A Mesa Diretora da Câmara Municipal e os Haddad Engenheiros Associados Ltda. negociam a compra do prédio onde funciona o Legislativo. Nesta semana, eles devem se encontrar, pela segunda vez, para iniciar as negociações sobre os valores. A diferença do preço calculado pelos vereadores e os proprietários é de aproximadamente R$ 9 milhões. Contra a Câmara ainda tem a decisão judicial de despejo com prazo final em outubro deste ano.
Na primeira conversa os Haddads demonstraram interesse na venda do imóvel, mas esperam garantias do Executivo, inclusive do débito de aluguéis atrasados, para formalizar o negócio.
“Eles (proprietários) têm interesse na venda do prédio, querem que a Câmara permaneça no endereço – desde que se faça um contrato até fechar a venda – e que sejam pagos os aluguéis atrasados”, explicou o advogado dos proprietários, André Borges.
O presidente da Câmara, vereador Mario Cesar (PMDB), vê no plano B, o fim do problema com a falta de sede própria. Como ficará até dezembro de 2014, já que não é permitida mais a reeleição dos integrantes da Mesa, o peemedebista quer fazer um acordo com os proprietários e com o Ministério Público. “Além da prefeitura que é a responsável por das as condições à Câmara, também vamos contar com a participação do Ministério Público através de um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) para garantir que o acordo seja cumprido”, afirmou Mario Cesar.
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