O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE/MS) julga amanhã (28), se a vereadora do Pros, Cida Amaral, perde o cargo de vereadora de Campo Grande.
O julgamento era para ter acontecido no dia 20 de novembro, porém, os desembargadores adiaram o julgamento, pois teve um erro na ordem de publicação da pauta, de acordo com a defesa de Cida, o advogado Péricles Duarte.
“Mandaram publicar dia 14 de novembto, como dia 15 foi feriado (Proclamação da República), acabou publicando só no dia 19, um dia antes da data marcada”.
O erro, segundo a defesa, é que o regimento interno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) exige antecedência de 48 horas. “O relator, desembargador Sérgio Martins, entendeu prudente adiar por cautela. Sem grandes intercorrências”.
O julgamento foi adiado para amanhã, às 17h. Será analisado se a vereadora foi infiel ao seu antigo partido, o Podemos.
Ela se desfiliou em abril deste ano, mas afirmou ter deixado o partido em janeiro. Cida alegou justa causa, dizendo não ter voz no partido, e alegando que ela sempre foi desprezada pela legenda, não podendo contar com os dirigentes na data de sua diplomação e posse do cargo.
Conforme a defesa da vereadora, nem no dia da primeira sessão legislativa, onde todos os parlamentares esperam a participação e apoio de sua agremiação, por ser um momento importante e simbólico para a vida parlamentar, os dirigentes estiveram presentes.
O presidente regional do Podemos, Cláudio Sertão, nega as acusações.