Operação anticorrupção como a Lama Asfáltica, Coffee Break e Lama Asfáltica transformaram a classe política em alvo de manifestações hostis e agressivas dos eleitores.
Os episódios, que envolvem agressões verbais, passando por empurrões e ameaças, já influenciam diretamente no andamento da campanha eleitoral deste ano.
Assustados com a possibilidade de constrangimentos ou violência física, os candidatos à reeleição evitam as ‘andanças’ pelos bairros de Campo Grande e repensam as estratégias para se aproximar do eleitor.
Quem participa ou organiza reuniões políticas, que funcionam como termômetro para medir a popularidade ou rejeição junto ao eleitorado, tem a percepção de que a reprovação à classe é generalizada, independente de partido político ou do trabalho realizado.
*Leia reportagem, de Zana Zaidan e Gabriela Couto, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.