Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

RIXA

Bolsonaro chama Europa de "seita ambiental" e Brasil de "potência no agronegócio"

Crítica foi por conta das pressões sofridas em virtude de agressões ao meio ambiente
17/07/2020 03:00 - Estadão Conteúdo


O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a Europa por conta das pressões que seu governo vem sofrendo em virtude de agressões ao meio ambiente. Em live transmitida nas redes sociais na quinta-feira (16) Bolsonaro classificou a Europa como "uma seita ambiental" que ataca o País "de forma injusta" e movida por interesses comerciais. O presidente também criticou a imprensa, a quem acusou de fraudar números do desmatamento.

"Nós somos o tempo todo acusados injustamente de maltratar o meio ambiente no Brasil. A imprensa daqui publica, a imprensa de fora republica, em especial a da Europa, e lá a questão ambiental é tido como uma seita. Aí a mesma imprensa que fraudou números republica aquilo para criticar o governo", argumentou o presidente da República. Para ele, "no passado havia interesse (internacional) na região amazônica, mas hoje há interesse em todo o Brasil". De acordo com Bolsonaro, "em focos de queimada estamos abaixo da média dos últimos anos". "Não é que estamos indo bem. Tem coisa para fazer? Tem, mas não é esse trauma todo", afirmou.

O presidente também lamentou que a medida provisória (MP) 910, que tratava da regularização fundiária e ficou conhecida como "MP da grilagem", não tenha sido votada no Congresso, o que fez com que ela caducasse. Para Bolsonaro, a votação da MP não foi pautada porque "a esquerda ainda tem uma influência muito grande dentro do Parlamento", e citou partidos como PT, PDT, Rede Sustentabilidade, PCdoB e PSOL como responsáveis pela pressão que levou à caducidade da proposta.

"Se tivesse sido aprovada (a MP 910), essas áreas seriam regularizadas e, uma vez detectado o foco de calor ou queimada, teria como saber se foi dentro da reserva legal, ou não, e quem é o dono daquela área, e aí você puniria", afirmou. Apesar disso, Bolsonaro assumiu o compromisso de diminuir as queimadas, mas falou que elas "não vai acabar nunca".

 
 

Felpuda


Como era de se esperar, as pesquisas mexeram nos ânimos de candidatos, principalmente daqueles que apareceram com índices pífios.

E assim, muitos deles certamente darão novo rumo às suas campanhas eleitorais.

A maioria, é claro, tenta mostrar otimismo, e o que mais se ouve por aí é que “agora o momento será de virada”.

Como disse atento e irônico observador: “Tem gente por aí que poderá virar, sim. Mas virar gozação!”. Ui...