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ELEIÇÕES 2020

De 29 vagas, apenas duas mulheres foram eleitas vereadoras em Campo Grande

Camila Jara e Dharleng Campos serão as representantes femininas no Legislativo Municipal
16/11/2020 00:15 - Glaucea Vaccari


Das 29 cadeiras de vereadores na Câmara Municipal de Campo Grande, apenas duas serão ocupadas por mulheres no mandado de 2021-2024, que foram eleitas nas eleições deste domingo (15).

Atualmente, a Câmara Municipal tem apenas uma mulher como vereadora. 

Mais votada, Camila Jara (PT) foi eleita para seu primeiro mandato, com 3.470 votos. 

A outra representante das mulheres na Câmara para o próximo mandato foi Dharleng Campos (MDB), que foi reeleita para o cargo com 1.782 votos. No atual mandato, ela era a única mulher no Legislativo municipal.

Com esse resultado, mulheres representam 6,90% da Casa de Leis, enquanto os homens são 93,10% da Câmara.

Em Campo Grande, porém, elas são a maioria do eleitorado. São mais de 50 mil mulheres a mais que homens. A Capital tem 331.490 eleitoras (54%) e 280.997 eleitores (46%).  

A Lei nº 9.504 assegura que cada partido ou coligação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada gênero.

Confira os vereadores eleitos:

  • Thiago Vargas (PSD)
  • Carlão (PSB)
  • Zé da Farmácia (Podemos)
  • João César Mattogrosso (PSDB)
  • Professor Juari (PSDB)
  • Gilmar da Cruz (Republicanos)
  • João Rocha (PSDB)
  • Silvio Pitu (DEM)
  • Professor Riverton (DEM)
  • Valdir Gomes (PSD)
  • Otávio Trad (PSD)
  • Beto Avelar (PSD)
  • Júnior Coringa (PSD)
  • William Maksoud (PTB)
  • Betinho (Republicanos)
  • Camila Jara (PT)
  • Dr. Jamal (MDB)
  • Papy (Solidariedade)
  • Edu Miranda (Patriota)
  • Clodoilson Pires (Podemos)
  • Dr. Sandro Benites (Patriota)
  • Dr. Loester (MDB)
  • Marcos Tabosa (PDT)
  • Ayrton de Araújo (PT)
  • Dr. Victor Rocha (PP)
  • Ronilço Guerreiro (Podemos)
  • Coronel Alirio Vilassanti (PSL)
  • Professor André (Rede)
  • Dharleng Campos (MDB)
 
 

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!