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VIOLÊNCIA

Suspeita conhecia PM da reserva morto e planejou crime com dois homens

Delegado pediu a prisão preventiva dos três suspeitos
07/06/2020 18:15 - Adriel Mattos


Presos na manhã deste domingo (7) em Campo Grande, os três suspeitos de latrocínio – dois homens e uma mulher – contra um sargento da reserva da Polícia Militar (PM) planejaram o crime. A mulher conhecia a vítima, segundo o delegado Guilherme Rocha.

Essa mulher e um dos homens formavam um casal, frisou o delegado, e o sargento da reserva convidou ambos para ir à casa. “Eles foram ao local e beberam. O crime ocorreu entre 1h e 2h”, destacou. A faca usada no crime foi lavada e encontrada na casa do sargento da reserva, no Jardim Azaleia.  

O local foi revirado e a polícia acredita que o crime foi motivado por dinheiro. Além de cerca de R$ 500, os suspeitos levaram objetos pessoais do homem. “Levaram um tênis, caixa térmica e um perfume, por exemplo”, disse o delegado. Após o crime, os suspeitos foram para a casa de um deles, no Jardim Tijuca.

Em diligências, o trio foi preso por volta das 11h. Os depoimentos foram conflitantes e um deles não se manifestou. Rocha pediu a prisão preventiva dos dois homens e da mulher.  

Eles vão passar a noite presos na carceragem da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro. A polícia não revelou à reportagem do Correio do Estado os nomes e idades dos suspeitos e também da vítima.

 
 

CRIME

O crime só foi descoberto pela manhã, quando um pedestre que caminhava pela Avenida Lúdio Coelho encontrou o telefone celular da vítima. O homem conseguiu entrar em contato com a filha do sargento da reserva e foi à casa dele.

Acionada, uma equipe da PM precisou pular o portão e arrombar uma das portas para entrar. O Corpo de Bombeiros foi chamado, mas a vítima já está morta. O homem foi encontrado debaixo de peças de roupas.

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.