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TECNOLOGIA

Aplicativo de votação da Assembleia inicia operação na terça-feira

Últimos testes de sistema comprado por 30 dias foram feitos na sexta-feira
06/04/2020 10:12 - Daiany Albuquerque


 

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) estreia nesta terça-feira (7) o novo aplicativo de votação à distância da Casa. A licença do sistema foi comprada por 30 dias e tem capacidade de conectar 250 pessoas ao mesmo tempo. A medida é necessária porque os parlamentares não estão se reunindo presencialmente, devido a pandemia do novo coronavírus.

Na sexta-feira (3) a Casa fez o último teste do equipamento e, segundo a Assembleia, ele se mostrou estável e em nenhum momento travou. O próprio sistema fará a gravação das sessões legislativas. O aplicativo já foi instalado nos aparelhos celulares dos deputados estaduais. 

Por meio da assessoria de imprensa, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Zé Teixeira (PSDB) afirmou que essa foi a opção escolhida por todos os parlamentares, para em evitar a propagação da Covid-19. “A tecnologia está contribuindo para que a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul cumpra seu papel em meio a este momento tão difícil que atravessamos”, destacou.

Amanhã será realizada a terceira sessão remota na ALEMS, a primeira por videoconferência. Essa será diferente das anteriores, quando os parlamentares receberam a pauta e votaram por Whatsapp. “O presidente conduzirá a reunião de forma virtual da mesma forma que acontece a sessão presencial”, explicou o secretário de assuntos legislativos e jurídicos, Luiz Henrique Volpe Camargo.

O prazo da suspensão das atividades presenciais também foi prorrogado devido a Covid-19, agora a determinação permanece até, pelo menos, o dia 17 de abril deste ano.

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.