Política

CONSELHO DE COMUNICAÇÃO

Deputada Erundina contesta nova composição

Deputada Erundina contesta nova composição

AGÊNCIA CÂMARA

22/07/2012 - 10h10
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A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) não poupou críticas à nova composição do Conselho de Comunicação Social, colegiado criado em 1991, mas que estava desativado desde 2006. A nomeação dos novos integrantes foi aprovada na terça-feira (17), na última sessão do Congresso Nacional antes do recesso parlamentar.

"Lamentavelmente, depois de seis anos, o conselho ressurge da forma mais autoritária, unilateral e ilegítima que se poderia esperar. Numa sessão do Congresso, embutiram entre as matérias extrapauta a aprovação de nomes estranhos aos segmentos que lutam por essa causa e ficamos perplexos", disse a deputada, que é coordenadora da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular.

Ao todo, foram nomeados 13 conselheiros titulares e 13 suplentes sugeridos por representantes de veículos de comunicação, jornalistas, artistas e entidades da sociedade civil. O Conselho de Comunicação Social é um órgão previsto na Constituição para auxiliar o Poder Legislativo na discussão de temas como liberdade de expressão, conteúdo das emissoras de rádio e TV, além dos riscos de monopólio ou oligopólio na mídia. 

Polícia

Vereadores discutem impactos da Rota Bioceânica em audiência pública

A audiência será realizada no Plenário Oliva Enciso, na próxima quarta-feira (29).

25/05/2024 17h28

Fachada da Câmara Municipal de Campo Grande

Fachada da Câmara Municipal de Campo Grande Foto: Arquivo/ Corrieo do Estado

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Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande irão realizar uma audiência pública na próxima quarta-feira (29) para discutir a duplicação ou implantação de um macroanel na cidade, bem como os impactos da Rota Bioceânica. O evento está agendado para começar às 9h e será transmitido pelas redes sociais. 

O debate entre os vereadores foi convocado pela Mesa Diretora, juntamente com a Comissão Permanente de Obras e Serviços Públicos, composta pelos vereadores Ayrton Araújo (PT), Junior Coringa (MDB), Silvio Pitu (PSDB), Clodoilson Pires (Podemos) e Gilmar da Cruz (PSD), e pela Comissão Permanente de Mobilidade Urbana, formada pelos vereadores Professor André Luis (PRD), Luiza Ribeiro (PT), Tabosa (PP), William Maksoud (PSDB) e Dr. Sandro Benites (PP). 

A audiência será realizada no Plenário Oliva Enciso, da Casa de Leis, localizada na Avenida Ricardo Brandão, n. 1600, bairro Jatiúca Park e terá transmissão ao vivo pelo canal aberto da TV Câmara (canal 7.3) e pelas redes sociais (Facebook e YouTube).
 

Rota da Biocêanica esquecida? 

Diante do otimismo de que a Rota Bioceânica tenha o potencial de movimentar cerca de 1,5 bilhão de dólares ao ano, a Capital de Mato Grosso do Sul se viu "esquecida" - nas palavras da prefeita, Adriane Lopes - e tem "corrido atrás do prejuízo" evidenciando a tecnologia e "virtualização" de processos em busca do protagonismo nesse cenário de mudanças. 

Sendo um imenso corredor rodoviário com 2.396 km de extensão, será a ligação entre os oceanos Atlântico e Pacífico, que partirá do Brasil até os portos de Antofagasta e Iquique, no Chile, além de passar pelo Paraguai e pela Argentina, o que justifica as esperanças no incremento das exportações. 

Durante o 2º Congresso Sul-Mato-Grossense de Cidades Digitais e Inteligentes, Adriane Lopes admitiu que, ao ver o projeto avançar tanto no interior de Mato Grosso do Sul, com as conexões aos Estados de São Paulo e Mato Grosso, "nossa cidade estava sendo esquecida nesse processo", disse a prefeita. 

Com isso, a chefe do Executivo Municipal reforçou que há trabalhos buscando colocar Campo Grande em uma posição de protagonismo, tratando dos gargalos existentes quanto à integração e logística.

"São novas possibilidades econômicas na rota que está sendo construída pela rodovia. Existe um mercado consumidor no entorno de 20 milhões de pessoas. A população dos países que integram esta rota chega a 180 millhões", lembrou a prefeita quanto às possibilidades de avanço também para Campo Grande. 

Justamente o chamado "Sistema Eletrônico de Informações" (conhecido por SEI), desenvolvido há tempos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), aparece como um dos "carros chefes" nos planos da Capital para modernizar os processos de protocolização. 

 

Rota Bioceânica

Ainda em 2014 o projeto da Rota Bioceânica começou a ser discutido, com o pontapé inicial dado em 2017, vindo como a promessa de ampliação da relação comercial de Mato Grosso do Sul com países asiáticos e sul-americanos. 

Entre os "agentes fiscalizadores" na sociedade, a própria Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) analisou que, o simples efeito de encurtar em até 17 dias o tempo de viagem rumo ao mercado asiático deve contribuir para redução dos custos de envio, ou seja, barateando o processo. 

Entretanto, vale lembrar o teste mal-sucedido da comissão local em transportar 13 toneladas de carne bovina no ano passado. 

Em 24 de novembro, a terceira expedição buscava fazer um "test drive" da Rota, transitando os 2,3 mil km rumo ao Chile com 107 pessoas em 36 caminhonetes, além do caminhão frigorífico. 

Além de sair um dia antes, enquanto o pessoal das 36 caminhonetes, de fato, conseguiu chegar ao Chile, o caminhão frigorífico (e consequentemente as 13 toneladas de carne) sequer saíram do Estado, sendo retidos em Ponta Porã após chegaram à aduana "sem nenhuma documentação em mãos" segundo funcionários da Receita Federal à época. 

*Colaborou Léo Ribeiro

 

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Aliança Futura

ACM Neto quer Tereza Cristina ao lado de Ronaldo Caiado no projeto de 2026

O primeiro-vice-presidente nacional do União Brasil disse que a senadora de MS é um quadro nacional muito relevante

25/05/2024 08h30

ACM Neto reforçou que a senadora pode ter uma posição de destaque nesse jogo para 2026

ACM Neto reforçou que a senadora pode ter uma posição de destaque nesse jogo para 2026 Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Ao participar na noite desta sexta-feira do lançamento da pré-candidatura da ex-deputada federal Rose Modesto à Prefeitura de Campo Grande, para concorrer ao pleito de 6 de outubro, o primeiro-vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, reforçou que o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, é nome do partido para concorrer à Presidência da República em 2026.

“Caiado hoje é o nome mais forte que o União Brasil tem como pré-candidato a presidente da República. Esse assunto ainda não foi tratado dentro do partido, porque a nossa pauta hoje é 2024, não é 2026, mas o desejo majoritário dos líderes do partido, dos membros do partido, é de uma candidatura própria em 2026”, declarou ACM Neto ao Correio do Estado.

Para ele, o governador de Goiás é o nome que se coloca com maior força e com plena condição de levantar a bandeira de concorrer à Presidência da República pela legenda.

“A gente quer contribuir para construir um novo projeto para o Brasil que fuja dessa polarização que nos levou a uma bolha. Um nome que possa representar esse sentimento do centro-direita e da direita, de um novo desenho político. Eu penso que o Caiado, sim, é hoje o nome que melhor representa isso”, assegurou.

O ex-prefeito de Salvador reforçou que está falando como uma das lideranças do União Brasil, mas que o nome de Caiado ainda não é uma posição institucional da legenda, o que só deverá ocorrer depois de o assunto ser conversado e debatido internamente. “Portanto, a partir de 2025, pois agora o nosso foco é nas eleições municipais”, ressaltou.

Questionado se a senadora sul-mato-grossense Tereza Cristina, líder do PP no Senado, seria uma boa vice na chapa encabeçada por Caiado em 2026, ACM Neto disse que ela se trata de uma figura importante na política.

“Olha, Tereza é um grande quadro, nós já fomos colegas de partido. Ela era do Democratas [DEM], e tenho um carinho enorme por ela. Para mim, é uma das melhores senadoras do Brasil. Penso que a Tereza contribui muito na construção desse projeto de fazer o Caiado presidente da República”, garantiu.

Porém, ele confirmou que ainda é cedo para falar sobre essa questão, mas que a senadora de MS é um quadro nacional relevante e que pode sim ter uma posição de destaque no jogo político de 2026.

OUTROS INTERESSADOS

O nome de Tereza Cristina para ser vice em uma chapa para disputar a Presidência da República em 2026 é uma exclusividade apenas do União Brasil, pois, em entrevista à revista Veja nesta semana, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, também mencionou a senadora.

Ele revelou que é cogitada pelo PL uma chapa liderada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e com a senadora Tereza Cristina, a qual foi ministra da Agricultura na gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL), como vice.

“Tarcísio e Tereza são uma chapa imbatível. Ela é um fenômeno entre as mulheres, tem carisma e foi uma excelente ministra. Nós queríamos que Tereza fosse vice já em 2022, mas Bolsonaro optou pelo [general e ex-ministro] Braga Netto, que é um homem super-honesto, mas que não deu um voto a mais, porque todo o pessoal do Braga já votaria nele”, ponderou.

Nomes como Ciro Nogueira  e Ronaldo Caiado também seriam boas opções, conforme afirmou o cacique do PL, que deixou claro que a decisão final será de Bolsonaro.

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