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BRASÍLIA

Bolsonaro escolhe pastor presbiteriano para comandar o Ministério da Educação

Milton Ribeiro é reverendo da Igreja Presbiteriana de Santos e vice-presidente de conselho da Universidade Mackenzie
10/07/2020 17:31 - Nyelder Rodrigues


 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) escolheu o pastor Milton Ribeiro para ser o novo ministro da Educação. Ele deve assumir no lugar de Carlos Alberto Decotelli, que acabou pedindo demissão poucos dias após ser oficializado - ele foi acusado de plágio na tese de mestrado e por mentir no currículo, afirmando ter doutorados e pós-doutorado.

O anúncio do nome foi feito nesta tarde de sexta-feira (10) logo após a imprensa nacional noticiar que Bolsonaro o convidou. Milton é reverendo da Igreja Presbiteriana de Santos e é ligado à Universidade Mackenzie, em São Paulo.

Na universidade, ele atua como conselheiro deliberativo do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM), sendo vice-presidente do mesmo e ex-vice-reitor. Desde 2019, Ribeiro também ocupa integra a Comissão de Ética Pública da Presidência da República.

Além de suprir a queda de Decotelli, ele também tem como missão substituir Abraham Weintraub, que deixou o cargo após diversas polêmicas. Conforme o IPM, Ribeiro é doutor em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Direito pela própria Mackenzie, sendo graduado em Teologia e em Direito.

O nome de Milton Ribeiro já foi publicado no Diário Oficial da União, que lançou edição extra nesta sexta-feira. Ele é o quarto ministro da Educação do governo Bolsonaro. Em declarações recentes, o presidente disse que estava buscando um nome de perfil "conciliador" para a função. 

 

Felpuda


Candidato a vereador caiu em desgraça, pelo menos em um dos bairros de Campo Grande, ao promover comício em ginásio de esporte, com direito a ônibus lotados e espoucar de muitos fogos de artifício.

Aí dito-cujo foi alvo de muitas críticas, tanto pela zoeira causada, como por ter mandado às favas quaisquer cuidados na prevenção da Covid-19, ao promover grande aglomeração. Irresponsabilidade é pouco, hein?!