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JANELA PARTIDÁRIA

‘Dança das cadeiras’ continua e vereador anuncia saída do PDT

Vereadores podem mudar de partido sem perder mandato
12/03/2020 13:45 - Bruna Aquino, Izabela Jornada


O vereador Ademir Santana (sem partido) anunciou que deixou o PDT e que pretende se filiar ao PSDB. “Já está definido, vão marcar solenidade para oficializar”, afirmou.

O parlamentar se reunião com o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), o presidente da sigla estadual Sérgio de Paula e o deputado estadual Jamilson Name (sem partido) para acertar os detalhes da filiação.

De acordo com Ademir Santana, a decisão pelo ninho tucano se deve ao compromisso que o governador confirmou que vai cumprir de apoiar o projeto de reeleição do prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD).

Informações são que o acordo entre os dois poderes executivos começou em 2016 e deve se estender para 2022. Isso porque Azambuja pretende se candidatar ao Senado Federal e o irmão de Marcos Trad, senador Nelson Trad (PSD) seria o postulante ao cargo de governador do Estado, nas próximas eleições.

Outro motivo que fez o vereador sair do PDT foi a decisão de seu ex-correligionário deputado Jamilson Name de ter migrado da sigla antes.  De acordo com Ademir Santana, Name está alinhado com o governador e sinaliza uma futura filiação à sigla.

Name não descartou a ideia de migrar para o PSD, partido do prefeito e que até agora é a sigla com maior quantidade de novos integrantes, Otávio Trad que deixa o PTB e Valdir Gomes (PP). 

Além de Ademir Santana, do vereador Otávio Trad, de Valdir Gomes, da vereadora Darling Campos que saiu do PP e foi para o MDB, o primeiro a  mudar de sigla foi o André Salineiro, ele saiu do PSDB e migrou para o DEM.

JANELA PARTIDÁRIA 

A janela partidária é o peíodo em que vereadores tem a opção de mudarem de partido sem prejuízos ao mandato atual. O período começou dia 5 de março e segue até o dia 3 de abril.

 

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.