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PRESIDENTE

Apoiadores da Capital vão à cerca da Base Aérea para ver Bolsonaro de longe

Presidente visitará fazendeiro em Sidrolândia, e vai plantar pau-brasil em Nioaque
18/08/2020 15:06 - Eduardo Miranda


O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) não tem agenda oficial em Campo Grande, mas isso não impediu que dezenas de pessoas fossem à Avenida Duque de Caxias, no mirante da pista do Aeroporto Internacional e da Base Aérea, para ver o presidente, ainda que de longe.  

O presidente está em Mato Grosso do Sul desde às 10h30min desta terça-feira (18). Ele chegou em Corumbá, onde participou da inauguração da estação de radar da Força Aérea Brasileira da cidade localizada no Pantanal, fronteira com a Bolívia.  

De Campo Grande, toda a comitiva presidencial deslocou-se, em dois helicópteros, para a fazenda do produtor de soja Ari Basso, em Sidrolândia. Eles devem permanecer na propriedade durante 30 minutos, e de lá, seguirem para Nioaque, onde Bolsonaro vai plantar uma muda de pau-brasil.  

A fazenda ficou conhecida nacionalmente em 2018, durante a campanha eleitoral, em que o proprietário escreveu na lavoura de milho a frase “Bolsonaro 2018”, que podia ser facilmente vista do alto.  

Integram a comitiva, além do presidente Jair Bolsonaro, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina; o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Heleno; o ministro da Defesa, General Fernando Azevedo Silva; a senador Soraya Thronicke, o deputado federal Luiz Ovando, e vários integrantes do staff civil e militar da Presidência. Eles estão nos dois helicópteros da Força Aérea Brasileira, que deslocaram-se de Campo Grande para Nioaque.  

Outros políticos locais, foram para a cidade do interior em outra aeronave.  

Em Nioaque, Bolsonaro visitará o 9º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC), onde atuou como tenente entre 1979 e 1981. Na cidade, Bolsonaro, alem de ser homenageado pelas autoridades militares, também vai plantar uma muda de pau-brasil. 

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!