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CORONAVÍRUS

Azambuja cobra apoio do governo federal para combater pandemia

Governador disse que momento é de entregar resultados para salvar vidas e superar crise
27/04/2020 13:49 - Adriel Mattos


 

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou nesta segunda-feira (27) que os poderes Legislativo e Executivo em âmbito nacional precisam chegar a um consenso para tomar medidas de socorro aos estados no combate à pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Em entrevista à rádio BandNews, de São Paulo (SP), ele destacou que é necessário focar mais em resultados do que se envolver em brigas políticas.

“A cada dia que passa os estados vão ficando sem expectativa. Você não tem nenhum socorro. Eu tive uma videoconferência, com o presidente [da República, Jair] Bolsonaro, no dia 23 de março, em que foi anunciada prorrogação das dívidas dos estados com o governo federal e até agora nenhuma medida legislativa foi tomada nesse sentido. A gente corre contra o tempo porque as medidas de saúde e as despesas para atender os mais vulneráveis acontecem todo dia. Temos que fazer menos política e mais resultado, buscar os resultados para sair da crise”, explicou.

Com previsão de queda da arrecadação de R$ 250 milhões no mês de maio, o Estado tem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) como principal fonte de receita, que é aplicado nas mais diversas despesas públicas, como saúde, educação e folha de pagamento do funcionalismo público. A arrecadação caiu devido à pandemia, já que o governo e as prefeituras se viram obrigadas a decretar isolamento social para minimizar o avanço da doença.

E essa medida deve continuar, garantiu o governador. “Podemos tomar medidas de retomada das atividades produtivas com todos os cuidados de proteção ao trabalhador e trabalhadora e, principalmente, ao cuidado e proteção aos consumidores. Acho que se dosarmos isso a níveis que a gente mantenha os controles de isolamento, sem risco, a gente consegue retomar as atividades produtivas e você começa a circular mercadorias e melhora pra frente, sabendo que o ano de 2020 é extremamente difícil para todos, para a sociedade, para o empresariado e para os governos também”, pontuou Azambuja.

 

Felpuda


Candidato a prefeito em cidade do interior tremeu que só nas bases diante da decisão que tirou a corda do pescoço de adversário, liberando o dito-cujo para disputar a eleição.

Como acreditava que o pleito seria “um passeio”, estava até pensando no modelito que usaria no dia da posse.

Agora, teme nadar, nadar e morrer na beira da praia, deixando o terno pendurado no cabide.