Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

BRASÍLIA

Novo critério de escolha de presidentes de estatais freou corrupção, diz Bolsonaro

Segundo o presidente, o novo método não levar em conta a "indicação de terceiros"
20/08/2020 22:00 - Estadão Conteúdo


O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (20) em transmissão ao vivo nas redes sociais, que o critério do seu governo para escolha de ministros e de presidentes de estatais e bancos públicos, segundo ele sem levar em conta a "indicação de terceiros", ajudou a frear a corrupção no País.

Acompanhado, neste momento da live pelo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, o presidente sustentou que medidas de prevenção contra corrupção dariam a sensação de que "só existe combate à corrupção se vê a Polícia Federal fazendo operação às 6h da manhã". "Essas operações continuam existindo e, com certeza, outras virão até o fim do ano", completou.

A declaração remete à crise institucional do Executivo com o Supremo Tribunal Federal (STF) em torno do vídeo de reunião ministerial em 22 de abril, depois divulgado por ordem da Corte, sobre o qual existia a suspeita de que Bolsonaro aparecia cobrando de ministros poder de interferir sobre a PF.

Ao lado do presidente na live de hoje, o ministro da CGU apontou medidas adotadas pelo governo federal para fazer "filtro prévio" de nomeações a cargos na administração pública e a preservação da identidade de denunciantes, para dizer que Bolsonaro chega aos 20 meses de mandato "sem nenhum caso de corrupção".

 
 

Felpuda


Partido político está vivendo processo de autofagia cá por essas bandas. Nada de ideologia ou defesa dos interesses dos filiados. O problema, segundo os mais observadores, é que lideranças não se contentaram em ter cada uma o seu pedaço e decidiram tomar conta com exclusividade do espólio, que, aliás, é regado com cifras milionárias. A legenda deverá se transformarem uma máquina de lavar, no caso, cheia de roupas sujas. E dê-lhe!