Os advogados dos ex-dirigentes do Banco Rural apresentaram hoje (4) memoriais com novos argumentos a favor de seus clientes no Supremo Tribunal Federal (STF).
A manobra de última hora tenta persuadir os ministros que ainda não votaram a absolver os réus dessa etapa na Ação Penal 470, conhecida como processo do mensalão. Até agora, todos os votos concluíram que houve crime de gestão fraudulenta por parte dos ex-dirigentes da instituição financeira.
Os advogados de Kátia Rabello e José Roberto Salgado, já condenados pelo relator Joaquim Barbosa e pelo revisor Ricardo Lewandowski, contestam dados usados pelos ministros para formar suas convicções. Para os defensores, os dirigentes não podem ser responsabilizados pelos empréstimos porque eles apenas renovaram liberações concedidas por outras pessoas.