Política

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Em plena forma

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Redação

01/05/2010 - 20h55
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Arcângela Mota, TV Press

 

Carla Marins conserva o mesmo jeito de menina que a caracterizou ao longo de 24 anos de tevê. Graças ao olhar meigo e à inalterável aparência angelical a atriz vive hoje, aos 41 anos de idade, um momento especial em sua carreira. No ar como a bondosa e atrapalhada secretária Serafina, de "Uma rosa com amor", Carla vibra com a oportunidade de viver pela primeira vez a protagonista de uma novela. E demonstra uma empolgação de estreante ao falar de sua personagem na trama do SBT. "É um trabalho incrível, que me abre muitas nuances de interpretação. A Serafina é leve, bem-humorada, mas não deixa de ter uma carga dramática", avalia a atriz, que na história faz par romântico com Cláudio Lins, intérprete do empresário Claude, com quem Serafina mantém um casamento de fachada.

O entusiasmo de Carla com o novo trabalho não se deve apenas ao seu posto de protagonista. Após um ano longe da tevê – tempo em que se dedicou à criação de seu primeiro filho –, a atriz volta às novelas pondo fim a um período de 22 anos na Globo, única emissora onde havia trabalhado. A ida para o SBT, segundo ela, foi fruto de um conjunto de fatores. Entre eles, a chance de trabalhar mais uma vez com o diretor Del Rangel – com quem fez "Barriga de aluguel" em 1988 – e de viver uma personagem que foi interpretada por Marília Pêra na primeira versão de "Uma rosa com amor", escrita por Vicente Sesso e exibida pela Globo em 1972. "Tudo isso me deixou muito tentada. Ser protagonista pesou, masnão foi tudo. Acreditei artisticamente no projeto", afirma.

Carla garante que só chegar à primeira protagonista aos 41 anos em nenhum momento foi motivo de preocupação. Pelo contrário. A atriz diz só ver vantagens na hora de compor a personagem. "Isso me traz maturidade e conhecimento para fazer esse papel com tranquilidade", pondera. Para ela, o mais difícil foi se acostumar a algo aparentemente mais simples: o visual desleixado de Serafina. Tudo porque, em função da baixa autoestima, a secretária não se preocupa com vaidades, ao contrário da atriz. "Confesso que enfear foi um pouco chato. Levei um tempo para me adaptar ao despojamento dela", lembra.

Já o diálogo com a comédia, outra característica marcante da personagem, é algo que Carla diz encarar com naturalidade. E a segurança para trabalhar com o gênero veio de sua experiência em 2008 no seriado "Faça sua história", da Globo, em que viveu Adalgisa, mulher do taxista Oswaldir, papel de Vladimir Brichta. "Brinquei muito com o humor esse ano e fiquei um pouco tarimbada na comédia. Por isso não foi tão difícil assimilar a Serafina", analisa a atriz, que afirma ainda não sentir saudade de interpretar personagens dramáticos. "É muito bom permear a vida com humor. E eu adoro quando isso se estende ao meu trabalho", derrete-se ela, que há alguns anos já vinha participando de trabalhos mais voltados para a comédia na Globo.

Política

Alckmin: Liderança e perseverança de Lula fizeram com que chegássemos a acordo Mercosul-UE

Ministro destacou que o pacto é aguardado há 25 anos e frisou tratar-se do maior acordo entre blocos do mundo

17/01/2026 18h00

Vice-presidente, Geraldo Alckmin

Vice-presidente, Geraldo Alckmin Crédito: Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou neste sábado, 17, que a liderança e a perseverança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva "fizeram com que se chegasse ao dia histórico" da assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE). O pacto firmado nesta tarde, em cerimônia em Assunção, no Paraguai, cria um dos maiores blocos econômicos do mundo.

A ponderação ocorreu em vídeo postado por Alckmin no X. O ministro destacou que o pacto é aguardado há 25 anos e frisou tratar-se do maior acordo entre blocos do mundo. "Isso significa mais comércio, mais emprego, mais investimentos recíprocos. Um ganha-ganha em benefício da sociedade. Grande conquista", afirmou.

Lula não participou da cerimônia de assinatura do pacto. Em seu lugar, compareceu ao evento o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmou que a ausência "deixou um sabor amargo", mas reconheceu a liderança de Lula nas negociações em torno do acordo.

Nesta sexta, 16, Lula publicou artigo em jornais de 27 países avaliando que o acordo Mercosul-UE é uma resposta do multilateralismo ao isolamento. "Em uma época em que o unilateralismo isola mercados e o protecionismo inibe o crescimento global, duas regiões que compartilham valores democráticos e a defesa do multilateralismo escolhem um caminho diferente", diz o chefe do Executivo no texto. Ele esteve ontem em ato no Rio de Janeiro com Von der Leyen.

Na cerimônia desta tarde Vieira afirmou que o acordo estabelece uma "parceria com enorme potencial econômico" e "com profundo sentido geopolítico". Segundo o chanceler, o pacto "representa um baluarte, erguido com sólida convicção no valor da democracia e da ordem multilateral, diante de um mundo abatido pela imprevisibilidade, pelo protecionismo e pela coerção".

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PROJEÇÃO

Rodolfo Nogueira aposta no retorno da direita ao poder em 2027

Deputado ressalta que mantém fidelidade política a Bolsonaro

17/01/2026 09h30

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) acredita que a direita retornará ao poder em 2027

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS) acredita que a direita retornará ao poder em 2027 Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

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O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL), conhecido como Gordinho do Bolsonaro, afirmou que o Brasil passará por uma mudança significativa a partir de 2027 e classificou as eleições deste ano como decisivas para esse cenário.

Segundo o parlamentar sul-mato-grossense, o pleito será marcado pela derrota do Partido dos Trabalhadores (PT).

“Minha mensagem para 2026 é essa: para o povo brasileiro voltar a sorrir, precisamos varrer o PT do Brasil, eu creio”, declarou Nogueira, que é pré-candidato à reeleição.

A expectativa da oposição é de que a direita retorne ao comando da Presidência da República nas próximas eleições.

Nesse contexto, Rodolfo Nogueira declarou apoio irrestrito à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmando acreditar que o nome representa a continuidade do projeto político iniciado pelo ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL), que está cumprindo pena de mais de 27 anos de prisão em regime fechado.

A princípio, ele estava na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, mas, na quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a transferência de Bolsonaro para a Sala de Estado-Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida como Papudinha, por ficar no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Considerado um dos parlamentares mais críticos ao governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Nogueira ressaltou que sempre manteve fidelidade política a Bolsonaro e que, ao longo de seu mandato, tem adotado posicionamentos firmes contra as políticas implementadas pelo atual governo federal.

Em Mato Grosso do Sul e no Brasil, Nogueira é considerado uma das principais lideranças da direita, atuando em pautas alinhadas a esse espectro político. O deputado federal também é citado como um dos parlamentares federais mais atuantes do Estado.

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