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CÂMARA MUNICIPAL

Câmara dos Vereadores de Campo Grande decide adiar volta presencial em meio a período de campanhas

Mesmo cumprindo agendas, candidatos votam manter sessões remotas no plenário
29/09/2020 12:02 - Brenda Machado


Em meio ao período de campanha política, em que os candidatos vão às ruas cumprimentar a população, Câmara dos Vereadores de Campo Grande decide adiar o retorno presencial, por risco de contágio da Covid-19.

A discussão foi levantada durante a 60ª sessão ordinária, nesta terça-feira (29).

A volta estava marcada para a próxima quinta-feira, dia 1º de outubro, mas parte do Legislativo Municipal contestou a segurança de retorno da Casa, já que alguns membros fazem parte do grupo de risco da doença.

Os participantes a favor rebateram, argumentando que a maior parte dos serviços da Capital foram normalizados e cabia a Câmara, como "casa do Povo", fazer o mesmo.

Além disto, alguns vereadores também afirmaram que presencialmente os debates são conduzidos de forma mais dinâmica. Mesmo assim, por treze votos a dez, o retorno foi prorrogado.

 

 

 
 

Ainda durante a sessão, em votação simbólica, alguns projetos de leis entraram em discussão.

Foi mantido o veto total à PL n. 9733/20, que trata do incentivo ao cultivo de crotalária como método de combate natural a Dengue, Zika e Chikungunya. A derrubada do veto foi proposta pela vereadora Dharleng Campos (MDB).

Também passou o Projeto n. 9764/20, que dispõe sobre políticas municipais para moradores em situação de rua e a outras providências, em Campo Grande. O Projeto é de autoria do vereador Carlão (PSB) e foi subscrito pelo vereador Odilon de Oliveira.

Como última votação, a PL n. 9769/20, também pelo Vereador Carlão (PSB), que conta com uma emenda, fala sobre a implantação do Programa de Conscientização e Combate ao Preconceito sobre a Síndrome de Down, para a Capital.

 

Felpuda


Candidato a vereador caiu em desgraça, pelo menos em um dos bairros de Campo Grande, ao promover comício em ginásio de esporte, com direito a ônibus lotados e espoucar de muitos fogos de artifício.

Aí dito-cujo foi alvo de muitas críticas, tanto pela zoeira causada, como por ter mandado às favas quaisquer cuidados na prevenção da Covid-19, ao promover grande aglomeração. Irresponsabilidade é pouco, hein?!