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ELEIÇÕES

Dagoberto e Marcio Fernandes são os campeões de arrecadação em Campo Grande

Deputado federal do PDT tem R$ 1,5 milhão para gastar, enquanto candidato do MDB tem R$ 1,2 milhão
29/10/2020 09:15 - Eduardo Miranda


O deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT) é o candidato a prefeito de Campo Grande que pretende gastar mais nestas eleições. Ele declarou à Justiça Eleitoral ter arrecadado R$ 1,5 milhão para bancar sua candidatura.

O segundo candidato que mais arrecadou nestas eleições é Marcio Fernandes, do MDB. Apadrinhado pelo ex-governador André Puccinelli, Fernandes conseguiu nada menos do que R$ 1,25 milhão em recursos.  

Com mais tempo de televisão e mais alcance orgânico nas redes sociais, o prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), que busca a reeleição, é somente o quinto em receitas nesta campanha: R$ 608 mil até agora, valor inferior aos R$ 696,6 mil que o ex-secretário de Infraestrutura do governo de Mato Grosso do Sul Marcelo Miglioli (Solidariedade) obteve para sua campanha e menor do que os R$ 641,5 mil arrecadados pelo deputado estadual Pedro Kemp (PT).  

O prefeito de Campo Grande, porém, é o candidato que mais investirá dinheiro do próprio bolso nestas eleições. Com a contribuição de R$ 250 mil, ele é seu maior doador.  

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Milionários

Candidatos com cifras milionárias em suas declarações, o deputado federal Dagoberto Nogueira e o deputado estadual Marcio Fernandes contam com o apoio generoso de seus partidos neste pleito.  

O pedetista recebeu nada menos do que R$ 1,4 milhão do diretório nacional do partido a que pertence e mais R$ 100 mil do fundo eleitoral. Já Fernandes recebeu a generosa quantia de R$ 1 milhão do MDB nacional e mais R$ 238,4 mil do diretório estadual do partido. Estas divisões do MDB são as duas maiores doadoras da campanha.  

Assim como eles, os candidatos Marcelo Miglioli, Pedro Kemp, Marcelo Bluma (PV) e Vinicius Siqueira (PSL) contam com o apoio maciço de seus partidos. Dos R$ 696,6 mil arrecadados pelo ex-secretário, R$ 676 mil vieram do diretório estadual do Solidariedade.  

Dos R$ 641,5 mil arrecadados pelo candidato do PT, R$ 600 mil vieram do diretório nacional do partido e outros R$ 30 mil do bolso dele mesmo.  

Vinicius Siqueira, por sua vez, recebeu R$ 300 mil do diretório estadual do PSL, comandado pela senadora Soraya Thronicke. O diretório municipal do mesmo partido preferiu investir na candidatura do deputado federal Loester Trutis (que era presidente desta divisão do partido até o mês passado), com R$ 55 mil arrecadados.  

Marcelo Bluma arrecadou R$ 261,1 mil para sua campanha, que vieram exclusivamente do diretório estadual do Partido Verde.

Dos candidatos a prefeito, até ontem, somente Cris Duarte (PSOL) não tinha os valores que gastará na campanha informados pelo Tribunal Regional Eleitoral.  

Em Campo Grande, conforme determinação do Tribunal Superior Eleitoral, cada candidato pode gastar até R$ 7.609.782,17.

Os candidatos Trutis, Sérgio Harfouche e Thiago Assad tiveram suas candidaturas indeferidas pela Justiça Eleitoral. Todos recorreram da decisão e até ontem continuavam em campanha. 

 
 

Felpuda


Racha em entidade religiosa teve péssimas consequências eleitorais na disputa por vagas na Câmara Municipal de Campo Grande.

O quiproquó, também, digamos, com nuance familiar, provocou estragos da-que-les.

Aí, como consequências, fez com que quem está não conseguisse votos suficientes para permanecer em 2021-2024 e quem estava fora tentando retornar ficasse à beira do caminho. 

Como se vê...