Política
PRÉ-CAMPANHA

Pré-candidatos tentam aparecer aos eleitores, com “cartilha na mão”

A arrecadação de recursos para a campanha deste ano poderá ser realizada a partir do dia 15 de maio

Celso Bejarano

12/05/2022 08:00

Mato Grosso do Sul já conta com sete pré-candidatos ao governo, um recorde na história política do Estado. 

A população já deve saber nome e sobrenome de todos eles, no entanto, por regra eleitoral, nenhum, ao menos por enquanto, pode sair por aí pedindo votos e promovendo campanha eleitoral ainda.

Só a partir do dia 16 de agosto, a pouco mais de um mês e meio da eleição, é que será possível a propaganda eleitoral, marcada para o dia 2 de outubro.

Ouvidos pela reportagem, os principais partidos envolvidos na disputa pelo governo Estado afirmaram que seguem a regra imposta pela Justiça Eleitoral. “Estamos com a cartilha na mão”, brincou um integrante de legenda.

O certo é que há uma norma, definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que prevê multa de até R$ 25 mil aos postulantes a cargos eletivos atrás de votos antes do período permitido.

O Correio do Estado quis saber com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) se a Corte tem uma equipe de fiscalização em atividade ou se há algum apelo contra eventuais pretendentes a mandato sendo questionado por campanha ilegal.

Até o fechamento desta página, a Corte não havia se manifestado, contudo, o espaço aqui está aberto para o pronunciamento do TRE-MS.

A reportagem consultou também os principais partidos que brigam pela sucessão do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), mas ninguém quis expor o assunto, somente na condição do anonimato. 

Alguns representantes das legendas informaram que a regra do TSE tem sido cumprida. E que os pré-candidatos não têm cometido “inadvertências” quanto à lei eleitoral.