Política

Política

Dia das Mães light

Dia das Mães light

Redação

05/05/2010 - 06h09
Continue lendo...

Feito isso, na hora do almoço propriamente dito, o indicado é começar com entradas mais leves, como saladas de folhas, vegetais e frutas. Prefira temperá-las com um molho leve de iogurte ou azeite. “Começar pela salada ajuda a saciar a fome, garante o bom funcionamento do organismo e ativa o metabolismo”, ensina.

Enquanto se aguarda o almoço ficar pronto, é necessário que se evite beliscar qualquer coisa. “Principalmente enquanto os pratos estão sendo preparados, a gente come pedacinhos e perde a conta do quanto já comeu. Além disso, o hábito só abre o apetite e não mata a fome”, diz Roberta.
Uma boa opção é substituir as carnes mais gordurosas por carnes magras, como a alcatra e o frango. “Este último é excelente fonte de proteína com baixo teor de gordura. Os peixes cozidos ou assados também são uma boa opção, principalmente os de água profunda, como o salmão, a sardinha, o arenque e a truta, que são ricos em ômega 3, a gordura que faz bem ao coração e ao bem-estar”, lembra Roberta.

As sobremesas à base de iogurte e frutas naturais e as próprias frutas da estação (uva, manga, pêssego, ameixa) são mais saudáveis. Utilize as versões light de creme de leite, de leite condensado e de refrigerante para o preparo dos pratos. Isso fará uma grande diferença na quantidade total de calorias ingeridas e vai deixar o almoço mais leve. Outra sugestão é substituir os lights por iogurte natural, se isso não for interferir no gosto da receita. “É sempre bom cortar gordura e calorias”, diz Roberta. 

Salada colorida
Ingredientes
8 folhas de alface crespa
1 maço de agrião
2 xícaras (chá) de repolho roxo cortado em tiras
2 xícaras (chá) de cenoura ralada
2 xícaras (chá) de peito de peru cortado em tiras
10 azeitonas pretas picadas
1/2 xícara (chá) de azeite de oliva
2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
1 colher (chá) de mostarda
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
Modo de fazer:
Em uma travessa, coloque as folhas de alface, as folhas de agrião, o repolho, a cenoura, o peito de peru e a azeitona. Reserve. Misture em uma tigela o azeite, o vinagre, a mostarda, o sal, a pimenta-do-reino e despeje sobre a salada.

Torta salpicão colorido
Massa
1 pacote de biscoito água e sal integral
100 ml de azeite
Recheio
2 latas de atum
1 cenoura ralada
1/2 beterraba ralada
Meia xícara de salsão picado
1/2 pimentão verde picado
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 lata de creme de leite light
Alface picada para decorar
Modo de afazer:
Massa
Em um liquidificador, bata o biscoito até formar uma farofa. Misture bem o azeite e forre o fundo de uma forma de aro removível. Leve ao forno médio a 180 °C, preaquecido por cerca de 15 minutos.
Recheio
Em uma tigela, misture todos os ingredientes. Cubra a massa e leve à geladeira por cerca de duas horas. Decore com alface picada e sirva. 

Arroz de forno à moda da casa
Ingredientes:
1 pote de requeijão cremoso (250 g)
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
3 xícaras de chá de arroz cozido
2 ovos cozidos picados
3 colheres de sopa de azeitona verde picada
Orégano a gosto
Sal a gosto se necessário
1/2 pacote de batata-palha (70 g)
Modo de fazer:
Em uma tigela junte o requeijão e o parmesão. Misture até obter uma pasta. Acrescente o arroz e volte a misturar. Junte os ovos cozidos, as azeitonas e o orégano. Acrescente o sal se necessário. Coloque a mistura num refratário e espalhe a batata pela superfície. Leve ao forno médio (180ºC) preaquecido por cerca de 20 minutos ou até aquecer. Sirva em seguida.

Filé de frango à primavera
Ingredientes:
5 filés de frango
5 dentes de alho picados
1/2 maço de brócolis 
1 cebola média
1 couve-flor pequena
1 pimentão verde
1 pimentão vermelho
1 colher de sopa de óleo
Sal a gosto
Modo de fazer:
Cozinhe o brócolis e a couve-flor e reserve. Refogue a cebola e depois acrescente os pimentões cortados em tirinhas e a cebola picada, mexendo de vez em quando até cozinhar. Tempere o frango com o sal e alho e grelhe.
Decore o prato com a couve-flor, o brócolis e o refogado da cebola com pimentão e coloque ao lado o filé de frango grelhado.

Fusilli tricolore com legumes
(Receita cedida pela marca Petybon)
Ingredientes:
1 embalagem de massa de sêmola de Grano Duro Petybon Fusilli Tricolore
50 g de bacon picado
1 colher (sopa) de azeite de oliva
1 cebola média picada
2 dentes de alho amassados
1 abobrinha pequena cortada em tiras bem finas
1 cenoura pequena cortada em tiras bem finas
200 g de ervilha-torta cortada em pedaços
4 tomates médios sem pele e sem sementes picados
2 colheres (sopa) de salsinha picada
Sal a gosto
Modo de fazer:
Prepare a massa Petybon conforme as instruções da embalagem. Branquear os legumes separadamente, colocando cada um para cozinhar em água fervente e depois dar um choque térmico. Reserve. Enquanto isso, em uma panela, frite o bacon no azeite. Adicione a cebola, o alho e deixe dourar. Junte os tomates e cozinhe até desmancharem. Acrescente a abobrinha, a cenoura e a ervilha que estavam reservadas. Tempere com o sal e acrescente a salsinha picada. Escorra bem a massa, passe para uma travessa e misture com os legumes. Sirva quente.
Dica 1: os legumes podem ser substituídos por outros de sua preferência.

Dica 2: o processo de branquear os legumes faz com que eles fiquem mais crocantes e mantenham a sua cor. Coloque uma panela com água para ferver, acrescente sal e coloque cada legume para cozinhar separadamente (porque cada um tem um tempo de cozimento diferente). Assim que começar a amolecer, escorra e coloque em água gelada, dando um choque térmico para que parem de cozinhar. Escorra e utilize. Cuidado para não cozinhar demais.
 
Manjar de iogurte com calda de morango
Ingredientes para o manjar
750 ml de iogurte natural
1 vidro de leite de coco
1 xícara de chá de açúcar refinado
1 xícara de chá de coco ralado fresco
1 sachê de gelatina sem sabor
1/2 de xícara de chá de água fria
1 colher de sobremesa de essência de baunilha
Para a calda
200 g de morangos
1 xícara de chá de água fria
2 colheres de sopa de açúcar mascavo ou demerara
Modo de fazer:
Manjar:
Hidrate a gelatina na água fria e reserve. À parte, bata rapidamente no liquidificador o iogurte, o leite de coco, a baunilha e a gelatina hidratada e dissolva em banho-Maria.
Em seguida, misture o coco ralado e coloque em uma forma com furo central, ligeiramente molhada com água e leve à geladeira por aproximadamente seis horas.
Calda:
Coloque todos os ingredientes numa panela e leve ao fogo, sem mexer, até ferver. Deixe esfriar e derrame sobre o manjar.

Lasanha de abobrinha
Ingredientes:
1 abobrinha média
50 g de queijo de cabra ralado
20 g de parmesão ralado
60 g de molho branco (bechamel)
50 g de molho de tomate
10 g de manjericão
1 g de sal
20 ml de azeite de oliva
3 folhas de massa vermelha de lasanha
Modo de fazer:
Fatie bem fininha a abobrinha pelo comprimento. Numa frigideira com um fio de azeite de oliva, grelhe fatia por fatia (reserve). Num prato refratário, faça a montagem. Coloque primeiro o molho bechamel cobrindo o fundo, após, uma folha de massa vermelha, em seguida, uma colher de bechamel e distribua as fatias de abobrinha. Sobre a abobrinha, coloque uma colher de molho de tomate, manjericão picado, queijo de cabra e queijo parmesão. Repita por duas vezes as camadas, sendo que a cobertura é uma folha de massa. Regue com molho bechamel e salpique de queijo parmesão. Leve ao forno preaquecido e gratine.

PROJEÇÃO

Rodolfo Nogueira aposta no retorno da direita ao poder em 2027

Deputado ressalta que mantém fidelidade política a Bolsonaro

17/01/2026 09h30

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) acredita que a direita retornará ao poder em 2027

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) acredita que a direita retornará ao poder em 2027 Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Continue Lendo...

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL), conhecido como Gordinho do Bolsonaro, afirmou que o Brasil passará por uma mudança significativa a partir de 2027 e classificou as eleições deste ano como decisivas para esse cenário.

Segundo o parlamentar sul-mato-grossense, o pleito será marcado pela derrota do Partido dos Trabalhadores (PT).

“Minha mensagem para 2026 é essa: para o povo brasileiro voltar a sorrir, precisamos varrer o PT do Brasil, eu creio”, declarou Nogueira, que é pré-candidato à reeleição.

A expectativa da oposição é de que a direita retorne ao comando da Presidência da República nas próximas eleições.

Nesse contexto, Rodolfo Nogueira declarou apoio irrestrito à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmando acreditar que o nome representa a continuidade do projeto político iniciado pelo ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL), que está cumprindo pena de mais de 27 anos de prisão em regime fechado.

A princípio, ele estava na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, mas, na quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a transferência de Bolsonaro para a Sala de Estado-Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida como Papudinha, por ficar no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Considerado um dos parlamentares mais críticos ao governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Nogueira ressaltou que sempre manteve fidelidade política a Bolsonaro e que, ao longo de seu mandato, tem adotado posicionamentos firmes contra as políticas implementadas pelo atual governo federal.

Em Mato Grosso do Sul e no Brasil, Nogueira é considerado uma das principais lideranças da direita, atuando em pautas alinhadas a esse espectro político. O deputado federal também é citado como um dos parlamentares federais mais atuantes do Estado.

Assine o Correio do Estado

ELEIÇÕES 2026

Lei contra crimes de violência de gênero não emplacou em MS

A Lei Federal nº 14.192/2021 foi criada para proteger as mulheres no exercício de seus direitos políticos no Brasil

17/01/2026 08h20

Foto ilustrativa

Foto ilustrativa Marcelo Victor/Correio do Estado/Arquivo

Continue Lendo...

Promulgada e publicada no dia 4 de agosto de 2021, a Lei Federal nº 14.192/2021 foi criada para estabelecer normas para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher, alterando dispositivos do Código Eleitoral, da Lei dos Partidos Políticos e da Lei das Eleições, e buscar assegurar a participação plena das mulheres na política.

No entanto, passados quatro anos e cinco meses, essa lei não emplacou, pelo menos em Mato Grosso do Sul, onde, conforme consulta feita pelo Correio do Estado no Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), não há nenhum processo em andamento na Justiça Eleitoral por esse crime.

De acordo com o TRE-MS, a Plataforma do Processo Judicial Eletrônico (PJe) revelou que, desde 2020, não há nenhum processo relacionado com a Lei Federal nº 14.192/2021, entretanto, há 49 processos relacionados ao tema de fraude da cota de gêneros, cujo caso mais famoso do Estado ocorreu em fevereiro de 2024, com a cassação do mandato do então deputado estadual Rafael Tavares.

À época, ele estava no PRTB, que lançou duas candidatas fictícias para cumprir o porcentual de 30% previsto em lei, e o resultado foi a cassação do mandato de Tavares por abuso de poder e fraude na cota de gênero nas eleições gerais de 2022 no Estado.

Nos 47 anos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), que iniciou os trabalhos no dia 1º de janeiro de 1979, ele foi o primeiro parlamentar a ter o mandato cassado pela Justiça Eleitoral sul-mato-grossense.

Segundo o presidente da Comissão de Direito Eleitoral (CDEL), da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso do Sul (OAB-MS), Douglas de Oliveira, o fato de existirem processos judiciais relacionados ao tema de fraude à cota de gênero no âmbito do TRE-MS e inexistirem processos vinculados a crimes eleitorais de violência política de gênero pode se justificar por vários fatores.

“A saber, nós temos o desconhecimento da legislação pelos eleitores, a falta de interesse em denunciar, a ausência de identidade entre a fraude à cota de gênero e o crime de violência política de gênero ou, ainda, pela conjugação de todas as hipóteses”, declarou o advogado eleitoralista.

Ele completou que fica evidente que, para o cidadão comum, compreender se está sofrendo violência política de gênero não é tarefa simples, principalmente, quando a violência não é física, todavia, não se pode imputar exclusivamente ao desconhecimento a razão para o baixo índice de demandas vinculadas à violência política de gênero, sendo importante destacar outros fatores.

“Já os processos judiciais que envolvem a fraude à cota de gênero estão vinculados ao processo eleitoral, decorrem da criação de candidaturas fictas, com vistas a prejudicar a disputa eleitoral, burlando a aplicação correta da legislação eleitoral, e seus reflexos implicam perda de diploma de candidatos beneficiários que compuseram as coligações e inelegibilidade para eleições futuras”, detalhou.

Por outro lado, conforme o presidente da CDEL da OAB-MS, os processos judiciais relacionados à violência política de gênero visam apurar condutas que impedem o pleno exercício de direitos políticos em razão de gênero, tratando-se de processos penais, que visam apurar o cometimento de crimes e, embora envolvam o processo eleitoral, têm análise, interpretação e reflexos de acordo com as normas penais, cujas sanções são criminais.

“Significa dizer que eventuais fraudes à cota de gênero não são necessariamente condutas definidas ou tipificadas como crime de violência política de gênero. A caracterização de crime ou não vai depender dos comportamentos adotados pelos dirigentes partidários no esvaziamento das pretensões femininas”, assegurou.

Portanto, Douglas de Oliveira argumentou que o fato de existirem ações judiciais envolvendo fraude à cota de gênero e inexistirem ações vinculadas a crimes de violência política de gênero também decorre de o primeiro ilícito não ser necessariamente um crime ou não se caracterizar como um crime de violência política de gênero.

Foto ilustrativa

DENÚNCIA

Em setembro do ano passado, a Polícia Federal (PF) do Distrito Federal iniciou investigação contra um homem por stalking e envio de mensagens de cunho sexual para diversas mulheres, incluindo a senadora sul-mato-grossense Soraya Thronicke (Podemos), o que se caracteriza como crime de violência política de gênero.

A Superintendência da PF no Distrito Federal fez buscas na casa do investigado, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, e o homem não foi preso, mas teve de obedecer a uma série de medidas cautelares, entretanto, como o crime foi denunciado em Brasília (DF), não foi contabilizado na Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul.

Na ocasião, a assessoria da senadora informou que a parlamentar não foi informada previamente sobre a Operação Assédio, deflagrada pela PF, que realizou busca e apreensão na residência do suspeito de enviar mensagens de cunho sexual à senadora e a outras mulheres.

A senadora disse que confiava plenamente no trabalho investigativo da PF e ressaltou que, ao longo de seu mandato, tem sido alvo frequente de crimes dessa natureza, incluindo ameaças de morte, o que refletia atitudes sexistas e criminosas contra mulheres em cargos públicos.

Soraya destacou, ainda, que o enfrentamento a esses crimes não é responsabilidade apenas dos órgãos de investigação, mas também do Legislativo, que deve aprovar leis mais duras e eficazes.

COTA DE GÊNERO

Já no caso que resultou na cassação do mandato de Rafael Tavares, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiram, por unanimidade, pela perda do mandato por abuso de poder e fraude na cota de gênero nas eleições gerais de 2022 no Estado.

De acordo com o ministro Raul Araújo Filho, que foi relator do Recurso Ordinário Eleitoral nº 0601822-64.2022.6.12.0000, impetrado pelo PRTB, ficou comprovado que o partido lançou duas candidatas fictícias para cumprir o porcentual de 30% previsto em lei, o que levou à anulação dos votos recebidos para o cargo de deputado estadual.

Por isso, Araújo Filho votou por negar o provimento do recurso. Os colegas da Corte, presidida pelo ministro Alexandre de Moraes, acompanharam o relator e confirmaram a cassação do mandato, que foi determinada pelo TRE-MS em fevereiro de 2023.

Ao Correio do Estado, Rafael Tavares disse que foi eleito de forma democrática por mais de 18 mil pessoas e que enfrentou a máquina sem nenhum centavo de dinheiro público.

“Não tive ajuda de nenhum grupo da velha política para chegar à Assembleia Legislativa. Sem dever favor, fiz oposição ao grupo político do PSDB e do PT, que comandam a política do Estado, fui xingado e processado pelo sindicato dos professores, do PT, e apresentei 40 projetos de lei no primeiro ano de mandato”, ressaltou.

Com a decisão, o presidente estadual do PSB, o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Corumbá Paulo Duarte, ficou com a vaga, pois a fraude na cota de gênero de candidaturas femininas anula os votos da legenda, uma vez que afronta os princípios da igualdade, da cidadania e do pluralismo político, na medida em que o objetivo estabelecido no artigo 10, § 3º, da Lei Federal nº 9.504/1997 é ampliar a participação das mulheres no processo político-eleitoral.

A denúncia foi proposta pelo suplente de deputado estadual, então presidente municipal do União Brasil em Campo Grande, advogado Rhiad Abdulahad. 

Ele pontuou que o PRTB não registrou o número de candidatas exigido pela lei, pois teve o indeferimento das candidatas Camila Monteiro Brandão e Sumaira Pereira Alves Abrahão.

Uma por não ter se desincompatibilizado do serviço público e a outra por não ter prestado contas de eleição anterior. Ambas as candidatas não foram substituídas.

Uma delas, inclusive, apareceu como cabo eleitoral na prestação de contas oficial do ex-deputado estadual Capitão Contar, que foi o candidato a governador pelo PRTB em 2022.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).