Política

Culinária

Ela é um estouro!

Ela é um estouro!

Redação

20/01/2010 - 04h57
Continue lendo...

Pipoca mais filminho são irresistíveis! E na hora do lanche com a criançada em férias, também. Não há quem diga não à tradicional pipoca branquinha e salgada. O milho no óleo quente faz aquele barulho característico e o cheirinho é inconfundível. Depois, é decidir se vai comer ao natural ou incrementada. E justiça seja feita: aquela porção do cineminha tem cinco vezes mais fibras do que se você comesse a mesma quantidade, em gramas, de alface! Mas o efeito digestivo só acontece se você beber alguma coisa junto. Mas evite o refrigerante e vá de água ou suco. A parte mais fibrosa do milho ou pericarpo, no jargão dos especialistas, tem papel importante na explosão dos grãos. Trata-se de uma película grossa que retém o amido, que incha muito em altas temperaturas. A capa de fibras não. Ou seja, a pressão no interior do grão se torna insuportável. Resultado: poc, poc, poc! Como num passe de mágica, o grão duríssimo se transforma em um floco branco e macio e esse carboidrato duro na queda passa intacto (ou quase) pelo aparelho digestivo e assim não provoca altas repentinas nos níveis de glicose. Como comprar No supermercado, observe o formato e a cor dos grãos. Eles devem estar arredondados, feito pérolas, e com a coloração uniforme. Manchas esfumaçadas denunciam que o amido está mole, o que empobrece o alimento. Na hora de preparar, não abuse do óleo, até porque o milho encharcado tende a demorar muito para estourar. Mexa sempre a panela, que deve ser bem grossa — assim o calor alcança todos os grãos. Para incrementar o aroma, adicione ervas como o alecrim e o orégano à gordura. Agora, se você curte mesmo a praticidade de uma pipoca para micro-ondas, então ao menos opte por aquelas livres de gorduras trans e com o menor teor de sódio.

Receitas

Pipoca

Ingredientes

quanto baste de milho para pipoca

quanto baste de óleo

quanto baste de sal

Modo de fazer:

Numa panela alta e grossa coloque o

óleo. Acenda o fogo e deixe esquentar.

Coloque o milho numa quantidade em

que todos os grãos fiquem encostados no

fundo da panela. Tampe a panela e, segurando

a tampa, vá fazendo movimentos

circulares sobre a chama do fogão. Quando

começar a estourar, continue movimentando

regularmente, só parando e

desligando o fogo quando parar de ouvir

os estouros. Coloque as pipocas em uma

bacia e tempere com sal a gosto.

Pipoca doce

Ingredientes

5 colheres de sopa de óleo

5 colheres de sopa de milho para pipoca

5 colheres de sopa de açúcar

3 colheres de sopa de água

1 colher de sopa de chocolate em pó

Modo de fazer:

Colocar tudo na panela.

Levar ao fogo de baixo a médio, mexendo

sempre devagar. A pipoca irá demorar

um tempo maior para começar a estourar.

Desligar o fogo quando o intervalo de

tempo entre os estouros da pipoca diminuir.

Está pronta para comer.

Pipoca doce de groselha

Ingredientes

1 xícara (chá) de milho para pipoca

1 xícara (chá) de óleo de soja

1 1/2 xícara (café) de xarope de groselha

100 g de açúcar cristal

Modo de fazer:

Estoure a pipoca no óleo e reserve, faça

uma calda de groselha com o açúcar até

obter ponto fio, despeje a calda ainda

quente na pipoca misture bem até homogeinizar.

Após esfriar, servir.

Pipoca com chocolate

Ingredientes

100 g de pipoca de milho estourada (ou

pipoca de canjica

já pronta)

- 1 quilo de chocolate ao leite (ou meioamargo

ou branco)

hidrogenado picado

Modo de fazer:

Numa panela em banho-maria, derreta

o chocolate ao leite (ou meio-amargo ou

branco) hidrogenado picado. Banhe, aos

poucos, a pipoca de milho estourada.

(Dica: caso o chocolate endureça, volte a

panela ao banho-maria para que derreta

novamente). Retire cada pipoca, com o

auxílio de um garfo, e escorra bem para

retirar o excesso de chocolate de cada

pipoca. (Obs: o importante é deixar uma

camada fina de chocolate em cada pipoca).

Vá colocando as pipocas banhadas numa

assadeira forrada com papel manteiga

para secar por mais ou menos 20

minutos, fora da geladeira em ambiente

não muito quente (ou 10 minutos na geladeira).

Bolinha de pipoca

Ingredientes:

2 xícaras de pipoca estourada (sem sal)

1/2 xícara de açúcar

1/2 xícara de glucose de milho branca

250 g de pasta de amendoim

Margarina para untar as mãos

Modo de fazer:

Separe as pipocas numa tigela e quebreas

com a mão grosseiramente. Reserve.

Numa panela, derreta o açúcar até formar

uma calda caramelizada; acrescente

a glucose de milho e a pasta de amendoim.

Mexa muito bem e desligue o

fogo; despeje o creme sobre a pipoca e

misture tudo com as mãos até que toda

a pipoca esteja no creme. Unte as suas

mãos com margarina e forme bolinhas

do tamanho desejado.

Bolo de pipoca

300 g de chocolate meio-amargo picado

400 g de chocolate ao leite para cobertura

picado

250 g de suspiros pequenos comprados

prontos quebrados grosseiramente

1 pacote de pipoca para microondas

Modo de fazer:

Estoure as pipocas no micro-ondas,

conforme instruções da embalagem e

coloque em uma tigela grande até esfriar.

Junte então os suspiros quebrados

e o chocolate meio-amargo, previamente

derretido, combine tudo muito bem e

transfira o composto para uma forma de

22 cm, forrada com papel filme. Leve à

geladeira e deixe firmar por cerca de duas

hora. Derreta a cobertura de chocolate ao

leite. Descole com cuidado o papel filme

da forma, desenforme o bolo em um prato

de serviço e descarte o papel. Espalhe

a cobertura de chocolate, decore a gosto

e sirva em seguida, com a cobertura ainda

cremosa.

TROCA DE COMANDO

Secretária de Fazenda pode não voltar ao cargo após licença

O Correio do Estado apurou que o futuro da titular da Sefaz será a exoneração e o substituto deve sair da própria equipe

15/12/2025 08h00

A secretária municipal de Fazenda, Márcia Helena Hokama, está no cargo desde abril de 2022

A secretária municipal de Fazenda, Márcia Helena Hokama, está no cargo desde abril de 2022 Marcelo Victor

Continue Lendo...

À frente das finanças da Prefeitura de Campo Grande desde abril de 2022, a secretária municipal de Fazenda, Márcia Helena Hokama, não vai mais retornar ao cargo depois da prorrogação da licença médica por estresse e ansiedade iniciada em 20 de novembro deste ano e com previsão de encerrar no dia 8 de janeiro de 2026.

O Correio do Estado obteve a informação com exclusividade por meio de fontes do alto escalão da administração municipal de Campo Grande, que ainda explicaram que a prefeita Adriane Lopes (PP) teria sido comunicada da impossibilidade de a titular da Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz) reassumir as funções por conta de suas condições mentais.

Diante disso, a chefe do Executivo da Capital já teria determinado a procura por um substituto e, por enquanto, a tendência é de que o atual secretário-adjunto da Sefaz, Isaac José de Araújo, seja elevado a titular da Pasta por fazer parte da equipe técnica que foi montada por Márcia Hokama, considerada muito competente por Adriane Lopes.

A reportagem também foi informada de que a decisão da secretária de participar da corrida de rua de Bonito, realizada no dia 6, durante o afastamento por questões de saúde e o fato ter ganhado repercussão na mídia municipal teria pesado para que a continuidade dela no cargo após o fim da licença médica ficasse insustentável.

Márcia Hokama chegou a ser fotografada ao concluir um percurso de 10 km e conquistar o 23º lugar na categoria (competidores com idade entre 50 e 59 anos), e a imagem dela sendo publicada pelos principais órgãos de imprensa “pegou” muito mal até mesmo a imagem da prefeita, que é uma grande defensora do trabalho da secretária.

Porém, como a mulher de César não basta ser honesta, ela também precisa parecer honesta, a corrida foi a gota d’água para fim dos mais de três anos dela à frente das finanças municipais, período marcado por muito desgaste político e pressões decorrentes de crises no transporte coletivo urbano, na saúde e nas finanças, chegando a ser cobrança publicamente pela Câmara Municipal de Campo Grande.

O ponto alto desse desentendimento com os vereadores foi quando Márcia Hokama faltou à convocação para dar explicações sobre a crise, e, na época, ela já chegou a alegar problemas de saúde. Em novembro, a situação mental dela teria chegado no fundo do poço, obrigando o pedido de licença médica.

A partir da oficialização da concessão do afastamento, os boatos começaram dando conta de que ela não retornaria mais ao cargo, porém, a prefeita Adriane Lopes assegurava o retorno da titular da Sefaz após o fim da licença médica.

Entretanto, depois da divulgação da participação de Márcia Hokama da corrida de rua de Bonito a prorrogação da dispensa das funções foram decisivas para que a chefe do Executivo Municipal cedesse à pressão pela exoneração da secretária.

Procurada pelo Correio do Estado, a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, não quis comentar até o fechamento desta edição. O espaço continuar aberto para a manifestação da chefe do Executivo Municipal.

*SAIBA

A trajetória de Márcia Hokama começou em abril de 2022, quando foi nomeada pela prefeita Adriane Lopes como titular da Secretária Municipal de Finanças (Sefin), ficando responsável pelas finanças do município de Campo Grande e deixando o cargo de secretária-adjunta, o qual ocupava desde 2021.

Em janeiro deste ano, a prefeita reconduziu Márcia Hokama ao cargo, mas com novo nome Secretaria Municipal de Fazenda (Sefaz). Portanto, ela já está na função de liderança na Sefin/Sefaz desde 2022.

Assine o Correio do Estado

POLÍTICA

Em pedido de renúncia, Zambelli diz que segue viva e que Brasil continuará ouvindo sua voz

Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão por mandar um hacker invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está presa na Itália desde julho.

14/12/2025 22h00

Deputada federal Carla Zambelli

Deputada federal Carla Zambelli Agência Câmara

Continue Lendo...

A agora ex-deputada federal, Carla Zambelli (PL-SP), usou o pedido de renúncia de seu mandato para elogiar a proteção recebida pela Câmara e para dizer que "segue viva" mesmo após deixar os quadros da Casa. Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão por mandar um hacker invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está presa na Itália desde julho.

"A história registra: mandatos podem ser interrompidos; a vontade popular, jamais. Eu sigo viva, a verdade permanece, e o Brasil continuará a ouvir minha voz", afirmou, na solicitação encaminhada ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos).

Zambelli também agradeceu as decisões da Câmara que mantiveram o mandato da deputada, antes de Supremo Tribunal Federal anulá-las e determinar a perda de mandato de Zambelli. "Esse ato da Câmara foi institucional e constitucional: um momento em que a Casa do Povo afirmou a soberania do voto, o devido processo legal e os limites do poder punitivo do Estado", escreveu.

Leia a íntegra do comunicado:

RENÚNCIA AO MANDATO PARLAMENTAR

AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR

PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS

DEPUTADO FEDERAL HUGO MOTTA

Excelentíssimo Senhor Presidente,

Senhoras e Senhores Deputados,

Povo brasileiro,

Eu, Carla Zambelli Salgado de Oliveira, Deputada Federal eleita para a 57ª Legislatura (2023-2027), representante do Estado de São Paulo, legitimada por 946.244 votos nas eleições gerais de 2022, faço esta manifestação por intermédio de meus advogados constituídos, Dr. Fabio Pagnozzi e Dr. Pedro Pagnozzi, diante da impossibilidade de comparecer pessoalmente a esta Casa, em razão de encontrar-me privada de liberdade em território estrangeiro. Falo, portanto, não apenas como parlamentar, mas como voz de quase um milhão de brasileiros que confiaram em mim sua representação.

O que se registra neste ato não é apenas a renúncia a um mandato, mas um marco institucional. A Câmara dos Deputados exerceu integralmente sua competência constitucional, observando o procedimento previsto no artigo 55 da Constituição Federal, especialmente seus ?? 2º e 3º, que atribuem exclusivamente ao Poder Legislativo a deliberação sobre a perda de mandato parlamentar, mediante decisão do Plenário, assegurados o contraditório e a ampla defesa.

No curso desse procedimento, foi elaborado relatório pelo Relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, Deputado Diego Garcia, demonstrando, de forma técnica e fundamentada, que não existem provas jurídicas aptas a sustentar a perda do meu mandato, tampouco elementos que embasem qualquer condenação. Esse relatório trouxe à luz uma verdade elementar do Estado de Direito: não se cassa um mandato sem provas.

Essa compreensão foi confirmada pelo Plenário da Câmara dos Deputados, que, ao não deliberar pela cassação, afirmou que não havia fundamento jurídico legítimo para suprimir um mandato conferido por quase um milhão de brasileiros. Esse ato foi institucional e constitucional: um momento em que a Casa do Povo afirmou a soberania do voto, o devido processo legal e os limites do poder punitivo do Estado.

A História constitucional ensina que os regimes livres somente subsistem quando cada Poder reconhece seus limites. Montesquieu advertia que "todo aquele que detém poder tende a abusar dele, indo até onde encontra limites". O registro aqui produzido reafirma que o Parlamento não é instância acessória, mas Poder constitucional autônomo, cuja competência não pode ser esvaziada sem grave risco ao Estado Democrático de Direito. Este episódio permanecerá como referência institucional para situações semelhantes, nas quais se discuta a preservação do mandato popular frente à expansão indevida do poder punitivo estatal.

Posteriormente, deliberação do Supremo Tribunal Federal determinou a perda do mandato, afastando o resultado do procedimento conduzido por este Parlamento.

É diante desse quadro, e não por medo, fraqueza ou desistência, que comunico, de forma pública e solene, minha renúncia ao mandato parlamentar, para que fique registrado que um mandato legitimado por quase um milhão de votos foi interrompido apesar do reconhecimento formal, por esta Casa, da inexistência de provas para sua cassação.

Este gesto não é rendição. É registro histórico. É a afirmação de que mandatos passam; princípios permanecem. A democracia não se resume às urnas; ela vive no respeito às instituições e na coragem de registrar a verdade.

Dirijo-me, por fim, ao povo brasileiro. Aos meus eleitores, afirmo: a verdade foi dita, a história foi escrita e a consciência permanece livre. Ideias não se cassam. Convicções não se prendem. A vontade popular não se apaga.

A história registra: mandatos podem ser interrompidos; a vontade popular, jamais. Eu sigo viva, a verdade permanece, e o Brasil continuará a ouvir minha voz.

Que Deus abençoe o povo brasileiro, ilumine esta Nação e a conduza, sempre, pelo caminho do direito, da justiça e da liberdade.

Respeitosamente,

Carla Zambelli Salgado de Oliveira

Deputada Federal - Brasil

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).