foi uma das coisas que levaram os vizinhos a notarem o desaparecimento. O assassinato, no entanto, pegou a todos de surpresa.  

“Todo mundo adorava ele, só tinha alegria, quem conviveu e mora por aqui sabe a alegria dele”, disse Benedito da Silva, 50 anos, que é casado com uma prima da vítima e chegou a morar com ele por cinco anos.

Cléber, que também morou no bairro por vários anos, confessou o crime. Ele disse que matou o aposentado com duas pauladas na cabeça e que o objetivo era se apropriar do imóvel do homem, que morava sozinho.

“Como tem capacidade de fazer uma coisa dessa? Ele não era rico. Eu falei pra ele arrumar a casa e ele não queria porque tinha medo de ladrão, aí foi acabar morrendo assim”, disse o familiar.  

Ainda conforme o parente, antes da pandemia, o aposentado se reuniu com a família para comemorar o aniversário de uma cunhada e costumava ser presente e participativo nas reuniões familiares. O sentimento que fica é o de tristeza, mas Benedito garante que não deseja o mal do assassino.

“A gente só quer que Deus tome conta dele e da família dele, porque a gente não tem coragem de fazer nada. Jamais vou querer fazer mal pra ele, nem penso nisso, só Deus pode nos abençoar. Se é dinheiro, pegava o dinheiro e largava ele vivo, amarrava, ele dava um jeito de gritar, dinheiro não é problema, Deus dava o dobro. Agora matar, é triste”, lamentou.

Conforme o delegado Carlos Delano, da Delegacia de Homicídios, a morte ocorreu no dia 2 de maio, um domingo de manhã. A versão do assassino, de que matou a vítima com duas pauladas na cabeça, confere com os ferimentos encontrados em análise preliminar.  

“Certamente o fato de ser sozinho, não morar com ninguém, pesou na decisão dele de praticar o crime. Ele havia combinado de consertar a calçada, tapar buracos, tem carga de pedra que ele pediu e no dia que veio executar o serviço, executou na verdade a infeliz vítima”, disse o delegado.  

O assassino em série foi preso na madrugada de quinta-feira (15) e confessou, até este sábado, sete homicídios. Todas as vítimas eram homens e tiveram os corpos ocultados, 

 
 

Felpuda


Ex-cabecinha coroada anda dizendo por aí ser o responsável por vários projetos para Campo Grande, executados posteriormente por sucessor. 

Ao fim de seus comentários, faz alerta para que o eleitor analise atentamente de como surgiram tais obras e arremata afirmando que não foi “como pó mágico de alguma boa fada madrinha. 

Houve muito suor nos corredores de Brasília”. Então, tá!...