Integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul negam bloco fechado com Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e dizem que não abrem mão da segunda secretaria da mesa diretora. “Bloco não está muito bem constituído, não. Eleição da mesa tem muitas articulações”, declarou o deputado estadual Pedro Kemp, durante sessão desta quinta feira (22).
Os petistas defendem que a segunda secretaria da Assembleia deve continuar com algum representante da sigla, reiterando que “há um bom tempo” esse cargo está com um petista.
O deputado Amarildo Cruz está à frente da segunda secretaria pelo segundo mandato na Casa de Leis. “Temos muita experiência e estamos em dois deputados ainda”, disse Kemp, se referindo ao correligionário Cabo Almi.
Ontem, o deputado Márcio Fernandes (MDB) declarou que aliança com PT estava encaminhada para que os parlamentares de partidos considerados nanicos na Casa pudessem ter a chance de entrar para a disputa.
Na ocasião, Fernandes disse que conversas sobre cargos ainda não tinham ocorrido e que o momento é de buscar aliados de outra partidos para o bloco ficar fortalecido. “O Lídio, do patriotas, também está junto e queremos atingir dez integrantes”, disse o emedebistas.
O bloco tem, por enquanto, seis aliados, três do MDB: Eduardo Rocha, Renato Câmara e Márcio Fernandes, dois do PT: Pedro Kemp e Cabo Almi, além de Lídio Lopes, do patriotas.