Política

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As cores na decoração

As cores na decoração

Redação

12/02/2010 - 07h34
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No momento de optar pela

cor das paredes é fundamental

ter atenção, pois a escolha

vai determinar toda a decoração.

Os tons claros têm o

poder de “ampliar”, outros encurtam,

alongam, elevam ou

rebaixam o teto, além disso

há cores que podem despertar

diferentes tipos de sensação

que vão desde alegria, aconchego,

tranquilidade até a excitação

ou agressividade. Em

alguns casos os arquitetos

indicam a mistura de cores,

para quebrar a monotonia ou

deixar o ambiente mais alegre

e assim por diante.

Antes de começar a pintar,

é primordial consultar

diversos mostruários, já que

varia bastante dependendo

da marca da tinta. Escolha

uma tonalidade mais clara

do que você gosta, já que a

tinta tem a tendência de escurecer

uma vez aplicada na

parede. Solicite ao pintor que

realize diversas amostras de

1 metro quadrado sobre várias

paredes. Deixe-as secar

e as verifique em diferentes

horas no decorrer do dia. O

efeito ótico varia de acordo

com a quantidade de luz e

sua intensidade.

Amarelo, alegre e vital

Um cômodo pintado com

esses tons desperta o intelecto

e estimula a criatividade.

Fica perfeito em espaços

escuros, pois potencializa

a luz natural e também em

quartos infantis, cozinhas e

banheiros, já que são capazes

de criar ambientes com

energia. Combina bem com

madeiras claras e enfatiza as

escuras. Se aplicá-lo em dormitórios,

melhor optar pelas

tonalidades claras, mais indicado

para um ambiente de

descanso. Fica muito bem se

combinado com complementos

e roupas de cama em ocre,

beje, marrons ou branco.

Laranja, fonte de energia

Com a luminosidade do

amarelo e a impulsividade do

vermelho, a cor laranja ajuda

a se relacionar, desperta

o apetite e diminui a fadiga.

Os tons mais “escuros” contagiam

um cômodo com seu

calor. Seus tons mais suaves

potencializam a luz e é ideal

nos ambientes rústicos. Realça

a beleza das madeiras,

as fibras vegetais e o couro.

Por ser tão versátil, encaixase

bem em todo tipo de estilo

e em qualquer cômodo.

Vermelho, vital

e envolvente

A cor do fogo aplicada

nas paredes transmite vitalidade

e desejo de ação. Os

tons mais intensos, como o

vermelho inglês e o cereja,

precisam de cozinhas, salões

ou banheiros amplos e

luminosos, para poder criar

ambientes íntimos e envolventes.

Os bordôs mais apagados

conseguem espaços

acolhedores e de ar natural,

sempre que combi nados

com outros revestimentos e

móveis claros. Curiosidade:

Uma simples contemplação

de uma superfície vermelha

pode acelerar o nosso pulso.

Verde, luminoso e fresco

A cor da esperança e da

segurança, associada à natureza,

é adequada para pintar

qualquer ambiente, sobre tudo

salas e zonas de trabalho

e estudo. Calmante e luminoso,

é capaz de criar ambientes

acolhedores em sua tonalidade

escura; alegrar espaços

pequenos se escolhido um

verde água ou maçã; encher

de personalidade uma parede

pintada em pistache. Enquanto

que os verdes claros

têm um tom mais atrevido,

os escuros se revelam mais

sofisticados. Ao ser quente e

frio – por surgir da mistura

do azul e do amarelo –, pode-

se combinar o verde com

qualquer outra cor.

Azul, relaxante

e tranquilo

Evoca o céu e o mar e. Por

seu efeito relaxante e tranquilizador,

é perfeito para

pintar as paredes de dormitórios,

escritórios e as salas

de refeições diárias. O azul

claro é um clássico em quartos

de meninos, pois acalma

sua energia; o anil alegra ambientes

escuros, já que transmite

claridade, enquanto que

o lavanda cria sensação de

profundidade em espaços

pequenos, ao alargar visualmente

as paredes. Em qualquer

tonalidade harmoniza

com peças pintadas em branco

e ressalta madeiras claras.

Dica: Tenha cautela com os

tons mais escuros e com ambientes

monocromáticos, que

levam à introspecção – situação

não recomendável para

pessoas depressivas.

Lilás e rosa, toque

ingênuo

O rosa representa a beleza

e a ingenuidade, ainda

que em suas tonalidades escuras

se torna mais sofisticado.

A lavanda, por outro

lado, é a cor da cordialidade

e da delicadeza. Com matizes

semelhantes, acerta-se em

dormitórios infantis e em

espaços decorados com móveis

brancos. Os rosas pastel

e lilás harmonizam bem com

as cores frias, enquanto que

os tons salmão e coral combinam

melhor com os tons

quentes. Os tons pálidos ficam

melhores em cômodos

pequenos, uma vez que se

perdem se o espaço for grande.

Fica muito bem com a

presença de trechos brancos

e decoração delicada. Os tons

violetas estão ligados à intuição

e à espiritualidade, por

isso indicado para locais de

meditação. Os seus tons claros

acalmam e aconchegam,

contudo em tons fortes, pode

agravar o estado depressivo.

Branco, paz

Multiplica a luz e o espaço.

É um dos mais utilizados na

hora de pintar os espaços pequenos

ou com pouca luz natural,

como corredores e halls

de entrada, pois reflete a luz

e dá a sensação de ampliar o

espaço. Passa o sentimento de

infinito e estimula a imaginação

criativa. Além de tudo,

os móveis e os complementos

escuros se destacam mais sobre

um fundo branco.

Creme e beje

Passam serenidade e realçam

a decoração. Podem ser

quentes ou frias, depende

da cor à qual se associe. Elegantes,

possuem um efeito

calmante, o que os tornam

perfeitos para decorar as paredes

de salas e dormitórios.

De qualquer forma, pela sua

neutralidade, encaixam-se

bem em qualquer cômodo

e estilo. O resultado é perfeito,

quando a intensão

for dar profundidade a um

corredor estreito, iluminar

um espaço escuro ou passar

calor a um ambiente frio.

Ressaltam a textura de telas

(pinturas) e de móveis de

madeiras escuras. Para criar

um ambiente natural, podese

utilizar também a mesma

gama de neutros em tecidos

e complementos.

Tons terra, muito quentes

Ambiente natural e sóbrio.

Se associam a pessoas

realistas, muito seguras de

si mesmas e simbolizam a

conexão com a natureza.

Em todas suas variedades

– areia, argila, terra, terracota...

– estas cores quentes

recriam salas e dormitórios

naturais e frescos, ou cozinhas

e banheiros sóbreos e

originais.

Preto, ausência de cor

É a cor que menos reflete

luz. O ideal é que ele seja

utilizado moderadamente

como recurso para realçar

outras cores, em detalhes,

do que em grandes áreas.

Pode expressar agressividade.

LEVANTAMENTO

Contas públicas em MS: cidades do interior exibem superávit milionário

Análise de dados dos balanços de 2024 e orçamentos de 2025 revela os municípios agrícolas estão com a gestão em dia

16/12/2025 15h34

O prefeito de Costa Rica, Cleverson Alves dos Santos (PP), atribui o resultado à disciplina fiscal

O prefeito de Costa Rica, Cleverson Alves dos Santos (PP), atribui o resultado à disciplina fiscal Divulgação

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O cenário das finanças públicas dos municípios do interior de Mato Grosso do Sul nos anos de 2024 e 2025 desenha um mapa positivo. Liderados pelo exemplo de eficiência de Costa Rica, essas cidades exibem caixas robustas e capacidade de investimento.
 
A reportagem analisou dados abertos, relatórios de gestão fiscal e leis orçamentárias dessas cidades e a conclusão é que o tamanho da arrecadação deixou de ser garantia de solvência: o segredo do sucesso está no controle rígido das despesas obrigatórias.
 
Na região norte do Estado, Costa Rica consolidou-se em 2025 como o principal case de sucesso administrativo de Mato Grosso do Sul. Com uma população de pouco menos de 30 mil habitantes, o município apresenta indicadores de solvência superiores aos da Capital.
 
Dados do movimento financeiro da tesouraria municipal, publicados em 9 de dezembro de 2025, confirmam que a cidade atingiu uma disponibilidade financeira total de R$ 44.061.054,25. O montante, que inclui todas as fontes e fundos municipais, blinda a cidade contra oscilações econômicas e garante a execução de obras sem depender exclusivamente de repasses estaduais ou federais.
 
O prefeito Cleverson Alves dos Santos (PP) atribui o resultado à disciplina fiscal. "Todas as nossas despesas obrigatórias serão quitadas", assegurou o gestor, confirmando não apenas o pagamento em dia, mas a concessão de um abono de natal e final de ano: R$ 1 mil para servidores gerais e valores entre R$ 1 mil e R$ 2 mil para servidores da Educação.
 
O diferencial competitivo de Costa Rica está na estrutura de seus gastos. O município iniciou o ano comprometendo apenas 31,87% com a folha. Essa "gordura" fiscal permitiu que o município aprovasse um orçamento recorde de R$ 262 milhões em 2025, garantindo investimentos de 27% da receita em Saúde, quase o dobro do mínimo constitucional exigido.
 
Além de garantir o pagamento dos servidores ativos até o dia 22 de dezembro, a prefeitura programou as férias de 90% do funcionalismo para janeiro, otimizando a máquina pública durante o recesso escolar e administrativo.
 
Embora Costa Rica lidere os indicadores proporcionais, outros municípios também conseguiram descolar-se da crise. Três Lagoas, impulsionada pela indústria da celulose, teve um orçamento bilionário de R$ 1,4 bilhão para 2025 e mantém índices elevados de investimento em infraestrutura.
 
O município aplicou no segundo quadrimestre de 2025 o dobro do mínimo exigido pela Constituição em Saúde, enquanto a lei obriga 15%, o município investiu 30,79% de suas receitas de impostos na área, somando mais de R$ 296 milhões empenhados. Na educação, o investimento também superou o piso, atingindo 26,93%.
 
Fenômeno similar ocorre em Maracaju. Impulsionada pela soja, a prefeitura destinou 25,67% de recursos próprios para a Saúde até agosto de 2025, um aporte de R$ 32,3 milhões que garante serviços exclusivos no interior sem depender integralmente de repasses estaduais. 
 
A solidez fiscal permitiu à Câmara de Maracaju aprovar uma suplementação de 35% no orçamento de 2025, dando "carta branca" para o Executivo remanejar recursos e acelerar obras.
 
Na fronteira, a realidade impõe cautela. Ponta Porã enfrenta uma frustração de receitas severa: a arrecadação até agosto de 2025 foi de R$ 417 milhões, menos da metade da previsão anual de R$ 900 milhões. 
 
A quebra de arrecadação do ITBI e a estagnação econômica forçaram o município a projetar um orçamento mais enxuto para 2026, cortando R$ 100 milhões da previsão inicial. Ainda assim, a gestão optou por blindar os repasses constitucionais da Educação (projetado em 27%) e da Saúde.
 
Em Corumbá, a aplicação em saúde do orçamento atingiu 18,13%, pouco acima do piso de 15%. A rede de saúde de Corumbá enfrenta custos logísticos adicionais devido ao isolamento geográfico e à necessidade de transporte de pacientes (UTI aérea/fluvial). 
 
Na educação, a aplicação registrada até agosto foi de 24,89%. Embora tecnicamente abaixo dos 25% naquele momento do ano, é padrão na administração pública que os empenhos se acelerem no último quadrimestre para atingir a meta legal. O orçamento projetado no PPA 2026-2029 prevê R$ 1,5 bilhão somados para Saúde e Educação.
 

Pesquisa

Lula lidera cenários para 2026; Flávio é o mais bem posicionado na direita

Filho de Jair Bolsonaro apresenta intenção de votos maior que Tarcísio e Ratinho Jr. em um cenário de primeiro turno

16/12/2025 15h24

Lula pode enfrentar Flávio Bolsonaro em 2026

Lula pode enfrentar Flávio Bolsonaro em 2026 Fotomontagem/Agência Brasil e Agência Senado

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera todos os cenários de primeiro turno e venceria todos os adversários no segundo turno se as eleições fossem hoje, aponta pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta terça-feira, 16.

Este é o primeiro levantamento do instituto após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se lançar como pré-candidato à Presidência.

O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi testado em todos os cenários de primeiro turno, já que vem dizendo que a única possibilidade de retirar sua candidatura é se seu pai for candidato. Bolsonaro está preso na superintendência da Polícia Federal em Brasília após ter sido condenado por tentativa de golpe de Estado.

Nos cenários espontâneos, Lula tem 20% das intenções de voto. Jair Bolsonaro tem 5% das intenções de voto. Flávio tem os mesmos 5%. Outros 65% se dizem indecisos.

A Quaest fez diferentes cenários eleitorais estimulados, dependendo de governadores de direita que podem se lançar candidatos à Presidência, como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Romeu Zema (Novo-MG) e Ratinho Jr. (PSD-PR). Em todos eles, Flávio fica em segundo lugar, atrás apenas de Lula.

No cenário com Ratinho Jr., Lula tem 39% das intenções de voto; Flávio tem 23%; Ratinho, 13%; Renan Santos (Missão), 2%; Aldo Rebelo (Democracia Cristã), 2%. Indecisos somam 5% e 16% dizem que votarão em branco, nulo ou não votarão.

No cenário com Tarcísio, o atual presidente tem 41%; Flávio mantém 23%; Tarcísio tem 10%. No cenário com Zema, o petista tem 39%; Flávio, 26%; o governador mineiro, 6%. No cenário com Caiado, Lula tem 39%; o senador, 27%; o governador goiano, 4%.

A Quaest também testou um cenário em que três dos governadores - Ratinho, Caiado e Zema - saiam candidatos. Apenas Tarcísio ficou de fora nessa projeção. A mesma divisão se mantém: Lula tem 37%; Flávio, 23%; Ratinho, 11%; Zema, 4%; Caiado, 3%.

Um último cenário inclui o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB). Neste caso, Lula teria 34% (o cenário com maior redução do seu porcentual); Flávio teria 21%; Ratinho, 12%; Ciro, 8%; Zema, 4%; Caiado, 2%; Santos, 1%; Rebelo, 1%.

Nas simulações de segundo turno, Lula tem de 10 a 12 pontos porcentuais de vantagem em relação aos adversários. A seguir, os cinco cenários:

  • - Lula 46% x 36% Flávio;
  • - Lula 45% x 35% Tarcísio;
  • - Lula 45% x 35% Ratinho;
  • - Lula 44% x 33% Caiado;
  • - Lula 45% x 33% Zema.


No caso de Flávio Bolsonaro, o instituto registrou um crescimento no porcentual do senador em relação a agosto, quando seu nome foi testado pela primeira vez. Naquela época, Flávio ainda não havia anunciado sua intenção de se candidatar como representante de seu pai. Em agosto, o filho mais velho do ex-presidente tinha 32% contra 48% do petista.

Ao mesmo tempo, Flávio aumentou sua rejeição nos últimos meses. Segundo a pesquisa de dezembro, 60% o conhecem e não votariam nele, enquanto 28% dizem que conhecem e votariam. Em agosto, 22% diziam que conheciam e votariam nele, enquanto 55% o conheciam e não votariam nele.

A escolha de Jair Bolsonaro pelo seu primogênito foi apontada por 54% dos entrevistados pela Quaest como um erro. Para 36%, foi um acerto. A maior parte dos entrevistados (61%) disse ter ficado sabendo do anúncio de Flávio Bolsonaro, enquanto 39% disseram não ter ouvido falar sobre o assunto.

Os pesquisadores perguntaram, então, quem deveria ser o escolhido de Bolsonaro para disputar a Presidência da República. A ex-primeira-dama Michelle foi a primeira colocada, com 19%. Tarcísio, o segundo, com 16%. Ratinho Jr. foi o terceiro, com 11%. Pablo Marçal, Romeu Zema, Eduardo Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite ainda foram citados. Para 21%, no entanto, nenhum desses deveria ser o representante de Bolsonaro no pleito

Diante desse cenário, 61% disseram à Quaest que não votariam em Flávio de jeito nenhum. Apenas 13% disseram que votarão no senador, enquanto 23% afirmaram que podem votar no filho mais velho do ex-presidente.

O instituto Genial/Quaest ouviu 2.004 brasileiros entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.

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