Política

ELEIÇÕES

STF julga regra que limita investigação do MP

STF julga regra que limita investigação do MP

Redação

16/05/2014 - 15h50
Notícia sem imagem

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a próxima quarta-feira (21) o julgamento da ação proposta pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para suspender a resolução da Justiça Eleitoral que trata da investigação de crimes eleitorais nas eleições de outubro. O relator é o ministro Luís Roberto Barroso.

Em março, Janot recorreu ao Supremo, por considerar a norma inconstitucional ao limitar o poder de investigação do Ministério Público Eleitoral (MPE) e impedir a requisição de diligências à polícia e a abertura de inquérito pelo órgão. Na ação enviada ao STF, o procurador pede a concessão de liminar para suspender a norma até decisão final do plenário do Supremo.

A Resolução 23.396/2013, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi aprovada pelo plenário da corte em dezembro do ano passado. De acordo com a norma, a partir das eleições de outubro, a instauração de inquérito para apurar crimes eleitorais só poderá ser feita com autorização do juiz eleitoral.

Em janeiro, Janot pediu ao TSE a revogação da decisão, mas o pedido não foi levado a julgamento. Diante da demora do tribunal e da proximidade do período eleitoral, o procurador recorreu ao STF para garantir a suspensão da norma.

No mesmo mês, associações ligadas ao Ministério Público Federal (MPF) divulgaram nota em repúdio à decisão do TSE. As entidades entendem que a resolução afronta os princípios constitucionais da moralidade e da eficiência.

A nota foi assinada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e a Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT).

Hoje (16), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, disse que a resolução não limita o poder de atuação do Ministério Público (MP) e que evita investigações sem transparência. Ele defendeu que o Ministério Público deve submeter a demanda de investigação ao Poder Judiciário, para que o juiz autorize o prosseguimento. 

ex-presidente

Justiça Federal rejeita ação de improbidade contra Bolsonaro

Ação se relaciona à contratação da ex-secretária Wal do Açaí

06/11/2026 23h00

Justiça Federal rejeita ação de improbidade contra Bolsonaro

Justiça Federal rejeita ação de improbidade contra Bolsonaro Foto: Arquivo

Continue Lendo...

Crise Política

Ex-presidente do Paraguai Santiago Peña é preso após impeachment

Prisão foi determinada pelo Ministério Público após destituição aprovada por unanimidade no Senado; ex-mandatário é investigado por suspeitas de crimes financeiros.

06/11/2026 20h00

Peña é preso após impeachment no Paraguai; Pedro Alliana assume Presidência

Peña é preso após impeachment no Paraguai; Pedro Alliana assume Presidência Foto: Reprodução X

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).