Política

GRITO DOS EXCLUÍDOS

Petistas usam manifesto para atacar Alckmin

Petistas usam manifesto para atacar Alckmin

Redação

07/09/2013 - 12h30
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Parlamentares do PT que compareceram ao Grito dos Excluídos em São Paulo adotaram tom eleitoral nos discursos que fizeram durante o ato. Líder do PT na Assembleia, o deputado Luiz Claudio Marcolino afirmou que os movimentos de moradia saúde e educação devem estar "de braços dados para em 2014 libertar o Estado do governo do PSDB".  "Há 18 anos o governo de São Paulo é ligado ao PSDB, ao DEM, à direita do nosso país. Em oito anos o presidente Lula fez a diferença. Está na hora de o campo popular democrático ter um governo do Estado que libere o povo da intransigência que não trata o povo como merecemos."

Antes dele, a presidente municipal do PT, vereadora Juliana Cardoso, fez defesa enfática do programa Mais Médicos, principal bandeira do ministro Alexandre Padilha, que deve ser o candidato do PT na disputa pelo governo no ano que vem. "A gente tem que dar uma salva de palmas para os médicos que chegaram aqui para cuidar dos excluídos", afirmou. "Na saúde a gente precisa falar da questão do mais médicos. A gente tem grupo conservadores na área da medicina que não aceitam médicos de fora principalmente de Cuba", diz Cardoso.
Ela também criticou Alckmin por ter apresentado proposta para aumentar o tempo de internação de menores que pratiquem atos equivalentes a crimes hediondos.

Manifestantes distribuíram panfleto assinado pela CUT e pela CMP sobre as acusações de formação de cartel em licitações de trem e metrô do governo paulista.  O tema também apareceu nos discursos de Marcolino e de líderes dos movimentos sociais.  Segundo a Polícia Militar, 600 pessoas participavam do ato às 10h. Organizadores falam em 6.000 manifestantes. O grupo segue em caminhada pela avenida Paulista. Deve descer a Brigadeiro Luis Antonio, até o parque do Ibirapuera. 

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