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Documentários e programas de canal fechado homenageiam as mulheres no mês de março

Documentários e programas de canal fechado homenageiam as mulheres no mês de março

Redação

02/03/2010 - 05h55
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Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março, as mulheres serão homenageadas pela programação do GNT ao longo do mês. Documentários enfocam ilustres personagens da vida real, bem como temas de interesse do universo feminino. E a programação nacional não faz por menos: discute o que toda mulher precisa saber. A faixa “GNT.doc” apresenta “Susan Boyle: do sonho à realidade” no dia 18 de março. O documentário inédito mostra os passos da cantora durante o programa “Britain’s got talent”, um concurso inglês de talentos no qual ela alcançou a fama cantando “I dreamed a dream”, do musical “Os miseráveis”. O filme traz entrevistas e registra o encontro musical de Susan com convidados, como a cantora Elaine Paige e outros do elenco do musical que a inspirou. No dia 9, vai ao ar o documentário inédito “Mulheres contra a violência”. O programa conta a história de quatro mulheres, identificadas apenas pelo primeiro nome, que sofreram violência doméstica. Elas contam como foi possível sobreviver e perseverar sob condições tão adversas. Um dos destaques do filme é a dificuldade dos policiais e assistentes sociais em ajudar essas mulheres que, dominadas pelo medo, preferem continuar sofrendo com a violência em casa a denunciar seus maridos. Outros documentários serão reapresentados ao longo do mês. Entre eles, estão: “Rainhas da TV Árabe”, “Noivas do cordeiro”, “O último dia da princesa Diana”, “10 dicas para perder o peso”, “Mulher em fases”, “A rainha por trás da máscara”, “Onde está meu príncipe encantado? ”, “Mulheres maduras, namorados jovens”, “Maria Bethânia - Música é perfume”, “Harry Potter: um ano na vida de J. K. Rowling”, “Isabel Allende”, “Alguém me contou sobre... Carla Bruni”, “Infinito ao meu redor - Marisa Monte”, “Mulheres no comando: Anna Wintour”, “Marilyn em Manhattan”, “Claudia Cardinale, a diva italiana”, “Paixão pelo salto alto”, “Obama e Michelle: amor no poder”, “Juventude tem limite?”, “Guia de bordeis pelo mundo” e “O penteado das estrelas”. Estreias A programação nacional do GNT também está antenada com o público feminino. Alice Braga estreia como apresentadora e comanda a nova temporada do “Superbonita”, a partir do dia 19. Em comemoração aos seus dez anos no ar, o clássico do canal passa a se chamar “Superbonita transforma”, e no formato reality show, ensina tudo que elas precisam saber sobre o mundo da beleza. E a partir do dia 26, Preta Gil faz parte da família GNT, à frente do “Vai e vem”. A atração mostra, com bom humor, que o sexo está por toda a parte. Em março, o “Marília Gabriela entrevista” retorna das férias com entrevistas inéditas. Para celebrar o mês da mulher, Gabi conversa com a atriz Juliana Paes, sucesso de público e de crítica na TV, no programa do dia 7. A cantora e atriz Emanuelle Araújo também está entre as entrevistadas do mês, no programa do dia 14. A partir do dia 17 de março, o “GNT Fashion” também inicia nova temporada inédita. A estreia é em grande estilo: a editora de moda Lilian Pacce vai para Paris acompanhar a semana de moda mais importante do mundo. Entrevistas exclusivas, dicas de endereços e da cidade, e as tendências que estarão presentes nas passarelas podem ser conferidas pelos assinantes do GNT. O “A lter n at iva saúde” também dá atenção especial às mulheres. “Feminino” é o tema do programa do dia 9, que aproveita para saber mais sobre a alma da mulher neste início de década. No dia 16, o sangue é o assunto em pauta. Dieta do tipo sanguíneo, menstruação e doação de sangue entram em debate no programa. Também em homenagem ao mês da mulher, o “Tamanho único” trata de assuntos diversos que fazem sucesso nos armários femininos. As apresentadoras Chiara Gadaleta, Chris Nicklas e Patrícia Koslinski conversam com quem faz a moda das ruas sobre os seguintes temas: águas de março (dia 5), com a atriz Vitória Frate; mais de 40 (dia 12) com a atriz Ângela Vieira; selvagem (dia 19) e novo 70 (dia 26), com a convidada Júlia Almeida.

Política Internacional

Conheça os cotados a substituir Biden nas Eleições Presidenciais dos Estados Unidos

Ao menos cinco nomes já estão sendo cotados

21/07/2024 21h00

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A decisão do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de não se candidatar à reeleição, anunciada neste domingo (21), abriu caminho para diversos democratas proeminentes que buscam a indicação do partido na corrida à Casa Branca. No topo da lista está a vice-presidente Kamala Harris, mas governadores e outras figuras políticas também são frequentemente mencionados. Confira abaixo uma lista elaborada pelo jornal The New York Times com alguns dos possíveis candidatos.

Kamala Harris

Ex-procuradora e senadora da Califórnia, Kamala já enfrentou dificuldades para definir seu papel ao lado de Biden. Inicialmente encarregada de lidar com a polêmica questão da migração ilegal, a advogada encontrou seu espaço ao se tornar a principal voz da Casa Branca em relação ao direito ao aborto. Primeira vice-presidente negra, Kamala também trabalhou para fortalecer o apoio a Biden entre eleitores negros e jovens, um dos pontos fracos do democrata.

Gavin Newsom

O governador da Califórnia e ex-prefeito de São Francisco, Gavin Newsom, tem algumas vantagens claras: é um político experiente de um estado importante e usou sua plataforma para criticar Trump e fortalecer o Partido Democrata. No entanto, em uma eventual campanha, Newsom teria que explicar os vários problemas que a Califórnia enfrentou na última década, como a situação de moradores de rua, altos impostos e custos crescentes de moradia.

Gretchen Whitmer

Governadora de Michigan e vice-presidente do Comitê Nacional Democrata, Gretchen Whitmer se tornou uma estrela nacional do partido, em parte, pelo antagonismo com Trump, que se referia a ela como "aquela mulher de Michigan". Em 2022, liderou a campanha que deu aos democratas a maioria no Legislativo estadual pela primeira vez em 40 anos, permitindo a promulgação de uma extensa lista de políticas progressistas.

JB Pritzker

O governador de Illinois, JB Pritzker, destacou-se por suas críticas afiadas a Trump e por vitórias notáveis no direito ao aborto e controle de armas em seus dois mandatos. Herdeiro bilionário dos Hotéis Hyatt, Pritzker também tem a vantagem de uma fortuna estimada em cerca de US$ 3,5 bilhões, que ele não hesita em usar em suas ambições políticas. Registros de campanha mostram que ele gastou um total de US$ 350 milhões em suas duas campanhas para governador.

Josh Shapiro

O governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, ex-procurador-geral do estado, é conhecido como um líder ponderado que se concentrou principalmente em questões não ideológicas durante seu mandato. Essa postura lhe rendeu uma taxa de aprovação de 64%, segundo uma pesquisa do Muhlenberg College divulgada em abril, em um estado crucial para qualquer oponente de Trump.

Outras possibilidades

Há outros nomes menos prováveis entre os cotados para a candidatura, como o secretário de Transportes, Pete Buttigieg, e os senadores Cory Booker, de Nova Jersey, e Amy Klobuchar, de Minnesota. Todos os três já concorreram à presidência antes e são conhecidos dos eleitores democratas. O governador de Kentucky, Andy Beshear, reeleito em 2023, também ganhou atenção nacional por seu sucesso improvável como democrata em um estado republicano, onde Biden é profundamente impopular. Beshear derrotou seu oponente republicano, Daniel Cameron, por 5 pontos, mesmo enquanto outros candidatos democratas em corridas estaduais perderam por margens significativas.

Finalmente, duas figuras que já viveram na Casa Branca: Hillary Clinton e Michelle Obama, esposas dos ex-presidentes Bill Clinton e Barack Obama, respectivamente. Vale lembrar que Obama, apesar de ainda ser muito popular entre os eleitores registrados, é impedido pela Constituição de concorrer a um terceiro mandato.

Com informações de Folha Press

Política Internacional

"Minha intenção é merecer e ganhar essa nomeação", diz Kamala Harris

Vice-presidente de Biden é uma das cotadas para ser a nova candidata do Partido Democrata nas eleições

21/07/2024 20h00

Reprodução: Kamala Harris via X

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Após a desistência de Joe Biden, a vice-presidente Kamala Harris declarou a sua intenção de substituir o atual presidente dos Estados Unidos como candidata à presidência pelo Partido Democrata.

"Estou honrada em ter o endosso do presidente e minha intenção é merecer e ganhar essa nomeação", afirmou Harris em nota oficial.

Além de Biden, Harris também recebeu o apoio dos Clintons e de outras lideranças do partido, incluindo a bancada negra. No entanto, alguns membros do partido, como o ex-presidente Barack Obama, limitaram-se a elogiar Biden e defender um processo de substituição transparente.

Até o momento, nenhum outro nome se apresentou publicamente como alternativa a Kamala Harris. A convenção do partido está marcada para ocorrer em quatro semanas, em Chicago.

"Durante o último ano, viajei pelo país, conversando com americanos sobre a escolha clara nesta eleição importante. E é isso que continuarei a fazer nos próximos dias e semanas. Farei tudo ao meu alcance para unir o Partido Democrata — e a nossa nação — para derrotar Donald Trump e sua agenda extremista Projeto 2025", declarou Harris.

Carta de Biden

Confira, na íntegra, a carta publicada pelo atual presidente e, até então, pré-candidato à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden:

"Meus caros americanos,
Nos últimos três anos e meio, fizemos grandes progressos como nação.

Hoje, a América tem a economia mais forte do mundo. Fizemos investimentos históricos na reconstrução de nossa nação, na redução dos custos de medicamentos para idosos e na expansão do atendimento médico acessível para um número recorde de americanos. Prestamos cuidados criticamente necessários a um milhão de veteranos expostos a substâncias tóxicas. Aprovamos a primeira lei de segurança de armas em 30 anos. Nomeamos a primeira mulher afro-americana para a Suprema Corte. E aprovamos a legislação climática mais significativa da história do mundo. A América nunca esteve melhor posicionada para liderar do que estamos hoje.

Sei que nada disso poderia ter sido feito sem vocês, o povo americano. Juntos, superamos uma pandemia única no século e a pior crise econômica desde a Grande Depressão. Protegemos e preservamos nossa democracia. E revitalizamos e fortalecemos nossas alianças ao redor do mundo.

Foi a maior honra da minha vida servir como seu presidente. E embora tenha sido minha intenção buscar a reeleição, acredito que é melhor para o meu partido e para o país que eu renuncie e me concentre exclusivamente em cumprir meus deveres como presidente pelo restante do meu mandato.

Falarei à nação mais detalhadamente sobre minha decisão ainda nesta semana.

Por enquanto, permitam-me expressar minha mais profunda gratidão a todos aqueles que trabalharam tão arduamente para me ver reeleito. Quero agradecer à vice-presidente Kamala Harris por ser uma parceira extraordinária em todo esse trabalho. E permitam-me expressar minha sincera apreciação ao povo americano pela fé e confiança que depositaram em mim.

Acredito hoje no que sempre acreditei: que não há nada que a América não possa fazer -quando fazemos juntos. Só precisamos lembrar que somos os Estados Unidos da América."

Com informações de Folha Press

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