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		<title>Correio do Estado - Política</title>
		
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				<title><![CDATA[Justiça concede liminar e Marçal protocola pedido de registro de candidatura à Presidência]]></title>
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				<description><![CDATA[A Justiça Eleitoral de São Paulo concedeu liminar para o influenciador Pablo Marçal trocar de sigla e se filiar ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) neste sábado, 15. A medida abriu a possibilidade para Marçal protocolar pedido de registro de candidatura à Presidência.

Apesar disso, o influencer ainda precisa reverter a inelegibilidade na Justiça Eleitoral para lançar seu nome nestas eleições.

A decisão deste sábado foi concedida pelo juiz eleitoral Gustavo Nardi. A medida é provisória e pode ser derrubada.

No dia 5 de agosto, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) confirmou, por 7 votos a 0, a condenação de Pablo Marçal (União Brasil) por uso indevido dos meios de comunicação social durante a campanha de 2024 para a prefeitura da capital paulista. A decisão manteve a inelegibilidade de oito anos do coach e influencer.

Ainda cabe recurso da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A defesa de Marçal afirma que irá recorrer.

Os embargos de declaração foram apresentados pela defesa de Marçal contra o acórdão de dezembro de 2025. A ação julgou três acusações diferentes contra Marçal, reunidas em ações movidas pelo PSB e pelo Ministério Público Eleitoral.

A corte afastou duas delas: abuso de poder econômico e captação e gastos ilícitos de recursos de campanha. Nesses pontos, prevaleceu o entendimento de que não havia prova inequívoca de pagamento efetivo de prêmios em dinheiro pelo candidato ou por terceiros.

A condenação que restou - e que os embargos de declaração tentavam reverter - foi por uso indevido dos meios de comunicação social.

Segundo o relator, o coach se beneficiou de uma estratégia de disseminação massiva de vídeos por meio de um concurso promovido na comunidade "Cortes do Marçal", no Discord, entre 24 de junho e 7 de julho de 2024. Os participantes eram incentivados a publicar cortes de vídeos do então candidato com a hashtag #prefeitomarçal em troca de prêmios, prática que a legislação eleitoral veda.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 07:30:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA['Lula se apequenou em processo', diz Flávio sobre tarifas de reciprocidade contra EUA]]></title>
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				<description><![CDATA[O candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de irresponsável, após o início do processo que pode levar à aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica em resposta ao tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump. "Alguém que atirou pedras, provocou (os EUA) a todo o momento, xingou pessoas que são do governo americano, agrediu gratuitamente o governo americano", disse, durante uma visita a uma padaria na Barra da Tijuca (RJ), neste sábado, 15.

Segundo Flávio, Lula se apequenou em todo o processo e "está pensando na eleição e não na nossa nação".

O Ministério das Relações Exteriores notificará o governo dos Estados Unidos e solicitará a abertura de consultas diplomáticas A Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) já compartilhou o pleito com os demais integrantes do Comitê-Executivo de Gestão.

A Secretaria-Executiva da Camex tem até 30 dias, prorrogáveis por mais 30, para preparar um relatório e indicar se a situação se enquadra nas hipóteses previstas na Lei da Reciprocidade. O documento será analisado pelo Comitê-Executivo de Gestão da Camex, que tem mais 30 dias, prorrogáveis por mais 30, para decidir sobre o enquadramento.

Filiação ao Missão

Flávio também comentou a filiação fraudulenta ao partido Missão. "Acho que tentaram filiar alguém com voto em um partido sem votos. Obviamente, eu não pedi pra que isso acontecesse, foi uma fraude do lado de lá, eu espero que a polícia, de verdade, investigue e responsabilize os culpados porque é um crime previsto no código eleitoral."

Na sexta-feira, 14, o Missão afirmou ter reunido registros técnicos que podem ajudar a identificar quem realizou a filiação Na petição encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o partido afirma que seu setor técnico conseguiu recuperar informações relacionadas ao cadastro atribuído a Flávio Bolsonaro, como o endereço de IP utilizado para realizar a operação em 2 de agosto, às 9h05.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 20:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Com envelhecimento da população, eleitorado jovem recua 22% em 16 anos]]></title>
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				<description><![CDATA[O envelhecimento da população brasileira já impacta o perfil do eleitorado, com diminuição de 22% dos votantes com idade entre 16 e 24 anos, considerando o período de 2010 a 2026. O levantamento foi realizado pelo Instituto Nexus, a pedido da Agência Brasil, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Além da redução proporcional, também houve recuo em números absolutos. A quantidade de brasileiros com menos de 24 anos que podem comparecer às urnas caiu 5,5 milhões. Eram 24,7 milhões eleitores nesta faixa etária, em 2010, contra 19,2 milhões, em 2026. 

Como o número total de eleitores no país aumentou 17%, passando de 135,8 milhões para 158,8 milhões no período, a participação dos jovens teve uma queda abrupta: de 18,2% para apenas 12,5% do eleitorado.

"Em um cenário de aguda polarização, em que a eleição de 2022 foi definida por menos de 2 milhões de votos de diferença entre Lula e Jair Bolsonaro, todo eleitor é estratégico. A quantidade absoluta de votos dos jovens segue perdendo anualmente sua força, principalmente em comparação ao aumento de eleitores 60+”, analisa o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski. 

Segundo dados do TSE, o número de idosos com o título de eleitor ativo cresceu cerca de 74% desde 2010. Atualmente eles correspondem a mais de 36,8 milhões de pessoas. 

Campanhas

O professor do Laboratório de Opinião Pública e Mídias Digitais da Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), Hilton Fernandes, avalia que as campanhas presidenciais ainda não deram indicativo de como vão tratar o grupo de jovens.

"Em 2022 houve alguma dedicação em buscar esse grupo de jovens, não tanto pelo volume de votos, mas pelo engajamento. Essa força do jovem na campanha é importante. Por isso tivemos em 2022 propostas relacionadas ao desenvolvimento de games e outros temas, como a facilidade para adquirir produtos eletrônicos, produtos de jogos com isenções, apareceram", afirma.

Ele acredita que as principais candidaturas à Presidência da República, a medida que avancem nas pesquisas, tendem a buscar mais esse público. Em campanhas proporcionais, como a de deputados, ele acredita que pode haver um olhar mais focado aos jovens, que pode ser um nicho importante para algumas candidaturas. 

As prioridades do voto jovem seguem as mesmas tendências de eleições anteriores, aponta Fernandes. Ele procura, principalmente, o primeiro emprego e formação profissional. São vários contextos de vida que podem moldar esse voto, de acordo com a situação econômica das famílias, a região em que vivem ou os grupos sociais e instituições que frequentam. Ao mesmo tempo, sua visão eleitoral pode ser mais influenciada por discursos que remetem a grandes mudanças, afirma o especialista.

"Não são os partidos que vão chamar atenção, mas o discurso dos candidatos, com um personalismo cada vez mais concentrado. O discurso mais radical tende a atender mais o jovem", aponta Fernandes. 

Ele ressalta, entretanto, que esse discurso pode "enganar" o eleitor mais novo, pois "nem toda vez é necessário quebrar uma estrutura para mudar uma sociedade", critica o professor. Ele ressalta, ainda, que o eleitor jovem não pode ser tratado como um  grupo homogêneo.

"Isso pode ter uma diferença, por exemplo, em jovens que convivam em ambientes mais conservadores. Enquanto o jovem que vê a família numa situação mais complicada, principalmente financeira, busca mais a mudança", complementa.

Engajamento

Outro destaque do levantamento da Nexus é o engajamento nas urnas. Entre os brasileiros 18 a 24 anos, em que o voto é obrigatório, o percentual de comparecimento no primeiro turno foi de 78,5%. Já entre os jovens de 16 e 17 anos, que não têm obrigação de votar, 82,9% foram às urnas. A média de comparecimento no país, no último pleito, foi de 79,1% dos eleitores aptos a votar.

Sul e Sudeste são "mais velhos"

A pesquisa apontou ainda que as regiões Sul e Sudeste concentram menor percentual de jovens nas urnas. Nelas, estão os três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O estado "mais velho" é o Rio Grande do Sul, onde eleitores até 24 anos representam apenas 9% do eleitorado.

Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (10%), São Paulo (11%), Santa Catarina (11%), Espírito Santo (11%), Minas Gerais (11%) e Paraná (11%). Na outra ponta, Roraima, Acre, Amapá e Amazonas são os estados com maior proporção de jovens aptos a irem às urnas, com 18% cada. Em seguida aparecem ainda Maranhão (17%), Pará (16%) e Tocantins (16%).

“O Brasil está diante de uma nova geografia eleitoral. Os mais jovens perderam espaço nos maiores colégios eleitorais do país, tirando-os do centro gravitacional das principais estratégias políticas”, observa Tokarski. 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 15:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Após quase oito anos sem mandato, Picarelli volta à disputa e mira Brasília]]></title>
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				<description><![CDATA[Depois de construir uma das trajetórias mais longevas da política de Mato Grosso do Sul, Maurício Picarelli voltou à disputa eleitoral. O ex-deputado estadual pediu à Justiça Eleitoral o registro de sua candidatura a deputado federal pelo PRD e tentará conquistar, pela primeira vez, uma cadeira na Câmara dos Deputados.

O nome de Picarelli aparece no edital de pedido de registro coletivo publicado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS). Ele concorrerá com o número 2525 pela Federação Renovação Solidária, formada pelo PRD e pelo Solidariedade.

O pedido ainda será analisado pela Justiça Eleitoral. Conforme o edital, candidatos, partidos, federações, coligações e o Ministério Público Eleitoral têm prazo de cinco dias, contado da publicação, para apresentar eventual impugnação.

No mesmo período, qualquer cidadão no exercício dos direitos políticos poderá comunicar possível causa de inelegibilidade.

A nova candidatura representa uma mudança na trajetória de Picarelli, que concentrou a maior parte da carreira política na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems).

Desta vez, o ex-parlamentar tenta transferir para uma disputa estadualizada por uma vaga em Brasília o capital político construído ao longo de mais de três décadas.

Oito mandatos na Assembleia

Jornalista, radialista, apresentador de televisão e pastor, Picarelli tornou-se conhecido antes de ingressar na política por meio de programas populares de rádio e televisão. A visibilidade alcançada na comunicação abriu caminho para sua primeira eleição como deputado estadual, em 1986.

A partir daquele ano, ele foi reeleito sucessivamente em 1990, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014. Ao todo, foram oito mandatos consecutivos e 32 anos de atuação na Assembleia Legislativa.

Um dos principais resultados eleitorais de sua carreira ocorreu em 1994, quando Picarelli foi o candidato a deputado estadual mais votado em Mato Grosso do Sul.

Durante sua passagem pelo Legislativo, também exerceu funções de comando, entre elas a vice-presidência e a Corregedoria-Geral da Casa, além de participar da direção de comissões parlamentares.

A sequência de vitórias terminou nas eleições de 2018. Naquele ano, Picarelli tentou conquistar o nono mandato consecutivo, mas ficou na suplência e deixou a Assembleia Legislativa no início de 2019.

Tentativa de retorno

Após não participar das eleições de 2022, Picarelli voltou às urnas em 2024, quando disputou uma vaga na Câmara Municipal de Campo Grande pelo União Brasil. Ele, no entanto, não conseguiu se eleger vereador.

Agora filiado ao PRD, o ex-deputado aposta em uma candidatura de alcance estadual para retomar a carreira política. Caso seja eleito, assumirá pela primeira vez um mandato federal, depois de toda a sua atuação parlamentar ter sido desenvolvida na Assembleia Legislativa.

Além de Picarelli, a Federação Renovação Solidária apresentou outros oito nomes para a disputa à Câmara dos Deputados.

A relação inclui Adriano Lima, Eleandra Pachuki, Jardelino Bahia, Juvenal Ferreira, Luciana Mendonça, Cesar Alves, Rebeca Costa e Sergio Fahed.

A federação também participa da disputa pelos cargos majoritários em Mato Grosso do Sul. O grupo lançou o ex-senador Delcídio do Amaral ao Governo do Estado e apresentou Sidney Vargas como candidato ao Senado.

Com o retorno de Picarelli, a chapa aposta em um nome conhecido do eleitorado sul-mato-grossense e com histórico de oito eleições consecutivas para a Assembleia.

O desafio, porém, será transformar a lembrança construída durante décadas na política e na televisão em votos suficientes para conquistar uma das oito cadeiras destinadas a Mato Grosso do Sul na Câmara dos Deputados.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 12:41:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Delcídio oficializa candidatura e disputa pelo Governo de MS chega a oito nomes]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/delcidio/471207/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-senador Delcídio do Amaral formalizou sua candidatura ao Governo de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026. O pedido de registro foi apresentado à Justiça Eleitoral pela Federação Renovação Solidária, formada por PRD e Solidariedade, e publicado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS). 

Delcídio aparece no registro com o número 25 e o nome de urna Delcídio Amaral. A chapa terá Mariliana Santos da Silva, que concorrerá como Mariliana Santos, na condição de candidata a vice-governadora. 

Com a entrada de Delcídio, a corrida pelo comando do Executivo estadual chega a oito candidaturas apresentadas para as eleições deste ano. A formalização dos registros marca uma nova etapa do calendário eleitoral, com os nomes apresentados pelas legendas passando pela análise da Justiça Eleitoral.

O pedido de registro, porém, não significa que a candidatura já tenha sido definitivamente deferida. Após a apresentação da documentação, cabe à Justiça Eleitoral analisar se os candidatos cumprem os requisitos estabelecidos pela legislação para participar do pleito.

Registro pode ser questionado

A publicação do edital também abre prazo para eventuais questionamentos. Conforme o documento do TRE-MS, candidatos, partidos, federações, coligações e o Ministério Público têm cinco dias, contados da publicação, para impugnar os pedidos de registro, desde que apresentem fundamentação. 

A legislação eleitoral permite ainda que qualquer cidadão no pleno exercício dos direitos políticos apresente notícia de eventual inelegibilidade dentro do mesmo período.

Caso haja questionamento, a manifestação deverá ser protocolada no Processo Judicial Eletrônico (PJe) correspondente ao candidato. 

O edital foi disponibilizado pelo TRE-MS na sexta-feira (14), com publicação neste sábado (15).

Federação amplia participação na disputa eleitoral

Além da chapa encabeçada por Delcídio do Amaral, a Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade) apresentou candidatos para outros cargos nas eleições de 2026. Para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), foram registrados 17 nomes, entre eles Admilso Cesario Santos (Fião), Almir Machado, Andre Kovalski, Deivid Nicoline, Dilson Arruda e Doroti Justino.

Também disputam uma vaga de deputado estadual pela federação Fabio Costa, Fernanda Breve, Professora Fernanda Araujo, Fernando Villalba, Fatima Fia, Andrade, Leticia Aratani, Maria Fernanda Ribeiro, Odiney Loubet, Preguiça e Sandra Cabanha, completando os 17 nomes apresentados à Justiça Eleitoral.

Para a Câmara dos Deputados, a federação apresentou nove candidatos: Adriano Lima, Eleandra Pachuki, Jardelino Bahia, Juvenal Ferreira, Luciana Mendonça, Mauricio Picarelli, Cesar Alves, Rebeca Costa e Sergio Fahed.

Já na disputa pelo Senado, o nome apresentado é Valter Juvenal de Oliveira, o Valter da Comagran, que terá Valdevino Perroni como primeiro suplente e Adamário de Lana Gerling Júnior, o Eng. Adamario de Lana, como segundo suplente.

Trajetória política

Natural de Corumbá, Delcídio do Amaral construiu uma trajetória política marcada por passagens pelos governos federal e estadual e pelo Congresso Nacional.

Engenheiro eletricista, ocupou o Ministério de Minas e Energia no governo Itamar Franco e, posteriormente, foi secretário de Infraestrutura e Habitação de Mato Grosso do Sul, durante a gestão de Zeca do PT.

Eleito senador pelo Estado em 2002, chegou ao Senado em 2003 e foi reeleito em 2010, além de ter presidido a CPI Mista dos Correios e a Comissão de Assuntos Econômicos.

Em 2014, disputou o Governo de Mato Grosso do Sul pelo PT, chegou ao segundo turno após liderar a primeira votação com 42,92% dos votos válidos, mas acabou derrotado por Reinaldo Azambuja.

Disputa pelo governo

A oficialização de Delcídio amplia o quadro de concorrentes que buscam comandar Mato Grosso do Sul pelos próximos quatro anos. Com a entrada do ex-senador, a disputa pelo Governo do Estado passa a reunir oito candidatos nas eleições de 2026.

Além de Delcídio do Amaral (PRD), estão na corrida Eduardo Riedel (PP), Fábio Trad (PT), João Henrique Catan (Novo), Renato Gomes (DC), Jefferson Bezerra (Agir), Lucien Rezende (PSOL) e Daniel Lemes (PCO).

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro de 2026. Caso nenhum candidato alcance a maioria necessária, o segundo turno será realizado em 25 de outubro.

 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 11:55:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Azambuja é cotado para o Ministério da Agricultura se Flávio for eleito presidente]]></title>
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				<description><![CDATA[O ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), candidato ao Senado, desponta como um dos nomes cotados para assumir o Ministério da Agricultura em uma eventual vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República.

A possibilidade de o ex-governador ser apontado como favorito para o comando da Pasta foi divulgada pela coluna Grande Angular, do site Metrópoles, porém, Azambuja disse que não tem conhecimento sobre essa questão.

Em declaração exclusiva ao Correio do Estado, ele considerou prematuro discutir a possibilidade antes das eleições de outubro e afirmou que, neste momento, está concentrado na disputa por uma vaga no Senado e na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro no Estado.

“Acredito que seja prematuro tratar dessa possibilidade antes do resultado das eleições. Primeiro, o senador Flávio Bolsonaro precisa ser eleito presidente da República e, depois, teria de haver um convite para que eu assumisse o Ministério da Agricultura”, afirmou.

O ex-governador ressaltou que uma eventual ida para o primeiro escalão de um governo de Flávio Bolsonaro somente seria analisada após a eleição e diante de um convite formal.


“Estou focado na minha eleição para o Senado e em trabalhar para que Flávio seja eleito presidente. Se ele vencer a eleição e, posteriormente, me fizer o convite para assumir o Ministério da Agricultura, aí sim vou avaliar essa possibilidade com carinho”, completou Azambuja.


Azambuja mantém proximidade política com a senadora Tereza Cristina (PP), que comandou a Pasta durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A trajetória ligada ao setor rural também reforça seu nome nessas articulações.

Azambuja filiou-se ao PL em setembro de 2025, depois de deixar o PSDB, partido pelo qual construiu a maior parte da carreira política. Atualmente, ele preside o diretório estadual da legenda no Estado.

A chapa ao Senado tem Nelsinho Trad como primeiro suplente, pois o parlamentar desistiu de disputar a reeleição e passou a apoiar o ex-governador.

Reinaldo Azambuja governou Mato Grosso do Sul por dois mandatos consecutivos, entre janeiro de 2015 e janeiro de 2023. Antes de chegar ao governo estadual, foi prefeito de Maracaju, deputado estadual e deputado federal.

Maracaju é um dos principais polos agropecuários de Mato Grosso do Sul, com destaque para a produção de soja e milho. O município também sedia a Showtec, feira voltada à inovação e à tecnologia aplicadas ao setor rural.

A ligação de Azambuja com o agronegócio também aparece na declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral, quando informou R$ 55,9 milhões.

Desse total, R$ 47,8 milhões, o equivalente a 85,4%, estão concentrados em ativos relacionados com o setor agropecuário. A lista inclui participações em imóveis rurais, benfeitorias, bens empregados na atividade rural, 80 mil sacas de milho, 3.343 bovinos e cotas de cooperativas do segmento.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 07:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Alcolumbre destrava PEC do fim da 6x1 após conversas com Lula]]></title>
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				<description><![CDATA[A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 foi despachada, nesta sexta-feira (14), pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), após conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Na última quarta-feira (12), tive uma importante conversa institucional com o presidente Lula. Foi um diálogo maduro, franco e republicano, fundamental para compreender as prioridades do governo e tratar da agenda legislativa de interesse do nosso país", informou, em nota, Alcolumbre.

A PEC estava na mesa do senador desde o final de maio, depois de aprovada na Câmara dos Deputados.   

O presidente do Senado informou ainda que, a partir das conversas com o presidente Lula, encaminhou também para as comissões competentes a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025) e o projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PL 2780/2024), todos prioritários para o Executivo.

"Cabe ao Executivo apresentar suas prioridades e ao Congresso Nacional analisá-las com independência e a responsabilidade de construir os melhores caminhos para o país", disse Alcolumbte na nota.

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), disse que a decisão de Alcolumbre foi fruto do diálogo institucional.  

"É uma demonstração importante de que o diálogo produz resultados e abre caminhos para fazer avançar uma agenda fundamental para o desenvolvimento do Brasil", comentou Teresa Leitão.

Pressão

Esta semana foi a primeira de trabalhos deliberativos no Congresso Nacional desde a volta do recesso de julho. O MDB e o PT voltaram a pressionar Alcolumbre para que liberasse a PEC da escala 6x1 para análise.

Em nota, a bancada do MDB no Senado pediu a liberação para as comissões da PEC do fim da 6x1, do PL dos minerais críticos e a PEC da Segurança Pública. 

O líder do partido no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), pediu a votação das matérias em sessão plenária na quarta-feira (12).

"Não há razão, portanto, regimental ou política, que justifique o adiamento. O que falta é a decisão de pautar, e isso é o que a bancada requer a V. Exa. Se há setores com especificidades - e entendemos que há -, vamos discutir e apontar soluções para estes setores", cobrou Braga do presidente do Senado.

A PEC 221 de 2019 acaba com a escala 6x1 instituindo a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.

A proposta permite compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais, mas mantendo o número de folgas remuneradas em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.

A proposta também estipula uma regra de transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da Administração Pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

Para todos os demais trabalhadores, em 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas terão que garantir a escala de 5x2, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais. Doze meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 21:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Patrimônio de Simone Tebet cresce R$ 8,3 milhões em quatro anos ]]></title>
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				<description><![CDATA[O patrimônio declarado da ex-ministra e candidata ao Senado Simone Tebet (PSB) cresceu R$ 8,3 milhões e saltou de R$ 2,3 milhões para R$ 10,6 milhões entre 2022 e 2026.

O acréscimo absoluto representa um crescimento nominal de 356,32%, o que equivale a um avanço de 275% quando considerada a correção da inflação do período pelo IPCA.

Natural de Três Lagoas, Tebet já foi senadora por Mato Grosso do Sul, registrou os dados no Tribunal Superior Eleitoral para disputar uma das duas vagas ao Senado pelo estado de São Paulo.

Segundo nota oficial divulgada pelo comitê de campanha da candidata, a evolução de R$ 8 milhões na declaração decorre da regularização de uma gleba de terra localizada em Alvorada do Sul, adquirida pela família há quase 30 anos.

O terreno foi transferido para o nome de Simone Tebet por meio de antecipação de herança realizada por sua mãe, que mantém o usufruto do imóvel.

A análise detalhada dos dados entregues à Justiça Eleitoral aponta que a maior parte do patrimônio da ex-ministra do Planejamento está imobilizada em propriedades e com pouca liquidez em caixa.

Em Três Lagoas, cidade onde Tebet já foi prefeita, possui três terrenos, uma casa e um apartamento, enquanto em Campo Grande  concentra outros três apartamentos.

Em contrapartida, as contas bancárias e aplicações financeiras da candidata somam apenas cerca de R$ 35 mil.

Os registros históricos do tribunal revelam que os bens cresceram de forma linear por 14 anos antes de sofrerem a variação abrupta atual.

Simone Tebet declarou R$ 1.297.586,18 em 2008, quantia que oscilou para R$ 1.595.867,88 em 2010 e R$ 1.575.566,39 em 2014, chegando a R$ 2.323.735,38 nas eleições de 2022, antes de atingir os atuais R$ 10.603.573,49.

Com informações de Estadão Conteúdo
 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 18:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Pardal passa a receber denúncias de propaganda eleitoral irregular a partir do dia 16]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) regulamentou o uso do aplicativo Pardal Móvel para o recebimento de denúncias de propaganda eleitoral irregular nas Eleições Gerais de 2026, ferramenta disponível a partir deste domingo (16), prazo inicial para propagandas eleitorais.

O recurso permite que eleitoras e eleitores encaminhem denúncias diretamente aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), responsáveis pela fiscalização desse tipo de infração.

A regulamentação foi estabelecida pela Portaria TSE nº 451/2026, assinada pelo presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, e publicada dia 27 de julho no Diário da Justiça Eletrônico (DJE).

O objetivo é ampliar a participação da população na fiscalização das campanhas eleitorais e agilizar o encaminhamento de informações sobre possíveis irregularidades.

O sistema será composto por três módulos. O Pardal Móvel será um aplicativo gratuito para smartphones e tablets, disponível nas plataformas Google Play e App Store.

Pardal ADM

Já o Pardal ADM será utilizado exclusivamente pela Justiça Eleitoral para gerenciar as denúncias recebidas, enquanto o Pardal Web permitirá o acompanhamento de estatísticas dos registros.

Para utilizar o aplicativo, será necessário fazer a autenticação por meio do e-Título ou da plataforma Gov.br. Apesar da identificação obrigatória, a identidade da pessoa denunciante permanecerá protegida por sigilo, independentemente da forma de acesso escolhida.

Ao registrar uma denúncia, o usuário deverá descrever a suposta irregularidade. Um agente automatizado fará uma classificação preliminar entre propaganda eleitoral irregular na internet e outras formas de propaganda irregular.

Antes do preenchimento das informações complementares, o sistema exibirá orientações sobre o que é permitido ou proibido pela legislação eleitoral, medida que busca reduzir o número de denúncias equivocadas.

A classificação sugerida poderá ser alterada pelo próprio denunciante. Também será possível anexar fotos, vídeos, áudios e links relacionados ao caso. Após o envio, o sistema emitirá um número de protocolo para acompanhamento da denúncia, que poderá ser consultada pelo aplicativo ou por um link enviado ao e-mail informado. A portaria prevê ainda que denúncias fora do escopo do Pardal sejam direcionadas aos canais competentes.

Casos relacionados à desinformação eleitoral serão encaminhados ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), enquanto denúncias sobre crimes eleitorais e outros ilícitos deverão ser enviadas aos canais eletrônicos do Ministério Público Eleitoral (MPE) de cada estado.

No ambiente interno da Justiça Eleitoral, o Pardal ADM permitirá que TREs e juízos eleitorais façam a gestão das denúncias por diferentes perfis de acesso, como administrador, triagem, cartório e consulta.

O sistema também possibilitará o encaminhamento automático das ocorrências às zonas eleitorais competentes, conforme critérios como município, categoria da denúncia ou equipe responsável pela análise.

Outra novidade é a possibilidade de envio de notificações eletrônicas a candidatas, candidatos, partidos, federações e coligações mencionados nas denúncias para apresentação de esclarecimentos ou comprovação da regularização da situação.

Além disso, as ocorrências poderão ser autuadas diretamente no Processo Judicial Eletrônico (PJe), na classe processual Notícia de Irregularidade de Propaganda Eleitoral (Nipe), o que deve dar mais rapidez ao tratamento dos casos pela Justiça Eleitoral.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 14:15:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Mesmo após morte de menina em MS, Nikolas Ferreira defende Discord]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou as medidas de restrição impostas às lives do Discord, durante uma coletiva de imprensa no Salão Verde da Câmara dos Deputados, na quarta-feira (12).

A discussão ocorre porque a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou que a plataforma suspenda as transmissões ao vivo no Brasil após a morte de uma sul-mato-grossense, de apenas 13 anos, ser transmitida virtualmente por grupos extremistas através das redes sociais. 

"Segundo a lógica da esquerda, você sempre tem que derrubar a plataforma, nunca o criminoso. Então, se for assim, tem que proibir faca também, porque faca mata gente. Nós vamos ter que proibir o Instagram também, porque também tem lives e postagens criminosas. Nós vamos ter que proibir os carros também, carro também usa para poder matar gente. Então, é inacreditável que derrube as lives no Discord, mas não tem nada para combater o criminoso", disse o parlamentar.

O deputado ironizou Janja e disse que ela tem influência sobre a medida da ANPD. Ao final do discurso, Nikolas Ferreira provocou a primeira-dama: “Mais uma vez, obrigado, porque o eleitorado jovem deste país vai amar. Uma salva de palmas para a Janja”.

O que diz o Discord?

Em documento encaminhado ao governo, o Discord relatou que há indícios de que os atos que culminaram na morte da jovem em Naviraí tenham sido articulados previamente ou de forma paralela em outras plataformas, especificamente Telegram e TikTok.

Segundo a empresa, a existência de interações fora de sua plataforma ajudaria a explicar por que seus sistemas não identificaram o risco de imediato.

O TikTok nega que tenham ocorrido atividades de coordenação ligadas ao caso em sua plataforma. Segundo a Folha de São Paulo, a empresa afirmou ter realizado buscas sobre o episódio e disse não ter encontrado indícios de que o incidente tenha sido articulado ou de que usuários tenham sido redirecionados a ele por meio da rede social.

No documento, O Discord afirma que seu sistema trabalha com uma pontuação de risco. A transmissão específica teria recebido pontuação de 0,12, enquanto o limite para identificação automatizada é de 0,95.

Além disso, a plataforma afirmou que o resultado está sendo reexaminado e poderá servir para avaliar eventuais aprimoramentos na sensibilidade do sistema, buscando um equilíbrio entre a capacidade de detecção e a produção de falsos positivos.

A empresa afirmou ainda ter recebido uma comunicação de um órgão de segurança sem muitas informações às 3h50. E que, menos de 25 minutos depois, o servidor da transmissão foi removido.

A ANPD concluiu que a plataforma não possui ferramentas que viabilizem mecanismos de análise de conteúdo e detecção de violações em tempo real. De acordo com a nota técnico da agência reguladora, o Discord "depende de sistemas automatizados falhos e de denúncias pelos próprios participantes desses ambientes voltados à prática dessas violações".

"O caso relatado pela empresa [...] evidencia falha grave no modelo implementado, uma vez que fato gravíssimo recebeu uma sinalização de risco erroneamente baixa porque o sistema automatizado de detecção não foi bem calibrado", diz a nota técnica da ANPD.

Medidas e recursos

Para além da suspensão da "Go Live", conforme a medida cautelar, o Discord precisa suspender recursos de transmissão e compartilhamento de vídeos equivalentes. Além disso, é necessária a implantação de mecanismos tecnicamente eficazes contra a burla. 

"A medida incide especificamente sobre funcionalidade que a ANPD entendeu apresentar evidências robustas de configurar o maior risco para menores de 18 anos, não representando impedimento da continuidade de outras atividades da plataforma, ou de seus potenciais usos legítimos". 

Essa suspensão deve valer até que a plataforma demonstre implementação e efetividade de medidas técnicas, de segurança e de governança adequadas aos riscos identificados para crianças e adolescentes. 

Uma vez em conformidade com o determinado, o Discord poderá obter autorização expressa e prévia da própria ANPD para reativar, total ou parcialmente, o recurso de lives em sua plataforma. 

Caso sejam constatadas irregularidades, a ANPD poderá determinar medidas corretivas e aplicar sanções em âmbito administrativo, conforme prevê o artigo número 35 do ECA Digital. 

Notificados pela Superintendência da Agência Nacional de Proteção de Dados, diante de irregularidades, isso significa que o Discord pode sofrer a aplicação de uma multa de até R$50 milhões por infração. 

Fica aberto agora o prazo de três dias úteis para o Discord comprovar o cumprimento integral da suspensão no território nacional.

Além disso, há ainda o prazo de dez dias úteis para apresentar recurso junto à Superintendência de Fiscalização. Diante de uma ausência de reconsideração por parte SFI, haverá possibilidade de recorrer ao Conselho Diretor da ANPD. 

Relembre

Na manhã de 22 de julho, em Naviraí, distante aproximadamente 365 quilômetros da Capital do Mato Grosso do Sul, Lívia foi encontrada sem vida pelos familiares após ter sido incitada ao autoextermínio por grupos extremistas.

O trabalho do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp/MJSP), identificou que esse caso inicialmente reportado como suicídio tratava-se, de fato, de um homicídio resultante de manipulação feita por organização criminosa no ambiente online.

Já nesta última terça-feira (04) foi deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul a Operação Livia, através da qual foram cumpridas de forma simultânea, seis medidas de busca e apreensão contra adolescentes e um mandado de prisão contra um adulto.

Várias são as terminologias que esses envolvidos usam internamente, reunindo-se, por exemplo, nas chamadas "panelas" para prática dos crimes virtuais.

Antes desse momento, porém, os adolescentes acusados revelaram após apreensão que há toda uma "engenharia social" para cooptar as vítimas para exploração nas redes sociais. Operando de forma anônima, eles sequer saberiam as identidades ou localizações reais uns dos outros, criando inclusive perfis falsos com fotos de pessoas de outro sexo para conseguir atrair as vítimas. 

"Então eles começam a procurar pela família; onde estuda, e diante de todas aquelas informações, se passa por outra pessoa. Importante frisar que nenhuma rede social dessas pessoas condizia com a foto delas. Era sempre outro tipo de pessoa, de sexo, realmente para conseguir trazer a vítima".

Reunidos nas mais diversas plataformas, como por exemplo o Discord, os administradores desses grupos eram responsáveis por marcar o que chamavam de "evento". 

"Nessa noite que teve esse &#39;evento&#39; (morte da Lívia), porque é assim que eles chamam dentro dos grupos nomeados por eles de &#39;panelas&#39;, ocorreu uma automutilação. Logo na sequência que é divulgado esse suicídio, porque não houve moderação, houve falha na plataforma Discord que não foram derrubados, teve essa automutilação em outro Estado", comenta a titular da Depca.

Segundo explicação dada pela delegada, é como se os administradores de cada "panela" se tornassem os donos dessas vítimas e que, apesar de não ser o caso de Lívia, há vítimas que se cortavam e tinham que escrever o nome do administrador com o próprio sangue.

"Para mostrar: &#39;eu sou de fulana de tal&#39;, porque elas eram obrigadas a fazer isso, porque elas estavam acreditando que vai acontecer algo", complementa. 

Panelas virtuais

Através da Operação Lívia uma grande quantidade de material foi apreendido, evidenciando uma verdadeira organização criminosa para manutenção de escravas virtuais, o que atingiria principalmente meninas. 

Essas vítimas seriam manipuladas e pressionadas até a prática do suicídio, que eram transmitidos para várias pessoas por meio das redes sociais. 

Essas "panelas" virtuais competiriam por "hype", uma hierarquia de popularidade medida através de atos de violência cada vez maiores, que davam status para seus integrantes que inclusive repassavam o passo a passo para as vítimas "do que" e "como" fazer.

Alguns desses alvos vitimados recebiam bonificações conforme avançavam no "jogo" ao cumprirem os atos de "luz". Justamente a recusa de Lívia de encarregar-se de fazer a "luz" e matar seu próprio gato foi o "estopim" da morte da adolescente em MS

"A Lívía antes de se matar ela tinha que fazer o que eles chamam de &#39;Luz&#39;, que é a agressão. Ela tinha que matar o gato dela e não cumpriu o que deveria ter cumprido. É como se eles estivessem jogando um videogame... tem que passar de fase", explica a delegada.

Como bem esclarece a respeito da "engenharia social" dos criminosos, muitas vítimas eram alvos do chamado "doxxing", que seria a busca e exposição de dados particulares de uma pessoa na internet sem a devida permissão dela. 

Nessa prática criminosa, o objetivo costuma ser a busca por aterrorizar, envergonhar ou ameaçar a vítima com a exposição de dados que podem incluir nome real, endereço, CPF, telefone, etc. 

"A Lívia mesmo, antes de tomar a decisão de realmente se matar, ela tinha sido &#39;doxada&#39; por esses adolescentes, e isso exercia muita ameaça, porque estavam envolvidas ali a família, então ela não sabe o que vai acontecer, se &#39;é só comigo&#39;, &#39;é pra minha família também&#39;, então ela acabou tirando a vida após essa pressão", afirma. 

Segundo a delegada, foi o adolescente infrator apreendido no Rio de Janeiro o responsável por repassar e determinar as coordenadas para Lívia, fornecendo esse "passo a passo" para a vítima sul-mato-grossense. 

Sobre o esquema, é esclarecido ainda que para além da satisfação pessoal com o sofrimento das vítimas, esses indivíduos ganhavam "status" e valores eram pagos para que as pessoas praticassem determinados atos, bonificadas após uma automutilação ou maus-tratos animais. 

"O adolescente infrator que foi apreendido na Baixada Fluminense deu para ela todas as coordenadas que Lívia teria que fazer para se suicidar", completa a delegada.

Esses indivíduos devem agora responder pelos crimes de homicídio qualificado, organização criminosa e possivelmente também pelos maus-tratos contra animais. 

Assine o Correio do Estado

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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 09:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Candidato do PT ganha apoio de mais de 40 prefeitos bolsonaristas]]></title>
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				<description><![CDATA[A previsão feita pelo deputado federal Vander Loubet (PT) logo após a desistência do senador Nelsinho Trad (PSD) da disputa pela reeleição começa a se confirmar.

Candidato ao Senado, o petista já conseguiu o apoio de mais de 40 prefeitos bolsonaristas que estavam alinhados à candidatura do senador antes de ele abrir mão da disputa para se tornar primeiro-suplente do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL).

O avanço ocorre justamente sobre uma das principais bases políticas construídas por Nelsinho durante os oito anos de mandato no Senado.

Após a mudança na chapa, Azambuja iniciou conversas com prefeitos ligados ao senador na tentativa de incorporá-los à sua campanha e também fortalecer o segundo candidato do PL ao Senado, o ex-deputado estadual Capitão Contar.

As articulações, entretanto, não têm impedido a migração de parte expressiva desses gestores para Vander, principalmente na definição do segundo voto ao Senado.

Como Mato Grosso do Sul elegerá dois senadores neste ano, prefeitos ligados à base governista têm feito composições diferentes entre os candidatos.

O movimento já era previsto pelo próprio Vander em entrevista ao Correio do Estado no dia 4, logo após a confirmação da desistência de Nelsinho.

Ele afirmou que a retirada do senador provocaria uma reconfiguração completa da disputa e poderia colocá-lo em posição privilegiada para conquistar o eleitorado que acompanhava o parlamentar do PSD.

“O Nelson é um democrata. No Senado, votava matérias com o governo quando entendia que eram importantes para o Estado. Isso permitiu que trouxesse muitos investimentos para Mato Grosso do Sul. Eu acredito que isso vai me ajudar bastante para dialogar com esse eleitorado”, declarou, revelando que já tinha recebido telefonemas de mais de 30 prefeitos.

BOLSONARISTAS

Um dos casos que exemplificam essa movimentação é o do prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PL). Mesmo pertencendo ao partido de Azambuja e Contar, Ferro anunciou na quarta-feira que seus dois candidatos ao Senado serão Reinaldo Azambuja e Vander Loubet.


“Meu segundo apoio vai para Vander Loubet. Todo mundo sabe da minha proximidade com o Vander. Já fiz três campanhas para ele e, ao longo desses anos como prefeito, foi um grande companheiro que nós tivemos aqui na Câmara dos Deputados”, justificou.


Ferro afirmou que decidiu manter o apoio ao petista em reconhecimento à atuação do deputado em favor de Ivinhema. Para o primeiro voto, declarou apoio a Azambuja, a quem atribuiu uma atuação municipalista durante os oito anos em que comandou Mato Grosso do Sul.

A mesma composição foi anunciada pelo prefeito de Glória de Dourados, Julio Buguelo (PSD). Filiado justamente ao partido de Nelsinho Trad, Buguelo declarou o primeiro voto ao Senado para Azambuja e o segundo para Vander, além de reafirmar apoio à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP).

“Meu primeiro voto para o Senado é no nosso grande líder Reinaldo Azambuja. O segundo voto será no deputado federal Vander Loubet. Também estamos com o governador Eduardo Riedel, que busca a reeleição e terá, em Glória de Dourados, um grande apoio. Vamos trabalhar para fazer a diferença e contribuir para a reeleição dele. Estamos juntos!”, declarou Buguelo.

O posicionamento do prefeito de Glória de Dourados reforça a estratégia de Vander de avançar sobre o segundo voto de gestores ligados à antiga base de Nelsinho sem exigir, necessariamente, um rompimento com Azambuja ou com o grupo político do governador.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 07:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Trump impõe tarifas de até 100% sobre drones e componentes relacionados]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/trump-impoe-tarifas-de-ate-100-sobre-drones-e-componentes/471111/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a imposição de tarifas de até 100% sobre certos drones e componentes relacionados em uma medida para reforçar a segurança nacional e fortalecer as cadeias de suprimentos americanas.

Uma tarifa ad valorem de 100% incidirá sobre drones de determinado tamanho ou com certas capacidades particularmente sensíveis para fins de segurança nacional, estações de acoplamento desses drones e certos componentes críticos dos mesmos. Esta categoria de drones inclui drones com peso máximo de decolagem superior a 25 quilogramas e drones com capacidade de imagem térmica, segundo documento publicado pela Casa Branca

Drones de tamanho reduzido e que não possuem determinadas capacidades que afetam particularmente a segurança nacional, bem como sobre outros componentes de drones, terão uma tarifa ad valorem de 25%.

A medida prevê sobretaxas menores de 15% sobre drones e componentes provenientes da União Europeia, Japão, Liechtenstein, República da Coreia, Suíça e Taiwan. Para drones provenientes do Reino Unido, a tarifa será de 10%. Nesses casos, as tarifas valem desde que substancialmente todo o hardware, software e tecnologia sejam originários desses países e dos Estados Unidos.

Alíquotas ad valorem são porcentuais aplicados sobre o valor econômico de um bem, serviço ou mercadoria para calcular tributos ou taxas.

As tarifas entrarão em vigor 21 dias após a assinatura. Para componentes de drones que não sejam particularmente sensíveis, a medida passa a valer em 180 dias após a assinatura do documento.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 21:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE determina que filiação de Flávio ao PL seja restabelecida]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/tse-determina-que-filiacao-de-flavio-ao-pl-seja-restabelecida/471109/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida. Ele é o pré-candidato do partido à Presidência da República.

Desde cedo, matérias jornalísticas informavam que a equipe da campanha do senador não conseguiu formalizar a candidatura no sistema do TSE devido à filiação ao Missão. 

A decisão do ministro foi tomada após o partido solicitar a desfiliação de Flávio do Missão. O caso está sendo investigado pelo TSE. 

A partir de agora, o PL poderá registrar a candidatura do senador no sistema da Corte. O prazo termina no próximo sábado (15). 

Mais cedo, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi "fraudado". 

O TSE negou que o sistema de candidaturas tenha sido hackeado e informou que alguém com as credenciais digitais do Missão realizou a filiação de Flávio ao partido. 

"O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações", declarou o TSE.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 19:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Empréstimo de R$ 415 milhões para o Hospital Regional é aprovado pelo Senado]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/ppp-regional/471105/</link>
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				<description><![CDATA[O Senado aprovou o empréstimo de US$ 80 milhões (aproximadamente R$ 415 milhões), repasse entre Governo do Estado e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), destinados à parceria público-privada (PPP) do Hospital Regional. 

A resolução parlamentar que valida a operação de crédito externo foi aprovada nesta quinta-feira (13) pelo Plenário do Senado e segue à promulgação. 

O empréstimo conta com garantia da União, nos termos da mensagem da Presidência da República (MSF 48/2026) ratificada pelos senadores.

A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) confirmaram o cumprimento dos requisitos legais para a tomada dos recursos pelo governo do Estado.

Em seu relatório, a senadora Tereza Cristina (PP) argumentou que “o principal objetivo deve ser assegurar uma estrutura hospitalar adequada, serviços de qualidade e utilização eficiente dos recursos públicos, mantendo sempre a saúde e o interesse coletivo como referências centrais da iniciativa”.

Em maio o Governo do Estado assinou a concessão do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul à empresa Inova Saúde, subsidiária da Construcap CCPS Engenharia e Comércio, vencedora do leilão para comandar administrativamente o hospital através de parceria público-privada. Conforme o contrato, a empresa deve iniciar os serviços em janeiro de 2027. 

De acordo com Riedel, a decisão da privatização do Hospital foi motivada por experiências bem-sucedidas no Brasil e no mundo em gestão de hospitais públicos. O objetivo é oferecer serviço gratuito à população com recursos compatíveis ao orçamento estadual. 

"Este foi o melhor modelo encontrado que envolvesse a ampliação do hospital, a construção, a parte estrutural, física, modernização do hospital, não só do ponto de vista de equimaneto e da sua estrutura, mas do ponto de vista da gestão. Temos muita convicção de que essa mudança traria um resultado muito positivo e impactaria a saúde e no projeto da saúde de todo o estado", afirmou o governador à época. 

O leião da concessão aconteceu na sede da B3, em São Paulo e teve cinco interessadas. A Construcap ofereceu um deságio de 22% ao valor de referência definido para a contraprestação do Estado, que era de R$ 20,3 milhões, ofertando R$ 15,9 milhões, valor muito inferior ao dos quatro outros concorrentes do leilão.

O plano de implementação será feito em fases progressivas. Em janeiro do próximo ano a empresa assume serviços de apoio não assistenciais, como a hotelaria, limpeza, lavanderia, segurança, recepção e infraestrutura de TI. 

Após 20 meses, a Inovar assume a indústria farmacêutica, que é a compra de medicamentos. Um ano depois, a empresa assume a reforma e modernização do chamado "Bloco Velho", passando para as outras áreas após a conclusão, até a consolidação total da operação, com previsão de 56 meses.

"Isso quer dizer que a gente ainda vai conviver com um pedaço de responsabilidade do Estado, e por isso é uma operação assistida, até a operação plena ser consolidada, com parte da PPP. Mas visando sempre o melhor e a melhor eficiência para o cidadão", explicou o Dr. Vinícius Batistela. 

Saiba*

Hospital Regional de Mato Grosso do Sul é considerado o maior hospital de alta complexidade do Estado, atendendo mais de 1,5 milhão de pacientes por ano. A PPP será responsável por modernizar e expandir os serviços essenciais por um período de 30 anos. 
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 17:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA['Mais louco do Brasil' diz que PL pode expulsá-lo após apoiar petista ao Senado  ]]></title>
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				<description><![CDATA[Após declarar apoio à candidatura do petista Vander Loubet ao Senado, Juliano Ferro (PL), prefeito de Ivinhema autointitulado "Mais louco do Brasil" disse que o partido pode expulsá-lo, mas que mesmo assim manterá apoio àqueles que sempre os ajudaram duranto a construção de seu mandato.

Na manhã desta quinta-feira (13), a candidata a deputada estadual Vivi Tobias (PL) foi até a sede estadual do partido, em Campo Grande, e protocolou um pedido de expulsão de Juliano Ferro por infidelidade partidária. 

Amplamente identificado com a ala bolsonarista, a declaração de apoio a Vander em detrimento da candidatura de Capitão Contar, do mesmo partido, não foi bem acolhida por grande parcela de seus eleitores, fato que provocou uma enxurrada de declarações negativas de sua própria base eleitoral.  

Em suas redes sociais, reiterou o apoio a Vander Loubet e disse que o petista é o único da esquerda que decidiu apoiar, mantendo assim apoio para Flávio Bolsonaro à presidência, Riedel para Governador, Mara Caseiro na disputa pela Câmara Federal, Zé Teixeira, candidato a deputado estadual e Reinaldo Azambuja, sua primeira escolha no Senado. 

"Eu não estou fazendo "desfidelidade (sic) partidária não, eu não sou candado a deputado estadual e nem federal, não sou candado a nada, eu sou prefeito. Se quiserem me tirar do partido, tirem!"




 


 

 



 

 


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Na sequência, diz que a escolha por Vander se deu como uma espécie de gratidão ao fato do atual deputado federal auxiliá-lo com recursos federais. Tenho que apoiar quem ajudou a construir o mandato, quem hoje atende a "necessidade da população", falou. 

"E eu não vou pelo partido, vou pelas melhores propostas pelo nosso estado, eu vou por queles que me ajudaram a conduzir o meu mandato. Fui reeleito com 82%, então antes de falar de mim vai lá e pergunta em Ivinhema como que é o nosso mandato." No mesmo vídeo, diz que a candidatura do do outro candidato ao Senado pelo PL (Capitão Contar) não o convenceu. Além de Ferro, Júlio Buguelo (PSD), prefeito de Glória de Dourados também declarou apoio a Vander. 

No vídeo, alguns de seus seguidores o apoiam, ao passo que outros o chamam de "petista enrustido". 

@@NOTICIA_GALERIA@@
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:15:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA['Mais Louco' ignora Contar e declara apoio ao petista Vander ao Senado]]></title>
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				<description><![CDATA[Em vídeo publicado em sua rede social, nesta quarta-feira (12), o prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PL), o "Mais Louco do Brasil", declarou seu apoio político para dois candidatos ao Senado Federal em Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PL) e Vander Loubet (PT).

Apesar de ser de direita e apoiar um candidato da esquerda, mais especificamente do PT que é adversário direto do Partido Liberal, o qual faz parte, o prefeito explicou que a opção por Vander Loubet é por uma questão de proximidade.


"Nosso primeiro voto para o Senado é Reinaldo Azambuja, que fez um trabalho brilhante como governador do Estado, fazendo o sistema municipalista e ajudando os 79 municípios. Meu segundo apoio é para Vander Loubet, todo mundo sabe da minha proximidade com o Vander, já fiz três campanhas para ele e, ao longo desses seis anos como prefeito, foi um grande companheiro que nós tivemos aqui na Câmara dos Deputados Federal. E eu sempre falo aqui nas minhas redes sociais que queria ajudar quem ajudou a fazer Ivinhema melhor, quem ajudou a manter o nosso mandato no patamar que se encontra".


Além de anunciar seu apoio para as duas vagas ao Senado Federal, Juliano Ferro também disse que fará campanha para Flávio Bolsonaro (PL) ser o Presidente da República e para Eduardo Riedel (PL) continuar como governador do Estado.

"Também estarei junto com nosso governador Eduardo Riedel, estarei junto com nosso deputado estadual Zé Teixeira, a Mara Caseiro para deputada federal e também estarei fazendo a campanha para o nosso presidente Flávio Bolsonaro"




 


 

 



 

 


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O apoio de Juliano Ferro ao candidato do Partido dos Trabalhadores também passa pela desistência de Nelsinho Trad a reeleição ao cargo de senador, no início do mês. Trad e Mais Louco possuem uma boa relação, tanto que o prefeito chegou a anunciar, em novembro de 2025, que apoiaria o parlamentar para as eleições deste ano.

A decisão do prefeito bolsonarista pode causar um abalo no cenário político em Mato Grosso do Sul. Nos comentários do vídeo, há seguidores do "Mais Louco" que se manifestaram contra a decisão de apoiar um petista.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 11:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Azambuja se aproxima de Michelle para conquistar voto da direita radical em MS]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/azambuja-quer-conquistar-voto-da-direita-radical-em-ms/471068/</link>
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				<description><![CDATA[Focado no eleitorado da direita radical de Mato Grosso do Sul, o ex-governador Reinaldo Azambuja, candidato do PL ao Senado, avançou na aproximação com a ex-primeira-dama do Brasil Michelle Bolsonaro e recebeu dela uma sinalização pública de apoio à chapa do partido no Estado.

O movimento busca fortalecer a identificação dele com o bolsonarismo e encerrar as dúvidas provocadas pela antiga defesa da candidatura do deputado federal Marcos Pollon ao Senado.

Azambuja esteve em Brasília (DF) na terça-feira, onde participou da gravação de material para a campanha eleitoral ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República.

O encontro reuniu cerca de 20 candidatos ao Senado e teve a participação de Michelle, que vai concorrer pelo partido a uma das duas vagas de senadora pelo Distrito Federal.

Durante a conversa, Michelle demonstrou apoio à composição definida pelo PL em Mato Grosso do Sul e afirmou que a escolha também agradou ao ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL). “Estou feliz com a chapa de vocês. O Bolsonaro também ficou satisfeito pela escolha”, afirmou.

Para Azambuja, a declaração ajuda a afastar qualquer dúvida sobre o posicionamento da família Bolsonaro em relação à disputa pelo Senado no Estado.

“A Michelle Bolsonaro me disse que torce pela nossa candidatura, pois entendeu que a nossa chapa é forte e tem plenas condições de ficar com as duas vagas ao Senado”, declarou.

O ex-governador também afirmou que a disputa interna envolvendo os nomes que representariam o partido na eleição está encerrada. “As duas candidaturas do PL ao Senado em Mato Grosso do Sul já estão pacificadas”, disse.

A presença de Azambuja ao lado de Michelle ocorre em um momento em que o ex-governador procura ampliar sua inserção entre os eleitores mais identificados com Jair Bolsonaro.

Embora tenha construído sua trajetória política principalmente no PSDB antes de ingressar no PL, Azambuja agora busca reforçar os vínculos com as principais lideranças nacionais da legenda e com o eleitorado conservador.

O discurso adotado pelo candidato também procura aproximá-lo da retórica utilizada pelo grupo político de Bolsonaro. Em Brasília, Azambuja colocou o enfrentamento ao PT como elemento de união entre as diferentes alas do partido.


“Todo mundo unido para enfrentar o nosso adversário em comum, que é o PT. Esse partido está destruindo o Brasil”, afirmou.


A estratégia ganha importância especialmente porque Capitão Contar e Marcos Pollon têm histórico de identificação direta com o bolsonarismo em Mato Grosso do Sul.

Ao aparecer ao lado de Michelle e Flávio Bolsonaro e receber o aval da ex-primeira-dama do Brasil, Azambuja busca consolidar sua presença nesse mesmo segmento do eleitorado.

Afinal, estar ao lado de Michelle oferece a Azambuja um ativo adicional na tentativa de conquistar o eleitorado mais fiel ao ex-presidente Jair Bolsonaro e, ao mesmo tempo, permite ao PL apresentar uma imagem de unidade depois de meses de disputa sobre quem representaria o grupo na corrida pelas duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado.

O encontro em Brasília também serviu para reforçar a tentativa de pacificação das divergências envolvendo integrantes da família Bolsonaro, pois Michelle relatou a Azambuja que o desentendimento com Flávio foi superado e que o grupo pretende concentrar esforços na eleição presidencial e na ampliação da bancada aliada no Senado.

A gravação realizada na Capital Federal integra essa estratégia, já que o material produzido com Flávio, Michelle e os candidatos ao Senado poderá ser utilizado tanto pela campanha presidencial quanto nas propagandas estaduais.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 07:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caiado diz que currículo de Flávio Bolsonaro é a certidão de nascimento]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/caiado-diz-que-curriculo-de-flavio-bolsonaro-e-a-certidao-de/471065/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) voltou a criticar o adversário na corrida à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nesta quarta-feira, 12, disse que o currículo do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é a certidão de nascimento, segundo a CNN.

A crítica faz referência a um suposto erro no currículo do senador Flávio Bolsonaro. Perfis oficiais do parlamentar nas páginas do Senado e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) afirmam que o parlamentar possui pós-graduação em Ciências Políticas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Procurada pelo g1, porém, a UFRJ informou não ter registros de que o senador tenha estudado na instituição. Depois, a campanha afirmou que o caso ocorreu por "erros ou equívocos, possivelmente extraídos de páginas como a Wikipedia"

Além da fala sobre a certidão de nascimento, Caiado também foi às redes sociais criticar o currículo.

"Quem mente no currículo não tem compromisso com a verdade na hora de governar. Isso é um fato!", disse o ex-governador.

Caiado também mirou Lula nesta quarta. O candidato do PSD afirmou que Flávio e o presidente são "covardes e amarelões" caso optem por não participar dos debates presidenciais no primeiro turno.

Nas últimas semanas, Ronaldo Caiado tem endurecido as críticas à família Bolsonaro. Chegou, inclusive, a comparar Eduardo ao Pateta.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 07:20:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Câmara instala comissão sobre PEC da redução da maioridade penal]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/camara-instala-comissao-sobre-pec-da-reducao-da-maioridade-penal/471054/</link>
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				<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados instalou, nesta quarta-feira (12), a Comissão Especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 anos para 16 anos. O relator escolhido foi o deputado federal Mendonça Filho (União-PE).

Com a instalação, a comissão terá de 10 a 40 sessões do plenário da Câmara para votar um relatório sobre o tema. A PEC 32 de 2015 foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em junho deste ano.

Durante a sessão, foi eleita a mesa que vai conduzir o processo. A chapa única foi eleita com 19 votos, tendo como presidente o deputado Aluísio Mendes (Republicanos-MA). Como a escolha cabe ao presidente da comissão, Mendes anunciou o deputado Mendonça Filho para relator da PEC.

O colegiado ainda elegeu o 1º vice-presidente, deputado Guilherme Derrite (PL-SP), o 2º vice-presidente, Benes Leocádio (União-RN) e o 3º vice-presidente, o deputado Sargento Fahur (PL-PR).

Se aprovada na Comissão Especial, a PEC segue para análise dos plenários da Câmara e do Senado, onde deve ser aprovada, em dois turnos, com maioria de três quintos dos parlamentares por se tratar de uma mudança constitucional.

Os defensores da proposta sustentam que a legislação para adolescentes é branda. Por outro lado, organizações sociais criticam a medida, argumentando que apenas amplia as prisões, sem resultados positivos para a segurança pública.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 21:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[STF: Gilmar e Zanin também assinam decisão que determina devolução de penduricalhos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/stf-gilmar-e-zanin-tambem-assinam-decisao-que-determina-devolucao-de/471039/</link>
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				<description><![CDATA[Os ministros Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), também assinaram decisões que determinaram a suspensão imediata e devolução de penduricalhos pagos indevidamente em sete tribunais estaduais. Mais cedo, os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino publicaram decisões idênticas. Os quatro são relatores de ações sobre o tema e têm proferido despachos conjuntos.

A decisão, proferida nesta quarta-feira, 12, atinge os tribunais de Justiça de Goiás, Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia e do Distrito Federal.

Os ministros ainda determinaram que os presidentes dos tribunais entreguem, em até cinco dias, documentos que comprovem a suspensão dos pagamentos e as devoluções determinadas.

Outra exigência é que o advogado-geral da União envie ao Supremo, em até 72 horas, as folhas de pagamentos completas de seus membros após a decisão do Supremo que impôs limite para os "penduricalhos", e também identifique membros da AGU beneficiados de pagamentos que não se enquadrem na decisão.

Para os ministros, os tribunais e a Advocacia-Geral da União (AGU) estão descumprindo a decisão do Supremo que estabeleceu que as verbas indenizatórias e outros adicionais conhecidos como "penduricalhos" não pode ultrapassar o limite de 70% do teto do funcionalismo (R$ 46,3 mil).
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 15:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Patrimônio de candidatos ao Senado em MS vai de zero a quase R$ 56 milhões]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/patrimonio-de-candidatos-ao-senado-em-ms-vai-de-zero-a-quase-r-56/471027/</link>
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				<description><![CDATA[Os seis candidatos que disputam as duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado Federal nas eleições deste ano apresentam realidades patrimoniais bastante distintas. 

Enquanto o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) declarou quase R$ 56 milhões em bens, Daniel Junior (Agir) informou à Justiça Eleitoral não possuir patrimônio. Somadas, as declarações dos seis concorrentes chegam a R$ 63.317.810,90. 

Desse total, R$ 55.976.398,48 pertencem a Azambuja, candidato pela coligação “Fazendo o Futuro Acontecer”. O valor representa aproximadamente 88,4% de todo o patrimônio informado pelos postulantes ao Senado no Estado.

A análise foi feita pelo Correio do Estado com base no patrimônio já divulgado pelos seis candidatos no DivulgaCandContas, portal administrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e que reúne informações sobre todos os candidatos registrados nas eleições brasileiras, além das prestações de contas de campanha.

A diferença fica ainda mais evidente quando o patrimônio do ex-governador é comparado ao dos demais candidatos. Juntos, o deputado federal Vander Loubet (PT), o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL), Beto do Movimento (PSOL), a senadora Soraya Thronicke (PSB) e Daniel Junior declararam R$ 7.341.412,42.

Dessa forma, Azambuja possui patrimônio cerca de 7,6 vezes superior ao total informado pelos cinco adversários somados. O segundo maior patrimônio declarado é do deputado federal Vander Loubet, candidato pela coligação “Por um MS do Povo”. 

Ele informou possuir R$ 4.122.759,55 em bens, montante equivalente a cerca de 6,5% do patrimônio total dos seis concorrentes. Na terceira posição aparece Capitão Contar, que também concorre pela coligação “Fazendo o Futuro Acontecer”, que declarou patrimônio de R$ 1.660.693,63.

Beto do Movimento, candidato da “Federação PSOL-Rede”, aparece em seguida, com R$ 945 mil em bens declarados. A atual senadora Soraya Thronicke, que disputa a reeleição pela coligação “Por um MS do Povo”, informou patrimônio de R$ 612.959,24, o segundo menor entre os seis candidatos. Daniel Junior, do Agir, é o único concorrente ao Senado por Mato Grosso do Sul que declarou não ter bens à Justiça Eleitoral.

Considerando os dois extremos da lista, a diferença patrimonial entre Reinaldo Azambuja e Daniel Junior é de R$ 55.976.398,48. A corrida pelas duas cadeiras de Mato Grosso do Sul no Senado reúne seis candidatos.

Além de Azambuja e Contar, concorrem Soraya Thronicke, Vander Loubet, Beto do Movimento e Daniel Junior. Como duas vagas estão em disputa neste ano, cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado. Os dois mais votados no Estado serão eleitos para mandatos de oito anos.

Confira o patrimônio declarado pelos seis candidatos ao Senado em MS:

Reinaldo Azambuja — R$ 55.976.398,48
Vander Loubet — R$ 4.122.759,55
Capitão Contar — R$ 1.660.693,63
Beto do Movimento — R$ 945.000,00
Soraya Thronicke — R$ 612.959,24
Daniel Junior — R$ 0,00
Total declarado: R$ 63.317.810,90
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 11:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fiscalização mira R$ 17,4 milhões de "emendas Pix" de Soraya]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/fiscalizacao-mira-r-174-milhoes-de-emendas-pix-de-soraya/471007/</link>
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				<description><![CDATA[“Emendas Pix” que somam R$ 17,4 milhões indicadas pela senadora Soraya Thronicke (PSB) entraram no radar de órgãos de controle em diferentes procedimentos, relacionados à transparência, à rastreabilidade e à execução dos recursos públicos.

Conforme apuração do Correio do Estado, o montante milionário reúne dois conjuntos distintos, sendo o principal deles formado por duas emendas, que somam R$ 15,4 milhões, destinadas ao Instituto de Desenvolvimento Socioambiental (IDS) e submetidas à auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU). 

Os outros R$ 2 milhões correspondem a transferências destinadas a quatro municípios de Mato Grosso do Sul que apresentaram problemas relacionados aos planos de trabalho e às informações necessárias para permitir o acompanhamento da aplicação do dinheiro.

Os casos ganham novo destaque diante da ofensiva do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), para ampliar a transparência e a rastreabilidade das emendas parlamentares. 

O ministro considera que ainda persiste um “estado de inconstitucionalidade” na execução dessas verbas e tem determinado providências para permitir que os recursos sejam acompanhados desde a indicação parlamentar até o beneficiário final.

Em uma frente distinta, auditoria recente do Tribunal de Contas da União (TCU) examinou 100 transferências especiais, conhecidas como “emendas Pix”, destinadas a dezenas de entes públicos e que somavam aproximadamente R$ 198 milhões. Foram identificadas mais de 200 ocorrências irregulares e dezenas de milhões de reais em potenciais prejuízos.

A parcela mais significativa dos recursos envolve duas emendas de Soraya destinadas ao IDS nos anos de 2023 e 2024.

Uma delas, de aproximadamente R$ 7,48 milhões, tinha como finalidade promover capacitação e ações de fortalecimento da agricultura e da pecuária em Mato Grosso do Sul, com ênfase em Naviraí.

A segunda, de aproximadamente R$ 8 milhões, previa ações para promover produção, transferência de conhecimento, tecnologia e inovação por meio de feiras e qualificação de produtores rurais de Aquidauana, Coxim e Naviraí.

Os recursos foram empregados em iniciativas que incluíram eventos denominados Cozinha Show, concursos de merendeiras e ações relacionadas ao Pantanal Tech.

Na auditoria, a CGU considerou pouco detalhados os planos de trabalho apresentados pelo IDS. Entre os problemas encontrados estavam a ausência de metas e de indicadores capazes de permitir a avaliação dos resultados obtidos com a aplicação do dinheiro.

Outro ponto destacado pelos auditores foi a ausência ou insuficiência de extratos bancários. Segundo a CGU, a deficiência compromete a transparência e a rastreabilidade dos recursos públicos e dificulta a comprovação de que todo o dinheiro foi utilizado conforme os respectivos planos de trabalho.

Na avaliação do órgão, os problemas aumentam o risco de má aplicação do dinheiro. O relatório também apontou riscos de desperdício de recursos públicos e superfaturamento.

Além dos R$ 15,4 milhões destinados ao IDS, Soraya aparece como autora de outro conjunto de “emendas Pix”, no valor total de R$ 2 milhões, destinadas diretamente a quatro municípios.

A maior transferência foi para Aparecida do Taboado, que recebeu R$ 1,5 milhão. Outros R$ 200 mil foram para Corumbá, divididos em duas transferências de R$ 100 mil, Campo Grande recebeu R$ 200 mil e Dourados, R$ 100 mil.

Nesse conjunto, os questionamentos estão relacionados principalmente à apresentação dos planos de trabalho e das informações necessárias para assegurar a transparência e também a rastreabilidade das transferências.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 07:40:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Dagoberto empobrece quase R$ 2 milhões e Gordinho do Bolsonaro enriquece quase R$ 6 mi ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/dagoberto-empobrece-quase-r-2-milhoes-e-gordinho-do-bolsonaro-enrique/470995/</link>
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				<description><![CDATA[Entre os oito deputados que compõem a atual bancada federal, apenas Dagoberto (PP) e a ala petista composta por Camila Jara e Vander Loubet perderam patrimônio durante o mandato, ao passo que o patrimônio de Rodolfo Nogueira (PL), conhecido como Gordinho do Bolsonaro, cresceu R$ 5,6 milhões nos últimos quatro anos, maior evolução patrimonial do período entre os eleitos.

Beto Pereira (Republicanos), Geraldo Resende (União Brasil), Luiz Ovando (PP) e Marcos Pollon (PL) todos declararam patrimônio maior à Justiça eleitoral em 2026.

Em 2022, Dagoberto declarou R$ 5,8 milhões em bens, patrimônio que caiu para R$ 3,94 mi em 2026, redução de 33% ao longo do mandato, maior perda patrimonial entre os eleitos.

Da mesma maneira que o candidato do Progressistas, a ala petista composta por Vander Loubet e Camila Jara também declarou estar mais pobre em 2026, redução expressivamente mais modesta se comparada a perda do deputado Progressista.

Candidato ao Senado no pleito deste ano, Loubet declarou 4,172 milhões há quatro anos, patrimônio que caiu para R$ 4,122 mi, redução de aproximadamente R$ 50 mil.

Em busca da reeleição, Camila Jara declarou R$ 260 mil em 2024, ano em que disputou a prefeitura de Campo Grande. Dois anos mais tarde, seu patrimônio encolheu 13% (R$ 226 mil).

Na contramão dos colegas, Beto Pereira, também candidato a prefeitura há dois anos, declarou R$ 4 milhões em 2026, patrimônio que cresceu 49%. Em 2024, declarou à Justiça cerca de R$ 2,7 mi em bens, patrimônio R$ 1,3 milhão maior no período. 

Com patrimônio pouco superior a R$ 800 mil em 2022, Dr. Luiz Ovando declarou R$ 1 milhão neste ano, evolução patrimonial de 25% em quatro anos. 

Mais ricos 

Conforme o portal de candidaturas da Justiça eleitoral, Geraldo Resende enriqueceu R$ 2,1 milhões em quatro anos, patrimônio que saiu de R$ 4,2 milhões em 2022 para R$ 6,3 milhões neste ano.  
 
Rodolfo Nogueira havia declarado à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 7,7 milhões há quatro anos. Para este pleito deste ano, o deputado federal da região de Dourados declarou um patrimônio de R$ 13,44 milhões, crescimento de 73%.

Nogueira, que também foi um deputado bem ativo na liberação de emendas parlamentares no Estado, indica que quase um terço de seu patrimônio está no banco: ele tem R$ 5,27 milhões na conta bancária, além de R$ 5,8 milhões em soja.

Marcos Pollon também declarou que ficou mais rico à Justiça Eleitoral. Há quatro anos, seu patrimônio era de R$ 1,24 milhão, agora, seus bens totalizam R$ 3,31 milhões, um aumento de 166,19%, ou em uma outra exemplificação, 2,66 mais do que tinha nas eleições passada. 

Dentre os candidatos do PL para estas eleições, além de Rodolfo Nogueira e Marcos Pollon, Luana Ruiz, que é suplente de ambos, também concorre novamente. O patrimônio dela saltou de R$ 203,6 mil nas eleições passadas, para R$ 885 mil neste pleito. 

O maior patrimônio dentre os candidatos a deputado federal pelo Partido Liberal é de Rodolfo Nogueira. Os R$ 13,44 milhões dele superam os R$ 1,93 milhão de Edson Giroto, ex-secretário de Obras de André Puccinelli (MDB) e preso durante a Operação Lama Asfáltica da Polícia Federal, e os R$ 6,1 milhões da deputada estadual Mara Caseiro.


	
		
			Candidato
			Patrimônio atual 
			2024
			2022
			Valor Bruto
			Percentual
		
		
			Dagoberto 
			R$ 3.940.079,22
			 
			R$ 5.880.631,39
			-R$ 1.940.552,17
			-33,00%
		
		
			Vander Loubet
			R$ 4.122.759,55
			 
			R$ 4.172.729,51
			-R$ 49.969,96
			-1,19%
		
		
			Camila Jara 
			R$ 226.008,50
			R$ 260.231,73
			R$ 226.008,50
			-R$ 34.223,23
			-13%
		
		
			Luiz Ovando 
			R$ 1.078.462,21
			 
			R$ 861.269,42
			R$ 217.192,79
			25,22%
		
		
			Beto Pereira 
			R$ 4.057.310,41
			R$ 2.711.315,47
			R$ 1.161.242,85
			R$ 1.345.994,94
			49,64%
		
		
			Marcos Pollon 
			R$ 3.315.218,31
			 
			R$ 1.245.430,12
			R$ 2.069.788,19
			166,19%
		
		
			Geraldo Resende
			R$ 6.397.036,41
			 
			R$ 4.280.095,51
			R$ 2.116.940,90
			49,46%.
		
		
			Rodolfo Nogueira 
			R$ 13.446.798,08
			 
			R$ 7.760.556,59
			R$ 5.686.241,49
			73,27%.
		
	


*Saiba 

Diferente dos demais, Camila Jara e Beto Pereira foram os únicos que disputaram eleições em 2024, ano utilizada como base para o cálculo. 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Azambuja e Contar participam de encontro do PL em Brasília ao lado de Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/azambuja-e-contar-participam-de-encontro-do-pl-em-brasilia-ao-lado-de/470981/</link>
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				<description><![CDATA[Candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja e Capitão Contar compareceram ao evento "Senado forte, Brasil forte" nesta terça-feira (11), em Brasília, ação encabeçada pelo candidato à presidência Flávio Bolsonaro com intutuito de fortalecer o Partido Liberal (PL) nas eleições deste ano. 

À imprensa, Flávio destacou que a meta do partido é fazer frente a pautas como a redução da maioridade penal em casos de estupro, além de mexer na Constituição Federal (CF). 

"Não tenho dúvida nenhuma de que o Senado, a partir de 2027, essa renovação de 2/3 que teremos nessas eleições, vai ser um Senado ainda mais centro-direita, eu vou precisar muito dos senadores que estão aqui para mexer na Constituição Federal,", disse Flávio. 

Na mesma linha, Bolsonaro disse que os criminosos irão "mofar na cadeia".  "Vão ter que trabalhar na cadeia para ter que restituir financeiramente suas vítimas, (...) os criminosos violentos, àqueles criminosos por corrupção, todos vão ter que ficar presos, maior parte da pena a que foram condenados vão ter que trabalhar dentro do presídio para pagar a sua estadia e indenizar as suas vítimas", destacou.

Por fim, o senador destacou que outra meta será classificar organizações crimnimosas (PCC e Comando Vermelho), além de mílicias como organizações terroristas. 

"Preciso muito dos senadores e deputados, vamos ter que mexer na legislação penal para classificar PCC e Comando Vermelho e milícias como organizações terroristas, a partir de janeiro do ano que vem eu vou declarar guerra aos narcoterroristas, vou precisar muito do Congresso Nacional para podr libertar a população que hoje vive sob o poder paralelo deles.", finalizou o senador. 

De modo geral, a prioridade tanto do PL, quanto do campo direitista é eleger grande maioria no Senado, ação que possibilitaria maior poder de voto e barganha aos senadores.  O partido tem como meta eleger cerca de 30 senadores em 2026. 

Nesta semana, a família Bolsonaro e parlamentares da direita abertamente afirmam que a estratégia é ampliar o número de senadores, já que é o Senado que avalia os pedidos de impeachment contra ministros do Supremo.


 
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:45:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[De olho na direita radical, Azambuja busca trazer prefeitos para campanha de Contar]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/de-olho-na-direita-radical-azambuja-busca-trazer-prefeitos-para/470951/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) já começou a trabalhar nos bastidores para levar prefeitos que estavam comprometidos com a reeleição do senador Nelsinho Trad (PSD) para a campanha do ex-deputado estadual Capitão Contar (PL) ao Senado.

Conforme apuração do Correio do Estado, Azambuja iniciou conversas com lideranças municipais para consolidar nos municípios a chapa Eduardo Riedel (PP) para a reeleição ao governo e Reinaldo Azambuja e Capitão Contar para as duas vagas ao Senado.

A movimentação ocorre depois de Nelsinho desistir da própria candidatura à reeleição e acertar sua participação como primeiro suplente de Azambuja.

Com a nova composição definida, o esforço agora é direcionado para evitar a dispersão do segundo voto ao Senado entre os prefeitos e as lideranças que estavam comprometidos com Nelsinho.

Azambuja assumiu a missão de aproximar Contar desse grupo e tentar fazer com que os prefeitos incorporem o ex-deputado estadual quando forem pedir votos nos seus municípios.

A estratégia também passa pela tentativa de ampliar a presença dos nomes de Azambuja e Riedel entre os eleitores identificados como a direita mais radical. 

Contar construiu sua trajetória eleitoral ligado ao bolsonarismo e pode funcionar como uma ponte entre a ampla estrutura política reunida em torno de Riedel e Azambuja e de uma parcela do eleitorado mais ideologicamente alinhada à direita.

Ao mesmo tempo, o desafio está no caminho inverso: fazer com que Contar avance entre prefeitos e lideranças políticas que estavam ligados a Nelsinho e que não necessariamente mantinham relação política próxima com o ex-deputado estadual.

Com Nelsinho agora integrado à chapa de Azambuja, a avaliação entre interlocutores do ex-governador é de que existe espaço para que a estrutura municipal que apoiava o senador seja incorporada à campanha dos dois candidatos do PL ao Senado.

A operação é considerada importante porque Nelsinho mantinha uma extensa rede de prefeitos e lideranças municipais comprometidos com sua tentativa de conquistar um novo mandato. 

Com sua saída da disputa, abriu-se uma concorrência pelo destino desse segundo voto. É justamente nesse espaço que Azambuja pretende avançar com o nome de Contar.

A orientação trabalhada nos bastidores é para que os prefeitos da base façam campanha pelo conjunto da chapa, apresentando ao eleitor Riedel para governador e Azambuja e Contar como os dois candidatos ao Senado.

O movimento representa uma nova etapa da reorganização eleitoral provocada pela desistência de Nelsinho.

Se inicialmente o acordo resolveu a composição da chapa de Azambuja, com o senador ocupando a primeira suplência, agora começa o trabalho para transferir aos candidatos que permaneceram na disputa a estrutura política que estava organizada em torno da reeleição do senador.

Para Contar, a articulação pode representar acesso a uma capilaridade municipal que sua candidatura, isoladamente, teria maior dificuldade para construir. 

Os prefeitos são considerados peças importantes nas campanhas majoritárias pela capacidade de mobilização de vereadores, lideranças comunitárias e cabos eleitorais.

Para Azambuja, fechar a base em torno de Contar também reduz o risco de prefeitos aliados a Riedel e ao próprio ex-governador utilizarem o segundo voto para fortalecer candidatos adversários ao Senado.

A estratégia procura, portanto, unir duas forças diferentes dentro da mesma chapa: de um lado, a identificação de Contar com o eleitorado mais radical da direita e, de outro, a estrutura política e municipal construída por Nelsinho.

* Saiba 

Nas eleições deste ano, Mato Grosso do Sul terá duas das três cadeiras do Estado no Senado em disputa. Isso ocorre porque o mandato de senador dura oito anos e a renovação da Casa é feita alternadamente por um terço e dois terços das 81 vagas.

Cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes ao Senado. Serão eleitos os dois mais votados no Estado, independentemente de partido ou coligação.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 07:35:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Há crise de sarampo porque a turma do Tarcísio fala mal de vacina, diz Haddad]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/ha-crise-de-sarampo-porque-a-turma-do-tarcisio-fala-mal-de-vacina-diz/470948/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira, 10, que integrantes do grupo político do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) difundem críticas às vacinas nas redes sociais, o que contribui para a queda da cobertura vacinal no Estado.

"Estamos tendo crise de sarampo em São Paulo porque essa turma do Tarcísio fica na internet falando mal da vacina", disse o petista durante sabatina da CNN Brasil. Haddad não citou nomes nem indicou publicações específicas.

Segundo o candidato, aliados do governador distorceram recentemente a declaração de um cientista americano para questionar a segurança dos imunizantes. "Agora inventaram que um cientista americano mentiu sobre a vacina. Distorceram a fala do cara. E a cobertura vacinal está caindo", afirmou.

Na semana passada, o Estado de São Paulo confirmou 23 casos de sarampo. Apesar de críticas de bolsonaristas à obrigatoriedade da imunização, Tarcísio disse que a vacina contra o sarampo é "consagrada e segura", antes do debate promovido pela Band TV no domingo, 9.

Haddad acusou ainda a extrema direita de construir um "universo paralelo" e de não lidar com a realidade. "Tem a ver com detergente, tem a ver com vacina, tem a ver com coisas incompreensíveis para uma pessoa de boa-fé", disse.

Nunes e o bolsonarismo

Na sabatina, Haddad também disse que o prefeito da capital paulista e aliado do governador Tarcísio de Freitas, Ricardo Nunes (MDB), integrava a base aliada de sua gestão municipal e passou por uma "transição para o bolsonarismo" nos últimos anos

Nunes e Haddad protagonizaram uma série de atritos recentes. Durante a convenção de Tarcísio, no dia 1º, o prefeito chamou o petista de "professorzinho de nariz empinado". Já no domingo, 9, após o debate promovido pela Band TV, Nunes abordou Haddad no estúdio e o segurou pelo braço para contestar acusações sobre as investigações envolvendo um contrato de R$ 108 milhões para a instalação de pontos de wi-fi na periferia da capital.

Durante sabatina da CNN Brasil, Haddad descreveu Nunes como um vereador "pacato" que liderava o MDB na Câmara Municipal e apoiava os projetos encaminhados pelo Executivo. O petista comandou a Prefeitura de São Paulo entre 2013 e 2016.

"Ele nunca votou contra um projeto de lei do Executivo enquanto fui prefeito. Para mim, essa é uma faceta nova do Ricardo, essa transição para o bolsonarismo", declarou.

Haddad citou como exemplos de propostas aprovadas com o apoio de Nunes a renegociação da dívida municipal, o Plano Diretor, o Código de Obras e a Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo

O candidato também contestou críticas do prefeito à atuação do governo federal e afirmou que, quando comandava o Ministério da Fazenda, autorizou empréstimos para a capital paulista às vésperas da eleição municipal de 2024. "Ele me ligou agradecendo os empréstimos que liberei na Fazenda. Deve estar registrado no telefone dele", disse.

Nunes possui a missão de atuar em prol da campanha de Tarcísio na capital, onde o atual governador perdeu para o petista em 2022.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 07:08:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Paulo Betti relata surpresa ao encontrar loja que proíbe entrada de petistas em Bonito]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/cidades/paulo-betti-relata-surpresa-ao-encontrar-loja-que-proibe-entrada-de/470937/</link>
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				<description><![CDATA[A passagem do ator Paulo Betti por Bonito, em Mato Grosso do Sul, acabou marcada por uma situação que chamou sua atenção durante a estadia no município. Convidado do jornalista Chico Pinheiro no canal Instituto Conhecimento Liberta, Betti contou ter encontrado uma loja de toldos com uma placa que dizia: “Proibida a entrada de petistas, inclusive clientes”.

Betti esteve em Bonito nas últimas semanas para participar do Festival de Cinema Bonito Cinesur, onde foi um dos destaques do evento. Durante a visita à cidade, conhecida pelos atrativos turísticos e pela natureza, o ator também aproveitou para conhecer estabelecimentos e a gastronomia local.

Foi durante esse período que se deparou com a placa na fachada do comércio. “Você sabe que eu estive agora em Bonito num festival de cinema. Um lugar lindo! Eu vi lá uma casa de toldos que tem uma placa escrito ‘Proibida a entrada de petistas, inclusive clientes’”, relatou.

A situação chamou a atenção do ator, que decidiu registrar o momento em frente ao estabelecimento. Em uma fotografia, Betti aparece ao lado da atriz Valentina Herszage fazendo o “L”, gesto associado aos eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ao contar o episódio a Chico Pinheiro, Betti relacionou a experiência em Bonito ao ambiente de polarização política no Brasil e questionou como a situação seria recebida caso a mensagem tivesse como alvo eleitores de outro grupo político.

“Imagina se fosse ao contrário, seria um escândalo. Por isso que eu acho que nós corremos risco”, afirmou.

A experiência também serviu de ponto de partida para o ator falar sobre a divisão política no país. Durante a entrevista, Betti defendeu que a população compreenda o que chamou de “luta de classes”.

“As pessoas precisam entender que existe uma coisa chamada luta de classes. De pelo menos falar assim: ‘Olha, bicho, se você é pobre, você não pode votar no candidato do rico&#39;”, disse.

O relato foi feito dias depois da passagem do ator por Mato Grosso do Sul. Apesar da repercussão da situação, Betti também destacou positivamente a cidade onde esteve para o festival. “Um lugar lindo!”, resumiu o ator ao lembrar de Bonito durante a entrevista.
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Adesivo eleitoral pode levar à perda da cobertura de seguro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/adesivo-eleitoral-pode-levar-a-perda-da-cobertura-de-seguro/470923/</link>
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				<description><![CDATA[Motoristas que pretendem adesivar veículos com propaganda eleitoral ou utilizá-los em atividades de campanha nas eleições 2026 devem informar previamente a seguradora para evitar problemas em caso de sinistro. O alerta é da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

Segundo a vice-presidente da Comissão de Seguro Auto da entidade, Keila Farias, a adesivação com material eleitoral e o uso do automóvel em atividades de campanha podem ser considerados pelas seguradoras como aumento de risco, devido à maior exposição a acidentes, vandalismo e circulação em eventos públicos.

A FenSeg acrescenta que mudanças no perfil de uso do veículo sem atualização da apólice podem resultar em recusa de indenização por roubo, furto ou colisão.

As seguradoras argumentam que a utilização do carro para transporte de material de campanha, deslocamento de equipes ou atividades de apoio altera as condições avaliadas quando o contrato foi firmado.

A entidade também destaca que danos a adesivos, plotagens e envelopamentos geralmente não estão cobertos pelos seguros convencionais. Além disso, prejuízos decorrentes de tumultos, motins e atos de vandalismo costumam estar entre as exclusões previstas nos contratos.

Como evitar a perda da cobertura


	Informar a seguradora antes de adesivar o veículo
	Comunicar qualquer mudança na utilização do carro durante a campanha eleitoral
	Consultar o corretor de seguros antes de prestar serviços a candidatos ou partidos
	Solicitar um endosso para registrar formalmente a alteração na apólice, quando necessário
	Verificar se o envelopamento exige atualização do registro do veículo junto ao Detran
	Conferir quais danos e situações estão excluídos da cobertura contratada


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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Secretário diz que acordo entre Azambuja e Nelsinho pode redesenhar disputa de 2028]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/secretario-diz-que-acordo-entre-azambuja-e-nelsinho-pode-redesenhar/470899/</link>
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				<description><![CDATA[O acordo político que colocou o senador Nelsinho Trad (PSD) como primeiro-suplente de Reinaldo Azambuja (PL) na disputa pelo Senado pode ultrapassar as eleições deste ano e influenciar diretamente a formação das alianças para o pleito municipal de 2028.

A avaliação é do secretário de Estado da Casa Civil, Walter Carneiro Júnior, completando que a composição entre o ex-governador e o senador não deve ser vista apenas como uma solução para acomodar as forças políticas que integram a base do governador Eduardo Riedel (PP) na eleição deste ano, mas como parte de uma aliança com potencial para permanecer unida nos próximos pleitos.

"Esse time político não se uniu agora, há muito tempo já caminham juntos. O que está sendo construído é algo maior do que uma composição eleitoral pontual", afirmou ao Correio do Estado.

A declaração ganha peso diante do novo desenho político estabelecido após Nelsinho desistir da tentativa de reeleição ao Senado e aceitar ocupar a primeira-suplência de Azambuja.

A movimentação aproximou ainda mais duas das principais forças políticas da base governista e abriu espaço para que o entendimento firmado neste ano seja reproduzido nas eleições seguintes.

Walter Carneiro Jr. não confirmou, porém, nenhum acordo envolvendo nomes ou candidaturas para 2028. Segundo o secretário, a composição atual cria condições políticas para a continuidade da aliança, mas eventuais definições sobre a próxima eleição deverão ocorrer mais adiante.

"Vejo esse entendimento como um gesto de maturidade política. Reinaldo e Nelsinho estão demonstrando que é possível colocar o projeto de Estado acima das disputas individuais", declarou.

Para Carneiro Jr., a união de lideranças com experiência e presença política permite construir uma base que pode se consolidar ao longo do tempo e alcançar futuras eleições.

Além da perspectiva de continuidade da aliança, ele revelou que um dos principais fatores que pesou na desistência de Nelsinho foi um obstáculo jurídico envolvendo a candidatura à reeleição pelo PSD e a permanência do partido na coligação encabeçada por Riedel.

"O governador validou uma decisão tomada pelos nove partidos que fazem parte da nossa coligação, foi uma decisão colegiada apresentada pelos presidentes de partido. Uma decisão de cunho muito pessoal do senador Nelsinho, que enxergou um cenário muito difícil quando foi colocado que, juridicamente, ele não teria como disputar a reeleição pelo PSD coligado com a chapa encabeçada pelo governador Eduardo [Riedel]. Talvez esse tenha sido o maior entrave", explicou.

Walter Carneiro Jr. classificou a decisão de Nelsinho como um "ato de grandeza", por abrir mão de um projeto individual em favor da manutenção da unidade política.

A nova composição também amplia o espaço de Azambuja na campanha pela reeleição de Riedel. O secretário não chegou a apontar formalmente o ex-governador como coordenador político da campanha, mas deixou claro que ele terá posição estratégica.

"Ele já é o nome escolhido da nossa coligação para representar Mato Grosso do Sul no Senado. Trata-se de uma liderança política consolidada, com ampla experiência administrativa e reconhecida capacidade de diálogo e articulação", afirmou.

Na avaliação de Carneiro Jr., caso seja eleito, Azambuja também poderá desempenhar papel importante na articulação da bancada federal do Estado.

Ele afirmou ainda que os nove partidos reunidos em torno de Riedel caminharão com um único candidato à Presidência da República. "Em Mato Grosso do Sul, a realidade política é diferente, nossa base política de centro-direita está unida e caminhará de forma coesa. Teremos um único candidato à Presidência da República, que é o Flávio Bolsonaro [PL]", declarou.
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 07:35:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula tem 47% e Flávio 44% no 2º turno, seguem empatados tecnicamente]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/lula-tem-47-e-flavio-44-no-2o-turno-seguem-empatados-tecnicamente/470898/</link>
				<guid>https://correiodoestado.com.br/politica/lula-tem-47-e-flavio-44-no-2o-turno-seguem-empatados-tecnicamente/470898/</guid>
				<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente empatados, dentro da margem de erro, em um eventual 2º turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 10. O petista, contudo, está numericamente à frente.

De acordo com o levantamento, Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 44%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 8%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%. Na pesquisa anterior, de 3 de agosto, Lula aparecia com 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 46% e o ex-governador de Goiás, 42%. É o mesmo resultado da pesquisa de 3 de agosto. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 9%. Eleitores que não sabem são 2%.

Em eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, Lula venceria o ex-governador mineiro por 47% contra 40%. Na pesquisa anterior, o presidente pontuou 46% contra os mesmos 40% de Zema. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 2%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 46% a 37% se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 3%. Na simulação de 2º turno da pesquisa anterior, Lula liderava por 47% a 37%.

PRIMEIRO TURNO 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 40% das intenções de voto contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo a pesquisa .

A intenção de voto no petista na disputa no primeiro turno oscilou negativamente 1 ponto porcentual, na comparação com a pesquisa divulgada no dia 3 de agosto, quando Lula havia pontuado 41%.

Já Flávio Bolsonaro oscilou negativamente em 2 p.p., de 37% na mostra anterior para 35% na de hoje.

Veja um cronograma das variações de vantagem do petista sobre o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro no último mês:

- 29 de junho: Lula tinha 8 pontos porcentuais de vantagem em relação a Flávio

- 13 de julho: vantagem do petista era de 6 p.p;

- 27 de julho: subiu para 9 pontos porcentuais;

- 3 de agosto: vantagem caiu para 4 pontos;

- 10 de agosto: voltou a subir para 5 pontos.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) que tem 4% e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registrou 3%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 5%. Eleitores que não sabem são 3%.

REJEIÇÃO

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seguem empatados tecnicamente na liderança dos presidenciáveis mais rejeitados.

A rejeição a Lula oscilou negativamente em 1 p.p, de 49% na pesquisa anterior (de 3 de agosto) para 48% na pesquisa atual. No caso de Flávio, a oscilação foi positiva, de 49% para 50%. As variações foram dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais.

Ainda no quesito rejeição, Romeu Zema (Novo) registra 31%, Ronaldo Caiado 29% e Renan Santos (Missão) 29%. Santos segue como o mais desconhecido, com 47% dos eleitores que dizem não conhecê-lo. Zema é desconhecido por 35% dos eleitores e Caiado, por 33%.

O levantamento mostra ainda que 38% dos brasileiros preferem que o próximo presidente da República seja Luiz Inácio Lula da Silva Na pesquisa de 3 de agosto eram 37%.

Outros 33% afirmam que gostariam de ver eleito Flávio Bolsonaro, um candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou um membro de sua família. Na mostra anterior, eram 35%.

De acordo com a pesquisa divulgada nesta segunda, 24% dizem preferir um nome que não seja ligado nem ao petista nem ao ex-chefe do Executivo. Na última pesquisa, eram 22%. Brancos, nulos e indecisos somam 1%. Não sabem ou não responderam são 3%

De acordo com o cruzamento de dados apresentado pelo levantamento, entre os eleitores que preferem uma terceira via, 19% votariam em Lula; 15%, em Flávio; e 48% nos demais candidatos.

A Nexus ouviu 2.001 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 7 a 9 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-08428/2026.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 06:58:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Desembargador federal abandona ações da Lava Jato após punição do CNJ]]></title>
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				<description><![CDATA[O desembargador Loraci Flores de Lima renunciou às ações da antiga Operação Lava Jato sob sua relatoria no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4). Ele comunicou a decisão à Corte por meio de um despacho de cinco linhas após ser punido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por supostamente ter ignorado uma determinação do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), de paralisar processos criminais da Lava Jato. Loraci alega ‘incompatibilidade’ para continuar exercendo sua função jurisdicional nas ações.

O desembargador pegou uma suspensão de 60 dias - sanção, na prática, já cumprida porque havia ficado afastado durante 72 dias liminarmente, no curso do Processo Administrativo Disciplinar. Ele negou o descumprimento de ordem de Toffoli.

Loraci abdicou do acervo da Lava Jato a partir da ‘compreensão firmada pelo CNJ’. Sua decisão atende, segundo ele, o disposto no artigo 122 do Código de Processo Penal - norma que impõe ao magistrado afastamento espontâneo da causa em que haja impedimento ou incompatibilidade, sob pena de as partes contestarem sua permanência nos autos.

As ações que estavam sob a tutela do desembargador tiveram origem na 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, base da Lava Jato.

Recursos e apelações contra sentenças e decisões da 13.ª Vara chegaram ao TRF-4, que fica sediado em Porto Alegre e mantém jurisdição também no Paraná. O TRF-4 ficou, assim, conhecido como o Tribunal da Lava Jato.

A decisão do CNJ atingiu também um colega de Loraci, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, do TRF-4, igualmente acusado de ignorar determinação de Toffol. Nos autos do Processo Administrativo Disciplinar, seus advogados negaram ‘descumprimento deliberado de decisões’. Segundo os advogados, a decisão foi tomada de forma colegiada e fundamentada.

Por decisão unânime, o Conselho Nacional de Justiça aplicou a pena de disponibilidade por 60 dias aos desembargadores federais Os conselheiros concluíram que Loraci e Thompson descumpriram ordem expressa de Toffoli para suspender ações penais relacionadas à Lava Jato. Nos últimos anos, o magistrado do STF tem proferido uma série de liminares para anular ou suspender os efeitos de provas, delações e atos judiciais da investigação, com base no entendimento de que houve parcialidade e conluio entre o então juiz Sérgio Moro, hoje senador, e procuradores do Ministério Público Federal.

O caso analisado pelo CNJ teve origem em uma decisão da 8.ª Turma do TRF4 sobre a atuação do então juiz da 13.ª Vara Federal de Curitiba Eduardo Appio, sucessor de Moro. Em setembro de 2023, os desembargadores declararam a suspeição de Appio em um processo. Eles ampliaram esse entendimento a todas as ações da operação conduzidas por Appio e anularam os atos praticados por ele.

Ao definir a punição dos desembargadores, o conselheiro relator Rodrigo Badaró afirmou que ‘não há prova conclusiva de incompatibilidade permanente com a magistratura’ e aplicou a sanção de disponibilidade por 60 dias. Como ambos já haviam ficado fora da Corte por 72 dias, a punição foi dada como integralmente cumprida.

 
]]></description>
				
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				<category>Cidades</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 20:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Partidos têm até o dia 15 para registrarem candidaturas nos tribunais]]></title>
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				<description><![CDATA[Termina às 19h do dia 15 de agosto o prazo para os partidos registrarem as candidaturas para as eleições deste ano. Com o fim das convenções partidárias, cujo prazo para realização terminou na quarta-feira (5), agora os partidos devem registrar os candidatos nos tribunais eleitorais.

Para candidatos a presidente e a vice-presidente da República, as solicitações serão feitas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE); para senador, deputado federal, governador e vice-governador, deputado distrital e deputado estadual, nos tribunais regionais eleitorais. 

Dos 30 partidos registrados no TSE, 13 têm candidatos à Presidência da República. Os demais anunciaram apoio a candidatos de legendas diferentes à sua ou declararam neutralidade na corrida presidencial.

A decisão pela neutralidade é um sinal de que o partido volta seus esforços para os estados, em um trabalho para ter bancadas significativas nas assembleias legislativas, na Câmara dos Deputados e no Senado.

Candidatos a presidente da República confirmados nas convenções nacionais:

Augusto Cury (Avante)

Clariana Barão (DC)

Edmilson Costa (PCB)

Flávio Bolsonaro (PL)

Hertz Dias (PSTU)

Leonardo Avalanche (PRTB)

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Renan Santos (Missão)

Romeu Zema (Novo)

Ronaldo Caiado (PSD)

Rui Costa Pimenta (PCO)

Samara Martins (UP)

Wilson Grassi Júnior (Democrata)

Essas candidaturas, no entanto, precisam ser confirmadas com o registro junto ao TSE.

Consulta

Após registrado, o candidato aparece no sistema do tribunal eleitoral, que pode ser consultado por qualquer cidadão. No sistema DivulgaCand é possível encontrar informações detalhadas sobre todos os candidatos que pediram registro à Justiça Eleitoral, entre as quais as suas contas eleitorais e as dos partidos políticos.
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 19:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Riedel e adversários podem gastar até R$ 9,3 milhões na corrida pelo Governo]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/riedel-e-adversarios-podem-gastar-ate-r-93-milhoes-na-corrida-pelo/470881/</link>
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				<description><![CDATA[Candidato à reeleição, o governador Eduardo Riedel (PP) e os demais postulantes ao Governo do Estado poderão movimentar até R$ 9,3 milhões de reais durante a campanha eleitoral de 2026.

Riedel registrou candidatura com limite de gastos de R$ 6.226.082,16 no primeiro turno e, caso avance para a segunda etapa, poderá gastar mais R$ 3.113.041,08, métrica que se aplica aos demais candidatos.

O registro de candidatura do atual governador foi o segundo a ser formalizado e consta no sistema da Justiça Eleitoral como “aguardando julgamento”. Antes dele, Lucien Rezende (PSOL) havia registrado a candidatura. Também já aparece no sistema o nome do ex-deputado federal Fábio Trad, candidato do PT ao Executivo estadual.

Além do teto de gastos, os registros eleitorais também permitem visualizar o patrimônio declarado pelos candidatos.

Riedel informou à Justiça Eleitoral possuir R$ 16.147.849,34 em bens, valor 22,16% inferior ao declarado nas eleições de 2022, quando informou patrimônio de R$ 20.744.288,42. A diferença é de aproximadamente R$ 4,6 milhões.

O patrimônio do governador é concentrado principalmente em bens relacionados à atividade rural. Entre os itens de maior valor estão R$ 12,25 milhões em bens vinculados à atividade rural e R$ 2,08 milhões correspondentes a 521 cabeças de gado. Riedel também declarou R$ 624,3 mil em créditos a receber e R$ 439,7 mil mantidos em contas correntes, poupança e investimentos bancários.

Na relação de veículos, aparecem uma Ford Ranger 2024, avaliada em R$ 321,8 mil, uma Ford Edge 2011, de R$ 96 mil, e uma motocicleta BMW 2026, declarada por R$ 113,9 mil. O candidato também informou participações em cooperativas e outras empresas, incluindo uma quota de R$ 95,5 mil no Sicredi Centro Sul MS/BA e outra de R$ 60,7 mil na Cooperativa de Plantadores de Cana de São Paulo.

Adversários 

Primeiro candidato a registrar a candidatura ao Governo de Mato Grosso do Sul em 2026, Lucien Rezende (PSOL) declarou patrimônio de R$ 500 mil. O valor representa crescimento em relação à declaração apresentada nas eleições municipais de 2024, quando disputou a Prefeitura de Ribas do Rio Pardo e informou cerca de R$ 135 mil em bens.

Na declaração deste ano, o patrimônio de Rezende é composto por dois imóveis, cada um avaliado em R$ 250 mil.

Já Fábio Trad, candidato do PT ao Governo do Estado, declarou patrimônio de aproximadamente R$ 3,6 milhões. O ex-deputado federal possui terrenos, veículos e valores aplicados no sistema financeiro, que representam parcela significativa dos bens informados à Justiça Eleitoral. 

Em comparação com o atual governador, Trad aumentou seu patrimônio em 55%, crescimento de R$ 1,2 milhão nos últimos quatro anos. 

O partido tenta retomar o controle sobre a governadora estadual após quase 20 anos. Último governo petista de Mato Grosso do Sul foi de Zeca do PT, líder executivo por dois mandatos entre 1999 e 2007.

Fábio Trad durante a convenção nacional do PT /  Divulgação 

A definição dos registros ainda depende da análise da Justiça Eleitoral. Além dos citados, o deputado estadual João Henrique Catan (Novo) também é considerado nome que pode conquistar número expressivo de votos em 2026, contudo, sua candidatura não consta no sistema eleitoral até o momento de publicação desta matéria.

Além dele, o ex-senador Delcídio do Amaral (PRD) também declarou disputar o controle sobre a governadoria, assim como Daniel Lemes (PCO), Jeferson Bezerra (Agir) e Renato Gomes (DC). 

Cabe destacar que os candidatos devem formalizar sua respectivas candidaturas até o próximo sábado (15). 

*Saiba 

O limite de gastos representa o teto permitido para cada candidatura e não significa que os candidatos necessariamente utilizarão todo o valor autorizado.

 
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 15:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Para Nunes Marques, 'desacreditar as urnas é desconvidar o eleitor a participar da eleição']]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/para-nunes-marques-desacreditar-as-urnas-e-desconvidar-o-eleitor-a/470874/</link>
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				<description><![CDATA[Ppresidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Kassio Nunes Marques disse que desacreditar o sistema eleitoral brasileiro afasta o eleitor das urnas.


"Ao longo de três décadas, o sistema de votação brasileiro consolidou a sua credibilidade por meio do aperfeiçoamento tecnológico e de mecanismos de fiscalização e de auditoria, garantindo transparência ao resultado das urnas. Desacreditar o sistema de votação brasileiro é desconvidar o eleitor brasileiro a participar da maior festa democrática do Brasil", disse Nunes Marques.


A declaração foi dada durante a Corrida pela Democracia, realizada pelo TSE em Brasília para encerrar a primeira Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação.

A programação, promovida entre os dias 3 e 9 de agosto, reuniu ações de demonstração das urnas, atividades educativas e iniciativas de combate à desinformação.

Ano em que as urnas eletrônicas completam 30 anos de história, os brasileiros votarão nas Eleições de 2026 para a escolha de representantes para os seguintes cargos: 


	Deputado federal,
	Deputado estadual, 
	Dois senadores, 
	Governador e 
	Presidente da República


Dos cargos em disputa neste ano eleitoral, cabe lembrar que, enquanto deputados são eleitos por um sistema proporcional, os senadores, governadores e presidente são escolhidos em eleições majoritárias.

Segundo Nunes Marques, nesta semana os 27 TREs (Tribunal Regional Eleitoral) se empenharam em demonstrar o funcionamento da urna eletrônica para dar transparência de como funciona todo o processo eleitoral.

"Fizemos exposições, votações simuladas em shoppings, escolas e em eventos. A Justiça Eleitoral abriu urnas diante da população em diversas cidades para mostrar o que existe por trás do equipamento e o caminho do voto. Além disso, realizou um trabalho de informação e de combate à desinformação. Defendemos uma democracia participativa, transparente e acessível", ressaltou o ministro.

 

Assine o Correio do Estado
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 11:39:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[35 ruralistas concentram metade da riqueza eleitoral de MS]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/35-ruralistas-concentram-metade-da-riqueza-eleitoral-de-ms/470850/</link>
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				<description><![CDATA[Um deputado estadual declara 26 propriedades rurais e 7,2 mil hectares, mais do que qualquer outro candidato do estado. Os oito primeiros do ranking patrimonial têm fazenda, mas só dois se declaram do campo por profissão

Trinta e cinco dos 193 candidatos que já pediram registro em Mato Grosso do Sul declararam à Justiça Eleitoral R$ 223,4 milhões em terras, gado e grãos estocados. É 41,9% de toda a riqueza informada por candidatos no estado, R$ 533,6 milhões. Dez pessoas concentram 85,3% desse patrimônio rural.

São eles que se apresentam ao eleitorado sul-mato-grossense em outubro. O eleitorado sul-mato-grossense, hoje, está em 1.991.265 pessoas, segundo o Tribunal Regional Eleitoral, das quais 52,8% são mulheres, 38,3% não concluíram o ensino fundamental e 14,2% têm diploma superior.

Entre os candidatos, 37,3% são mulheres, 7,8% não passaram do ensino fundamental e 69,4% têm curso superior completo, quase cinco vezes a proporção de quem vai votar neles.

O cruzamento é entre a base do DivulgaCandContas do TSE, consultada em 7 de agosto, e as estatísticas do eleitorado do TRE-MS de 31 de março de 2026.

A distância entre quem se candidata e quem vota


	
		
			
			 
			
			
			Candidatos (193)
			
			
			Eleitorado de MS (1.991.265)
			
		
		
			
			Mulheres
			
			
			37,3%
			
			
			52,8%
			
		
		
			
			Superior completo
			
			
			69,4%
			
			
			14,2%
			
		
		
			
			Até o fundamental completo
			
			
			7,8%
			
			
			38,3%
			
		
		
			
			Até 24 anos
			
			
			1,6%
			
			
			12,1%
			
		
		
			
			70 anos ou mais
			
			
			5,7%
			
			
			9,8%
			
		
		
			
			Idade mediana
			
			
			50 anos
			
			
			—
			
		
	


Três candidatos entre os 193 têm menos de 25 anos, faixa que reúne 12,1% do eleitorado. Nenhum tem 17 anos ou menos. Na outra ponta, os maiores de 70 são 9,8% de quem vota e 5,7% de quem se candidata.

A mediana patrimonial dos candidatos é de R$ 450.000,00, equivalente a 278 salários mínimos, ou quase 23 anos de trabalho de quem recebe o piso nacional de R$ 1.621. Zé Teixeira declarou 39.618 salários mínimos. Reinaldo Azambuja, 34.532. O governador Eduardo Riedel, 9.962.

Os homens são 47,2% do eleitorado e 62,7% dos candidatos, e declaram 89,1% de toda a riqueza informada à Justiça Eleitoral no estado. Os sete candidatos indígenas de MS, estado com a terceira maior população indígena do país, 116.346 pessoas no Censo 2022 do IBGE, somam R$ 350 mil, ou 0,07% do total.

Os oito primeiros do ranking têm fazenda

Do primeiro ao oitavo lugar na lista de patrimônio de MS, todos declaram bens rurais.


	
		
			
			#
			
			
			Candidato
			
			
			Cargo
			
			
			Partido
			
			
			Patrimônio
			
			
			Parcela rural
			
			
			%
			
		
		
			
			1
			
			
			Zé Teixeira
			
			
			Dep. Estadual
			
			
			PL
			
			
			R$ 64.220.956,82
			
			
			R$ 48.673.436,25
			
			
			75,8%
			
		
		
			
			2
			
			
			Reinaldo Azambuja
			
			
			Senador
			
			
			PL
			
			
			R$ 55.976.398,48
			
			
			R$ 47.360.537,50
			
			
			84,6%
			
		
		
			
			3
			
			
			Jamilson Name
			
			
			Dep. Estadual
			
			
			PP
			
			
			R$ 35.772.577,65
			
			
			R$ 8.438.212,00
			
			
			23,6%
			
		
		
			
			4
			
			
			Carlos Bernardo
			
			
			Dep. Federal
			
			
			União
			
			
			R$ 28.724.793,49
			
			
			R$ 18.415.760,15
			
			
			64,1%
			
		
		
			
			5
			
			
			Paulo Corrêa
			
			
			Dep. Estadual
			
			
			PL
			
			
			R$ 21.298.666,96
			
			
			R$ 4.491.776,12
			
			
			21,1%
			
		
		
			
			6
			
			
			Londres Machado
			
			
			Dep. Estadual
			
			
			PP
			
			
			R$ 18.947.845,08
			
			
			R$ 5.400.123,96
			
			
			28,5%
			
		
		
			
			7
			
			
			Gerson Claro
			
			
			Dep. Estadual
			
			
			PP
			
			
			R$ 18.428.892,11
			
			
			R$ 14.350.400,00
			
			
			77,9%
			
		
		
			
			8
			
			
			Cláudio Mendonça
			
			
			1º supl. de senador
			
			
			PP
			
			
			R$ 18.218.633,64
			
			
			R$ 15.547.799,91
			
			
			85,3%
			
		
	


Os oito somam R$ 261,6 milhões, 49,0% de tudo o que foi declarado no estado. Pouco mais de 62% disso está no campo.

E os oito seguem do mesmo lado do tabuleiro. PL, PP e União Brasil, as três siglas dos oito, integram, direta ou por federação, a coligação "Fazendo o Futuro Acontecer". O PP entra nela diretamente; o União Brasil de Carlos Bernardo, pela Federação União Progressista (União/PP), a mesma com três nomes: Jamilson Name, Londres Machado e Gerson Claro, todos do PP.

Um candidato com 26 propriedades e 7,2 mil hectares

Nenhum outro candidato de MS chega perto. Londres Machado (PP), que se declara "produtor agropecuário", listou ao TSE 26 áreas rurais separadas, a maioria fazendas ou glebas na região de Nova Andradina, algumas com nomes como "Fazenda Santa Ilda I", "II" e "IV" e "Fazenda Caçula", que somam 7.274,66 hectares, o equivalente a mais de 72 quilômetros quadrados. O valor declarado dessas parcelas chega a R$ 6,57 milhões, pouco mais de um terço do seu patrimônio total de R$ 18,95 milhões.

É uma exceção completa ao padrão do resto da base: a enorme maioria das fazendas declaradas por outros candidatos aparece como "imóvel", "fazenda" ou "bem relacionado com o exercício da atividade rural", sem hectares, sem matrícula, sem coordenada.

Dezesseis mil e duzentas cabeças de gado, oito contas diferentes

Oito candidatos informam o tamanho do rebanho, somando 16.200 cabeças. Zé Teixeira declara 3.561 fêmeas e 711 machos, por R$ 18,46 milhões, R$ 4.320 por cabeça.

Carlos Bernardo declara "rebanho bovino (4.544 cabeças)" por R$ 18.415.760,15, o maior rebanho individual do estado.

Azambuja lista 3.343 bovinos a "valor médio R$ 4.000,00". Claudio Mendonça informa 1.139 cabeças a R$ 2.700 cada. Gerson Claro declara 1.096 cabeças bovinas e bubalinas por R$ 3,84 milhões.

Riedel, 521 a "valor médio de R$ 4.000,00", posição de 31/12/2025. Jamilson Name declara 527 cabeças por R$ 2,2 milhões. E há um rebanho de 758 cabeças dividido entre o casal: o candidato a deputado federal Roberto Hashioka Soler (Republicanos) e a candidata a deputada estadual Dione Hashioka (União Brasil) declaram, cada um, 50% do mesmo rebanho, R$ 600 mil cada.

Barbosinha informa os "semoventes (bovinos e bubalinos)" da Fazenda Nossa Senhora Aparecida, em Aquidauana, por R$ 975 mil, sem dizer quantos são. Sandro Azambuja (MDB) declara uma linha genérica de "gado" por R$ 120 mil, sem cabeças. Ao todo, R$ 64,0 milhões em gado.

Em dezembro de 2025, mês de referência de várias dessas declarações, o bezerro, a categoria mais barata de um rebanho, passava de R$ 3.000 por cabeça em MS, recorde nominal para o mês, e a arroba do boi gordo rondava R$ 310 no estado, segundo o Cepea e o Sistema Famasul. Um boi terminado de 18 arrobas valia cerca de R$ 5.580.

Nada disso indica irregularidade: a declaração ao TSE reproduz a do Imposto de Renda, que aceita o custo de aquisição, e um plantel misto vale menos, na média, que um boi pronto para abate. Serve, porém, para lembrar o que esses rankings realmente medem, quanto o candidato declarou, não quanto o patrimônio vale.

O mesmo se aplica à terra, com a exceção de Londres Machado já descrita acima. Azambuja declara ainda 80 mil sacas de milho a R$ 50 (R$ 4 milhões) e R$ 8,5 milhões em "bens relacionados ao exercício da atividade rural"; Rodolfo Nogueira lista "soja" por R$ 5,86 milhões. Riedel concentra R$ 12,25 milhões numa única linha de "bens relacionados ao exercício da atividade rural" e é o único a declarar cotas de cooperativas do setor, cinco delas, entre as quais a Coamo, somando R$ 82,4 mil.

A ocupação que não aparece na urna

Dos oito maiores patrimônios, dois se declaram ao TSE como gente do campo por profissão: Azambuja, como "produtor agropecuário", e Londres Machado, também como "produtor agropecuário", o único, entre os oito, cuja ocupação declarada bate exatamente com a origem do seu patrimônio. Zé Teixeira se declara "pecuarista".

Os outros cinco informam profissões que não remetem diretamente ao setor, embora concentrem ali parte relevante do que têm: Jamilson Name e Carlos Bernardo se declaram "empresário"; Gerson Claro, "advogado", apesar de ter 77,9% do patrimônio em fazenda e gado, mais até do que Azambuja proporcionalmente; Claudio Mendonça, "economista"; Paulo Corrêa, "engenheiro". O mesmo vale para Odilon Ribeiro ("empresário", R$ 1,74 milhão em bens rurais) e Defensor Ernany ("servidor público estadual", R$ 964,9 mil em glebas em Chapadão do Sul).

É esse campo, o da ocupação declarada, que alimenta as estatísticas de "perfil profissional" das bancadas eleitas. Pelo critério do patrimônio, a bancada ruralista de MS é maior do que ela mesma diz ser.

Os valores patrimoniais são autodeclarados, seguem o critério do Imposto de Renda, valor de aquisição, não de mercado, e não passaram por auditoria da Justiça Eleitoral.

Veja a lista dos 10 mais ricos abaixo.  


	1 Zé Teixeira                           Dep. Estadual                     PL         R$ 64.220.956,82    
	2 Reinaldo Azambuj                Senador                              PL         R$ 55.976.398,48    
	3 Jamilson Name                    Dep. Estadual                      PP         R$ 35.772.577,65  
	4 Carlos Bernardo                   Dep. Federal                       União    R$ 28.724.793,49 
	5. Paulo Corrêa                       Dep. Estadual                      PL         R$ 21.298.666,96  
	6 Londres Machado                Dep. Estadual                      PP         R$ 18.947.845,08 
	7 Gerson Claro                        Dep. Estadual                      PP         R$ 18.428.892,11 
	8  Claudio Mendonça              1º supl. de senador              PP         R$ 18.218.633,64
	9 Barbosinha                           Vice-governador                 PR         R$ 17.315.686,96
	10 Eduardo Riedel                  Governador                         PP          R$ 16.147.849,34 
	
	
	 

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 13:59:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vice na chapa de Flávio vem a MS durante campanha eleitoral]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado essa semana como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), virá para Mato Grosso do Sul durante a campanha eleitoral.

A vinda de Gaspar ao estado seria para declarar apoio à reeleição de Rodolfo Nogueira, o "Gordinho do Bolsonaro", como deputado federal. Ambos conversaram por ligação durante a tarde desta sexta-feira (07).


“Eu tenho estima e gratidão por você. Você é um cara que me deu a mão. Quero poder participar ativamente da sua campanha. O Mato Grosso do Sul precisa saber o quanto você é importante para o Brasil”, afirmou o candidato a vice.


Ainda segundo Gaspar, Rodolfo foi um dos principais responsáveis pela sua filiação ao Partido Liberal (PL) em março deste ano, assumindo a presidência da sigla em Alagoas.

Quem é Alfredo Gaspar?

Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, de 55 anos, é deputado federal por Alagoas e consolidou trajetória na vida pública após atuar por 24 anos como promotor de Justiça no Ministério Público Estadual. “Você escolheu uma pessoa simples, nordestina, mas com história de vida de muito trabalho. Ao seu lado, marcharei para transformar o Brasil em um local justo e decente”, disse Gaspar ao lado de Flávio Bolsonaro, no anúncio desta quarta-feira.

Nascido em Maceió e formado em Direito pelo Cesmac, ganhou forte notoriedade regional ao coordenar o Grupo Especial de Combate à Corrupção ou Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) e ao ocupar por duas vezes o cargo de procurador-geral de Justiça de Alagoas.

Também passou pela Secretaria da Segurança Pública do estado. Na política eleitoral, disputou a prefeitura de Maceió em 2020, indo ao segundo turno contra JHC, e elegeu-se deputado federal em 2022.

Em março de 2026, Alfredo Gaspar filiou-se ao PL e assumiu o comando da sigla em seu estado natal. Na Câmara dos Deputados, projetou-se nacionalmente ao atuar como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou fraudes contra aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Acusação

No dia 27 de março, durante sessão da CPMI do INSS, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) chamou Alfredo Gaspar de "estuprador" enquanto o deputado apresentava o relatório final da comissão. Gaspar reagiu imediatamente: "Eu estuprei corruptos como vossa excelência", o que provocou um intenso bate-boca entre os parlamentares. No mesmo dia, a senadora Soraya Thronicke (PSB) também acusou Gaspar de estupro de vulnerável.

Após a sessão, Lindbergh e Soraya concederam entrevista coletiva para explicar as declarações. Segundo o deputado petista, ele decidiu tornar pública a denúncia por considerar as acusações extremamente graves.

De acordo com os parlamentares, os fatos teriam ocorrido há oito anos, em Alagoas. Eles afirmam que uma criança, vítima de estupro de vulnerável, teria engravidado e dado à luz um filho de Alfredo Gaspar.

Também alegam que há uma segunda vítima, hoje com 21 anos, e que o material entregue às autoridades inclui diálogos, gravações e informações sobre supostos pagamentos entre R$ 70 mil e R$ 400 mil para compra de silêncio.

Lindbergh e Soraya afirmam que optaram por não divulgar detalhes do caso para preservar a identidade das vítimas. Eles informaram ainda que protocolaram uma notícia-crime na Polícia Federal acompanhada das supostas provas e sustentam que um exame de DNA seria suficiente para confirmar ou afastar as acusações.

Alfredo Gaspar nega todas as acusações. Após as declarações dos parlamentares, o deputado acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) com uma queixa-crime por calúnia e difamação contra Soraya Thronicke e Lindbergh Farias. Na ação, sua defesa afirma que Gaspar "é casado há 36 anos com o único amor de sua vida, vivendo sob o signo dos ensinamentos e valores da fé cristã" e que "jamais cometeu a atrocidade criminosa sórdida" atribuída a ele.

Os advogados também sustentam que as acusações fazem parte de uma "trama sórdida e criminosa" destinada a intimidar o parlamentar e comprometer as conclusões do relatório apresentado por ele na CPMI do INSS.

O processo está sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, que, em abril, determinou que Soraya Thronicke e Lindbergh Farias apresentassem esclarecimentos em até 15 dias. Apesar da decisão, a petição permaneceu sem andamento por meses.

Na quinta-feira (6), a defesa de Alfredo Gaspar voltou a pedir providências à Procuradoria-Geral da República, e pediu imediata apuração do caso. Os advogados apresentaram o perfil genético do deputado e informaram que ele permanece à disposição para realizar um novo exame de DNA.

Também na quinta-feira, Alfredo Gaspar reforçou publicamente o pedido para que a investigação avance por meio da prova genética. "Estou implorando, façam o exame de DNA, a prova científica", declarou.

Enquanto o STF pede que os parlamentares apresentem esclarecimentos complementares sobre as acusações de estupro de vulnerável feitas contra Gaspar, a PGR solicitou à Polícia Federal (PF) diligências para apurar os fatos narrados pelos parlamentares, que afirmam possuir provas do caso e dizem que irão colaborar com a investigação.

Em nota à imprensa, Soraya Thronicke afirmou que prestará todas as informações solicitadas pelo STF e classificou o procedimento como uma etapa normal da investigação. "O procedimento é regular e está previsto no curso da investigação", declarou a senadora.

Surpresa

Ao lado da senadora sul-mato-grossense Tereza Cristina (PP-MS), que era a primeira opção, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro anunciou o nome do deputado federal Alfredo Gaspar para ocupar a vaga de vice na chapa "puro-sangue" na disputa pelo Palácio do Planalto. O anúncio surpreendeu a quem acompanhava o evento, em Brasília, na manhã desta quarta-feira (5)

A decisão foi anunciada após o partido não conseguir fechar uma aliança nacional com outras legendas de centro-direita, que optaram pela neutralidade. Alfredo Gaspar de Mendonça Neto é advogado e deputado federal por Alagoas. Ex-procurador-geral de Justiça e ex-secretário de Segurança Pública, atuou como relator da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS.


"É uma pessoa que eu aprendi a admirar, todos vocês aqui aprenderam a admirar pela coragem, honestidade, pela sua história em frente à segurança pública", discursou Flávio.


O presidenciável destacou a experiência do companheiro de chapa na área de combate ao crime. "Alguém que já foi promotor de Justiça, chefe de Ministério Público do seu estado. Alguém que enfrentou e defendeu os nossos aposentados na CPMI do INSS. Alguém que pediu a prisão do Lulinha porque este tinha culpa no cartório. E alguém que representa o Nordeste de fato", afirmou Flávio.

O relatório que pedia a prisão de Lulinha, porém, foi rejeitado por 19 a 12 na CPMI. Representantes do Governo e até parlamentares de oposição rejeitaram o relatório feito por Gaspar. 

Durante o anúncio, Flávio agradeceu a todas as mulheres que foram cogitadas para ocupar a vaga de vice, como Tereza Cristina (PP-MS); Simone Marquetto (PP-SP); Daniella Marques (Republicanos-SP); Damares Alves, senadora (Republicanos-DF); Priscila Costa, vereadora em Fortaleza (PL-CE).

Flávio também mencionou a própria esposa, Fernanda Bolsonaro, e Bia Kicis, deputada federal (PL-DF), que estavam ao lado dele no palanque. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda não deixou de citar um agradecimento a Michelle Bolsonaro, com quem protagonizou um desentendimento público recente. Após o episódio, os dois acenaram mutuamente para um entendimento para "unir forças" durante o período eleitoral.

Em meio à surpresa geral do anúncio, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, discursou que Rogério Marinho e Flávio haviam indicado o nome do Gaspar há seis meses. Porém, apenas um dia antes, nesta terça-feira (4), o partido lançou o nome de Gaspar como candidato ao Senado por Alagoas, em convenção partidária.

Mudança de planos

A escolha para vice de Flávio também representa uma mudança em relação à estratégia defendida por Flávio desde o início das articulações. O candidato afirmava publicamente que pretendia ter uma mulher como vice e chegou a negociar com diferentes nomes na tentativa de ampliar a coligação e, ao mesmo tempo, reforçar a presença feminina na campanha.

A preferência esbarrou, porém, na decisão de partidos de centro-direita de não aderirem formalmente à candidatura do PL. Entre os nomes cotados estavam a sul-mato-grossense Tereza Cristina, Simone Marquetto (PP-SP), Daniella Marques (Republicanos-SP), e Renata Abreu (Podemos-SP).

Tereza Cristina chegou a ser tratada como o nome preferido de Flávio para a composição. A senadora sinalizou disposição para aceitar o convite, mas o PP decidiu manter a neutralidade na eleição presidencial, inviabilizando a entrada da parlamentar na chapa.

Com a negativa do PP, o Republicanos tornou-se a principal alternativa do PL para construir uma composição fora do partido. Flávio chegou a citar publicamente Daniella Marques como uma das possibilidades, mas a legenda também resolveu adotar uma posição de independência na eleição presidencial.

Sem conseguir atrair outra legenda, a direção do PL intensificou as discussões sobre nomes do próprio partido para completar a chapa. A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) chegou a ser considerada, mas encontrava resistência dentro do núcleo da campanha. A vereadora Priscila Costa (PL-CE), aliada da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, também entrou nas discussões, mas não ganhou força suficiente para a indicação.


“O Brasil estaria muito mais bem servido com as senhoras, mas quis Deus e o destino que esse momento trouxesse um soldado do Nordeste”, disse o agora vice de Flávio, dirigindo-se às mulheres presentes no evento desta quarta-feira.

“Terei a coragem de enfrentarmos, juntos, a corrupção, o crime organizado, essa economia em frangalhos por culpa do que Lula e a equipe tem feito deste país. Vamos sair do discurso para enfrentar as mazelas da nação. Sou seu soldado e estarei no para-choque na retaguarda”, continuou Gaspar, falando diretamente a Flávio.


*Com informações do Estadão Conteúdo

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 09:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Riedel defende a continuidade da gestão e Fábio Trad pede novo modelo para MS]]></title>
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				<description><![CDATA[O confronto entre os planos de governo dos candidatos Eduardo Riedel, atual governador e que tenta a reeleição, pelo PP, e Fábio Trad, ex-deputado federal e que tenta ocupar o cargo, pelo PT, evidencia duas visões distintas para o futuro de Mato Grosso do Sul.

Enquanto Riedel sustenta sua candidatura nos resultados obtidos ao longo do atual mandato e propõe aprofundar as políticas em andamento, Fábio apresenta programa centrado no fortalecimento do Estado, na ampliação das políticas sociais e na revisão de estratégias adotadas pelas últimas gestões.

A análise foi feita pelo Correio do Estado com base nos programas divulgados pelos dois candidatos no DivulgaCandContas, portal administrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e que reúne informações sobre todos os candidatos registrados nas eleições brasileiras, além das prestações de contas de campanha.

A principal diferença está no diagnóstico da realidade estadual, pois, no plano de Riedel, MS é descrito como um estado que alcançou equilíbrio fiscal, atraiu investimentos, ampliou a industrialização, reduziu a pobreza e criou bases sólidas para um novo ciclo de desenvolvimento. 

A proposta para um eventual segundo mandato é consolidar esses avanços por meio de quatro eixos estratégicos: desenvolvimento econômico, proteção social, infraestrutura sustentável e modernização da gestão pública. 

Já Fábio Trad afirma que, apesar do crescimento econômico recente, o desenvolvimento ocorreu de forma concentrada e não reduziu suficientemente as desigualdades regionais e sociais.

O petista critica a centralização administrativa, a perda de capacidade de planejamento de longo prazo e a redução dos espaços de participação popular, defendendo um novo modelo de gestão com maior presença do Estado no interior e fortalecimento dos conselhos e conferências públicas. 



ECONOMIA

Na área econômica, ambos defendem industrialização, inovação tecnológica e aproveitamento da Rota Bioceânica, mas divergem sobre como alcançar esses objetivos.

Riedel aposta na continuidade da política de atração de investimentos privados e no fortalecimento do agronegócio, da bioeconomia, da agroindustrialização, da transformação digital e da economia verde. O plano também prevê expansão da infraestrutura logística, segurança jurídica e estímulo ao empreendedorismo. 

Fábio Trad, por sua vez, propõe uma política de desenvolvimento regional voltada para reduzir desigualdades entre os municípios, criar polos industriais, fortalecer pequenas empresas e agricultura familiar, ampliar o papel do Banco do Povo e revisar os incentivos fiscais, condicionando-os à geração de empregos qualificados, à sustentabilidade e a mais transparência. 

SAÚDE

Na saúde, as diferenças também são marcantes, já que Riedel defende a continuidade da regionalização do atendimento, da telemedicina, da ampliação do Hospital Regional por meio de parceria público-privada e da reorganização da rede estadual de saúde. 

O plano de Fábio Trad critica justamente o modelo de terceirização e gestão por organizações privadas adotado nos hospitais estaduais, propondo maior protagonismo do poder público, fortalecimento da gestão direta, ampliação da estrutura hospitalar regional e redução das filas de consultas, exames e cirurgias.

GESTÃO

Na administração estadual, ambos defendem modernização e uso de tecnologia, mas com enfoques diferentes. O programa de Riedel enfatiza gestão por resultados, digitalização dos serviços públicos, transparência, eficiência administrativa e continuidade da transformação digital já iniciada. 

Fábio Trad propõe ampliar a participação popular nas decisões do governo, criar novos mecanismos de avaliação das políticas públicas, fortalecer a Controladoria-Geral do Estado, valorizar os servidores por meio de concursos e reajustes e implantar um portal de transparência com acompanhamento em tempo real de obras, contratos e filas da saúde.

SOCIAL

Nos programas sociais, Riedel afirma que pretende ampliar políticas já implantadas, mantendo programas como Mais Social, Energia Zero e ações voltadas à qualificação profissional e emancipação das famílias em situação de vulnerabilidade. 

Fábio Trad prioriza o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), da educação pública, da assistência social, da agricultura familiar, além de políticas específicas para povos indígenas, quilombolas, juventude, mulheres e população negra, defendendo maior atuação direta do Estado na redução das desigualdades. 

MEIO AMBIENTE

Na pauta ambiental, ambos defendem sustentabilidade, porém, por caminhos distintos. Riedel destaca a continuidade da Lei do Pantanal, do mercado de carbono, dos programas de pagamento por serviços ambientais e da meta de neutralidade de carbono até 2030. 

O plano petista enfatiza a proteção do Pantanal, da Serra da Bodoquena e o enfrentamento das mudanças climáticas, associando preservação ambiental ao fortalecimento da agroecologia, da agricultura familiar e da economia de baixo carbono. 

Embora existam convergências em temas como inovação, infraestrutura, industrialização e sustentabilidade, os documentos revelam diferenças profundas quanto ao papel do Estado na economia, à condução das políticas públicas e ao modelo de desenvolvimento que cada candidato pretende adotar entre 2027 e 2030.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 07:35:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Hertz Dias registra candidatura à Presidência sem declarar nenhum bem]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/hertz-dias-registra-candidatura-a-presidencia-sem-declarar-nenhum-bem/470815/</link>
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				<description><![CDATA[O professor Hertz Dias (PSTU) registrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sua candidatura à Presidência nesta sexta-feira, 7. Vanessa Portugal (PSTU) foi registrada como sua vice.

O candidato socialista não declarou nenhum bem, tornando-se o primeiro do pleito a não possuir nada. Portugal, em contrapartida, possui uma casa na cidade de Boa Esperança (MG) avaliada em R$ 200 mil, e um terreno no valor de R$ 80 mil no mesmo município.

Esta é a quinta eleição em que Dias participa. Ele concorreu à posição de vice-governador do Maranhão em 2010, à vice-presidência em 2018, à prefeitura de São Luís (MA) em 2020 e à presidência em 2022. O político não ganhou nenhum pleito.

A candidatura também é a quarta chapa puro-sangue a ser registrada na corrida eleitoral pelo Palácio do Planalto em 2026 Essa eleição irá possuir apenas uma candidatura formada por dois partidos, se tornando a com menor quantidade de alianças desde a redemocratização.

O programa político de Dias é focado no trabalhador, propondo o fim da escala 6x1, o aumento geral dos salários, a isenção de Imposto de Renda para assalariados e a revogação das reformas Trabalhista e Previdenciária.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 23:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TSE cria conselho para monitorar desinformação e IA nas eleições
]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/tse-cria-conselho-para-monitorar-desinformacao-e-ia-nas-eleicoes/470814/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou nesta sexta-feira (7) o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional para monitorar o uso indevido da inteligência artificial e a difusão de desinformação durante a campanha eleitoral.

O grupo será responsável pelo assessoramento do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, nas ações para manter a normalidade do processo eleitoral.

Profissionais de diversas áreas vão participar do grupo, entre eles especialistas em tecnologia da informação, segurança pública, relações internacionais e saúde pública. Os nomes dos participantes ainda não foram escolhidos pelo TSE.

As reuniões serão mensais. O conselho está previsto para funcionar até 31 de dezembro.

IA 

Em março, o TSE aprovou regras sobre o uso de inteligência artificial durante as eleições gerais de outubro.

As normas valem para candidatos e partidos. Os ministros proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar.

O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores. 

Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia.

A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.

Eleições

O primeiro turno das eleições será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 22:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[TRE manda PSB de MS devolver dinheiro usado para pagar juros e multas]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/tre-manda-psb-de-ms-devolver-dinheiro-usado-para-pagar-juros-e-multas/470774/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) determinou que o diretório estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB) devolva ao Tesouro Nacional R$ 818,63 utilizados irregularmente para o pagamento de juros e multas por atraso. A decisão foi tomada durante a análise da prestação de contas da legenda referente ao exercício financeiro de 2024.

As contas foram aprovadas com ressalvas, por unanimidade, seguindo parecer do Ministério Público Eleitoral. A Corte, no entanto, considerou irregular o uso de recursos do Fundo Partidário para o pagamento de encargos decorrentes da inadimplência da própria legenda.

Na prática, a aprovação com ressalvas significa que o TRE-MS considerou as contas regulares no conjunto, mas identificou uma falha que, embora deva ser corrigida, não foi considerada grave o suficiente para provocar a rejeição da prestação de contas.

Neste caso, a irregularidade resultou na determinação para que o partido devolva R$ 818,63 aos cofres públicos.

O processo envolve o diretório estadual do PSB e apresenta como interessados, entre outros, a senadora Soraya Thronicke, Paulo Roberto Duarte, Ana Paula Campos Wolff Gomes e Eliete Aimee da Silva Duarte.

A irregularidade foi identificada durante a fiscalização realizada pela Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Anuais (Asepa).

Inicialmente, a análise apontou três pontos que precisavam de esclarecimentos: o pagamento de encargos decorrentes de inadimplência, no total de R$ 818,63; despesas de R$ 10.069,90 com uma empresa de assessoria e consultoria contábil; e um gasto de R$ 328,47 com combustível. 

Durante a tramitação do processo, entretanto, o partido apresentou novos documentos e conseguiu sanar os questionamentos relacionados às duas últimas despesas.

No caso dos R$ 10.069,90 pagos à Santos & Souza Assessoria e Consultoria Contábil Ltda., a Procuradoria Regional Eleitoral considerou que o contrato de prestação de serviços apresentado posteriormente, acompanhado de boletos e comprovantes de transferências bancárias, foi suficiente para demonstrar a regularidade da despesa. 

Situação semelhante ocorreu com os R$ 328,47 pagos ao Posto Emanuele Ltda. A apresentação da nota fiscal, do boleto bancário e do comprovante de pagamento levou a Justiça Eleitoral a considerar o gasto devidamente comprovado. 

Uso de dinheiro do Fundo Partidário permaneceu irregular

O problema que permaneceu na prestação de contas foi a utilização de R$ 818,63 do Fundo Partidário para quitar juros e multas de mora.

De acordo com a decisão, embora tenha sido regularmente intimado, o PSB-MS não apresentou justificativas para a utilização dos recursos nessa finalidade. 

A legislação eleitoral estabelece que recursos do Fundo Partidário não podem ser utilizados para pagar encargos provocados pela inadimplência da própria legenda, como juros, multas de mora e atualização monetária. Esses valores devem ser pagos com recursos próprios do partido. 

Na prática, o entendimento é de que recursos públicos destinados ao funcionamento das legendas não devem suportar custos adicionais gerados pelo atraso no cumprimento de obrigações financeiras do próprio partido.

Por esse motivo, o TRE-MS manteve a irregularidade e determinou a devolução dos R$ 818,63 ao Tesouro Nacional. Mesmo com o problema identificado, a Corte entendeu que a falha não comprometeu a integralidade da prestação de contas, permitindo a aprovação com ressalvas. 

Decisão foi unânime

O julgamento ocorreu em 3 de agosto e teve como relator o juiz Fernando Bonfim Duque Estrada. Os integrantes do TRE-MS acompanharam o parecer ministerial e aprovaram, por unanimidade, as contas do diretório estadual do PSB referentes a 2024, mantendo a obrigação de ressarcimento do valor considerado irregular. 

A decisão reforça que, mesmo quando as demais despesas são devidamente comprovadas durante a análise das contas, valores do Fundo Partidário empregados no pagamento de juros e multas decorrentes de atraso devem retornar aos cofres públicos.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:59:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[STF cobra Soraya Thronicke e Lindbergh Farias por acusações contra vice de Flávio ]]></title>
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				<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a senadora Soraya Thronicke (PSB) e o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentem esclarecimentos complementares sobre as acusações de estupro de vulnerável feitas contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Enquanto isso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou à Polícia Federal (PF) diligências para apurar os fatos narrados pelos parlamentares, que afirmam possuir provas do caso e dizem que irão colaborar com a investigação.

Em nota à imprensa, Soraya Thronicke afirmou que prestará todas as informações solicitadas pelo STF e classificou o procedimento como uma etapa normal da investigação. "O procedimento é regular e está previsto no curso da investigação", declarou a senadora.

As acusações vieram a público em 27 de março, durante a sessão final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

Na ocasião, Lindbergh Farias chamou Alfredo Gaspar de "estuprador" enquanto o deputado apresentava o relatório final da comissão. Gaspar reagiu imediatamente: "Eu estuprei corruptos como vossa excelência", o que provocou um intenso bate-boca entre os parlamentares.

Após a sessão, Lindbergh e Soraya concederam entrevista coletiva para explicar as declarações. Segundo o deputado petista, ele decidiu tornar pública a denúncia por considerar as acusações extremamente graves.

De acordo com os parlamentares, os fatos teriam ocorrido há oito anos, em Alagoas. Eles afirmam que uma criança, vítima de estupro de vulnerável, teria engravidado e dado à luz um filho de Alfredo Gaspar.

Também alegam que há uma segunda vítima, hoje com 21 anos, e que o material entregue às autoridades inclui diálogos, gravações e informações sobre supostos pagamentos entre R$ 70 mil e R$ 400 mil para compra de silêncio.

Lindbergh e Soraya afirmam que optaram por não divulgar detalhes do caso para preservar a identidade das vítimas. Eles informaram ainda que protocolaram uma notícia-crime na Polícia Federal acompanhada das supostas provas e sustentam que um exame de DNA seria suficiente para confirmar ou afastar as acusações.

Alfredo Gaspar nega todas as acusações. Após as declarações dos parlamentares, o deputado acionou o STF com uma queixa-crime por calúnia e difamação contra Soraya Thronicke e Lindbergh Farias. Na ação, sua defesa afirma que Gaspar "é casado há 36 anos com o único amor de sua vida, vivendo sob o signo dos ensinamentos e valores da fé cristã" e que "jamais cometeu a atrocidade criminosa sórdida" atribuída a ele.

Os advogados também sustentam que as acusações fazem parte de uma "trama sórdida e criminosa" destinada a intimidar o parlamentar e comprometer as conclusões do relatório apresentado por ele na CPMI do INSS.

O processo está sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, que, em abril, determinou que Soraya Thronicke e Lindbergh Farias apresentassem esclarecimentos em até 15 dias. Apesar da decisão, a petição permaneceu sem andamento por meses.

Na quinta-feira (6), a defesa de Alfredo Gaspar voltou a pedir providências à Procuradoria-Geral da República, e pediu imediata apuração do caso. Os advogados apresentaram o perfil genético do deputado e informaram que ele permanece à disposição para realizar um novo exame de DNA.

Também na quinta-feira, Alfredo Gaspar reforçou publicamente o pedido para que a investigação avance por meio da prova genética.

"Estou implorando, façam o exame de DNA, a prova científica", declarou.

Procurado para comentar novamente as acusações antes da publicação da reportagem, Alfredo Gaspar não respondeu. O deputado, no entanto, mantém a posição de negar integralmente todas as acusações que lhe foram atribuídas.

Com informações de Estadão Conteúdo 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Candidato do PT em MS, Fábio Trad anuncia plano de governo com 13 eixos]]></title>
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				<description><![CDATA[Representante da coligação "Por um MS do Povo", o ex-deputado federal e candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT) à cadeira máxima do Executivo do Mato Grosso do Sul, Fábio Trad, registrou sua candidatura e apresentou seu plano de governo que contém 13 "eixos".

Na coligação que reúne os partidos Democrático Trabalhista (PDT), Socialista Brasileiro (PSB) e a Federação Brasil da Esperança, que engloba a sigla dos Trabalhadores; Verde e o Comunista do Brasil (PT-PV e PCdoB), Fábio Trad aparece ao lado de "Dona" Gilda Maria dos Santos como candidatos para comandarem a gestão do MS entre os anos de 2027 e 2030. 

Ainda durante sua vinda para Mato Grosso do Sul para a 15ª Reunião da Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu aval in loco para as pré-candidaturas nas majoritárias.

@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@

Presente na Convenção Nacional da Federação Brasil da Esperança no último dia 02 de agosto, em São Paulo, Fábio Trad voltou a reforçar que irá fazer um palanque forte para Lula em Mato Grosso do Sul.

Agora, Fábio Trad e Dona Gilda registraram a candidatura da chapa e apresentaram o plano de governo com 13 eixos que eles chamam de "estratégicos para o Estado Crescer Junto com as Pessoas".

Entenda

Com diretrizes de longo prazo, esse documento estabelece um foco no crescimento econômico sustentável, que pretende passar pelo fortalecimento do serviço público enquanto ainda, devidamente, tenta lidar com a transição ecológica. 

Resumidamente, os 13 eixos do programa de governo do candidato do PT em MS estabelecem: 


	-Gestão pública moderna com transparência e participação social
	-Desenvolvimento econômico sustentável
	-Nova política estadual de incentivos fiscais
	-Saúde pública eficiente e acessível
	-Segurança pública cidadã e tecnológica
	-Trabalho digno e geração de renda
	-Educação para o futuro
	-Infraestrutura planejada e indutora de desenvolvimento
	-Cultura, esporte e lazer valorizados e com amplo acesso popular
	-Estado cuidador e inovador na assistência social e nos direitos humanos
	-Desenvolvimento agrário com agricultura familiar forte e repleta de oportunidades
	- Meio ambiente com Pantanal, Serra da Bodoquena e mudanças climáticas no foco
	-Turismo sustentável e agregador de valor


Interessados podem conferir a versão deste documento na íntegra através da página do Tribunal Regional Eleitroal do Mato Grosso do Sul (TRE-MS).

Como bem esclarece a coligação "Por um MS do Povo", esse plano de governo foi elaborado a partir dos debates setoriais realizados no Partido dos Trabalhadores, proposta essa que é caracterizada pelos próprios idealizadores como um "documento vivo". 

Em outras palavras, o grupo deixa claro que estará aberto a críticas para a realização de possíveis ajustes e contribuições por parte de toda a sociedade civil enquanto durar o período eleitoral. 

Com intuito de combater as desigualdades sociais e inclusive territoriais presentes em Mato Grosso do Sul, o programa do candidato Fábio Trad têm como ponto de princípio um diagnóstico abrangente da realidade sul-mato-grossense. 

Conforme o candidato, ali estão apontados gargalos históricos, como a própria dependência econômica sobre as commodities de baixo valor agregado, bem como a centralização administrativa na capital até a oferta de serviços públicos essenciais para os municípios do interior do Mato Grosso do Sul que são considerados precários. 
 

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:01:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Riedel reduz R$ 4,5 milhões em bens, enquanto Trad aumentou R$ 1,3 mi]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/patrimonio-dos-candidatos-ao-governo-de-ms/470793/</link>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do site DivulgaCand, apresentou informações detalhadas sobre o patrimônio dos candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul. Na relação dos que pediram registro à Justiça Eleitoral, aparecem apenas Eduardo Riedel (PP), Fábio Trad (PT) e Lucien Rezende (PSOL).  

De acordo com o TSE, o candidato Eduardo Riedel teve uma redução de R$ 4.596.439,08 em seu patrimônio declarado para a eleição de 2026. Seus bens totais estão avaliados em R$ 16.147.849,34. Quando foi eleito governador em 2022, ele havia declarado um patrimônio de R$ 20.744.288,42 ao tribunal.

Ao contrário de Riedel, Fábio Trad (PT) teve um aumento considerável em relação a última Eleição a qual participou, em 2022, quando concorreu ao cargo de deputado federal, mas não foi eleito. Na época, ele tinha um patrimônio de R$ 2.363.367,45, e que passou ao valor de R$ 3.670.880,45 em 2026. A elevação dos bens totais está em torno de R$ 1,3 milhão.

O terceiro candidato ao governo que aparece no DivulgaCand é Lucien Rezende (PSOL). Ele declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 500 mil, composto por duas casas avaliadas em R$ 250 mil cada. Em 2024, última vez que concorreu a um cargo político, no caso para prefeitura de Ribas do Rio Pardo, ele havia declarado R$ 135.520,10. O aumento dos seus bens totais foi de R$ 364.479,90.

Os outros candidatos ao governo do Estado, no caso Daniel Lemes (PCO), Jefferson Bezerra (Agir), João Henrique Catan (Novo) e Renato Gomes (DC), ainda não aparecem na plataforma do TSE. Confira abaixo os bens declarados por cada político.

Bens totais

Eduardo Riedel (PP)

2026

Total em bens: R$ 16.147.849,34

 


	Ford Edge Ano 2011 - R$ 96.000,00
	Quota capital Sicredi União MS/TO - R$ 2.937,56
	Quota capital Sicredi Centro Sul MS/BA - R$ 95.545,04
	Quota capital Coamo - R$ 6.534,69
	Crédito a receber - R$ 624.344,36
	Quotas cooperativa agrícola mista Serra de Maracauju - R$ 3.500,00
	Moto Honda Ano 2019 - R$ 15.800,00
	Quota capital APE Participações - R$ 3.000,00
	Quota capital cooperativa agrícola sulmatogrossense - R$ 3.276,79
	Moto BMW ANO 2026 - R$ 113.900,00
	Quota capital cooperativa Plantadores de cana São Paulo - R$ 60.793,92
	521 cabeças de bovinos (até o dia 31 de dezembro de 2025) - R$ 2.084.000,00
	Ford Ranger ano 2024 - R$ 321.890,00
	Bens relacionados ao exercício da atividade rural - R$ 12.250.222,42
	Moto Yamaha Ano 2017 - R$ 18.000
	Quota capital cooperativa agrícola mista de Adamantina - R$ 8.379,88
	Depósitos em conta corrente, poupança e investimento bancários (saldo em 31/12/2025) - R$ 439.724,68


Em 2022, quando possuía um patrimônio maior, avaliado em R$ 20.744.288,42, ele tinha em seu nome:


	Chácara Maracaju - R$ 37.227,84
	Motocicleta Yamaha ER250 2017 - R$ 18.000,00
	Poupança 1 - R$ 155,75
	Sicredi (caderneta de poupança) - R$ 20,62
	VGBL Brasilprev - R$ 119.398,04
	VGBL Bradesco - R$ 90.245,74
	Aumento capital - Adiantamento - Angraju empreendimentos - R$ 132.900,00
	Quotas Cooperativa Mista Serra - R$ 3.500,00
	Quotas Angraju - R$ 865.920,00
	Apartamento Residencial - R$ 95.433,16
	Apartamento no Rio de Janeiro - R$ 1.768.436,18
	Construção Casa Beirute - R$ 2.303.679,53
	Chevrolet Trailblazer 2019 - R$ 325.837,39
	Quotas Sapé Agropastoril - R$ 3.855.075,00
	Quotas CCPI Pantanal - R$ 35.755,04
	Bens da atividade Rural - R$ 10.747.931,21
	Aplicação de renda fixa RDB/CDB - R$ 215.439,70
	Outras aplicações e Investimentos - R$ 797,73
	Ford Edge - R$ 96.000,00
	Motocicleta Honda CRF 250 2019 - R$ 15.800,00
	Aplicação Bradesco - R$ 16.735,49


Fábio Trad (PT)

2026

Total em bens: R$ 3.670.880,45


	Ações na Vale- R$ 1.464,66
	Casa em Campo Grande - R$ 220.000,00
	Hyundai Creta - R$ 122.590,00
	Quinhão de sítio localizado em São Gabriel do Oeste - R$ 249.975,00
	Operações estruturadas - R$ 323.000,00
	 Aplicação bancária - R$ 20.745,11
	Terreno em São Gabriel do Oeste - R$ 31.343,90
	Ações na Axia 7 - R$ 14.040,96
	Ações na Axia /ADM Banco Safra - R$ 4.866,12
	Ações na Petrobras - R$ 1.703,38
	Investimento no fundo SAF CAPMKT - R$ 41.096,58
	Investimento VGBL - R$ 3.814,69
	Título de captalização - R$ 2.834,19
	Ações IT NOW IBOV - R$ 19.861,87
	Ações Petrobras - R$ 1.896,00
	Valor recebido (espólio) - R$ 174.374,26
	HYUNDAI HB20 - R$ 80.490,00
	Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros) - R$ 47.757,15
	Ações IT NOW IBOV - R$ 2.624,40
	Quotas de capital FABIO TRAD ADVOGADOS E ASSOCIADOS - R$ 18.000,00
	Ações IT NOW IBOV - R$ 1.950,52
	Investimentos na SAF SOB MAX - R$ 39.135,68
	Apartamento com alienação fiduciária em Campo Grande - R$ 1.000.000,00
	Ações na AXIA 3 - R$ 47.505,92
	SVN Fundo de investimento renda fixa - R$ 134.592,55
	Ações na Vale - R$ 1.460,00
	PREVIDÊNCIA - SAFRA VIDA E PREVIDÊNCIA - R$ 751.050,26
	Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros) - R$ 150.000,00
	Outras ações - R$ 131.363,35


Em 2022

Total em Bens:R$ 2.363.367,45


	Fundo de investimento Caixa - R$ 342.506,25
	Sala comercial no Edifício Evolution Business Center -  R$ 269.447,96
	CIVIC 2019/2019 - R$ 110.250,00
	Caderneta de poupança (BRADESCO) -  R$ 17,21
	KWID ZEN 2019/2019 - R$ 39.990,00
	HB20 ANO 2016/2017 -  R$ 55.500,00
	Terreno e construção na rua Avoante, Carandá Bosque, em Campo Grande - R$ 500.000,00
	Terreno no Alphavile, em Campo Grande - R$ 79.500,00
	Quota capital na sociedade FABIO TRAD ADVOGADOS - R$ 18.000,00
	Saldo em VGBL (CAIXA ECONÔMICA FEDERAL) - R$ 99.640,00
	Conta corrente Bradesco - R$ 5.840,30
	VGBL no Porto Seguro - R$ 563.580,89
	VGBL na Mapfre - R$ 4.934,61
	Consórcio Rodobens - R$ 13.810,23
	Imóvel na rua Avoante, Carandá Bosque - R$ 220.000,00
	FIAT/MOBI ANO 2018/2018 - R$ 40.350,00

]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Riedel prevê união da direita, critica agenda do PT e defende reforma política para o Brasil]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/riedel-preve-uniao-da-direita-critica-agenda-do-pt-e-defende-reforma/470789/</link>
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				<description><![CDATA[Em entrevista concedida à revista Veja, o governador Eduardo Riedel (PP), candidato à reeleição, afirmou que a direita brasileira deverá se unificar em torno de uma candidatura única em um eventual segundo turno das eleições presidenciais e defendeu uma agenda baseada em responsabilidade fiscal, competitividade e reformas estruturais para o País.

O chefe do Executivo estadual também criticou a política econômica do PT, avaliou que o Brasil está "capturado por narrativas ideológicas" e disse que o debate nacional precisa voltar a priorizar uma agenda de Estado. 

Ao comentar o cenário político, Riedel destacou que a ampla aliança construída em Mato Grosso do Sul é resultado da gestão e da entrega de resultados, diferentemente da polarização observada no cenário nacional.

Segundo o governador, desde o início do mandato, a prioridade foi montar um governo técnico, ampliar o diálogo político e concentrar esforços em políticas públicas capazes de melhorar os indicadores econômicos e sociais do Estado.

"A realidade do estado é diferente da nacional. Desde que assumi o governo, meu compromisso sempre foi o de construir um projeto para o estado, e não uma disputa de poder. Nós reunimos um secretariado técnico, buscamos apoio político amplo e concentramos esforços em entregar resultados", afirmou. 

Riedel ressaltou que Mato Grosso do Sul registrou crescimento acima da média brasileira, reduziu a pobreza extrema, ampliou investimentos públicos e privados e manteve baixos índices de desemprego.

"Os indicadores mostram isso. O estado cresceu acima da média nacional, reduziu a pobreza extrema, ampliou investimentos e manteve níveis muito baixos de desemprego. Quando se entregam resultados, as forças políticas tendem a convergir em torno do projeto", declarou. 

Sobre a disputa presidencial, o governador explicou que o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) foi resultado da convergência entre os partidos que integram sua base política em Mato Grosso do Sul.

"Tenho o maior respeito por Ronaldo Caiado e Romeu Zema. Mas, no momento das convenções, a convergência do nosso campo político no estado, que inclui PP, União Brasil, PL e Republicanos, foi pelo apoio a Flávio. Acredito que no segundo turno haverá uma reunião natural em torno de uma candidatura única desse campo", afirmou. 

Críticas ao PT

Questionado sobre a polarização nacional, Riedel afirmou que não se considera antipetista, mas disse discordar do modelo econômico defendido pelo Partido dos Trabalhadores.

"Não gosto dessa definição. Não sou do &#39;anti&#39;. O PT tem uma trajetória importante na política brasileira e governou o país durante muitos anos. A minha divergência é de visão de Estado", disse. 

Na avaliação do governador, a agenda econômica petista perdeu sintonia com as necessidades atuais do País. "A agenda econômica defendida pelo PT envelheceu. O Brasil mudou, o mundo mudou, e continuamos discutindo temas que já não respondem aos desafios atuais. Sinto falta de uma agenda mais clara voltada para equilíbrio fiscal, competitividade, modernização administrativa e crescimento sustentado", afirmou. 

Riedel também criticou o foco do governo federal em medidas de curto prazo e defendeu um planejamento estratégico para as próximas décadas.

"O que vejo é um governo muito concentrado nas discussões de curto prazo. Precisamos pensar menos em agendas de governo e mais em agendas de Estado. O Brasil precisa recuperar competitividade. Isso passa pelo equilíbrio das contas públicas, pela confiança dos investidores, por reformas estruturantes e por um ambiente econômico capaz de estimular investimentos de longo prazo", declarou. 

Segundo ele, o excesso de polarização política prejudica o debate sobre temas fundamentais para o desenvolvimento nacional.

"O Brasil ficou muito capturado pelas narrativas políticas e ideológicas dos últimos anos. Eu sinto falta de uma discussão mais profunda sobre reformas estruturantes. Falamos pouco sobre reforma administrativa, sobre produtividade, sobre como tornar o país mais competitivo. Sem isso, seguiremos perdendo oportunidades", afirmou. 

Reforma política

Entre as mudanças defendidas por Riedel está uma ampla reforma política. Para o governador, o Brasil precisa reduzir o número de partidos e modificar o calendário eleitoral.

"O Brasil ainda convive com um sistema partidário excessivamente fragmentado. Não faz sentido imaginar que existam mais de trinta projetos ideológicos diferentes convivendo ao mesmo tempo", disse. 

O governador afirmou ser favorável ao fim da reeleição para cargos do Executivo, à criação de mandato único de cinco anos e à unificação das eleições municipais e nacionais.

"Hoje vivemos um processo eleitoral permanente. A cada dois anos, o país interrompe suas agendas para discutir eleições. Não considero isso saudável para a sociedade nem para a administração pública", declarou. 

Economia e investimentos

Ao analisar a política econômica do governo federal, Riedel afirmou que o ambiente de negócios depende da confiança dos investidores e da previsibilidade das regras.

"O empresário precisa confiar para investir. Isso depende de estabilidade, previsibilidade e equilíbrio fiscal. Quando o ambiente econômico se deteriora, todos os setores perdem competitividade, não apenas o agro", afirmou. 

Apesar das críticas, reconheceu avanços na política de concessões e parcerias com a iniciativa privada. "O governo Lula avançou em concessões e parcerias com a iniciativa privada, inclusive em projetos importantes para Mato Grosso do Sul. Isso é positivo. Mas existe uma contradição entre esse movimento e um discurso historicamente contrário às privatizações", avaliou. 

Ao comentar as negociações comerciais com os Estados Unidos, o governador também criticou o excesso de embates políticos.

"Bravatas funcionam em palanque, mas não resolvem problemas comerciais. O Brasil sempre teve tradição diplomática e capacidade de negociação. Precisamos recuperar essa característica", disse. 

Segurança pública

Na entrevista, Riedel voltou a defender maior participação da União no combate ao crime organizado na faixa de fronteira.

Segundo ele, Mato Grosso do Sul possui mais de 1,5 mil quilômetros de fronteira com Bolívia e Paraguai, realidade que exige integração permanente entre as forças de segurança.

"Segurança pública depende de três pilares: investimento, inteligência e integração. Talvez a integração seja o maior desafio, porque exige que forças federais, estaduais e municipais trabalhem de maneira coordenada", afirmou. 

O governador destacou o trabalho desenvolvido pelo Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e lembrou que o Estado figura entre os maiores responsáveis por apreensões de drogas no Brasil.

"Boa parte desses presos nem sequer é do estado; são pessoas ligadas ao tráfico internacional. Isso demonstra que o combate às facções deixou de ser um problema regional. É um problema nacional e internacional", declarou. 

Para Riedel, as organizações criminosas avançaram mais rapidamente do que a capacidade de reação do Estado brasileiro.

"Quando uma organização criminosa substitui o Estado em determinado território, ela passa a impor regras próprias, controlar comunidades e interferir diretamente na vida das pessoas. Isso é extremamente grave", afirmou. 

O governador também voltou a defender a redução da maioridade penal, mas ressaltou que a medida deve ser acompanhada de políticas públicas voltadas à educação e à inserção dos jovens no mercado de trabalho.

"Essa medida sozinha não resolve o problema. O Estado precisa criar condições para que esses jovens tenham outra perspectiva de vida. Se o Estado não ocupar esse espaço, alguém vai ocupar. E, muitas vezes, quem ocupa é o crime organizado", disse. 

Perspectivas

Ao falar sobre o futuro do Estado, Riedel afirmou que a meta é consolidar Mato Grosso do Sul como um dos principais polos logísticos, industriais e de serviços do País, impulsionado pelos investimentos privados e pela Rota Bioceânica.

"Gostaria que fôssemos reconhecidos como um estado que cresceu sem abrir mão da responsabilidade fiscal, da inclusão social e da educação", concluiu o governador. 
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 09:04:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Assembleia com 3 ex-governadores pode impor desafio de governabilidade a Riedel]]></title>
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				<description><![CDATA[Com o fim das convenções partidárias e o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral, já é possível afirmar que o governador Eduardo Riedel (PP), caso seja reeleito no pleito de outubro deste ano, poderá iniciar o segundo mandato diante de um cenário político diferente daquele encontrado no primeiro.

De acordo com análise do Correio do Estado, a tendência de uma Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) composta por parlamentares de longa trajetória política e administrativa, incluindo três ex-governadores, deverá elevar o peso das negociações entre Executivo e Legislativo.

A situação pode ficar ainda mais complexa, especialmente se o deputado estadual Londres Machado (PP), de 84 anos, cumprir a promessa de encerrar a carreira política como presidente da Casa de Leis na próxima legislatura.

Afinal, a eventual eleição de Londres Machado para a presidência da Alems reforçaria esse cenário, pois, como decano da Casa, o parlamentar acumula mais de quatro décadas de atuação.

Ele, inclusive, administrou Mato Grosso do Sul de forma interina por duas vezes, pois, na época, o recém-criado Estado não tinha vice-governador, e é reconhecido pela habilidade na articulação política e na construção de consensos entre diferentes grupos.

Mesmo pertencendo ao mesmo partido do governador, a relação institucional entre Executivo e Legislativo exige equilíbrio permanente. A experiência demonstra que os presidentes da Casa costumam exercer papel determinante na condução da agenda, na formação de maiorias e na mediação dos interesses dos deputados.

Além de Londres, a disputa pelas 24 cadeiras da Casa neste ano reúne outros nomes experientes da política sul-mato-grossense, como os deputados estaduais Zé Teixeira (PL), de 86 anos, Zeca do PT (PT), de 75 anos, que já foi governador por dois mandatos, e Paulo Corrêa (PL), de 69 anos, que já presidiu a Alems por duas vezes.

O ex-deputado estadual Jerson Domingos (União Brasil), de 75 anos, que já presidiu a Alems e também o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), e o ex-governador André Puccinelli (MDB), de 78 anos, que, além de chefe do Executivo estadual por dois mandatos, já foi deputado estadual e federal e prefeito de Campo Grande por dois mandatos, também estarão na disputa por uma vaga na Assembleia.

O grupo reúne décadas de atuação nos Poderes Executivo e Legislativo, além de ampla influência política construída em diferentes regiões. Caso esses nomes confirmem a reeleição, no caso de três deles, e a eleição, no caso dos outros três, a Alems poderá contar com uma das bancadas mais experientes dos últimos anos.

Nesse contexto, a relação entre o Palácio Guaicurus e a Casa de Leis tende a ganhar uma dinâmica própria.

Diferentemente de legislaturas marcadas por maior renovação, a presença de parlamentares veteranos pode ampliar o protagonismo do Legislativo na definição da pauta política, na condução de votações estratégicas e na negociação de projetos considerados prioritários pelo Executivo.

Além dos nomes citados, a próxima legislatura deverá reunir parlamentares com diferentes perfis políticos, ampliando a pluralidade de forças dentro da Casa.

Esse cenário poderá exigir do governo uma interlocução constante para garantir a aprovação de matérias estratégicas, especialmente aquelas que envolvam temas fiscais, administrativos e de interesse dos municípios.
Se confirmadas a reeleição de Riedel e a composição atualmente projetada para a Casa de Leis, o segundo mandato do atual governador poderá ser marcado por um Legislativo com mais experiência política, maior capacidade de articulação e protagonismo institucional.

Mais do que contar com uma base numericamente favorável, o governo dependerá da habilidade de construir consensos e manter uma relação de diálogo permanente com deputados estaduais acostumados aos bastidores políticos.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 07:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[STF retoma julgamento sobre a ilegalidade de jogos de azar, como bingo e jogo do bicho]]></title>
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				<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quinta-feira, 6, o julgamento que discute a constitucionalidade da lei que proíbe a exploração de jogos de azar, como bingo, jogo do bicho e máquinas caça-níqueis.

O artigo 50 da Lei das Contravenções Penais, de 1941, estabelece que explorar jogo de azar em local público ou acessível ao público constitui contravenção penal, sujeita à pena de prisão simples, de três meses a um ano, e multa. O STF analisa se essa proibição contraria o princípio da livre iniciativa e as liberdades fundamentais previstas na Constituição Federal de 1988.

O recurso foi apresentado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) contra uma decisão da Turma Recursal dos Juizados Especiais Criminais do Estado que absolveu uma pessoa acusada de explorar máquinas caça-níqueis em um bar em São Leopoldo (RS), na região metropolitana de Porto Alegre. A Turma Recursal entendeu que, com a Constituição de 1988, a exploração de jogos de azar deixou de ser contravenção penal por ser incompatível com o princípio das liberdades individuais. Na quarta-feira, 5, foram ouvidas as manifestações das partes, de terceiros interessados e da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O ministro Luiz Fux, relator do recurso, afirmou em seu voto que é contraditório invocar os princípios da livre iniciativa e da liberdade econômica para defender a exploração de jogos de azar, por considerar que esses conceitos são incompatíveis nesse contexto. Ele também mencionou as apostas online, conhecidas como bets. "Todos na tribuna mencionaram a evolução dos jogos de azar até alcançar as denominadas bets, que também tem efeitos gravíssimos, efeitos gravíssimos", disse. Fux deve concluir seu voto nesta quinta-feira.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a manutenção da criminalização dos jogos de azar. "A possibilidade do jogo leva ao risco de desenvolvimento de patologias de ordem psiquiátrica, e cada vez mais isso tem sido apontado pela literatura específica", afirmou. Gonet também destacou que a "jogatina" gera riscos "não só sobre o apostador, mas sobre sua família, vizinhos e companheiros".

A procuradora Flávia Raphael Mallmann, representante do MP-RS, afirmou que a livre iniciativa não garante o direito de explorar atividades ilegais e que a lei continua em vigor. Já o advogado Laerte Gschwenter, que representa a pessoa absolvida, disse que a proibição prevista na lei é incompatível com os direitos fundamentais garantidos pela Constituição de 1988, Segundo ele, o Estado não tem legitimidade para criminalizar uma escolha individual de um cidadão plenamente capaz que exerce seu livre-arbítrio.

O STF informou que a decisão tomada neste julgamento terá impacto sobre, pelo menos, 2.728 processos que estão suspensos em todas as instâncias.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 23:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Gerson defende investimentos em rodovias para sustentar crescimento econômico de MS]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado estadual Gerson Claro (PP), defendeu a continuidade dos investimentos em infraestrutura rodoviária como condição essencial para acompanhar o crescimento econômico do Estado.

Segundo o parlamentar, a expansão da malha viária tem papel estratégico na atração de novos empreendimentos, na melhoria da logística e na ampliação da qualidade de vida da população.

Para Gerson Claro, Mato Grosso do Sul vive um novo ciclo de desenvolvimento impulsionado pela chegada de indústrias e pelo fortalecimento de setores como a celulose, a bioenergia e a agroindústria, cenário que exige investimentos permanentes em estradas e obras estruturantes.

"O Estado cresce e esse crescimento gera necessidade de investimento. É igual reformar a casa da gente morando dentro dela. Não dá para parar tudo. O Estado está sendo reformado enquanto continua funcionando e enquanto a economia continua crescendo", afirmou.

Na avaliação do presidente da ALEMS, o ambiente de estabilidade política, segurança jurídica e crescimento econômico tornou Mato Grosso do Sul mais atrativo para investidores nacionais e internacionais.

"Mato Grosso do Sul chamou a atenção do empresariado nacional e internacional pelo ambiente político de estabilidade, pelo ambiente econômico e pela segurança jurídica. Essa diversificação da economia faz com que o Estado continue crescendo", destacou.

Como exemplo dos investimentos em andamento, Gerson citou a pavimentação da MS-444, em Selvíria. A obra contempla mais de 17 quilômetros entre a MS-112 e a BR-158 e atende a uma reivindicação antiga da população da região.

Após concluída, a rodovia deverá ampliar a integração logística, aumentar a segurança dos usuários, reduzir custos de transporte e facilitar o escoamento da produção agropecuária e industrial.

Além de beneficiar empresas instaladas no município, a pavimentação também melhora o acesso aos assentamentos Alecrim, São Joaquim e Canoas, contribuindo para fortalecer a economia local e estimular a chegada de novos investimentos.

Durante visita às obras, o prefeito de Selvíria, Jaime Soares Ferreira, afirmou que a pavimentação representa um avanço importante para o município, ao oferecer mais segurança aos motoristas, melhorar a logística da produção e criar um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico.

Para Gerson Claro, o impacto das obras vai muito além da construção de rodovias. "Não é o asfalto. É a vida das pessoas que foi transformada. Quem antes levava horas para chegar à cidade, muitas vezes ficando atolado no caminho, hoje consegue fazer esse percurso em poucos minutos. É isso que dá sentido ao trabalho público", afirmou.

O deputado ressalta que os investimentos em infraestrutura também ampliam o acesso da população aos serviços de saúde, educação e segurança, reduzem o tempo de deslocamento, fortalecem o comércio regional e aumentam a competitividade das empresas instaladas em Mato Grosso do Sul.

"Você imagina uma região recebendo milhares de trabalhadores por causa de um grande empreendimento. Isso exige estrada, saúde, segurança, escola e infraestrutura. O desenvolvimento traz oportunidades, mas também exige planejamento para acompanhar esse crescimento", observou.

Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, manter o ritmo dos investimentos em infraestrutura será decisivo para que Mato Grosso do Sul continue atraindo empresas, gerando empregos e levando desenvolvimento a todas as regiões do Estado.

"As obras de infraestrutura aproximam pessoas, fortalecem a economia regional, criam oportunidades e garantem melhores condições de vida para a população. É um investimento que transforma não apenas as estradas, mas o futuro de Mato Grosso do Sul", concluiu.
 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Justiça Eleitoral multa Catan por ataques em campanha ao governo]]></title>
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				<description><![CDATA[Mesmo antes do início oficial da campanha eleitoral, o deputado estadual João Henrique Catan (Novo), que teve a candidatura ao governo do Estado homologada na noite de ontem, já acumula R$ 135.750,00 em multas impostas pela Justiça Eleitoral. 

Ao todo, são 21 condenações relacionadas à divulgação de conteúdos nas redes sociais. As multas variam de R$ 5 mil a R$ 10 mil, conforme a gravidade atribuída pelos magistrados.

Em todas as ações já julgadas, além da aplicação das multas, a Justiça Eleitoral determinou a remoção dos conteúdos considerados irregulares e, em alguns casos, proibiu novas divulgações de materiais semelhantes durante o período de pré-campanha.

A maioria delas está relacionada à série de vídeos “Os Intocáveis MS”, que, conforme entendimento do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), utilizou impulsionamento pago para ampliar críticas a adversários políticos e, em boa parte dos casos, inteligência artificial (IA) sem a rotulagem obrigatória prevista pela legislação eleitoral.

As condenações decorrem de representações ajuizadas pela Federação União Progressista (União Brasil-PP), que apontou irregularidades em publicações feitas durante o período de pré-campanha.

Em praticamente todas as decisões, juízes eleitorais e desembargadores concluíram que Catan utilizou recursos financeiros para impulsionar conteúdos de caráter predominantemente negativo contra o governador Eduardo Riedel (PP), candidato à reeleição, e aliados políticos, prática vedada pela Lei das Eleições.

Outro ponto recorrente nas sentenças foi o entendimento de que diversos vídeos foram produzidos com ferramentas de IA sem a identificação clara e destacada exigida pela Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A Justiça Eleitoral rejeitou a tese da defesa de que a simples marca d’água da plataforma utilizada seria suficiente para informar o eleitor sobre o uso da tecnologia.

Para os magistrados, a norma exige aviso específico, tanto visual quanto sonoro, indicando que o conteúdo foi gerado ou manipulado por IA. Em diversos julgamentos, o TRE-MS também afastou os argumentos de liberdade de expressão, imunidade parlamentar e direito à sátira política.

Conforme os acórdãos, essas garantias constitucionais não autorizam o uso de mecanismos vedados pela legislação eleitoral, como o impulsionamento pago de propaganda negativa ou a divulgação de conteúdo sintético sem a transparência exigida.

A Corte ainda consolidou o entendimento de que não é necessário haver pedido explícito de voto para caracterizar propaganda eleitoral antecipada irregular quando são utilizados meios proibidos pela legislação.

Embora a maior parte das condenações tenha sido mantida integralmente, em alguns casos, o TRE-MS reduziu o valor das multas ao analisar recursos da defesa. Foi o que ocorreu, por exemplo, nos episódios “Dinossauro?”, “Os Intocáveis 12” e “Vídeo Sefaz-Mochila”, em que as penalidades foram reduzidas para R$ 5 mil, com base nos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, sem alterar o reconhecimento das irregularidades.

Entre as condenações estão multas de R$ 7,5 mil pelo episódio “Churrasco Rude!” (“Os Intocáveis MS – Episódio 11”), R$ 8 mil pelo episódio “Os Intocáveis 13”, outros R$ 8 mil por vídeo impulsionado a partir de discurso na Assembleia Legislativa com ataques ao governador e à Justiça Eleitoral, além de R$ 10 mil pelo episódio “Os Intocáveis 3”, a maior penalidade aplicada entre os processos já julgados.

*SAIBA

CNJ rejeita barrar ex-desembargador

O CNJ negou o pedido apresentado pelo deputado estadual João Henrique Catan (Novo) para impedir a atuação do advogado e ex-desembargador Ary Raghiant Neto no TRE-MS. Na decisão, o conselheiro Fabio Esteves reafirmou que a quarentena de três anos prevista para ex-magistrados se aplica apenas ao tribunal de origem, no caso, o TJMS.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 07:35:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula tem melhor imagem positiva entre candidatos à Presidência]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/lula-tem-melhor-imagem-positiva-entre-candidatos-a-presidencia/470720/</link>
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				<description><![CDATA[Pesquisa do instituto AtlasIntel Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 6, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui uma imagem positiva para 48% dos eleitores brasileiros e negativa para outros 52%. Outros 1% não souberam opinar.

Já o senador e candidato da oposição à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), tem uma imagem positiva para 37% dos eleitores e negativa para outros 59%. Outros 4% não souberam responder.

Entre outros candidatos à Presidência, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) possui uma imagem positiva para 31% dos eleitores e negativa para outros 55%. Os que não souberam opinar são 14%.

Já o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) possui uma imagem positiva para 28%, e negativa para outros 51%. Outros 21% não souberam responder.

O empresário Renan Santos (Missão) é quem acumula maior porcentual de eleitores que não souberam dar uma opinião: 26%. Ele tem uma imagem positiva para 19% e negativa para outros 55%

O instituto também calculou a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para 42%, ela é positiva, enquanto para outros 56%, ela é negativa.

Acertos e erros

O levantamento também perguntou aos entrevistados quais decisões do governo seriam qualificadas como maiores acertos ou erros. A ação vista como maior acerto é a gratuidade para todos os medicamentos e itens do Farmácia Popular, com 82% das indicações.

Em seguida, a isenção do imposto de renda para pessoas com renda abaixo de R$ 5 mil foi apontada como decisão acertada para 79%. Depois, também com avaliação positiva, a assinatura do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia (68%); o Desenrola (65%); a revogação da "taxa das blusinhas" (55%).

As decisões do governo Lula consideradas como maiores erros foram: a retirada de empresas públicas, como os Correios, do programa de privatização (48% das indicações); adoção do arcabouço fiscal para equilíbrio das contas públicas (43%); e programa Gás do Povo (42%).

Situação econômica

Com relação à situação econômica, os entrevistados foram questionados sobre como avaliam a situação econômica do Brasil e do mercado de trabalho neste momento. Para 42%, a situação do emprego é ruim, outros 37% avaliaram como boa e 21% como normal.

Também para 42% a situação da família foi considerada ruim, 31% consideram boa, e 27% normal. Sobre a situação do Brasil, 55% avaliaram como ruim; 29% como boa e 16% como normal.

Apesar da avaliação mais negativa sobre o momento atual, as expectativas para os próximos seis meses são mais otimistas. Para 43%, a situação da família vai melhorar, enquanto para 28% vai piorar e 30% avaliam que ficará igual. Para o emprego, 39% acreditam que vai melhorar; para 33% vai piorar e 28% dizem que vai ficar igual. Sobre o Brasil, 38% acham que vai melhorar; 41% que vai piorar e 21% que a situação vai ficar igual.

A AtlasIntel ouviu 5.021 eleitores entre os dias 22 e 27 de julho. A margem de erro é de um ponto porcentual para mais ou para menos e o índice de confiabilidade é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08602/2026.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 07:21:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[STF inicia julgamento sobre validade da Lei das Contravenções Penais]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/stf-inicia-julgamento-sobre-validade-da-lei-das-contravencoes-penais/470718/</link>
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				<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar nesta quarta-feira (5) a constitucionalidade da Lei das Contravenções Penais, que está vigente no país desde 1941, quando foi assinada pelo então presidente da República, Getúlio Vargas.

O caso chegou ao Supremo por meio de um recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) contra decisão da Justiça estadual.  A instância inferior considerou que a lei não foi recepcionada pela Constituição de 1988.

Na sessão desta quarta, o plenário ouviu as sustentações orais das partes envolvidas no processo e a primeira parte do voto do relator, o ministro Luiz Fux. O julgamento será retomado nesta quinta-feira (6). 

Julgamento 

O caso concreto trata de um homem condenado por possuir três máquinas caça-níqueis em seu estabelecimento comercial.

O principal ponto em discussão está no Artigo 50 da lei. O dispositivo definiu como contravenção penal a exploração de jogos de azar em local público, como caça-níqueis. 

A norma também prevê multa de R$ 2 mil e R$ 200 mil para quem participa do jogo na condição de apostador. 

No início de seu voto, Luiz Fux disse que o caso trata da preservação do equilíbrio entre os direitos do cidadão e a aplicação do direito penal.

"Não estamos tratando de apostadores. A relevância da questão é sobre a eficácia da recepção ou não em relação à tipicidade da exploração ou não de jogos de azar",  afirmou. 

Durante o julgamento, a procuradora do MPRS Flávia Raphael Mallmann disse que há interesse público no combate à exploração dos jogos de azar. A procuradora também destacou os efeitos nocivos dos jogos, como o superendividamento e o vício em apostas.

"Os argumentos apresentados pelo Ministério Público revelam-se ainda mais consistentes diante da evolução do conhecimento científico acerca dos impactos sociais, econômicos e sanitários decorrentes da exploração indiscriminada dos jogos de azar". 

Em seguida, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também defendeu a aplicação de lei e disse que a punição pela exploração de jogos ilegais de azar deve ser mantida após a criação das normas que autorizaram o funcionamento das apostas-on-line (bets).

"Esse artigo é importante para coibir atividades que não são autorizadas", completou. 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 22:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministro da Fazenda, Dario Durigan, recebe proposta para adesão de MS à TV 3.0]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/ministro-da-fazenda-dario-durigan-recebe-proposta-para-adesao-de-ms/470719/</link>
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				<description><![CDATA[A implantação da TV 3.0 em Mato Grosso do Sul ganhou um novo capítulo nesta semana. Durante agenda do ministro da Fazenda em exercício, Dario Durigan, com o governador Eduardo Riedel e autoridades estaduais na Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), foi entregue uma proposta que busca garantir recursos federais para acelerar a modernização das emissoras públicas e culturais do Estado.

O documento foi apresentado pelo jornalista Bosco Martins, ex-presidente e atual conselheiro do Fórum Nacional de Emissoras Públicas e Culturais, e solicita ao governo federal orientação para viabilizar o acesso às linhas de financiamento destinadas à implantação da nova geração da televisão aberta no país.

Bosco Martins apresenta ao ministro da Fazenda em exercício, Dario Durigan, a proposta que busca viabilizar recursos para a implantação da TV 3.0 em Mato Grosso do Sul. O encontro ocorreu durante agenda na Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). Foto: Divulgação.

Entre as alternativas estão recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), considerado um dos principais instrumentos para apoiar o processo de transição tecnológica.

Atualmente, o programa nacional de implantação da TV 3.0 já conta com linhas de crédito superiores a R$ 500 milhões, com possibilidade de ampliação à medida que o projeto avance em todo o território nacional.

A iniciativa pretende evitar que emissoras públicas enfrentem dificuldades para acompanhar a transformação tecnológica, já que, diferentemente das empresas comerciais, muitas dependem de financiamento público ou de mecanismos específicos para realizar investimentos em infraestrutura e equipamentos.

Nova geração da televisão

Muito além da melhoria da qualidade da imagem e do som, a TV 3.0 representa uma mudança estrutural no modelo de radiodifusão brasileiro. A nova tecnologia integra televisão aberta, internet, interatividade e serviços digitais em uma única plataforma.

Na prática, o aparelho de televisão deixa de ser apenas um receptor de conteúdo audiovisual para se tornar um ambiente de acesso a informações, serviços públicos, aplicações digitais e novos formatos de comunicação entre governos, instituições e cidadãos.

Segundo Bosco Martins, a chegada da nova tecnologia está alinhada ao processo de transformação digital conduzido pelo Governo de Mato Grosso do Sul.


"A inclusão de MS na implantação da Plataforma Comum de Comunicação Pública, que tem a TV 3.0 como uma de suas principais inovações, cria uma oportunidade para aproximar ainda mais o Estado do cidadão, como propõe o governador Riedel."


Para o jornalista, o impacto da mudança é comparável ao processo de migração da televisão analógica para a digital ocorrido na última década.


"A TV 3.0 é uma revolução para a radiodifusão. Não é apenas melhorar a imagem ou trocar equipamentos. É a integração da televisão com a internet, transformando a tela em uma plataforma de serviços e conectividade."


Mato Grosso do Sul já integra a primeira etapa

O Estado ocupa posição estratégica no cronograma nacional de implantação da nova tecnologia.

Mato Grosso do Sul está entre as unidades da federação contempladas na fase inicial do novo Plano de Destinação de Faixas de Frequências (PDFF), aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) por meio da Resolução nº 789.

O planejamento estabelece a reorganização do espectro radioelétrico para permitir a operação da TV 3.0 e prevê que Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio de Janeiro estejam entre os primeiros estados a utilizar frequências acima de 262 MHz.

A definição busca compatibilizar a implantação da nova tecnologia com sistemas terrestres já existentes, especialmente redes do Serviço Limitado Privado (SLP), reduzindo interferências e permitindo uma transição gradual.

Prazo preocupa emissoras

A proposta entregue ao Ministério da Fazenda também destaca a necessidade de acelerar as ações para que Mato Grosso do Sul cumpra todas as etapas previstas no cronograma nacional.

A preocupação aumenta diante dos prazos estabelecidos para adesão ao Programa Digitaliza Brasil, responsável por apoiar a manutenção das retransmissoras de televisão digital em municípios atendidos pela iniciativa.

As emissoras interessadas deverão manifestar adesão até 31 de outubro de 2026, por meio de formulário disponibilizado pela Seja Digital (EAD).

O programa prevê monitoramento remoto das retransmissoras, suporte técnico especializado, manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos, além do compromisso das emissoras em manter as estações em funcionamento nos anos seguintes.

Grupo de trabalho

Como parte da proposta apresentada ao governo federal, Bosco Martins também sugeriu a criação de um Grupo de Trabalho voltado exclusivamente à implantação da TV 3.0 em Mato Grosso do Sul.

A intenção é reunir representantes do governo estadual, emissoras públicas, órgãos reguladores e demais instituições envolvidas para coordenar as ações necessárias durante a transição tecnológica.

Com a iniciativa, o Estado busca assegurar acesso aos recursos federais e garantir que esteja entre os primeiros do país preparados para a implantação definitiva da TV 3.0, considerada a maior transformação da televisão aberta brasileira desde a chegada da transmissão digital.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:55:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PDT homologa apoio a Fábio Trad em convenção]]></title>
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				<description><![CDATA[Em convenção realizada nesta terça-feira (4), o Partido Democrático Trabalhista (PDT) homologou apoio à candidatura do petista Fábio Trad ao governo de Mato Grosso do Sul.

No mesmo encontro, a legenda formalizou os nomes de 9 candidatos a deputado federal e 14 a deputado estadual.

Sob aplausos, o presidente estadual dos trabalhistas, Cadu Gomes, confirmou o alinhamento do diretório ao posicionamento nacional do partido em favor da reeleição do presidente Lula, com união dos partidos progressistas desde o primeiro turno. 

Chamado ao palco, Fábio Trad agradeceu o apoio e relembrou, as campanhas que acompanhou ao lado de Leonel Brizola, maior liderança histórica do pedetismo, no período em que cursava Direito no Rio de Janeiro, na década de 1980.

Os candidatos proporcionais também usaram a palavra e reafirmaram o compromisso de levar às suas bases eleitorais o apoio a Fábio Trad e ao presidente Lula, somando-se, segundo eles, a todos os que desejam ver um Mato Grosso do Sul governado para todos. 

O PDT apoiará, além da candidatura de Fábio para o Governo, Soraya Thronicke (PSB) e Vander Loubet (PT) para o Senado.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:45:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Deputado que pediu prisão de Lulinha será vice de Flávio ]]></title>
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				<description><![CDATA[Ao lado da senadora sul-mato-grossense Tereza Cristina, que era a primeira opção, o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciou o nome do deputado federal Alfredo Gaspar (PL) para ocupar a vaga de vice na chapa "puro-sangue" na disputa pelo Palácio do Planalto. O anúncio surpreendeu a quem acompanhava o evento, em Brasília, na manhã desta quarta-feira (5)

A decisão foi anunciada após o partido não conseguir fechar uma aliança nacional com outras legendas de centro-direita, que optaram pela neutralidade. Alfredo Gaspar de Mendonça Neto é advogado e deputado federal por Alagoas. Ex-procurador-geral de Justiça e ex-secretário de Segurança Pública, atuou como relator da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS.

"É uma pessoa que eu aprendi a admirar, todos vocês aqui aprenderam a admirar pela coragem, honestidade, pela sua história em frente à segurança pública", discursou Flávio.

O presidenciável destacou a experiência do companheiro de chapa na área de combate ao crime. "Alguém que já foi promotor de Justiça, chefe de Ministério Público do seu estado. Alguém que enfrentou e defendeu os nossos aposentados na CPMI do INSS. Alguém que pediu a prisão do Lulinha porque este tinha culpa no cartório. E alguém que representa o Nordeste de fato", afirmou Flávio. 

O relatório que pedia a prisão de Lulinha, porém, foi rejeitado por 19 a 12 na CPMI. Representantes do Governo e até parlamentares de oposição rejeitaram o relatório feito por Gaspar. 

Durante o anúncio, Flávio agradeceu a todas as mulheres que foram cogitadas para ocupar a vaga de vice, como Tereza Cristina (PP-MS); Simone Marquetto (PP-SP); Daniella Marques (Republicanos-SP); Damares Alves, senadora (Republicanos-DF); Priscila Costa, vereadora em Fortaleza (PL-CE).

Flávio também mencionou a própria esposa, Fernanda Bolsonaro, e Bia Kicis, deputada federal (PL-DF), que estavam ao lado dele no palanque. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda não deixou de citar um agradecimento a Michelle Bolsonaro, com quem protagonizou um desentendimento público recente. Após o episódio, os dois acenaram mutuamente para um entendimento para "unir forças" durante o período eleitoral.

Em meio à surpresa geral do anúncio, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, discursou que Rogério Marinho e Flávio haviam indicado o nome do Gaspar há seis meses. Porém, apenas um dia antes, nesta terça-feira (4), o partido lançou o nome de Gaspar como candidato ao Senado por Alagoas, em convenção partidária.

Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, de 55 anos, é deputado federal por Alagoas e consolidou trajetória na vida pública após atuar por 24 anos como promotor de Justiça no Ministério Público Estadual. “Você escolheu uma pessoa simples, nordestina, mas com história de vida de muito trabalho. Ao seu lado, marcharei para transformar o Brasil em um local justo e decente”, disse Gaspar ao lado de Flávio Bolsonaro, no anúncio desta quarta-feira.

Nascido em Maceió e formado em Direito pelo Cesmac, ganhou forte notoriedade regional ao coordenar o Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção ou Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas) e ao ocupar por duas vezes o cargo de procurador-geral de Justiça de Alagoas.

Também passou pela Secretaria da Segurança Pública do estado. Na política eleitoral, disputou a prefeitura de Maceió em 2020, indo ao segundo turno contra JHC, e elegeu-se deputado federal em 2022.

Em março de 2026, Alfredo Gaspar filiou-se ao PL e assumiu o comando da sigla em seu estado natal. Na Câmara dos Deputados, projetou-se nacionalmente ao atuar como relator da CPMI que investigou fraudes contra aposentados do INSS.

NOVO RUMO

A escolha para vice de Flávio também representa uma mudança em relação à estratégia defendida por Flávio desde o início das articulações. O candidato afirmava publicamente que pretendia ter uma mulher como vice e chegou a negociar com diferentes nomes na tentativa de ampliar a coligação e, ao mesmo tempo, reforçar a presença feminina na campanha.

A preferência esbarrou, porém, na decisão de partidos de centro-direita de não aderirem formalmente à candidatura do PL. Entre os nomes cotados estavam Tereza Cristina (PP-MS), Simone Marquetto (PP-SP), Daniella Marques (Republicanos-SP), e Renata Abreu (Podemos-SP).

Tereza Cristina chegou a ser tratada como o nome preferido de Flávio para a composição. A senadora sinalizou disposição para aceitar o convite, mas o PP decidiu manter a neutralidade na eleição presidencial, inviabilizando a entrada da parlamentar na chapa.

Com a negativa do PP, o Republicanos tornou-se a principal alternativa do PL para construir uma composição fora do partido. Flávio chegou a citar publicamente Daniella Marques como uma das possibilidades, mas a legenda também resolveu adotar uma posição de independência na eleição presidencial.

Sem conseguir atrair outra legenda, a direção do PL intensificou as discussões sobre nomes do próprio partido para completar a chapa. A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) chegou a ser considerada, mas encontrava resistência dentro do núcleo da campanha. A vereadora Priscila Costa (PL-CE), aliada da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, também entrou nas discussões, mas não ganhou força suficiente para a indicação.

“O Brasil estaria muito mais bem servido com as senhoras, mas quis Deus e o destino que esse momento trouxesse um soldado do Nordeste”, disse o agora vice de Flávio, dirigindo-se às mulheres presentes no evento desta quarta-feira.

“Terei a coragem de enfrentarmos, juntos, a corrupção, o crime organizado, essa economia em frangalhos por culpa do que Lula e a equipe tem feito deste país. Vamos sair do discurso para enfrentar as mazelas da nação. Sou seu soldado e estarei no para-choque na retaguarda”, continuou Gaspar, falando diretamente a Flávio.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 11:49:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[CNJ rejeita pedido de Catan para barrar atuação de ex-desembargador na Justiça Eleitoral]]></title>
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				<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) negou o pedido de providências protocolado pelo deputado estadual João Henrique Catan (Novo), que buscava impedir a atuação profissional do advogado e ex-desembargador Ary Raghiant Neto perante o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS). 

A decisão, proferida pelo conselheiro Fabio Esteves, reafirma que a restrição constitucional ao exercício da advocacia por ex-magistrados deve ser interpretada de forma restrita. 

No caso de Raghiant Neto, o CNJ decidiu que quarentena se aplica apenas em sua atenção perante à Justiça Comum e não à Justiça Eleitoral, como pleiteava Catan, que deve ser oficializado candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo partido Novo, nesta quarta-feira (5). 

Raghiant, que advoga para a chapa de Eduardo Riedel (PP), candidato à reeleição, tem conquistado decisões favoráveis na Justiça Eleitoral, que obrigou recentemente João Henrique Catan a retirar ataques ao atual governador nas redes sociais. 

O Conflito e a Tese da “Quarentena”

João Henrique Catan acionou o conselho argumentando que Raghiant, após deixar voluntariamente o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) no início de 2026, passou a atuar no TRE-MS.

O parlamentar sustentou que a “quarentena” de três anos prevista na Constituição Federal deveria alcançar também a Corte Eleitoral, dada a “identidade estrutural” entre os tribunais, já que a maioria dos membros do TRE-MS provém ou é escolhida pelo TJMS.

Em sua fundamentação, Catan destacou que o advogado subscreveu, apenas em 2026, treze representações contra ele, sendo que doze resultaram em liminares para remoção de conteúdos em redes sociais. Para o deputado, esse cenário configuraria um “risco à imparcialidade objetiva da jurisdição eleitoral”.

Fundamentos da Decisão do CNJ

Ao analisar o mérito, o conselheiro Fabio Esteves foi enfático ao rejeitar a extensão da vedação. Segundo a decisão, o texto constitucional é claro ao proibir a advocacia apenas no “juízo ou tribunal do qual se afastou”. Como Raghiant era membro do TJMS e nunca integrou a Corte Eleitoral, não haveria impedimento legal para sua atuação no TRE-MS.

”O interessado afastou-se do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, de modo que, perante essa Corte, e somente perante ela, está impedido de advogar até o decurso do triênio”**, pontuou o relator na decisão.
O conselheiro reforçou que a jurisprudência do CNJ, consolidada há quase duas décadas, veda interpretações que ampliem restrições a direitos fundamentais, como o livre exercício profissional. Além disso, o relator destacou que os vínculos de composição entre as duas Cortes — como a indicação de juristas pelo TJMS — já foram considerados pelo plenário em casos anteriores e “não bastaram para deslocar a quarentena do tribunal efetivamente integrado para o tribunal que participa de sua formação”.

Análise Factual e Jurisdicional

A decisão também rebateu a tese de que haveria uma “captura” da imparcialidade dos julgadores. O relator observou que, das doze liminares mencionadas por Catan, onze foram proferidas por juízes que nunca foram pares de Raghiant no TJMS. “Sob esse ângulo, a alegação permanece confinada à dimensão retórica, sem amparo nos documentos que a acompanham”, afirmou Esteves.

Por fim, o CNJ esclareceu que eventuais questionamentos sobre suspeição, impedimento ou o rigor de decisões liminares em casos específicos devem ser resolvidos pelas vias recursais da própria Justiça Eleitoral, e não pela via administrativa do conselho. Com esse entendimento, o pedido foi julgado improcedente e o processo arquivado.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 10:03:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Ministério Público do Trabalho fecha cerco ao assédio eleitoral]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/ministerio-publico-do-trabalho-fecha-cerco-ao-assedio-eleitoral/470661/</link>
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				<description><![CDATA[O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT-MS) reforçou o combate ao assédio eleitoral nas eleições deste ano, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) incluir, pela primeira vez, uma vedação expressa à realização de atos de campanha eleitoral no ambiente de trabalho. 

A medida, prevista na Resolução nº 23.736/2024 do TSE, proíbe empregadores de promover reuniões com candidatos, pedir votos, distribuir material de propaganda ou adotar qualquer iniciativa destinada a influenciar a escolha política dos funcionários.

Segundo o procurador regional do Trabalho Januário Justino Ferreira, vice-coordenador de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho do MPT-MS, a mudança reforça a proteção aos direitos fundamentais dos trabalhadores, ao reconhecer que a relação de emprego é marcada pela subordinação, circunstância que pode comprometer a liberdade de manifestação política.

“O objetivo dessas medidas é assegurar que o ambiente de trabalho permaneça livre de pressões político-eleitorais e que cada trabalhador possa exercer seus direitos políticos de forma livre, autônoma e sem qualquer tipo de constrangimento”, afirmou.

No Estado, o MPT-MS já acompanha denúncias relacionadas ao processo eleitoral deste ano e acredita que o número de casos deve aumentar conforme a campanha avançar.

“Historicamente, a prática de ilícitos tende a crescer após o início da propaganda eleitoral. Por isso, o MPT-MS tem reforçado a atuação preventiva, por meio de orientações aos empregadores, da distribuição da cartilha ‘Assédio Eleitoral no Trabalho’ e da ampliação da divulgação dos canais de denúncia”, explicou.

Nas duas últimas eleições realizadas no Estado, o MPT-MS recebeu 74 denúncias de assédio eleitoral, sendo 36 durante o pleito de 2022 e outras 38 nas eleições municipais de 2024.

Como resultado da atuação do órgão no enfrentamento desse tipo de irregularidade, foram firmados 10 termos de ajuste de conduta (TACs) e expedidas 28 recomendações a empregadores e gestores para prevenir práticas ilícitas, corrigir condutas irregulares e assegurar o respeito à liberdade de escolha política dos trabalhadores.

De acordo com Januário Justino Ferreira, o assédio eleitoral ocorre quando empregadores, gestores ou superiores hierárquicos utilizam sua posição de poder para constranger, intimidar, ameaçar, humilhar ou oferecer vantagens com o objetivo de influenciar o voto, o apoio ou a manifestação político-partidária do trabalhador.

Ele ressalta que esse tipo de conduta não se limita às dependências da empresa.

“O assédio eleitoral pode ocorrer em reuniões presenciais, mensagens de WhatsApp, e-mails institucionais, videoconferências, redes sociais utilizadas para comunicação no trabalho e qualquer outro ambiente em que exista relação de subordinação entre empregador e empregado”, ressaltou.

Conforme o procurador, a proximidade das eleições costuma aumentar o risco dessas práticas, motivo pelo qual o MPT-MS intensifica as ações preventivas voltadas a empregadores, trabalhadores e instituições públicas.

A orientação do MPT-MS é para que trabalhadores que sofram qualquer tipo de pressão política preservem provas, como mensagens, e-mails, documentos, gravações ou testemunhas, e formalizem denúncia pelos canais oficiais do órgão.

“O voto é livre e secreto. Nenhum trabalhador é obrigado a revelar em quem pretende votar ou sofrer qualquer tipo de constrangimento em razão de suas convicções políticas. Havendo qualquer tentativa de intimidação, ameaça ou retaliação, é importante comunicar os fatos ao MPT”, falou.

*SAIBA

Em Mato Grosso do Sul, as denúncias podem ser registradas pelo portal do MPT-MS ou presencialmente, nas unidades de Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. O órgão assegura o sigilo da identidade do denunciante, garantido tanto pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) quanto por mecanismos destinados a proteger o trabalhador contra perseguições e demissões.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Lula lidera 1º e 2º turnos contra Flávio Bolsonaro, aponta Pesquisa Genial/Quaest]]></title>
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				<description><![CDATA[Pesquisa Genial/Quaest sobre a intenção de voto na eleição presidencial, divulgada nesta quarta-feira, 5, aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança da simulação de um eventual segundo turno com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O presidente venceria o candidato do PL por 44% das intenções de voto a 39%, com 13% de votos brancos e nulos e 4% de indecisos.

Ambos os candidatos oscilaram dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais desde a rodada anterior da pesquisa, divulgada em julho. Lula foi de 45% a 44% e Flávio, de 37% a 39% No comparativo das últimas três rodadas, os índices de ambos seguem estagnados.

Lula também vence as simulações de segundo turno contra Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). O petista também está na liderança do cenário estimulado de primeiro turno, além de reunir o maior número de menções na pesquisa espontânea.

No primeiro turno, Lula também lidera a corrida ao Palácio do Planalto, registrando 39% de intenções de voto no cenário estimulado. A disputa é polarizada pelo petista e por Flávio Bolsonaro, que registrou 30% de menções. A terceira colocação é compartilhada por Renan Santos e Ronaldo Caiado, com 4% cada.

Eles são seguidos por Zema, com 2%. Cabo Daciolo, Augusto Cury e Samara Martins têm 1% cada. Clariana Barão, Edmilson Costa e Hertz Dias não pontuaram. São 10% os indecisos, e 8% pretendem votar branco ou nulo.

Os dados referem-se à pesquisa estimulada. Na modalidade espontânea, quando o entrevistado declara a intenção de voto sem ser apresentado às opções disponíveis, Lula registrou 25% de menções, seguido por Flávio Bolsonaro, com 18%. Outros nomes somam 5%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso e inelegível, foi citado por 1% dos entrevistados. Na espontânea, 51% dos eleitores declaram-se indecisos.

Aprovação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve os números de aprovação e de avaliação de seu governo em pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 5, em um sinal de cenário estagnado em relação ao mês passado. Lula é aprovado por 48% e desaprovado por 47% dos entrevistados.

Quando questionados sobre a avaliação que fazem do governo, 36% fazem uma avaliação positiva, 36% fazem uma avaliação negativa e 26%, regular. São exatamente os mesmos porcentuais da pesquisa Genial/Quaest de julho.

Apesar disso, o presidente da República viu seu desempenho cair em outros tópicos da pesquisa. Para 55% dos entrevistados, por exemplo, o Brasil está indo na direção errada (eram 51% em julho), enquanto 38% dizem que está na direção certa (eram 39% no mês passado).

Além disso, mais pessoas consideraram que Lula não merece mais quatro anos como presidente da República. Em julho, 51% diziam que ele não merecia e 45%, que ele merecia. Agora, 55% dizem que ele não merece e 41%, que ele merece.

Outra pergunta com um sinal de atenção para o governo petista é o que avalia o que mais dá medo nos entrevistados: Lula ou Bolsonaro. Para 44%, é a volta da família Bolsonaro ao poder (eram 46% no mês passado). Para 41%, é a continuidade de Lula no poder (eram 38% em julho).

A pesquisa mostrou que cresceu a percepção nos entrevistados de que as notícias sobre o governo Lula, nesse último mês, foram mais negativas. Em julho, 40% acreditavam que o noticiário era mais negativo. Hoje, são 44%. Os que avaliavam que as notícias eram mais positivas eram 33% em julho e agora são 29%. Outros 25% disseram que não têm visto notícias (em julho, eram 23%).

Economia

A percepção dos entrevistados pela Genial/Quaest sobre a economia é de que a situação nos últimos 12 meses tem piorado: 43% afirmam que a economia está pior hoje em relação a um ano atrás (mesmo porcentual de julho). Mas cresceu a percepção de que tudo está do mesmo jeito: eram 33% em julho e agora são 35%. Os que acreditam que a economia melhorou eram 20% há um mês e agora são 19%.

Para 68% dos entrevistados, o preço dos alimentos subiu no último mês (em julho, eram 66%). Apenas 9% afirmam que o preço caiu (mesmo porcentual de julho). Outros 21% disseram que os preços continuam iguais.

A pesquisa mostra que a imensa maioria dos entrevistados acredita que o poder de compra da população tem caído gradualmente no último ano. Para 69%, o poder hoje é menor do que há um ano. Para 20%, o poder de compra é igual. Outros 10% dizem que ele é maior.

A percepção sobre o emprego melhorou em relação a julho. Os que consideram que está mais difícil conseguir um emprego caíram de 55% para 48%, enquanto os que consideram que está mais fácil subiram de 36% para 41%. A expectativa de melhora da economia é latente. Em julho, 39% diziam acreditar que a situação ia melhorar. Agora são 46%. Os que diziam que ia piorar eram 27%. Agora, são 24%. Outros 25% acreditam que tudo ficará como está.

Rejeição

Embora polarizem a disputa já no primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro também são os candidatos mais rejeitados pelo eleitorado. O senador do PL é rejeitado por 54% dos eleitores, e o presidente, por 52%. Ronaldo Caiado (PSD) é rejeitado por 34%, Romeu Zema (Novo) por 32% e Renan Santos (Missão) por 20%.

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 pessoas entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06591/2026.

 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:17:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Tarcísio diz que não colocaria o boné de Trump novamente]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/tarcisio-diz-que-nao-colocaria-o-bone-de-trump-novamente/470659/</link>
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				<description><![CDATA[O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta terça-feira, 4, que não voltaria a usar o boné do movimento "Make America Great Again" (Maga), do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o tarifaço imposto pelo governo americano a produtos brasileiros.

No dia 20 de janeiro de 2025, Tarcísio publicou um vídeo nas suas redes sociais vestindo o acessório para comemorar a posse de Trump na presidência dos Estados Unidos. Na legenda, o governador escreveu a frase "Grande dia! Make America Great Again".

"Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu coloquei o boné naquela situação da posse", disse Tarcísio em entrevista à RedeTV!. "Não [colocaria de novo]. Mas eu acho que isso não tem nada a ver com aquilo que vem depois."

O chefe do Executivo paulista também minimizou a influência do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sobre a decisão do governo americano e afirmou que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não teria peso para determinar a medida.

Segundo Tarcísio, a atribuição de responsabilidade ao ex-parlamentar é uma "narrativa", uma vez que os Estados Unidos abriram há um ano uma investigação contra as práticas comerciais brasileiras e possuem interesses próprios.

Para mitigar os efeitos do tarifaço, Tarcísio afirmou que o governo paulista liberou e estabeleceu um calendário para o pagamento de créditos acumulados do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a fim de dar fôlego financeiro às empresas. De acordo com o governador, a medida deve ser repetida em um eventual segundo mandato, caso o tarifaço seja mantido.

O governador acrescentou que cabe ao Itamaraty conciliar os interesses americanos com os do Brasil e observou que o País teve um ano para se preparar para o tarifaço.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 07:11:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Campbell diz que juízes 'parasitas' se hospedam na magistratura e devem ser extirpados]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/campbell-diz-que-juizes-parasitas-se-hospedam-na-magistratura-e/470647/</link>
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				<description><![CDATA[Durante a sessão em que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou o fim da aposentadoria compulsória como punição disciplinar para juízes que cometem infrações graves, o ministro e corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques, afirmou, nesta terça-feira, 4, que a medida atinge "pessoas que, lamentavelmente, hospedam-se na magistratura ou dela são parasitas e que dela devem sair e serem extirpadas".

Agora a punição máxima aplicada aos membros da magistratura passa a ser a perda do cargo. Pelas novas regras aprovadas pelo CNJ, o magistrado colocado em disponibilidade com proposta de perda do cargo será afastado imediatamente de suas funções e receberá remuneração proporcional ao tempo de contribuição até que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida, em caráter definitivo, sobre a destituição.

Campbell afirmou que "todas as vezes em que há tempos escuros, em que baionetas começam a entrar no poder público", o Judiciário é "o alvo primordial desses ditadores".

Favorável ao fim da aposentadoria remunerada como sanção administrativa para juízes e desembargadores envolvidos em casos como venda de sentenças e abusos, inclusive sexuais, Campbell fez uma ressalva sobre a proposta. Segundo ele, a mudança não afasta a garantia constitucional da vitaliciedade dos magistrados, ao afirmar que "nós não estamos vilipendiando o sacrossanto princípio e garantia da vitaliciedade da magistratura".

A vitaliciedade mencionada por Campbell é uma garantia prevista na Constituição que protege a permanência dos juízes no cargo. Na prática, isso significa que eles só podem ser demitidos por decisão definitiva da Justiça, quando não há mais possibilidade de recurso, sempre com direito à ampla defesa e ao contraditório

Sobre as "baionetas", na percepção de Campbell, "no Amazonas não foi diferente" - Estado em que foi procurador-geral de Justiça por três mandatos consecutivos, até 2008, antes de assumir uma cadeira no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

"Na década de 30, por exemplo, presidia o nosso Tribunal o eminente desembargador piauiense Milton Mourão, avô do general Mourão, hoje senador da República. Naquela oportunidade, tendo em conta que o Tribunal concedeu uma ordem de habeas corpus a um possível estuprador, o interventor federal decretou a intervenção e demitiu sete desembargadores do Tribunal. Isso fez com que o presidente Milton Mourão fosse à capital da República vindicar ao chefe do governo provisório que tomasse uma atitude, o que resultou na destituição do interventor", contou Campbell.

"Em 1964, após o juiz Osvaldo Salignac, que tinha dois irmãos desembargadores, um oriundo do quinto constitucional do Ministério Público, Leoncio, e outro da carreira, o desembargador Sebastião Salignac de Sousa, conceder uma ordem de habeas corpus também a um possível estuprador, o governador Arthur César Ferreira Reis cercou o Tribunal de Justiça com a Polícia Militar e demitiu e aposentou o juiz por essa decisão. Isso fez com que, novamente, o presidente do Tribunal de Justiça, à época o desembargador André Machado, viesse à capital da República vindicar providências, o que resultou em uma mudança no governo do Estado e na retomada das garantias constitucionais", detalhou Campbell.

"Fiz essas citações, para robustecer o que foi dito à tribuna pelos eminentes representantes de classe e seus prepostos advogados, sobre o quão é importante assegurar que nós não estamos vilipendiando o sacrossanto princípio e garantia do vitaliciamento da magistratura. Nós estamos aqui a falar de pessoas que, lamentavelmente, hospedam-se na magistratura ou dela são parasitas e que dela devem sair e serem extirpadas. Disso estamos falando", arrematou o corregedor.
 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Governo Trump revoga visto da embaixadora do Brasil nos Estados Unidos]]></title>
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				<description><![CDATA[O governo de Donald Trump revogou o visto da embaixadora do Brasil nos Estados Unidos em retaliação à recusa do Brasil, no mês passado, em conceder vistos a dois diplomatas americanos que pretendiam visitar o país antes das próximas eleições, bem como à demora do Brasil em aprovar o indicado pelo presidente Donald Trump para o cargo de embaixador em Brasília.

O Departamento de Estado afirmou que a decisão foi uma resposta recíproca às ações do Brasil, e autoridades disseram que a medida havia sido adiada várias vezes para dar ao presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva margem para recuar, o que ele não fez.

Procurado, o Departamento de Estado americano confirmou que a embaixadora do Brasil, Maria Luiza Ribeiro Viotti, não foi declarada persona non-grata, mas ressaltou que ainda há outras opções para retaliações diplomáticas e que, caso ela saia do território americano, precisará solicitar um novo visto.

“O presidente Trump tem o direito de determinar quem representa o povo e os interesses americanos em todo o mundo. O presidente Trump está montando uma equipe diplomática de ponta, baseada na política ‘America First’, em todo o seu governo, sujeita ao parecer e consentimento do Senado. Rejeitamos qualquer tentativa de países estrangeiros de interferir em nossos processos internos”, afirmou a pasta em comunicado enviado ao Estadão.


Viotti não está sendo expulsa dos Estados Unidos, disse a autoridade, que, assim como as outras, falou com a agência de notícias sob condição de anonimato para discutir o delicado assunto diplomático. Ela poderá ser autorizada a retomar suas funções oficiais caso o governo brasileiro aceite a escolha de Trump do ex-presidente da Câmara dos Deputados da Flórida, Danny Perez, para o cargo de embaixador dos EUA no Brasil. O funcionário disse que tudo indica que o Brasil não fará isso até depois das eleições de outubro.

Além de protelar a decisão sobre Perez, o Brasil negou vistos no mês passado a Riley Barnes, secretário de Estado adjunto para a democracia, direitos humanos e trabalho, e a um de seus principais assessores, após surgirem relatos de que os dois iriam criticar Lula ou o processo eleitoral no País.

O Departamento de Estado negou as alegações e afirmou que os dois planejavam ir a Brasília entre 27 e 30 de julho para se reunir com autoridades governamentais, líderes religiosos e outras pessoas a fim de discutir a “integridade eleitoral”, a liberdade religiosa e a liberdade de expressão.

O governo afirmou que a visita foi de rotina e que “qualquer insinuação de que se trataria de uma ‘manobra’ para minar as eleições de uma nação democrática é uma mentira infundada”.

Lula enfrentará nas eleições o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente se encontra em prisão domiciliar por tentar dar um golpe de Estado. A família Bolsonaro mantém muitos laços com o governo Trump, que tem inúmeras divergências com Lula, de esquerda, e suas políticas.

Flávio Bolsonaro e o irmão, Eduardo, visitaram autoridades americanas em Washington, incluindo Trump, no final de maio. Pouco depois, o governo Trump classificou as duas maiores facções criminosas do Brasil — Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) — como organizações terroristas estrangeiras, uma medida à qual Lula se opõe.

O governo Trump também impôs um aumento tarifário de até 37,5% sobre milhares de exportações brasileiras, que entrou em vigor em 24 de julho. O governo dos EUA alega que o Brasil pratica concorrência desleal e não coíbe práticas de trabalho forçado — ambas as acusações rejeitadas pelo governo Lula como uma tentativa de influenciar a eleição a favor de Flávio Bolsonaro.

Jair Bolsonaro vem, há anos, alimentando preocupações sobre o sistema de votação eletrônica do país, sem apresentar qualquer evidência para suas alegações. Ele cumpre atualmente uma pena de 27 anos de prisão em casa por tentativa de golpe de Estado. Há muito tempo, ele insiste que as urnas eletrônicas, utilizadas há um quarto de século, são propensas a fraudes.

Seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, repetiu recentemente algumas dessas afirmações, embora tenha evitado mencioná-las no último sábado, 1º, quando o Partido Liberal o confirmou como candidato à presidência em São Paulo. 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 18:30:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Suplentes de senador têm duas das maiores fortunas entre os candidatos]]></title>
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				<description><![CDATA[Rankings de bens de candidatos costumam listar apenas os titulares. Em Mato Grosso do Sul, isso deixa de fora o quarto e o nono maiores patrimônios do estado, ambos suplentes de senador, ambos na mesma coligação. Juntos, os doze integrantes das quatro chapas ao Senado registradas até 4 de agosto declararam R$ 94,5 milhões à Justiça Eleitoral, segundo o sistema DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral.

Suplente de senador não faz campanha própria, não tem teto de gastos próprio e raramente aparece na cobertura eleitoral. Mas herda o mandato de oito anos em caso de vacância do titular.

Claudio Mendonça (PP), 1º suplente da chapa de Capitão Contar (PL), declarou R$ 18,22 milhões, o quarto maior patrimônio de MS, atrás apenas de Reinaldo Azambuja, Zé Teixeira e Paulo Corrêa, e acima do que declarou o governador Eduardo Riedel, candidato à reeleição.

A declaração lista duas fazendas em Nioaque, uma avaliada em R$ 6.002.085,42 e outra em R$ 4.948.264,50, ambas declaradas como participação de 50%; 1.139 cabeças de gado, no valor de R$ 3.075.300,00; 70% de uma fazenda em Terenos (R$ 1.404.610,32); e R$ 1,23 milhão em créditos a receber. Ele se declara economista. Sua única candidatura anterior registrada no TSE foi a vice-prefeito de Campo Grande, concorrendo junto de Rose Modesto em 2016, pelo então PR, não eleito.

Na chapa de Azambuja, o 2º suplente Felipe Mattos (União Brasil) declarou R$ 10,46 milhões, dos quais, R$ 6 milhões estão concentrados em um único imóvel urbano; o restante inclui outros cinco imóveis urbanos, 1/7 de um imóvel rural, dois consórcios (R$ 573 mil e R$ 246,8 mil), um seguro de vida de R$ 434,5 mil, uma BMW X4 de R$ 490 mil, uma Dodge Ram de R$ 320 mil e cotas de quatro empresas, entre elas o Hotel Laguna (R$ 200 mil). Advogado, ele não tem registro de candidatura anterior na base do TSE.

Um senador em exercício como suplente de outro

O senador Nelsinho Trad (PSD), eleito em 2018 pelo então PTB e prefeito de Campo Grande em dois mandatos, a partir de 2004 e 2008, está registrado como 1º suplente da chapa de Reinaldo Azambuja. Declarou R$ 3,17 milhões, distribuídos em 22 bens, entre eles uma casa em Campo Grande de R$ 1,08 milhão e lotes na capital.

Trad também disputou o governo do estado em 2014, pelo então PMDB, sem sucesso. 
Azambuja e Contar disputam pela mesma coligação, “Fazendo o Futuro Acontecer”, que reúne PL, Federação União Progressista (União Brasil e PP), Republicanos, Federação PSDB/Cidadania, PSD, MDB, Podemos e Avante, o mesmo bloco que registrou, na tarde de 4 de agosto, a chapa do governador Eduardo Riedel (PP) à reeleição, com Barbosinha (Republicanos) como vice.

O 2º suplente da chapa de Capitão Contar, Luciano Barbosa Rodrigues (PP), declarou R$ 4,06 milhões.

Na chapa de Capitão Contar, os dois suplentes juntos declaram treze vezes o patrimônio do titular: R$ 22,28 milhões contra R$ 1,66 milhão.

O que ainda pode mudar

A lista é provisória. O prazo para o requerimento dos registros só se encerra às 19h de 15 de agosto.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:56:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Eduardo Riedel fica R$ 4,5 milhões mais pobre em quatro anos]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/patrimonio-de-riedel-diminui-22-em-quatro-anos/470638/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à reeleição para governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), declarou patrimônio de R$ 16.147.849,34 à Justiça Eleitoral, o que representa uma queda de 22,16% em relação às eleições de 2022, quando foi eleito para o Executivo Estadual com bens declarados de 20.744.288,42, o que dá uma diferença de R$ 4,596 milhões.

Eduardo Riedel foi o segundo candidato a governador a registrar a candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TRE). Além dele, Lucien Rezende (PSOL) já fez o registro.

Conforme os dados do Divulgacand, Riedel declarou dois carros, três motocicletas, 521 cabeças de gado, bens relacionados ao exercício de atividade rural, oito quotas de capital, depósito bancário em conta bancária e outros créditos a receber.

Confira os bens declarados:


	Veículo automotor Ford Edge 2011 - R$ 96.000,00
	Veículo automotor Ford Ranger 2024 - R$ 321.890,00
	Motocicleta Yamaha ano 2017 - R$ 18.000,00
	Motocicleta Honda ano 2019 - R$ 15.800,00
	Motocicleta BMW ano 2026 - R$ 113.900,00
	Quota Capital Sicredi União MS/TO - R$ 2.937,56
	Quota Capital Sicredi Centro Sul MS/BA - R$ 95.545,04
	Quota Capital Coamo - R$ 6.534,69
	Quota Caputal Ape Participações - R$ 3.000,00
	Quota Capital Cooperativa Agrícola Mista de Adamantina - R$ 8.379,88
	Quotas Cooperativa Agrícola Mista Serra de Maracaju - R$ 3.500,00
	Quota Cooperativa Plantadores de Cana São Paulo - R$ 60.793,92
	Quota Capital Cooperativa Agrícola Sul-Mato-Grossense - R$ 3.276,79
	Depósitos em conta corrente, poupança e investimentos bancários - saldo em 21/12/2025 de R$ 439.724,68
	521 cabeças de bovinos - R$ 2.084.000,00
	Bens relacionados ao exercício da atividade rural - R$ 12.250.222,42
	Crédito a receber - R$ 624.344,36


A candidatura de Eduardo Riedel consta como aguardando julgamento, que é quando o pedido ainda não foi apreciado pela Justiça Eleitoral.

No registro, consta que o limite legal de gasto para o primeiro turno será de R$ 6.226.082,16. Se houver um segundo turno com a participação do candidato, o valor será de R$ 3.113.041,08.

Candidato a vice

O candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Riedel será novamente José Carlos Barbosa, o Barbosinha, teve um aumento de mais de 57% no patrimônio. 

Neste ano, ela declarou R$ 17.315.686,96, enquanto em 2022, quando também concorreu como vice ao governo, o valor era de R$ 10.997.517,49.

Na declaração de Barbosinha, o bem de maior valor é uma fazenda em Aquidauana, avaliada em R$ 4 milhões.

DivulgaCand

O DivulgaCand é um Sistema de Divulgação de Candidaturas e de Prestação de Contas Eleitorais, onde são feitas prestações de contas tanto dos candidatos quanto dos partidos políticos.

O sistema fornece as seguintes informações:


	Quantidade de candidaturas;
	Situação do candidato;
	Dados como nome/gênero/estado civil, entre outros;


A plataforma também destaca o recurso financeiro que o candidato terá para o financiamento de sua campanha eleitoral. Caso receba doações, os dados de quem enviou são discriminados com todos os detalhes.

Conforme os relatórios financeiros são enviados o sistema passa por atualizações. O objetivo é que a população tenha acesso aos dados com total transparência para acompanhar gastos e uso de recursos. 

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:44:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[CNJ aprova perda de cargo e extingue aposentadoria compulsória para juízes]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/cnj-aprova-perda-de-cargo-e-extingue-aposentadoria-compulsoria-para/470632/</link>
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				<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (4), novas regras para responsabilização disciplinar de magistrados que cometerem infrações graves, norma que substitui a aposentadoria compulsória como sanção administrativa máxima e cria a penalidade de disponibilidade com proposta de perda do cargo. 

A decisão impacta diretamente dois magistrados de Mato Grosso do Sul atualmente afastados de suas funções em razão de suposta venda de sentenças judiciais apontada em investigação da Polícia Federal.

Trata-se do desembargador Alexandre Aguiar Bastos, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), onde ingressou em dezembro de 2016 pelo quinto constitucional da advocacia, e do juiz Paulo Afonso de Oliveira, titular da 2ª Vara Cível de Campo Grande.

As mudanças permitem instituir um procedimento que poderá resultar no afastamento definitivo de juízes por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

A proposta, relatada pelo conselheiro Ulisses Rabaneda, altera quatro dispositivos da norma e mantém as demais sanções disciplinares já existentes: advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade e demissão para magistrados ainda não vitalícios.

Na avaliação do presidente do CNJ e do STF, ministro Edson Fachin, o novo ato normativo é resultado de um amplo processo de construção institucional.

"É importante reconhecer que estamos diante de uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão, considerando o cenário atual e o nível de desenvolvimento que observamos hoje. Por isso, estamos tratando o tema com atenção, levando em conta os desafios e as complexidades que ele apresenta", destacou.

A mudança adequa a Resolução CNJ n.º 135/2011 ao entendimento firmado pelo STF de que a perda definitiva do cargo de magistrados vitalícios depende de decisão judicial.

Antes do fim dessa regra, o magistrado que cometia uma infração grave recebia como punição máxima a aposentadoria compulsória com salário proporcional ao tempo de serviço.

Novas regras

Pelas novas regras, nos casos mais graves, o magistrado poderá ser colocado em disponibilidade com proposta de perda do cargo. Nessa hipótese, será imediatamente afastado das funções e passará a receber remuneração proporcional ao tempo de contribuição até a decisão definitiva do STF sobre a eventual perda do cargo.

Outra inovação é a criação do reexame obrigatório pelo CNJ. Sempre que um tribunal aplicar essa penalidade, o processo deverá ser encaminhado ao Conselho para nova análise.

Enquanto o reexame não for concluído, permanecem válidos o afastamento do magistrado e o pagamento proporcional dos vencimentos, mas ficam suspensos o envio da ação ao STF e o preenchimento definitivo da vaga.

Confirmada a penalidade pelo CNJ, os autos serão encaminhados à Advocacia-Geral da União (AGU), que deverá propor ação civil de perda do cargo perante o Supremo Tribunal Federal.

Com isso, passa a vigorar um novo fluxo para os casos mais graves: Processo Administrativo Disciplinar (PAD), reexame obrigatório pelo CNJ, ação da AGU no STF e eventual perda definitiva do cargo.

A resolução também disciplina situações em que o magistrado permanecer em disponibilidade por período prolongado.

Caso transcorram mais de cinco anos sem pedido de retorno à atividade ou se os pedidos forem sucessivamente negados, o tribunal deverá instaurar procedimento administrativo, assegurados o contraditório e a ampla defesa, para avaliar se há incompatibilidade permanente com o exercício da magistratura que justifique a proposta de perda do cargo.

O novo texto ainda estabelece as hipóteses em que a disponibilidade com proposta de perda do cargo poderá ser aplicada por interesse público.

Entre elas estão negligência grave no cumprimento dos deveres funcionais, conduta incompatível com a dignidade, a honra e o decoro da função, insuficiência de capacidade de trabalho, comportamento incompatível com o adequado desempenho das atividades judiciais, exercício de atividade vedada pela legislação, recebimento de vantagens indevidas relacionadas aos processos sob sua responsabilidade e dedicação à atividade político-partidária.

Ademais, a resolução também determina que, sempre que houver aplicação da pena de disponibilidade ou de disponibilidade com proposta de perda do cargo, o presidente do tribunal encaminhará cópia dos autos ao Ministério Público Federal ou ao Ministério Público estadual para adoção das providências cabíveis.

Impacto 

Alexandre Aguiar Bastos e Paulo Afonso de Oliveira estão afastados por determinação judicial em razão de investigações criminais e administrativas em andamento.

Eles também respondem a um processo administrativo disciplinar (PAD) instaurado pelo próprio CNJ no âmbito das investigações da Operação Ultima Ratio, deflagrada em outubro de 2024 pela Polícia Federal.

O caso apura um suposto esquema de venda de decisões judiciais, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

No caso de Alexandre Bastos, o afastamento ocorreu após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e foi mantido pelo CNJ, que aprovou a abertura do PAD por unanimidade. 

A investigação aponta suspeitas de participação em julgamentos sob questionamento e possíveis movimentações financeiras atípicas.

A defesa sustenta que o desembargador teria atuado apenas de forma circunstancial em um dos processos analisados e nega qualquer recebimento de vantagens indevidas.

Já o magistrado Paulo Afonso foi afastado preventivamente em dezembro de 2024 e teve a medida mantida pelo plenário do CNJ. Em junho de 2025, também foi instaurado PAD para apurar sua conduta.

As investigações indicam possíveis incompatibilidades patrimoniais, incluindo bens de alto valor, além de suspeitas de atuação para liberação de valores sob investigação e contatos com investigados.

Conforme as alterações, a espetativa é de que ambos passem por reexame obrigatório, ação da AGU no STF, fato que pode culminar (ou não) na perda definitiva dos cargos.

Histórico

A regulamentação foi aprovada durante o julgamento de consulta apresentada ao CNJ pelo magistrado Adenito Francisco Mariano Júnior, aposentado compulsoriamente pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), que questionava quais regras deveriam ser aplicadas após a Emenda Constitucional n.º 103/2019 e o julgamento do STF que afastou a aposentadoria compulsória como punição disciplinar  Ação Ordinária (AO) n. 2.870/DF.

Relatora da consulta, a conselheira Daiane Lira ressaltou que a nova penalidade produz efeitos imediatos, mas preserva a exigência de decisão judicial para a perda definitiva do cargo.

"Não é uma questão simples, sabemos das garantias da magistratura, da importância da vitaliciedade para a preservação do poder judiciário independente, imparcial. Desse modo, estamos tratando de uma garantia fundamental dos magistrados e do nosso poder judiciário e consequência também da nossa própria democracia", alertou.

Segundo a conselheira, o entendimento do STF exige que faltas graves praticadas por magistrados possam resultar na perda do cargo, desde que haja decisão judicial definitiva. Para ela, cabia ao CNJ adequar o regime disciplinar da magistratura ao novo cenário constitucional.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 14:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Chapas enxutas reduzem em 46,2% o número de candidatos a deputado estadual e em 41,3% a federal]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/chapas-enxutas-reduzem-em-462-o-numero-de-candidatos-a-deputado/470627/</link>
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				<description><![CDATA[As eleições de 2026 em Mato Grosso do Sul serão marcadas por uma expressiva redução no número de candidatos aos cargos proporcionais.

Conforme levantamento realizado pelo Correio do Estado, em comparação com o pleito de 2022, as disputas por vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados terão nominatas significativamente menores, refletindo uma estratégia dos partidos e federações de concentrar votos em candidatos com maior potencial eleitoral.

Na corrida pelas 24 cadeiras da Assembleia Legislativa, o Estado terá 198 candidatos a deputado estadual, contra 368 registrados em 2022. A redução é de 170 candidaturas, o equivalente a uma queda de 46,2%.

O cenário é semelhante na disputa pelas oito vagas de Mato Grosso do Sul na Câmara dos Deputados. Neste ano, serão 94 candidatos a deputado federal, ante 160 nas eleições de 2022. A diminuição é de 66 candidatos, uma retração de 41,3%.

A redução decorre, principalmente, da formação de federações partidárias, que passaram a apresentar chapas únicas, e da estratégia das legendas de evitar a pulverização dos votos.

Com menos candidatos, os partidos buscam aumentar a competitividade de seus principais nomes e melhorar o desempenho no cálculo do quociente eleitoral, que define a distribuição das cadeiras.

Entre as chapas estaduais já definidas, a Federação União Progressista (PP/União Brasil) reúne 22 candidatos, o PL lançou 25 nomes, o Democracia Cristã (DC) também apresentou 25 candidatos, o Avante terá 26 concorrentes, o Republicanos registrou 24 candidatos, o PT confirmou 24 nomes, o Novo lançou 23 candidatos, o MDB terá 19 concorrentes e a Federação PSOL-Rede disputará com 10 candidatos. O Agir, por sua vez, decidiu não lançar candidatos a deputado estadual.

Na disputa pela Câmara dos Deputados, MDB, PL, Republicanos, Avante, Federação União Progressista (PP/União Brasil), Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), Federação PSOL-Rede, Novo e Democracia Cristã (DC) registraram nove candidatos cada, enquanto o Agir terá seis postulantes.

A expectativa é que a redução no número de candidatos torne a disputa mais concentrada, elevando a competitividade entre os concorrentes e aumentando a importância da votação individual e do desempenho coletivo das chapas para a conquista das vagas no Legislativo estadual e federal.
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 10:55:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Republicanos declara neutralidade na eleição presidencial ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/republicanos-declara-neutralidade-na-eleicao-presidencial/470625/</link>
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				<description><![CDATA[O partido Republicanos declarou neutralidade na eleição presidencial em convenção nacional na manhã desta terça-feira, 4, em Brasília. Com a decisão, o Republicanos frustra a tentativa do pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, de obter o apoio da legenda, ampliar o seu tempo de TV e conseguir a indicação da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, à vice-presidência.

De acordo com o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, 17 diretórios estaduais votaram a favor da neutralidade Outros nove defenderam o apoio a Flávio, e um diretório votou pelo apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na ocasião, estavam presentes o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e a deputada Rosangela Gomes (Republicanos-RJ), membros da executiva nacional, e demais parlamentares.

Conforme mostrou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, nos bastidores, houve avaliações de que a pré-candidatura de Flávio não tem demonstrado viabilidade diante dos últimos escândalos, sobretudo sobre a relação com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Há um temor de revelações nas próximas semanas e uma observação de que o pré-candidato do PL vem caindo nas pesquisas.
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 10:02:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Vander sustenta ser o maior beneficiado com desistência de Nelsinho à reeleição]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Vander Loubet, candidato a senador da República pelo PT, disse ontem ao Correio do Estado que a corrida pelas duas vagas ao Senado em Mato Grosso do Sul vai passar por uma completa reconfiguração com a desistência do senador Nelsinho Trad (PSD) da disputa pela reeleição para integrar a chapa do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) como primeiro-suplente.

Ainda conforme o parlamentar, esse novo cenário cria uma oportunidade ímpar para ele ampliar sua base de apoio entre prefeitos, vereadores, lideranças políticas e eleitores que apoiavam o senador do PSD, favorecendo a sua candidatura justamente pelo perfil político do ex-adversário.

“Acho que altera muito. Temos que esperar como a população vai interpretar essa retirada, mas acredito que ela me coloca numa condição muito boa para disputar principalmente o voto das instituições e dos democratas”, afirmou.

Na avaliação do petista, Nelsinho Trad ocupava um espaço de centro e centro-direita, mantendo diálogo com diferentes setores e sem adotar posições de confronto permanente, por isso acredita que pode herdar esse eleitorado.

“O Nelson é um democrata. No Senado, votava matérias com o governo quando entendia que eram importantes para o Estado. Isso permitiu que trouxesse muitos investimentos para Mato Grosso do Sul. Eu acredito que isso vai me ajudar a dialogar com esse eleitorado”, disse.

Ele afirmou ainda que a retirada de Nelsinho Trad foi uma surpresa tanto para o meio político quanto para a população, principalmente porque o senador figurava entre os primeiros colocados nas pesquisas de intenção de votos no Estado.

Vander Loubet ainda fez elogios ao senador e destacou a atuação dele nos últimos oito anos no Congresso.

“Tenho muito respeito pelo Nelson. É uma pessoa que fez a diferença como senador. Ajudou os municípios sem olhar partido político, sempre dialogando com prefeitos e vereadores de todas as correntes. Essa é uma característica com a qual eu também me identifico”, declarou.

O deputado também afirmou que pretende consolidar sua imagem como um candidato de diálogo, em contraposição ao que considera um discurso mais radical de outros concorrentes.


“Minha candidatura se firma principalmente como a de alguém que dialoga com a classe política. Eu vou me beneficiar muito nesse cenário com a saída do Nelson. Agora preciso ter capacidade de conversar, sentar e construir esses apoios”, ressaltou.


PREFEITOS

De acordo com Vander Loubet, os primeiros reflexos da mudança já começaram a aparecer, pois revelou que recebeu manifestações de apoio de lideranças que antes acompanhavam a candidatura de Nelsinho Trad.

“Mais de 30 prefeitos já me ligaram. Também recebi contato de diversas lideranças que estavam com o Nelson. Estou muito esperançoso de trabalhar esse segundo voto da classe política, dos prefeitos e vereadores, porque eles sabem que sempre fui um deputado presente nos municípios”, assegurou.

O candidato do PT disse ainda que pretende ampliar esse diálogo nas próximas semanas para conquistar o eleitorado moderado.

“Tenho recebido muitos apoios de lideranças que estavam com o Nelson. Quero abraçar todo esse eleitorado e ser esse candidato com capacidade de dialogar com prefeitos, vereadores e lideranças, levando investimentos para os municípios e fazendo essa ponte com o governo federal”, garantiu.

Vander Loubet também avaliou que a desistência de Nelsinho Trad poderá produzir reflexos na disputa pelo governo estadual, pois a decisão tende a fortalecer a candidatura do ex-deputado federal Fábio Trad (PT), irmão do senador.

“Agora precisamos esperar uns 10 dias para ver como vai se comportar esse eleitorado que estava votando nele”, falou.

Procurado pela reportagem, Fábio Trad preferiu não se manifestar. “A decisão do Nelson é de caráter pessoal e não quero me manifestar sobre isso”, declarou o candidato a governador de Mato Grosso do Sul.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 07:40:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Reinaldo e Flávio Bolsonaro alinham estratégia eleitoral em reunião em Brasília]]></title>
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				<description><![CDATA[O ex-governador de Mato Grosso do Sul e candidato ao Senado Federal, Reinaldo Azambuja (PL), reuniu-se na manhã desta segunda-feira (3), em Brasília, com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, em um encontro voltado ao alinhamento da estratégia eleitoral para as eleições de 2026 e à consolidação das alianças políticas construídas no Estado.

Durante a reunião, Flávio Bolsonaro foi atualizado sobre os resultados da convenção estadual realizada no último fim de semana em Mato Grosso do Sul, que oficializou as candidaturas da ampla coligação formada pela Federação União Progressista e pelos partidos PSDB/Cidadania, PL, Republicanos, MDB, PSD e Avante.

O senador elogiou a articulação conduzida pelas lideranças sul-mato-grossenses e afirmou que a construção da aliança fortalece o projeto nacional da legenda.

Segundo Flávio, a composição formada no Estado representa um importante ativo político para a campanha presidencial e reúne lideranças com forte capacidade de mobilização.


"Tenho certeza de que, juntos, vamos ajudar a construir um Brasil mais livre, mais forte, mais seguro e mais desenvolvido. Um país que volte a gerar oportunidades, respeite quem trabalha, valorize os municípios e devolva aos brasileiros a confiança no futuro", afirmou.


Reinaldo destacou que a convenção consolidou um dos maiores blocos políticos do Estado e reforçou o compromisso do grupo com a reeleição do governador Eduardo Riedel, além do apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro.


"Na nossa convenção regional, conseguimos construir um grande arco de alianças, reunindo lideranças comprometidas com um novo projeto para o Brasil. Em Mato Grosso do Sul, além do compromisso de reeleger o governador Eduardo Riedel, esse grupo estará unido para defender o nome de Flávio Bolsonaro e um projeto que acredita na liberdade, na responsabilidade com o dinheiro público, no desenvolvimento e na valorização das famílias brasileiras", declarou.


Outro tema abordado durante o encontro foi a reconfiguração da disputa ao Senado em Mato Grosso do Sul após a decisão do senador Nelsinho Trad (PSD) de retirar sua candidatura à reeleição.

A conversa tratou da definição de Nelsinho como primeiro suplente na chapa de Reinaldo Azambuja, movimento considerado estratégico para ampliar a unidade do grupo político e fortalecer o projeto eleitoral da aliança no Estado.

Também entrou na pauta o cenário da corrida ao Senado. Conforme apresentado por Reinaldo, levantamentos de opinião indicam que o ex-deputado estadual Capitão Contar figura entre os principais nomes na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal por Mato Grosso do Sul, fator avaliado como positivo pelas lideranças durante o encontro.

Além das articulações eleitorais, Reinaldo apresentou a Flávio Bolsonaro um panorama da estrutura política montada para a campanha no Estado, detalhando o número de candidatos proporcionais que disputarão vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa pelas legendas que integram a coalizão.

O objetivo é demonstrar a capilaridade da aliança e o potencial de mobilização do grupo em todas as regiões de Mato Grosso do Sul.

A reunião também serviu para reafirmar o apoio institucional da Federação União Progressista ao projeto presidencial de Flávio Bolsonaro e alinhar as estratégias conjuntas para a campanha de 2026.

A avaliação das lideranças é de que a ampla composição partidária construída em Mato Grosso do Sul poderá servir como modelo de integração política para outras unidades da Federação, ampliando a base de sustentação da candidatura presidencial e fortalecendo o desempenho da coligação nas eleições de outubro.

Articulações para a vice-presidência

O encontro entre Reinaldo Azambuja e Flávio Bolsonaro ocorre em meio às negociações finais para a composição da chapa presidencial.

Embora a direção nacional do Progressistas (PP) tenha decidido manter neutralidade na disputa e, por enquanto, descartado a indicação da senadora Tereza Cristina para a vice-presidência, lideranças da aliança em Mato Grosso do Sul seguem mobilizadas para tentar reverter a decisão.

Durante a convenção estadual realizada no último fim de semana, o governador Eduardo Riedel e o ex-governador Reinaldo Azambuja defenderam publicamente o nome da senadora, destacando sua experiência política e sua capacidade de contribuir para um projeto nacional.

Ambos afirmaram que continuarão atuando junto à direção partidária até o encerramento do prazo das convenções, enquanto Flávio Bolsonaro ainda mantém indefinida a escolha do candidato a vice-presidente.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:47:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Rodolfo Nogueira e Pollon quase triplicam patrimônio durante mandato de deputado]]></title>
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				<description><![CDATA[O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) começou a receber as inscrições das candidaturas para as eleições deste ano. O Partido Liberal (PL), partido com maior fundo partidário, é um dos partidos que já registraram seus candidatos, assim como PSDB, e outros partidos menores, como Agir e PSOL. 

Chama atenção a evolução patrimonial dos bens declarados dos candidatos à deputado federal pelo PL que tentarão a reeleição, Rodolfo Nogueira e Marcos Pollon, que quase triplicaram seus patrimônios neste intervalo de quatro anos, em seus primeiros mandatos como deputado federal. 

Quase o triplo

Rodolfo Nogueira havia declarado à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 5,27 milhões há quatro anos. Para este pleito, o deputado federal da região de Dourados declarou um patrimônio 2,55 vezes maior, de R$ 13,44 milhões, crescimento de 154,90%.

Nogueira, que também foi um deputado bem ativo na liberação de emendas parlamentares no Estado, indica que quase um terço de seu patrimônio está no banco: ele tem R$ 5,27 milhões na conta bancária, além de R4 5,8 milhões em soja. 

Nas eleições passadas, Rodolfo tinha pouco dinheiro no banco: menos de R$ 100 mil entre várias contas declaradas, além de R$ 330 mil em espécie, e uma nota promissória de R$ 3,4 milhões. 

Recentemente, Rodolfo Nogueira tem falado das dificuldades do agro brasileiro e criticando a situação econômica do País, discurso que não está alinhado com sua conta bancária e com seus rendimentos com o agronegócio no período em que desempenhou seu primeiro mandato como deputado federal. 

Pollon

Marcos Pollon também declarou que ficou mais rico à Justiça Eleitoral. Há quatro anos, seu patrimônio era de R$ 1,24 milhão, agora, seus bens totalizam R$ 3,31 milhões, um aumento de 166,19%, ou em uma outra exemplificação, 2,66 mais do que tinha nas eleições passada. 

Dentre os candidatos do PL para estas eleições, além de Rodolfo Nogueira e Marcos Pollon, Luana Ruiz, que é suplente de ambos, também concorre novamente. O patrimônio dela saltou de R$ 203,6 mil nas eleições passadas, para R$ R$ 885 mil neste pleito. 

Mais rico

O maior patrimônio dentre os candidatos a deputado federal pelo Partido Liberal é de Rodolfo Nogueira. Os R$ 13,44 milhões dele superam os R$ 1,93 milhão de Edson Giroto, ex-secretário de Obras de André Puccinelli (MDB) e preso durante a Operação Lama Asfáltica da Polícia Federal, e os R$ 6,1 milhões da deputada estadual Mara Caseiro. 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 17:07:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["Até a hora final tem espaço", diz Tereza Cristina sobre ser vice de Flávio Bolsonaro]]></title>
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				<description><![CDATA[Mesmo após a direção nacional do Progressistas (PP) decidir manter neutralidade na disputa presidencial e barrar a participação de Tereza Cristina como candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), a senadora destacou que "até a hora final tem espaço" para repensar a candidatura. 

A declaração da ex-ministra do governo Bolsonaro ocorreu nesta segunda-feira (3), e sucede uma enxurrada de questionamentos dentro da própria coligação partidária. 

Durante convenção em Campo Grande no último final de semana, ela recebeu apoio do candidato à reeleição à governadoria Eduardo Riedel  (PP), que pediu que o partido reconsiderasse a decisão, opinião compartilhada pelo ex-governador e postulante ao senado Reinaldo Azambuja (PL), também presente.

"O Progressista não está em cima do muro (...) nós vamos brigar até terça-feira, meia-noite para que isso aconteça, Tereza", disse Riedel. O prazo mencionado pelo governador é o período limite para que Flávio nomeie alguém à vice, uma vez que as convenções partidárias encerram na quarta-feira (5). 

"Eu sou do PP e não me dou por vencido. Condeno fortemente a decisão tomada pelo PP inicialmente", declarou.Para o governador, a senadora possui experiência e capacidade para integrar uma chapa presidencial.

"A senadora Tereza talvez seja uma das pessoas públicas do Brasil que mais podem contribuir com o nosso futuro pela história, pela atuação, pela ação e pela capacidade de reunir pensamento e ação em prol de mudanças estruturantes. A gente precisa muito da senadora Tereza nesse momento na majoritária nacional", afirmou.

Também durante a convenção, o ex-governador Reinaldo Azambuja manifestou apoio à senadora e afirmou que o grupo político ainda acredita na possibilidade de ela integrar a chapa de Flávio Bolsonaro.

"Nós ainda não desistimos. A Tereza ainda vai ser a vice do Flávio Bolsonaro, porque essa união não é por nós, é pelo Brasil", declarou.

Azambuja destacou a trajetória política da parlamentar e afirmou que ela reúne os atributos necessários para ocupar o cargo.

"Essa atuação firme, com seriedade, com honestidade, com transparência. Essa pequena grande mulher, nós não desistimos ainda", disse.

O ex-governador também direcionou críticas ao presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, responsável pela condução da decisão de manter o partido neutro na disputa presidencial.

"Não adianta o senhor Nogueira, presidente do seu partido, querer criar problema. Nós vamos para cima dele, Tereza", afirmou.

Candidato à presidente, Flávio segue sem nomear vice de chapa. Além de Tereza Cristina,  a deputada federal Julia Zanatta (PL-SC) também é cotada para a vaga. 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Prisão de Razuk derruba 'último barão' do jogo do bicho em MS ]]></title>
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				<description><![CDATA[A prisão do ex-deputado Neno Razuk, ocorrida na Bolívia, neste domingo (2), marca a queda de um dos últimos &#39;barões&#39; do Jogo do Bicho em Mato Grosso do Sul.

Além do ex-deputado, por décadas o campo da contravenção estadual é ocupado por Fahd Jamil e Jamil Name Filho, o Jamilzinho.  

De modo geral, Fahd Jamil estruturou, a partir das décadas de 1970 e 1980, uma rede voltada à exploração do jogo do bicho por meio de um modelo de divisão territorial entre aliados.

A estratégia permitiu a expansão da atividade e reduziu conflitos entre grupos que atuavam em diferentes regiões.

Nesse cenário, a família Name, encabeçada por Jamil Name, passou a exercer influência sobre a exploração da contravenção em Campo Grande.

Ele  tornou-se um dos principais nomes ligados ao jogo do bicho na Capital, posição posteriormente compartilhada com o filho, Jamilson Name Filho.

A organização manteve o controle da atividade e ampliou sua estrutura, contudo, segundo as investigações, a força do grupo começou a ser abalada em 2019, com a deflagração da Operação Omertà.

A ação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) resultou na prisão de integrantes da família Name e de pessoas apontadas como integrantes da organização criminosa.

O Ministério Público denunciou o grupo por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e homicídios.

Com o enfraquecimento da estrutura comandada pelos Name, sobretudo com a morte do patriarca em 2021, uma nova disputa pelo controle do jogo do bicho ganhou espaço no Estado.

As investigações da Operação Successione, deflagrada em 2025, apontam que o ex-deputado estadual Neno Razuk teria assumido papel central nesse processo.

De acordo com o MPMS, a família Razuk já possuía histórico de atuação na contravenção. O patriarca Roberto Razuk teria administrado a exploração do jogo do bicho na região sul de Mato Grosso do Sul, especialmente em Dourados, dentro da divisão territorial atribuída a Fahd Jamil.

Após sua morte, a estrutura teria sido herdada pelo filho, Neno Razuk. Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público, a organização liderada por Neno Razuk buscou ampliar sua área de influência após a queda da família Name por meio de uma  estrutura hierarquizada para controlar a exploração do jogo do bicho em diferentes municípios.

As investigações apontam a participação de familiares, colaboradores e agentes públicos no funcionamento da organização, além da suposta prática de crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e roubos contra grupos rivais.

Em primeira instância, Neno Razuk foi condenado por organização criminosa, exploração do jogo do bicho e roubo majorado. A defesa nega as acusações e recorre das decisões judiciais. 

Prisão de Neno Razuk 

Após ficar mais de um mês foragido, o ex-deputado estadual Neno Razuk (PL) foi preso na Delegacia da Polícia Federal de Corumbá após ser detido na divisa com Puerto Quijarro, pela Polícia Boliviana no último final de semana. 

De acordo com as informações divulgadas pelo site Diário Corumbaense, o ex-parlamentar seguia de carro em direção a Santa Cruz de la Sierra quando foi detido em uma blitz.

De acordo com o delegado da PF de Corumbá, Estevão Baesso, Neno Razuk foi entregue à Polícia Federal por volta da meia-noite, na divisa que liga os dois países.

Após ser preso, foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL) para exame de corpo de delito.

Neno Razuk é um dos réus em investigação decorrente da Operação Successione, que apura a atuação de uma organização criminosa ligada à exploração ilegal do jogo do bicho no Estado.

Em denúncia apresentada pelo MPMS, o ex-deputado, familiares e outros investigados são apontados como integrantes de uma estrutura criminosa ligada à exploração de jogos de azar em MS. 

Após o MPMS suspeitar que Neno teria deixado o Brasil, o órgão ministerial solicitou que ele fosse inserido na lista vermelha de procurados da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). À caminho de Campo Grande, ele ficará detido na Penitenciária Federal. 

Em nota, a defesa do ex-deputado disse que ele entrou na Bolívia antes da expedição do mandado de prisão, não se apresentando à Justiça de forma imediata em razão da ausência da completude de julgamento.

Segundo à defesa, a captura perante a polícia boliviana impossibilitou que ele se apresentasse espontanemante no Brasil. 

Operação Successione

Neno Razuk é um dos réus em investigação decorrente da Operação Successione, que apura a atuação de uma organização criminosa ligada à exploração ilegal do jogo do bicho em Mato Grosso do Sul.

Em denúncia apresentada pelo MPMS, o ex-deputado, familiares e outros investigados são apontados como integrantes de uma estrutura criminosa que teria atuado na exploração de jogos de azar no Estado.

Ao todo, 20 pessoas foram denunciadas na quarta fase da operação. Entre os acusados estão, além de Neno, o pai e irmãos do ex-parlamentar.

A acusação sustenta que o grupo teria utilizado uma estrutura armada e recorrido a outros crimes para garantir espaço e domínio na exploração da contravenção em Mato Grosso do Sul.

@@NOTICIA_GALERIA@@

Jamil Name, Jamilzinho e Fahd Jamil / Foto: Reprodução

Fahd Jamil 

Tido como o precurssor da contravenção em Mato Grosso do Sul, atividade que se mistura ao contrabando na região de fronteira com o Paraguai desde a década de 70, Fadh Jamil foi alvo da terceira fase da Operação Omertà e responde por crimes como pertencimento a organização criminosa, porte ilegal de arma de fogo e outros correlatos a homicídios praticados pela milícia armada.

Conhecido como Rei da Fronteira, Fahd foi preso em 19 de abril de 2021 e cumpriu prisão domiciliar de 9 de junho do mesmo ano até agosto de 2022, quando a prisão foi revogada e substituída pelo monitoramento eletrônico. Posteriormente, em abril de 2023, essa medida também foi revogada, sendo ele liberado do uso da tornozeleira.

No mesmo ano, em 9 de junho, pagou fiança de R$ 990 mil e foi autorizado a permanecer em prisão domiciliar.

A defesa solicitou a prisão domiciliar sob alegação de que o acusado tem saúde debilitada, e necessita de cuidados especiais. Esta prisão domiciliar foi revogada em agosto de 2022.

O grupo de Fahd Jamil mantinha na Fazenda Três Cochilhas, em Ponta Porã, uma espécie de quartel-general da pistolagem.  

O assassinato do ex-chefe de segurança da Assembleia Legislativa, Ilson Martins Figueiredo, que ocorreu em 11 de junho de 2018, é o crime que expõe a aliança entre o que os investigadores chamam de organizações criminosas de Fahd Jamil e Jamil Name, também tido como uma espécie de &#39;barão&#39; da contravenção em MS.  

Conforme o Ministério Público Estadual (MPE), o crime foi encomendado por Fahd Jamil e executado pelo suposto grupo criminoso chefiado pelos Name.

O grupo de Fahd Jamil também teria executado o pistoleiro Alberto Aparecido Roberto Nogueira (o Betão), em abril de 2016, e Orlando da Silva Fernandes (o Bomba) em outubro de 2018.

Com 85 anos e aval da Justiça, atualmente trata uma doença pulmonar em São Paulo.

Jamil Name Filho, Jamilzinho 

Herdeiro dos negócios do pai, Jamilzinho e o irmão Jamilson Name, deputado pelo PP, foram alvos de uma da sexta fase da Operação Omertà, denominada de "Arca de Noé", em dezembro de 2020. Na ocasião, 13 pessoas foram presas. Todas elas eram gerentes do jogo do bicho em Campo Grande.

Em fevereiro do ano passado, Jamilson Name (PSDB) foi sentenciado a 8 anos de prisão.

Jamilson Name foi apontado como líder da organização, cuidando especialmente da parte financeira. Ele seria o idealizador das atividades da empresa, e começou a ter ainda mais destaque e autonomia após a prisão do pai, Jamil Name e do irmão, Jamil Name Filho.

Jamilzinho, também era alvo da Arca de Noé, mas foi inocentado pela 1ª Vara Criminal de Campo Grande. Ele, porém,  já soma cinco condenações provenientes de inquéritos da Operação Omertà, que somadas chegam a penas de 69 anos de prisão.

Atualmente cumpre prisão na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 16:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Prefeitura de MS prevê gastar até R$ 1,4 milhão com serviço de buffet]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/prefeitura-de-ms-pode-destinar-r-14-milhao-a-servico-de-buffet/470579/</link>
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				<description><![CDATA[A Prefeitura de Costa Rica abriu uma licitação que prevê a contratação de até R$ 1.467.317,35 em serviços de buffet para atender dez secretarias municipais. O aviso do Pregão Eletrônico nº 31/2026 foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (03) e, prevê um registro de preços para futuras contratações de alimentação em eventos promovidos pela administração municipal.

Embora o registro de preços não represente um gasto imediato, o valor máximo previsto chama atenção pelo porte do município. Segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Costa Rica possui cerca de 28 mil habitantes, o que representa um potencial de aproximadamente R$ 52 por morador, caso toda a ata seja utilizada.

A contratação contempla as secretarias de Administração, Agricultura, Assistência Social, Cultura e Esporte, Desenvolvimento, Educação, Políticas Públicas para Mulheres, Saúde, Transportes, Urbanização e Obras Públicas, além de Turismo e Meio Ambiente. Dividido igualmente entre as dez pastas, o valor corresponde a uma média de R$ 146,7 mil por secretaria.

O montante também se destaca quando comparado a outras licitações públicas recentes em Mato Grosso do Sul.

Em Ponta Porã, por exemplo, uma licitação para contratação de buffet e refeições destinadas à administração municipal foi homologada por R$ 104.955,60, valor cerca de 14 vezes inferior ao previsto por Costa Rica.

Outro parâmetro é o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), que realizou contratação para serviços de alimentação e organização de eventos institucionais com valor significativamente inferior ao teto previsto na licitação da prefeitura de Costa Rica.

O edital não detalha quantos eventos deverão ser realizados durante a vigência da ata nem apresenta, no aviso publicado, o histórico de consumo utilizado para estimar o valor de R$ 1,46 milhão.

 
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:18:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Após recesso, Câmara abre semestre com votação sobre legislação tributária]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/apos-recesso-camara-abre-semestre-com-votacao-sobre-legislacao/470571/</link>
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				<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Campo Grande retoma os trabalhos legislativos nesta terça-feira (4), com quatro propostas na pauta de votação. A primeira sessão ordinária do segundo semestre de 2026 começa às 9h e terá discussões sobre atualização de débitos municipais, atendimento veterinário, arborização urbana e transparência na administração pública.

O principal projeto previsto é o que altera a legislação tributária de Campo Grande para estabelecer a taxa Selic como índice único de correção monetária e de cobrança de juros sobre créditos tributários e não tributários do município.

A proposta, encaminhada pela prefeitura, será analisada em turno único. Na justificativa, o Executivo diz que a medida busca adequar as regras municipais ao modelo já adotado pela União e pelo governo estadual na atualização de tributos em atraso.

Também será votada uma alteração no Programa Permanente de Manejo Ético-Populacional de Cães e Gatos, criado no município em novembro de 2025.

O projeto pretende permitir que pessoas em situação de vulnerabilidade tenham acesso aos serviços mesmo sem inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais, o CadÚnico, ou sem número de Identificação Social, o NIS.

Segundo a prefeitura, a exigência desses registros tem limitado a participação da população e provocado baixa procura pelo programa. A mudança busca ampliar o atendimento e facilitar o acesso a ações como castração e controle populacional de animais.

Além dos dois projetos, os vereadores devem decidir se mantêm ou derrubam dois vetos da prefeitura municipal.

Um deles é parcial e atinge dois artigos do projeto que cria o Programa Municipal de Arborização Urbana, voltado ao plantio, à manutenção e ao replantio de ipês em Campo Grande. A proposta foi apresentada pelos vereadores Veterinário Francisco e Landmark.

Ambos tratam de medidas relacionadas à organização administrativa para execução do programa. A prefeitura entendeu que os trechos interferem em atribuições próprias do Poder Executivo.

O outro veto é total, sobre o projeto que determina a divulgação simplificada das informações sobre a remuneração dos agentes públicos municipais no Portal da Transparência.

A proposta foi assinada por 14 vereadores e tem como objetivo facilitar a consulta aos salários pagos pelo município. Ao justificar o veto, a prefeitura alegou que a matéria invade a competência administrativa do Executivo.

A sessão poderá ser acompanhada presencialmente no plenário da Câmara ou pelas transmissões ao vivo da TV Câmara, no canal aberto 7.3, e pelo canal oficial do Legislativo no YouTube.,

 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Nelsinho teria aberto mão da reeleição com a promessa de retorno ao Senado em 2031]]></title>
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				<description><![CDATA[A desistência do senador Nelsinho Trad (PSD) de disputar a reeleição ao Senado nas eleições deste ano vai além do discurso público de fortalecimento da unidade política no Estado.

Conforme apurou o Correio do Estado, a decisão faria parte de um projeto de longo prazo que poderia recolocá-lo no cargo em 2031.

A estratégia teria como ponto central a possibilidade de o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), candidato ao Senado neste ano, disputar novamente o governo do Estado em 2030. 

Caso seja eleito governador, Azambuja deixaria a cadeira no Senado, abrindo espaço para que o primeiro-suplente, Nelsinho Trad, assumisse o mandato pelos quatro anos restantes.

Nos bastidores, interlocutores afirmam que esse cenário foi considerado durante as negociações que culminaram na retirada da candidatura de Nelsinho.

Embora a composição também contemple o compromisso político de apoio à eventual candidatura do senador à Prefeitura de Campo Grande em 2028, fontes ouvidas pela reportagem afirmam que esse não teria sido o principal fator.

“O foco sempre foi a unidade do grupo e a perspectiva de continuidade no Senado. A eleição municipal pode acontecer ou não, mas o projeto principal é político e de longo prazo”, afirmou uma fonte com conhecimento das tratativas.

Outra liderança próxima às negociações ressaltou que a renúncia à disputa deste ano reduz riscos eleitorais e preserva o protagonismo de Nelsinho dentro da principal aliança governista do Estado.

“Ele abriu mão de uma candidatura competitiva para fortalecer o grupo. Em contrapartida, permanece inserido em um projeto que pode devolvê-lo ao Senado em 2031”, disse.

Há ainda avaliações de bastidores de que o acordo amplia as possibilidades políticas do senador antes mesmo desse cenário.

Entre as hipóteses discutidas reservadamente está uma eventual indicação para uma futura vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), caso surja oportunidade decorrente de indicação do governador ou da Assembleia Legislativa.

Essa possibilidade, contudo, é tratada apenas como uma alternativa política e não integra oficialmente o entendimento firmado entre as lideranças. Na avaliação de integrantes da base aliada, a decisão demonstra que Nelsinho optou por priorizar a coesão do grupo em detrimento de um projeto pessoal imediato.

A leitura é de que uma eventual candidatura própria ao Senado poderia provocar divisão entre aliados e comprometer a estratégia eleitoral da coligação liderada pelo governador Eduardo Riedel (PP).

O rearranjo consolidou Reinaldo Azambuja e o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL) como candidatos da aliança às duas vagas ao Senado, enquanto Nelsinho passou a ocupar a primeira-suplência da chapa.

Procurado pelo Correio do Estado, o senador se limitou a reforçar o que falou na convenção, ou seja, que a decisão foi tomada após uma reflexão pessoal e teve como principal objetivo preservar a unidade do grupo político que sustenta a candidatura de Riedel.

“Esse grupo político formado em torno do ex-governador Azambuja permanece unido desde 2014, nunca se desfez, sempre estivemos juntos. A única vez que nos separamos, em 2012, perdemos a eleição. Compreendi isso e, por mais difícil que tenha sido, precisei agir com a razão”, reafirmou.

Já Azambuja disse à reportagem que essa hipótese não foi cogitada. “Isso não foi cogitado em momento algum. Ele desistiu para unificar o nosso lado”, declarou.

Por sua vez, Riedel classificou a desistência como um dos maiores exemplos de desprendimento político que presenciou. “Jamais na minha curta vida pública eu vi tamanho respeito, tamanho desprendimento e tamanho pensamento no coletivo”, afirmou.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 07:35:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Congresso volta do recesso sem previsão de plenário nesta semana]]></title>
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				<description><![CDATA[O Congresso Nacional retoma formalmente, nesta segunda-feira (3), os trabalhos após duas semanas de recesso parlamentar sem previsão de sessão plenária deliberativa tanto na Câmara dos Deputados, quanto no Senado Federal.

Em meio à campanha eleitoral de 2026, os presidentes das Casas acordaram limitar os trabalhos legislativos em duas semanas de “esforço concentrado”. A primeira semana será entre os dias 10 e 14 de agosto, e a segunda entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro.

A expectativa é que votações nos plenários da Câmara e do Senado ocorram apenas nessas duas semanas até as eleições gerais de outubro. Historicamente, o semestre de eleições é mais esvaziado no Congresso. 

Entre os projetos que não foram votados no primeiro semestre, e que podem entrar nos debates a partir de agosto, está a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6x1, que segue travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). 

Apesar da pressão do governo, que deseja votar o tema antes da eleição, não há indicativo de Alcolumbre quando o tema será encaminhado para Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A oposição defende a votação de uma PEC alternativa, mantendo a possibilidade de escala 6x1.

Outro projeto que o governo gostaria de ver votado é a PEC da Segurança Pública, votada na Câmara, e que aguarda deliberação no Senado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem cobrado Alcolumbre, publicamente, para colocar o tema em votação. 

No Senado, há ainda a expectativa de se votar o projeto de lei de regulação da exploração dos minerais críticos, já aprovado pela Câmara.

O Congresso precisaria ainda votar os projetos de lei orçamentários, tanto o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), quanto o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 que deve ser encaminhado pelo governo até o dia 31 de agosto.

O Congresso tem ainda 87 vetos que trancam a pauta do Legislativo, entre eles, há vetos ao projeto de regulamentação da reforma tributária, ao Estatuto do Pantanal, às LDO e LOA de 2026, ao marco do setor elétrico e o veto integral a Lei da Dosimetria, que reduz o tempo de prisão para condenados pelo 8 de janeiro.

Outros temas debatidos no semestre anterior, mas que não chegaram ao plenário das Casas, está o PL da Misoginia, que criminaliza a discriminação contra mulheres, e o PL da Inteligência Artificial (IA), que regula a tecnologia no Brasil e foi apresentado como uma das prioridades do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). 

Primeira semana pós recesso

Nesta primeira semana da volta do recesso, estão previstas apenas sessões solenes, como a homenagem à fundação da Assembleia de Deus – Ministério de Madureira, marcada para esta terça-feira (4), na Câmara.

Já no Senado a previsão é de uma sessão, na sexta-feira (7), no plenário, para marcar o Agosto Lilás, voltado à campanha pelo fim da violência contra mulheres.

Algumas comissões convocaram sessões para esta primeira semana. A Comissão Mista do Orçamento (CMO) discute o financiamento da educação infantil do Brasil, em audiência pública, na quarta-feira (5). Outra agenda é o debate da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, que debate nesta segunda-feira (3) a campanha Agosto Dourado, dedicada à promoção do aleitamento materno.

 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 22:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Milei confirma corrida à reeleição em 2027 e faz mistério sobre nome de vice]]></title>
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				<description><![CDATA[O presidente da Argentina, Javier Milei, confirmou, neste domingo, 2, que concorrerá a um segundo mandato em 2027. Ele revelou, inclusive, já ter escolhido o seu vice na chapa, só evitou, mais uma vez, revelar o nome "por enquanto".

"Como já mencionei em uma entrevista recente, defini meu companheiro de chapa para o próximo ano, mas prefiro reservar o nome por enquanto", destacou em entrevista exclusiva ao Diario Río Negro, site de notícias argentino.

Milei também reiterou a sua defesa pelo fim das eleições primárias (PASO), argumentando que elas representam um "gasto desnecessário" para o Estado e em defesa de que os partidos políticos "deveriam" resolver suas disputas internas sem financiamento público.

"O PASO não cumpre nenhuma função real, além de gastar o dinheiro dos contribuintes", criticou, acrescentando que espera obter apoio no Congresso para eliminá-lo.

O argentino destacou ainda que considera a reforma da Carta Orgânica do Banco Central a "principal iniciativa" de seu governo no Congresso nos próximos meses. "A proposta busca impedir o financiamento do Tesouro pelo BCRA e proteger a autonomia de seus presidentes", diz.

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 20:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Em convenção nacional, Fábio Trad reafirma que fará palanque para Lula em MS]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/fabio-trad-participa-de-convencao-nacional-e-reafirma-que-fara/470552/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato do PT ao Governo de Mato Grosso do Sul, Fábio Trad, participou, neste domingo (2), da Convenção Nacional da Federação Brasil da Esperança, em São Paulo, onde o partido oficializou a chapa de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin (PSB) na disputa pela reeleição presidencial.

No evento, Fábio Tras destacou o alinhamento político que considera necessário para o Estado e voltou a falar que irá fazer um palanque forte para Lula em Mato Grosso do Sul.


"Aqui, representando o PT de Mato Grosso do Sul, nós estamos muito mais estimulados, animados, com a perspectiva de fazermos um governo estadual alinhado com o governo federal para ter mais entregas, mais resultados, para melhorar efetivamente a vida da nossa gente”, disse.

“Fiquei muito emocionado porque o presidente Lula disse que vai aprofundar as reformas para fazer um quarto mandato da educação, da defesa da nossa soberania, da saúde, da cidadania”, acrescentou.


Ele também afirmou que irá honrar o convite do presidente para ser candidato a governador pelo Estado.

A convenção nacional unifica as legendas PT, PCdoB e PV (que integram a Federação Brasil da Esperança), além de PSOL, Rede, PSB e PDT.

Em Mato Grosso do Sul, a Federação Brasil da Esperança terá, além de Fábio Trad e Dona Gilda para o governo, 9 candidatos à Câmara Federal, 24 à Assembleia Legislativa e ainda o deputado federal Vander Loubet ao Senado e a senadora Soraya Thronicke (PSB) na disputa ao Senado.

Convenção nacional

O PT formalizou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República neste domingo. Geraldo Alckmin, do PSB, compõe a chapa como candidato à Vice-Presidência da República. 

No discurso de abertura da Convenção Nacional do PT, o presidente do partido, Edinho Silva, ressaltou que as próximas eleições brasileiras terão impacto importante na América Latina e no mundo. E que vai definir a soberania nacional frente a possíveis “intervencionismos”.

No evento, Lula repetiu o discurso de defesa da soberania e disse que não vai deixar nem a China nem os Estados Unidos interferirem em temas como a exploração de terras raras. "Tem muita gente metendo o dedo no nosso nariz", disse, acrescentando: "Essas terras raras, nem chinês, nem americano, nem francês, vão meter o dedo nas nossas terras raras", afirmou

O presidente prometeu mais investimentos na área da Defesa. Ele destacou o tamanho das fronteiras e das riquezas naturais brasileiras. "Eu quero estar preparado para ninguém invadir esse País para levar esse presidente, como eles invadiram (a Venezuela). Eu quero estar preparado para a paz, não para a guerra. Eu quero estar preparado para ninguém ousar se fazer de besta com a gente", discursou.

Ele também prometeu "brigar" com os parlamentares por causa de emendas parlamentares. O petista criticou uma "inversão" no Orçamento, em que deputados podem indicar bilhões enquanto o Poder Executivo tem que fazer cortes milionários em programas de saúde e educação. Ele prometeu até mesmo vetar uma indicação de emendas do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP).

"A minha quarta Presidência é pra mudar muita coisa nesse País. Vai ter briga com emenda parlamentar. Vai ter briga com o papel que tem hoje o Poder Legislativo", discursou a apoiadores reunidos na Zona Norte de São Paulo.

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 17:30:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Pollon tenta 'sair por cima' após ser vetado de concorrer ao Senado]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/pollon-tenta-sair-por-cima-apos-ser-vetado-de-concorrer-ao-senado/470546/</link>
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				<description><![CDATA[Deputado federal por Mato Grosso do Sul, Marcos Pollon (PL-MS), vai tentar a reeleição em 2026, após ser vetado para concorrer ao Senado.

A disputa estava entre Capitão Contar e Marcos Pollon. O Partido Liberal (PL) oficializou Contar como candidato ao Senado, neste sábado (1°), durante convenção estadual, em Campo Grande.

Com isso, Pollon deixa de vez a disputa pela vaga majoritária e será candidato à reeleição para a Câmara dos Deputados nas eleições deste ano.

“Mais uma vez coloco meu nome como candidato a deputado federal, pois nós precisamos de pelo menos 172 deputados leais e firmes naquela casa. Serão ataques diários a Flavio Bolsonaro e rechaçaremos qualquer tentativa de golpe ou impeachment. Teremos uma casa coesa e forte”, afirmou o deputado.

E, ainda tentou "sair por cima" com o convite do candidato à presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para integrar a equipe de transição de governo, caso seja eleito presidente.

“Eu quero te chamar, se Deus quiser, para participar da transição de governo comigo, em especial para gente reorganizar a nossa legislação no que diz respeito à legítima defesa”, disse Flávio.

O deputado agradeceu o convite. “Recebi com profunda honra a missão de integrar a transição do futuro governo Flávio Bolsonaro para coordenar a construção das políticas de legítima defesa e da revogação de todas as medidas desarmamentistas impostas pelo desgoverno Lula”, disse Pollon.

Flávio destacou a importância da reeleição de Pollon na Câmara dos Deputados para compor uma bancada forte no próximo mandato.

“Marcos Pollon, nosso candidato a deputado federal. É alguém que há muito tempo defende as bandeiras que nós acreditamos para o nosso país. Deus, Pátria, Família e LiberdadeNenhum presidente governa sozinho. Sem uma base forte, qualquer governo fica vulnerável à chantagem, à paralisia e às tentativas de desestabilização”, pontuou o candidato à presidência.

Marcos Pollon foi o deputado federal mais votado de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2022, com 103.111 votos.

DISPUTA AO SENADO

A corrida ao Senado terá dois candidatos do PL em Mato Grosso do Sul:

CAPITÃO CONTAR


	1° suplente: Cláudio Mendonça, ex-superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MS)
	2° suplente: Luciano Barbosa, proprietário da Rádio Hora


REINALDO AZAMBUJA


	1° suplente: Nelsinho Trad, senador de MS
	2° suplente: Felipe Matos, ex-secretário da Fazenda de MS


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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 16:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PT oficializa Lula como candidato à reeleição para a Presidência ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/pt-oficializa-lula-como-candidato-a-reeleicao-para-a-presidencia/470542/</link>
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				<description><![CDATA[O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, disse na manhã deste domingo, 2, que a sigla homologou a candidatura da chapa do presidente Lula e do vice-presidente, Geraldo Alckmin, à reeleição para o Executivo. A declaração foi dada durante a Convenção Nacional do PT, na Expo Center Norte, em São Paulo.

Edinho destacou que os coordenadores de campanha, partidos da coligação e movimentos sociais se reuniram ontem para debater os rumos da campanha que mira a reeleição de Lula. "Vamos fazer a disputa nos territórios. Vamos identificar, em cada cidade e em cada estado do Brasil, aquilo que o governo do presidente Lula fez para mudar a vida do povo brasileiro", salientou.

 

No evento, Lula repetiu o discurso de defesa da soberania e disse que não vai deixar nem a China nem os Estados Unidos interferirem em temas como a exploração de terras raras. "Tem muita gente metendo o dedo no nosso nariz", disse, acrescentando: "Essas terras raras, nem chinês, nem americano, nem francês, vão meter o dedo nas nossas terras raras", afirmou

O presidente prometeu mais investimentos na área da Defesa. Ele destacou o tamanho das fronteiras e das riquezas naturais brasileiras. "Eu quero estar preparado para ninguém invadir esse País para levar esse presidente, como eles invadiram (a Venezuela). Eu quero estar preparado para a paz, não para a guerra. Eu quero estar preparado para ninguém ousar se fazer de besta com a gente", discursou.

Ele também prometeu "brigar" com os parlamentares por causa de emendas parlamentares. O petista criticou uma "inversão" no Orçamento, em que deputados podem indicar bilhões enquanto o Poder Executivo tem que fazer cortes milionários em programas de saúde e educação. Ele prometeu até mesmo vetar uma indicação de emendas do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP).

"A minha quarta Presidência é pra mudar muita coisa nesse País. Vai ter briga com emenda parlamentar. Vai ter briga com o papel que tem hoje o Poder Legislativo", discursou a apoiadores reunidos na Zona Norte de São Paulo.

"Eu sou triste com a política de hoje. Esse negócio de fundo partidário não me agrada. Está levando os partidos à promiscuidade", afirmou. "Tem partido que recebe R$ 1 bilhão, sem prestar contas ao povo brasileiro. Muitas vezes no Poder Executivo temos que cortar R$ 10 milhões de uma escola, de um programa de saúde".

Lula criticou o que vê como uma perda de poder do Executivo. "Eu não posso permitir que o presidente da República vá perdendo os seus direitos. Vai perdendo o direito de criar agência, de indicar ministro da Suprema Corte... Ou seja, daqui a pouco, qual é o direto que tem o presidente da República? Nenhum!"

Apesar de prometer "briga" e "ousadia" nessas duas questões, no restante do discurso Lula prometeu diálogo e união. Ele destacou sua longa trajetória política, afirmando estar jogando a "sétima Copa" do Mundo e querendo ser "tetra". "Preparar a campanha é que nem preparar a Seleção. Tem que ser melhor que o Ancelotti. Nós temos time, nós temos futebol, temos o que entregar, temos argumento", brincou.

Ao longo da fala, Lula citou muitos aliados históricos, como Eduardo Campos, Miguel Arraes, Antônio Cândido, Henfil, Betinho e Paulo Freire. O petista buscou posicionar seu partido como representante da democracia.

"A essência do PT é um partido político que ensinou a esquerda a viver democraticamente na diversidade. A esquerda não conversava", afirmou. "Quando eu criei o Foro de S. Paulo em 1990, eu achei que a gente podia educar a esquerda da América Latina. Para tentar dizer para toda a esquerda que a melhor via não era da luta armada, era da organização do povo, da eleição direta. E assim ganhamos vários países da América Latina, pela democracia, sem matar e sem morrer ninguém".

Ele acrescentou que a ideia de criar o PT ajudou a construir o Brasil. "A gente conseguiu criar um partido em que é quase todo mundo sindicalista. Quase toda a esquerda revolucionária passou a trabalhar conosco, mesmo tendo divergências, cada um continuou com sua tese revolucionária, mas todos acatam as decisões que o partido toma, porque o partido é o guarda-chuva que unificou a esquerda", disse.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sun, 02 Aug 2026 14:16:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Renan Santos é oficializado em ato com ingresso de até R$ 7 mil e livro de propostas 'de luxo']]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/renan-santos-e-oficializado-em-ato-com-ingresso-de-ate-r-7-mil-e/470511/</link>
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				<description><![CDATA[O Partido Missão lançou neste sábado, 1º, a candidatura de Renan Santos à Presidência, em evento marcado pela venda de suvenires como forma de arrecadação de recursos para a campanha dos candidatos da sigla.

Os ingressos mais básicos para o ato, que ocorreu no Komplexo Tempo, centro de convenções na Mooca, zona leste de São Paulo, foram vendidos a R$ 94, enquanto outras categorias saíram por até R$ 7 mil, incluindo, além da entrada no evento, acesso a um mezanino com visão privilegiada, "open bar" e um almoço com lideranças da legenda.

Os suvenires vendidos variaram de itens de moda a pelúcias de onça, mascote da legenda. Além disso, também foi anunciada uma edição "de luxo" do Livro Amarelo, obra que reúne o ideário do partido e serviu de base para o plano de governo de Renan Santos A versão mais cara do livro, como parte de um &#39;kit para patronos&#39;, foi a R$ 7 mil.

O deputado federal Kim Kataguiri foi o responsável por fazer o lançamento da "versão definitiva&#39; do Livro Amarelo no palco, durante o evento. O parlamentar também anunciou a criação da fundação partidária do Missão, batizada de Instituto Livro Amarelo.

Os seis fascículos do Livro Amarelo foram convertidos em 14 capítulos, divididos em três tomos.

A edição mais básica do Livro Amarelo "definitivo" foi vendida a R$ 140. Os seis fascículos da versão anterior também estavam disponíveis por R$ 100 cada, ou R$ 500 se comprados em conjunto

Segundo a legenda, o valor arrecadado será usado para financiar o primeiro ano da fundação partidária. Estreante em eleições, o Missão vai dispor de R$ 3,3 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o Fundo Eleitoral. A parcela é menor que a recebida por seus concorrentes, que já contam com bancadas no Congresso, base de cálculo para a distribuição do fundo.

Lançamento de candidatos ao Legislativo e aos governos

O congresso também marcou lançamento de candidatos a cargos do Legislativo e aos governos estaduais.

Em São Paulo, são 72 candidatos à Assembleia Legislativa (Alesp) e 57 postulantes para a Câmara dos Deputados.

O partido ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL) tem a missão de superar a cláusula de barreira para seguir tendo acesso a recursos públicos, como Fundo Partidário, Fundo Eleitoral e tempo de rádio e TV. Para superá-la, é preciso eleger, ao menos, 13 deputados federais, ou obter um porcentual de 2,5% dos votos válidos no pleito para a Câmara, com um mínimo de 1,5% dos votos em ao menos nove unidades da federação.

Como mostrou o Estadão, desde que o dispositivo passou a valer, em 2017, apenas um partido estreante em eleição conseguiu superá-lo, enquanto outros três fracassaram.
 
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 19:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Caiado diz que Lula e Bolsonaro são adversários da população e fala em desordem institucional]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/caiado-diz-que-lula-e-bolsonaro-sao-adversarios-da-populacao-e-fala-em/470509/</link>
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				<description><![CDATA[O candidato à Presidência da República do PSD, Ronaldo Caiado, disse neste sábado, 1, que seus dois principais oponentes na disputa eleitoral - o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) - são adversários da população brasileira. Caiado falou com a imprensa após participar da convenção estadual do PSD em Santa Catarina, realizada em Florianópolis. O evento oficializou a candidatura do ex-prefeito de Chapecó João Rodrigues ao governo catarinense

Indagado qual dos dois - Lula e Flávio - considera seu maior adversário, Caiado criticou ambos. "Os dois mais rejeitados do País são exatamente o Lula e o Flávio. Então, você não pode ter um país com eleição de rejeitados", afirmou Caiado em entrevista coletiva.

"Hoje o Brasil não pode ter candidatos que um fica brigando com o outro pela mesma causa, o mesmo interesse pessoal, pela vaidade do poder e o povo brasileiro deixado em segundo patamar", prosseguiu. "Os dois são grandes adversários da população brasileira. Um já governou por cinco mandatos (seu partido), o outro já governou. E por que é que não deram conta de resolver?", completou.

Ele lembrou que tanto Lula quanto Flávio já indicaram a indisposição a participar de debates eleitorais e os chamou de "fujões". "O que eu tenho a apresentar não é contra um nem contra outro, é mostrar um caminho outro para o Brasil. Sair dessa vinculação de um com o outro, que nunca foi um traço da política nacional, isso foi criado nesses últimos anos."

O ex-governador de Goiás ainda sustentou que há uma "desordem institucional" no País, em que o cidadão não acredita no Supremo Tribunal Federal (STF), no Congresso Nacional, nem no presidente da República.

"O que é o programa do PSD? É realmente sair dessa discussão estéril, inútil, em que um se alimenta do outro e não fazem nada", afirmou. Em seguida, disse que há uma "briga burra" no País, que fomenta o ódio e que não discute os problemas práticos da vida do cidadão.
 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 18:00:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Nelsinho evita expor conflito com Fábio e diz que não levaria "briga de casa" para a política]]></title>
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				<description><![CDATA[Após desistir de buscar a reeleição, o senador Nelsinho Trad (PSD) afirmou neste sábado (1º) que não transformaria divergências com o irmão Fábio, em uma espécie de "espetacularização", uma vez que ambos estão em espectros distintos.  Parlamentar falou novamente sobre a retirada durante a convenção estadual do partido, realizada no Rádio Clube Cidade, em Campo Grande.

A declaração ocorre uma semana após o ex-deputado federal Fábio Trad ser oficializado candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela ala petista, que encabeça a Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV). 

"Não poderia colocar para o público uma briga de dentro da minha casa. Jamais eu ia fazer isso. Respeito ele lá, e ele me respeita cá e a vida segue."

Cercado por familiares, aliados e dirigentes, o parlamentar atribuiu o recuo a entraves partidários e ao cenário político nacional, defendeu assim a unidade da base em torno da reeleição do governador Eduardo Riedel (PP). 

Aos apoiadores, Nelsinho disse ter sido racional e comparou a escolha ao exercício da medicina, profissão que exerce.

"(...) o médico tem que fazer com a razão. O coração é para você envolver o paciente, as pessoas, na hora de agir, tem que ser com a razão", disse.

A desistência da candidatura tem como justificativa um entrave jurídico-partidário, uma vez que pelas alianças do próprio partido, ele deveria apoiar as indicações de Capitão Contar (PL) e Reinaldo Azambuja (PL), do qual é suplente. 

"A conjuntura nacional me orientou a fazer parte da coligação que eu ajudei a construir e na qual eu acredito. Como é que eu não vou apoiar uma pessoa em quem acredito e que vai ser o melhor para todos nós?"

Nelsinho ainda reforçou a relação de confiança com o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), de quem será primeiro suplente na chapa ao Senado.

"Tenho com Reinaldo Azambuja uma amizade indestrutível. Vou estar ao lado dele, substituindo-o quando for necessário e mostrando que Mato Grosso do Sul não tem outro caminho. É o caminho de dar certo."

A decisão foi elogiada pelo governador Eduardo Riedel, que classificou o gesto como um exemplo de desprendimento político e afirmou que a atitude fortalece o projeto de reeleição da base aliada.
 

Colaboraram Naiara Camargo e Felipe Machado
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 17:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Republicanos lança candidatura de Tarcísio ao governo de São Paulo ]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/republicanos-lanca-candidatura-de-tarcisio-ao-governo-de-sao-paulo/470505/</link>
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				<description><![CDATA[O Partido Republicanos confirmou, neste sábado (1), durante convenção na capital paulista, a candidatura de Tarcísio de Freitas (foto) para reeleição no cargo de governador do estado de São Paulo, com Felício Ramuth (MDB) como vice-governador na chapa. 

O partido faz coligação no estado com MDB, PL, PSD, União Brasil, PP, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Avante e Novo. Outras candidaturas aprovadas na convenção foram as de André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), ambos para o Senado, além de deputados federais e estaduais.

Em seu discurso, Tarcísio agradeceu à esposa, Cristiane Freitas, lembrou da batalha contra o câncer e destacou o início da carreira política ao lado de Jair Bolsonaro.

“Aprendi que servir é o único motivo para ocupar o cargo que ocupo. Essa é a essência da política, é isso que faz sentido. Foi com essa noção que assumi o meu mandato de São Paulo e decidi desde o primeiro dia, que isso seria um marco”, completou. 

O candidato à presidência da República pelo PL (Partido Liberal), Flávio Bolsonaro, esteve presente. 

Perfil 

Tarcísio de Freitas tem 51 anos, é engenheiro civil e nasceu no Rio de Janeiro. Antes de ocupar a cadeira de governador de São Paulo, foi ministro da Infraestrutura do governo de Jair Bolsonaro e atuou como secretário da Coordenação de Projetos da Secretaria Especial do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), sendo responsável pelo programa de privatizações, concessões e desestatizações. 

Foi também diretor executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e coordenador-geral de auditoria da área de transportes Na Controladoria-Geral da União, além de consultor legislativo da Câmara dos Deputados.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 16:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Desistência de Nelsinho foi "gesto de grandeza", diz Riedel]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/desistencia-de-nelsinho-foi-gesto-de-grandeza-diz-riedel/470504/</link>
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				<description><![CDATA[O governador Eduardo Riedel (PP) classificou como um "gesto de grandeza" a decisão do senador Nelsinho Trad (PSD) de abrir mão da candidatura à reeleição ao Senado para integrar como primeiro suplente a chapa do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL).

Durante a convenção da coligação governista realizada neste sábado (1º), em Campo Grande, Riedel afirmou que a atitude do aliado representa um dos maiores exemplos de desprendimento político que presenciou e destacou que a escolha fortalece o projeto de reeleição do grupo.

Ao discursar para lideranças políticas, prefeitos, vereadores e militantes, o governador elogiou a trajetória construída ao lado do senador e afirmou que a decisão ficará marcada na história da aliança.

"Nelsinho, jamais na minha curta vida pública eu vi tamanho respeito, eu vi tamanho desprendimento. Eu vi o tamanho do pensamento do coletivo (...) talvez a sua atitude tenha sido, na minha curta história de vida política, a de maior grandeza que eu vi em um homem público", declarou Riedel. O governador ainda ressaltou que o senador colocou os interesses do grupo acima do projeto pessoal.

"Você pensou muito maior do que na sua própria candidatura", afirmou, acrescentando que a decisão ficará registrada entre os integrantes da coligação formada para as eleições deste ano.

A manifestação ocorreu um dia após Nelsinho oficializar a desistência da disputa pela reeleição ao Senado. O parlamentar optou por integrar a chapa de Reinaldo Azambuja como primeiro suplente, decisão tomada, segundo ele, justamente para fortalecer o projeto liderado por Eduardo Riedel.

Em seu pronunciamento, Nelsinho afirmou que enfrentou um conflito pessoal antes de definir o caminho político que seguiria e disse que priorizou a união da base governista.

"Essa luta que travamos até aqui não foi para eleger o Senado de um ou de outro. Foi uma luta que travei contra mim mesmo para entender o que seria mais importante. Com esse gesto, todos nós podemos nos unir em torno de uma palavra que será essencial daqui para frente: a união em torno do projeto da reeleição do governador Eduardo Riedel."

A decisão ganha mais repercussão pelo fato de o irmão do senador, o ex-deputado federal Fábio Trad (PT), ter sido oficializado há uma semana como candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV).

Ao justificar a desistência da candidatura ao Senado, o parlamentar destacou que colocou os interesses da coligação acima das pretensões individuais.

"Essa será minha quinta eleição majoritária consecutiva. Tomei essa decisão pensando no projeto que acreditamos, e não apenas em um projeto pessoal", afirmou.

Nelsinho também destacou a relação de confiança construída com Reinaldo Azambuja e disse que participará ativamente da campanha do ex-governador.

"Tenho com Reinaldo Azambuja uma amizade indestrutível. Vou estar ao lado dele, substituindo-o quando for necessário e mostrando que Mato Grosso do Sul não tem outro caminho. É o caminho de dar certo."

Cabe destacar que além de Nelsinho, a senadora Tereza Cristina, então cotada à vice-presidência da Republíca junto de Flávio Bolsonaro (PL), também desistiu "em nome do partido", medida que não agradou Riedel. 

O governador espera que Tereza possa reconsiderar até o próximo dia 5, data limite para o lançamento de candidaturas. 

*Colaboraram Naiara Camargo e Felipe Machado 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 15:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Na contramão do partido, Riedel espera que Tereza reconsidere ser vice de Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/na-contramao-do-partido-riedel-espera-que-tereza-reconsidere-ser-vice/470503/</link>
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				<description><![CDATA[Mesmo após a direção nacional do Progressistas (PP) decidir manter neutralidade na disputa presidencial e barrar a participação da senadora Tereza Cristina como candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, afirmou neste sábado (1º) que não se deu por vencido e acredita na possibilidade do partido rever a decisão.

Durante a convenção partidária em Campo Grande, Riedel saiu em defesa da senadora e pediu que o partido reconsidere a decisão, opinião compartilhada pelo ex-governador e postulante ao senado Reinaldo Azambuja (PL), também presente.

"O Progressista não está em cima do muro (...) nós vamos brigar até terça-feira, meia-noite para que isso aconteça, Tereza", disse Riedel. O prazo mencionado pelo governador é o período limite para que Flávio nomeie alguém à vice, uma vez que as convenções partidárias encerram na quarta-feira (5). 

Durante a convenção, o governador Eduardo Riedel afirmou que não concorda com a posição adotada pela direção nacional do Progressistas e defendeu que Tereza Cristina reúne as credenciais para disputar a vice-presidência da República.

“Eu sou do PP e não me dou por vencido. Condeno fortemente a decisão tomada pelo PP inicialmente”, declarou.

Para o governador, a senadora possui experiência e capacidade para integrar uma chapa presidencial.

“A senadora Tereza talvez seja uma das pessoas públicas do Brasil que mais podem contribuir com o nosso futuro pela história, pela atuação, pela ação e pela capacidade de reunir pensamento e ação em prol de mudanças estruturantes. A gente precisa muito da senadora Tereza nesse momento na majoritária nacional”, afirmou.

Riedel também fez um apelo para que a legenda reveja o posicionamento.

“Aqui fica o meu registro como membro do PP de que a gente tem que lutar até o fim para que o nosso partido, em âmbito nacional, tenha essa possibilidade de se unir, coligar e poder levar o nome da senadora Tereza à vice-presidência do Brasil.”

Também durante a convenção, o ex-governador Reinaldo Azambuja manifestou apoio à senadora e afirmou que o grupo político ainda acredita na possibilidade de ela integrar a chapa de Flávio Bolsonaro.

“Nós ainda não desistimos. A Tereza ainda vai ser a vice do Flávio Bolsonaro, porque essa união não é por nós, é pelo Brasil”, declarou.

Azambuja destacou a trajetória política da parlamentar e afirmou que ela reúne os atributos necessários para ocupar o cargo.

“Essa atuação firme, com seriedade, com honestidade, com transparência. Essa pequena grande mulher, nós não desistimos ainda”, disse.

O ex-governador também direcionou críticas ao presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, responsável pela condução da decisão de manter o partido neutro na disputa presidencial.

“Não adianta o senhor Nogueira, presidente do seu partido, querer criar problema. Nós vamos para cima dele, Tereza”, afirmou.

Pensamento coletivo 

Por sua vez, Tereza Cristina disse ter aceitado o convite para integrar a chapa presidencial, mas explicou que a definição não dependia apenas de sua vontade e precisava do aval do partido e da federação.

“Eu recebi o convite do Flávio Bolsonaro. Eu disse a ele que aceitaria, mas que não era uma decisão individual. O partido e a federação precisavam chancelar essa candidatura”, afirmou.

Segundo a senadora, após consultas aos diretórios e executivas estaduais, o Progressistas optou por manter neutralidade na eleição presidencial, inviabilizando sua participação como vice.

Apesar da decisão da legenda, Tereza garantiu que permanecerá ao lado do pré-candidato durante a campanha.

“Eu quero dizer que vou estar na campanha do Flávio Bolsonaro, de uma maneira ou de outra, ajudando, porque acredito que esse é o campo que pode colocar o Brasil no rumo que a gente precisa”, declarou.

A parlamentar também destacou que a composição construída em Mato Grosso do Sul entre partidos da centro-direita demonstra a importância da união política.

“Essa coligação aqui do Mato Grosso do Sul mostra isso. Estamos juntos para pensar no Estado e no que queremos para o nosso país”, disse.

Ao encerrar a manifestação, Tereza reforçou que respeita a decisão tomada pelo partido.

“Quero deixar clara a minha posição, mas é claro que o partido é quem pode decidir sim ou não.”

Frente ampla 

A coligação liderada pela Federação União Progressista, formada por Progressistas (PP) e União Brasil, confirmou as candidaturas ao Governo do Estado, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa.

Além da federação, a coligação reúne PL, PSDB, MDB, Republicanos e Podemos, bloco que reúne lideranças de centro e de direita em torno da candidatura à reeleição do governador Eduardo Riedel. José Carlos Barbosa, o Barbosinha (Republicanos), se mantém como candidato a vice-governador.

A convenção também oficializou Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL) como candidatos ao Senado.

 

*Colaboraram Naiara Camargo e Felipe Machado 

 
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 14:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Convenção estadual reforça pré-candidatura de Viviane Luiza à Câmara dos Deputados]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/convencao-estadual-reforca-pre-candidatura-de-viviane-luiza-a-camara/470515/</link>
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				<description><![CDATA[A Convenção Estadual realizada neste sábado (1º) marcou a oficialização de mais uma etapa da pré-campanha de Viviane Luiza à Câmara dos Deputados. O encontro reuniu lideranças políticas e aliados, consolidando seu nome na disputa por uma vaga na bancada federal de Mato Grosso do Sul nas eleições deste ano.

Historiadora, mestre em Desenvolvimento Local, antropóloga e pesquisadora, Viviane construiu sua atuação pública na área da cidadania, dos direitos humanos e da inclusão social. À frente da Secretaria de Estado da Cidadania, tornou-se a primeira titular da pasta em nível estadual no País, coordenando políticas voltadas à ampliação de direitos e ao fortalecimento de ações públicas em diferentes regiões de Mato Grosso do Sul.

Durante sua gestão, programas e iniciativas da secretaria foram levados aos 79 municípios do Estado, contemplando ações destinadas a mulheres, jovens, povos indígenas, comunidades tradicionais, pessoas com deficiência, população negra e outros segmentos sociais. O trabalho foi desenvolvido em parceria com as administrações municipais e priorizou o diálogo na construção de políticas públicas.

Com a entrada na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados, Viviane afirma que pretende levar ao Congresso Nacional a experiência acumulada na administração pública, defendendo propostas voltadas ao fortalecimento das famílias, à geração de oportunidades e ao desenvolvimento do Estado.

Durante a convenção, a pré-candidata destacou a importância do momento político e reafirmou o compromisso de manter uma atuação próxima da população.

"Com muito orgulho da minha história até aqui, vivo mais um momento importante dessa caminhada na Convenção Estadual, fortalecendo um projeto que segue em frente com diálogo, trabalho e compromisso com Mato Grosso do Sul. Ao longo dessa trajetória, levamos cidadania aos 79 municípios do nosso Estado. É com esse mesmo compromisso, de transformar realidades e criar oportunidades para as pessoas, que quero chegar à Câmara Federal", afirmou.

Segundo Viviane, a meta é ampliar, no Congresso Nacional, iniciativas que promovam mais oportunidades para os sul-mato-grossenses, mantendo o diálogo com os municípios e defendendo políticas públicas construídas a partir das demandas da população.
]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 13:34:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Mesmo fora da vice, Tereza Cristina garante apoio a Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/mesmo-fora-da-vice-tereza-cristina-garante-apoio-a-flavio-bolsonaro/470502/</link>
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				<description><![CDATA[A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou neste sábado (1) que continuará ao lado do pré-candidato à Presidência da República, mesmo após o Partido Progressitas (PP) decidir impedir sua participação como candidata a vice-presidente na chapa. 

Durante a convenção partidária relizada em Campo Grande, a parlamentar confirmou que aceitou o convite feito por Flávio, mas ressaltou que a decisão nunca dependeu exclusivamente dela. 

“Eu recebi o convite do Flávio Bolsonaro. Eu disse a ele que aceitaria, mas que não era uma decisão individual. O partido e a federação precisavam chancelar essa candidatura”, afirmou.

Segundo Tereza, após consultar os diretórios e executivas estaduais, o Progressistas decidiu manter a neutralidade na disputa presidencial de 2026, inviabilizando sua participação na chapa. 

Apesar da decisão, a senadora garantiu que continuará participando da campanha do candidato à presidência.

“Eu quero dizer que vou estar na campanha do Flávio Bolsonaro, de uma maneira ou de outra, ajudando, porque acredito que esse é o campo que pode colocar o Brasil no rumo que a gente precisa”, declarou.

Ela também destacou que a aliança construída em Mato Grosso do Sul entre partidos do campo da centro-direita demonstra a importância da união política.

“Essa coligação aqui do Mato Grosso do Sul mostra isso. Estamos juntos para pensar no Estado e no que queremos para o nosso país”, disse.

Ao final, Tereza reforçou que respeita a decisão da legenda.

“Quero deixar clara a minha posição, mas é claro que o partido é quem pode decidir sim ou não.”

Riedel critica decisão do PP

Também durante a convenção, o governador Eduardo Riedel (PP) saiu em defesa da senadora e afirmou que não concorda com a decisão da direção nacional do Progressistas.

“Eu sou do PP e não me dou por vencido. Condeno fortemente a decisão tomada pelo PP inicialmente”, declarou.

Para Riedel, Tereza Cristina reúne todas as condições para ocupar a vice-presidência da República.

“A senadora Tereza talvez seja uma das pessoas públicas do Brasil que mais podem contribuir com o nosso futuro pela história, pela atuação, pela ação e pela capacidade de reunir pensamento e ação em prol de mudanças estruturantes. A gente precisa muito da senadora Tereza nesse momento na majoritária nacional”, afirmou.

O governador ainda fez um apelo para que o partido reveja a decisão.

“Aqui fica o meu registro como membro do PP de que a gente tem que lutar até o fim para que o nosso partido, em âmbito nacional, tenha essa possibilidade de se unir, coligar e poder levar o nome da senadora Tereza à vice-presidência do Brasil.”

Além do governador Eduardo Riedel, o ex-governador Reinaldo Azambuja também saiu em defesa da senadora durante a convenção deste sábado e afirmou que o grupo político ainda não desistiu de vê-la como candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro.

“Nós ainda não desistimos. A Tereza ainda vai ser a vice do Flávio Bolsonaro, porque essa união não é por nós, é pelo Brasil”, declarou.

Azambuja destacou a trajetória da parlamentar e afirmou que ela reúne as qualidades necessárias para ocupar o cargo.

“Essa atuação firme, com seriedade, com honestidade, com transparência. Essa pequena grande mulher, nós não desistimos ainda”, disse.

O ex-governador também direcionou críticas ao presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, responsável pela condução da decisão que manteve o partido neutro na disputa presidencial.

“Não adianta o senhor Nogueira, presidente do seu partido, querer criar problema. Nós vamos para cima dele, Tereza”, afirmou.

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]]></description>
				
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 13:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[PP homologa candidatura de Marco Aurélio Santullo à Assembleia Legislativa]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/pp-homologa-candidatura-de-marco-aurelio-santullo-a-assembleia/470675/</link>
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				<description><![CDATA[O PP oficializou a candidatura de Marco Aurélio Santullo, o "Santullo da Tereza", para disputar uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026. 

Tesoureiro estadual da legenda e aliado da senadora Tereza Cristina (PP), principal liderança do partido no Estado, Santullo entra na disputa defendendo uma atuação voltada ao fortalecimento dos municípios, à ampliação de investimentos e à interlocução entre as administrações municipais, o governo estadual e a União.

Com trajetória ligada à administração pública e à articulação institucional, Santullo destaca a experiência acumulada ao longo da carreira como um dos principais diferenciais da candidatura. 

Durante o governo do ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ele atuou na área de relações institucionais, participando da interlocução com prefeitos e da viabilização de investimentos para diversas cidades sul-mato-grossenses.

Após a homologação da candidatura durante a convenção do partido, Santullo afirmou que o momento representa o fortalecimento do projeto político da legenda para o Estado.

"Hoje, participei da convenção do meu partido, o Progressistas, um importante momento de união e fortalecimento do nosso projeto para Mato Grosso do Sul. Seguimos juntos, com responsabilidade, compromisso e muito trabalho, construindo um futuro cada vez melhor para a nossa gente. Esse é o nosso compromisso com Mato Grosso do Sul", afirmou Santullo.

O candidato a deputado estadual pelo PP também fez questão de agradecer ao governador Eduardo Riedel (PP), que vai tentar a reeleição, e aos candidatos do PL ao Senado, o ex-governador Reinaldo Azambuja e o ex-deputado estadual Capitão Contar. 

"Também agradeço ao governador e candidato à reeleição Eduardo Riedel e aos candidatos ao Senado Reinaldo Azambuja e Capitão Contar. Seguimos unidos, com trabalho, responsabilidade e compromisso, construindo um projeto sólido para que Mato Grosso do Sul continue avançando e se fortalecendo cada vez mais. Vamos em frente”, completou.

Com o início oficial da campanha, Santullo afirma que pretende defender pautas voltadas ao desenvolvimento regional, à ampliação de investimentos estaduais e federais e ao fortalecimento do municipalismo, mantendo diálogo permanente com prefeitos, vereadores e lideranças locais.

A candidatura integra a estratégia do Progressistas de ampliar sua representação na Assembleia Legislativa com nomes de perfil técnico, experiência administrativa e forte presença política no interior do Estado.

Apoio de prefeitos

Nos últimos anos, também exerceu funções na direção estadual do PP, fortalecendo o relacionamento da legenda com lideranças políticas do interior. Esse trabalho consolidou sua proximidade com prefeitos e vereadores, que apontam sua capacidade de articulação como um dos pontos fortes de sua atuação política.

O prefeito de Rio Brilhante, Lucas Centenaro Foroni, afirmou que Santullo reúne experiência e credibilidade para representar Mato Grosso do Sul no Legislativo estadual.

"O Marco é um expoente também na política, uma pessoa que tem o meu respeito, muito correta, que nos ajudou muito. Tenho certeza de que vai somar muito na Assembleia. Ele tem o nosso apoio e, acima de tudo, o nosso respeito”, falou.

Em Aparecida do Taboado, o prefeito José Natan de Paula Dias ressaltou a contribuição de Santullo na articulação de projetos para o município, lembrando investimentos obtidos durante sua atuação na Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que ajudaram na implantação da rede de esgoto em bairros da cidade.

"Mesmo exercendo cargos partidários, sempre ajudou a resolver as demandas do município. Hoje, junto com vários colegas prefeitos e com a senadora Tereza Cristina, estamos trabalhando e apoiando sua candidatura. Ele tem viabilidade política em Aparecida do Taboado pelo trabalho, pela seriedade e pelo grupo que construímos”, disse.

Já o prefeito de Nioaque, André Bueno Guimarães, destacou a experiência de Santullo na interlocução entre os municípios e Brasília e avaliou que o Progressistas apresenta uma chapa competitiva para a disputa proporcional. 

"Santullo, conhecido como &#39;Santullo da Tereza&#39;, sempre teve um olhar voltado aos municípios por meio da articulação com a nossa líder, a senadora Tereza Cristina. Ele conhece Brasília, tem bagagem e essa proximidade pode fazer a diferença. O Progressistas tem um quadro forte para a Assembleia Legislativa, e Santullo é um desses nomes”, pontuou.
 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 13:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Mesmo com o irmão Fábio Trad na disputa, Nelsinho declara apoio a Riedel em MS]]></title>
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				<description><![CDATA[O senador Nelsinho Trad (PSD) declarou neste sábado (1º) apoio à candidatura à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP), mesmo tendo o irmão, o ex-deputado federal Fábio Trad (PT), entre os adversários na disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul.

A manifestação ocorreu durante a convenção da coligação governista, realizada em Campo Grande, e marcou um dos momentos mais emblemáticos do evento político.

A declaração acontece um dia após Nelsinho oficializar a desistência de disputar a reeleição ao Senado. O parlamentar abriu mão da candidatura própria para assumir a primeira suplência na chapa do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), decisão que, segundo ele, foi tomada para fortalecer o projeto político da base aliada.

Ao discursar para prefeitos, vereadores, parlamentares e lideranças partidárias, Nelsinho afirmou que enfrentou um dilema pessoal antes de decidir permanecer no grupo político liderado por Eduardo Riedel.


 "Essa luta que travamos até aqui não foi para eleger o Senado de um ou de outro. Foi uma luta que travei contra mim mesmo para entender o que seria mais importante. Com esse gesto, todos nós podemos nos unir em torno de uma palavra que será essencial daqui para frente: a união em torno do projeto da reeleição do governador Eduardo Riedel."


A fala ganha ainda mais repercussão pelo fato de o irmão do senador, Fábio Trad, ter sido oficializado como candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV). Apesar do vínculo familiar, Nelsinho deixou claro que permanecerá ao lado da candidatura de Riedel durante toda a campanha eleitoral.

"Riedel vai precisar de todos nós"

Durante o pronunciamento, o senador afirmou que a reeleição do governador dependerá do empenho coletivo da coligação, especialmente porque Riedel precisará conciliar a administração do Estado com a campanha eleitoral.


 "O Riedel vai precisar muito mais de nós do que vocês imaginam. Ele não pode deixar a peteca cair na gestão do Estado. Precisa continuar trazendo investimentos, fazer as reformas na saúde, na educação e reduzir a máquina pública para que sobrem mais recursos para investir nas pessoas."


Segundo Nelsinho, Mato Grosso do Sul vive um momento de estabilidade administrativa que deve ser preservado.


 "Quando vejo o outro lado criar mais de 37 ministérios, tenho a convicção de que estou do lado certo para fazer com que Mato Grosso do Sul continue dando certo e seja exemplo para o restante do Brasil."


Decisão em favor do grupo

Ao comentar a decisão de desistir da candidatura ao Senado, o parlamentar afirmou que colocou os interesses da coligação acima dos objetivos pessoais.

Segundo ele, assumir a primeira suplência de Reinaldo Azambuja representa uma forma de continuar contribuindo com o projeto político defendido pela base governista.


 "Essa será minha quinta eleição majoritária consecutiva. Tomei essa decisão pensando no projeto que acreditamos, e não apenas em um projeto pessoal."


Amizade com Reinaldo Azambuja

Nelsinho também destacou a relação construída com o ex-governador Reinaldo Azambuja, candidato ao Senado, e afirmou que pretende atuar diretamente na campanha eleitoral ao lado do aliado.


 "Tenho com Reinaldo Azambuja uma amizade indestrutível. Vou estar ao lado dele, substituindo-o quando for necessário e mostrando que Mato Grosso do Sul não tem outro caminho. É o caminho de dar certo."


Ao encerrar o discurso, o senador fez um apelo aos militantes e lideranças presentes para que concentrem esforços na campanha de reeleição do atual governador.


"Viva o governador Eduardo Riedel."


A declaração evidencia que, apesar de ter um irmão concorrendo ao Governo do Estado por outro campo político, Nelsinho Trad optou por manter a aliança construída com Eduardo Riedel e Reinaldo Azambuja, reforçando o discurso de unidade da coligação governista para as eleições de 2026.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 12:58:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[União Progressista oficializa chapas e consolida maior aliança eleitoral de MS]]></title>
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				<description><![CDATA[A maior aliança política das eleições de 2026 em Mato Grosso do Sul oficializou, neste sábado (1º), sua composição para a disputa eleitoral. Durante convenção realizada em Campo Grande, a coligação liderada pela Federação União Progressista, formada por Progressistas (PP) e União Brasil, confirmou as candidaturas ao Governo do Estado, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa.

Além da federação, a coligação reúne PL, PSDB, MDB, Republicanos e Podemos, consolidando um bloco que reúne lideranças de centro e de direita em torno da candidatura à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP).

A convenção homologou a candidatura de Riedel ao segundo mandato, mantendo José Carlos Barbosa, o Barbosinha (Republicanos), como candidato a vice-governador.

Ao discursar durante o evento, Riedel agradeceu a união das legendas e destacou que a ampla composição partidária demonstra o compromisso do grupo com a continuidade do projeto administrativo iniciado em 2023.


"Essa é uma convenção que mostra a parceria construída entre os partidos. É um projeto coletivo, pensado para garantir continuidade ao desenvolvimento de Mato Grosso do Sul."


O governador também voltou a defender as prioridades que pretende colocar em prática caso seja reeleito.

Segundo ele, o próximo mandato terá como eixos principais a manutenção do equilíbrio fiscal, novos investimentos em infraestrutura, atração de capital privado, geração de emprego e renda, fortalecimento da educação, ampliação dos programas sociais, enfrentamento às facções criminosas, regionalização da saúde e incentivo ao turismo e à cultura.

Senado tem chapa definida

A convenção também oficializou Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL) como candidatos ao Senado.

Durante o evento, Riedel fez um agradecimento público ao senador Nelsinho Trad (PSD), que desistiu da candidatura à reeleição para integrar o projeto político da coligação.


"Quero agradecer ao senador Nelsinho Trad pelo gesto que teve de abrir mão da candidatura para contribuir com esse projeto coletivo."


Reinaldo Azambuja classificou a decisão como um gesto de desprendimento político e afirmou que a composição fortalece o bloco governista.


"O Nelsinho fez um gesto de grandeza. Essa união representa a aproximação do centro e da direita em Mato Grosso do Sul."


Já Nelsinho Trad afirmou que a decisão foi tomada pensando no grupo político.


"Eu tive que agir com a razão. Fiz o que precisava ser feito, sem olhar para mim, mas para um projeto em que acredito."


Ao final da entrevista coletiva, Nelsinho abraçou Eduardo Riedel, gesto interpretado por aliados como demonstração de unidade da coligação.

Tereza comenta convite de Flávio Bolsonaro

Outro assunto que marcou a convenção foi a possibilidade de a senadora Tereza Cristina (PP) integrar a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) como candidata a vice-presidente.

A parlamentar confirmou que recebeu o convite e disse que aceitou participar da composição, mas ressaltou que a decisão cabia ao partido.


"Recebi o convite e aceitei. Mas essa não é uma decisão individual. É uma decisão do partido, que optou por manter a neutralidade. Vou participar da campanha do Flávio Bolsonaro de uma maneira ou de outra."


Eduardo Riedel também comentou o assunto e afirmou que discordou da decisão tomada pela direção nacional do PP de não indicar Tereza Cristina para compor a chapa presidencial.

Candidatos proporcionais

Além das candidaturas majoritárias, a convenção homologou os nomes que disputarão vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) e na Câmara dos Deputados.

Assembleia Legislativa (Alems)


	Progressistas (PP): Gerson Claro, Londres Machado, Jamilson Name, Hélio Peluffo, Marco Santullo, Fernando Souza, Maria Carolina Zamboni, Sirlei Ratier, Juliana Gaioso, Juliana Aranda e Lilian Vilella.
	União Brasil: Fabrício Venturoli, Ana Paula Bacelar, Rinaldo Modesto, Jerson Domingos, Fábio Rocha, Dione Hashioka, Bárbara Rezende, Veterinário Francisco, Maria Azambuja Venturini, Rayana Furquim e Thalita Trindade.
	Pelo PSDB, a legenda oficializou a candidatura Zé Teixeira, Mara Caseiro, Lucas de Lima, Pedrossian Neto, Delegado André Matsushita, Coronel David, Paulo Corrêa, Roberto Hashioka, Enfermeiro Daniel, Vivi Tobias, Júnior Mochi e Ângelo Guerreiro.
	Pelo PL, também foram homologadas as candidaturas de Sindoley Morais, Ana Portela e Márcio Fernandes.
	Pelo Republicanos, a convenção confirmou as candidatura Renato Cãmara .
	Pelo MDB, foram homologadas as candidaturas de Mariano, Jenir Neves e Rhaiza Matos.


Câmara dos Deputados


	Progressistas (PP): Luiz Ovando, Dagoberto Nogueira, Alan Guedes, Fernando Jurado e Keliana Fernandes.
	União Brasil: Cleidiane Matzenbacher, Geraldo Rezende, Rose Modesto e Carlos Bernardo.
	Pelo PL, também foram homologadas as candidaturas deLuana Ruiz.
	O Republicanos confirmou a candidatura de Beto Pereira.
	Pelo PSDB, a legenda oficializou a candidatura de Viviane Luiza .


Com a homologação das candidaturas, a coligação inicia oficialmente a preparação para a campanha eleitoral, que terá início em 16 de agosto, conforme o calendário da Justiça Eleitoral.

A expectativa do grupo é manter o Governo do Estado, ampliar sua representação no Congresso Nacional e preservar a maioria na Assembleia Legislativa.

Horário eleitoral

Com a formação da maior coligação das eleições em Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel também deverá iniciar a campanha com ampla vantagem no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão.

Pelas estimativas baseadas na representatividade dos partidos na Câmara dos Deputados, a chapa do governador terá aproximadamente 6 minutos e 22 segundos dos 9 minutos destinados aos candidatos ao Governo do Estado em cada bloco de propaganda, o equivalente a 70,8% do tempo total, consolidando a maior exposição entre todos os concorrentes durante o período oficial de campanha.

 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 12:00:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Riedel fala sobre prioridades e confirma Barbosinha para vice]]></title>
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				<description><![CDATA[Em convenção realizada na manhã deste sábado (1), o governador do estado Eduardo Riedel (PP) oficializou sua candidatura à reeleição para o Governo de Mato Grosso do Sul. 

O evento reuniu diversas lideranças de sete partidos, que fazem parte da coligação eleitoral. 

Durante seu discurso, Riedel confirmou a manutenção da chapa vencedora em 2022 e anunciou que José Carlos Barbosa, conhecido como Barbosinha (Republicanos), seguirá como candidato a vice-governador. 

Na convenção, o candidato à reeleição ao governo apresentou as diretrizes de seu projeto de governo para o período 2027-2030, sustentado por um amplo arco de alianças que inclui PP, PL, União Brasil, PSDB, MDB, Republicanos e Avante. Riedel também falou sobre suas prioridades para caso seja reeleito. 

Dentre as prioridades que o governador destacou para caso seja reeleito estão equilíbrio fiscal, investimento, infraestrutura; atração de capital privado, emprego, renda, educação, projetos sociais, segurança pública (enfrentar facções criminosas), regionalização da saúde, turismo e cultura.


" Eu sempre falei que o nosso plano de governo é um plano para ser executado. Ele não é só uma peça que vai ser protocolado, ele é um plano efetivo de realizações, manter a capacidade de investimento do Estado. Linhas gerais, equilíbrio fiscal, capacidade de investimento do Estado para fazer política pública, infraestrutura para dar competitividade, atração do capital privado, para conseguir, a partir do crescimento,  gerar oportunidade de emprego, renda para as nossas pessoas." Disse o governador.  


Um dos pontos de maior destaque na fala do governador foi o combate à criminalidade organizada. Riedel prometeu endurecer as ações de segurança pública, com foco especial no enfrentamento às facções criminosas que atuam na região de fronteira.

A confirmação de Barbosinha como vice encerra as especulações de bastidores e reforça a unidade do grupo político liderado por Riedel e pelo ex-governador Reinaldo Azambuja.

A manutenção da chapa repete a fórmula que saiu vitoriosa nas últimas eleições, apostando na estabilidade política como um ativo para o eleitorado.
 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 11:30:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Nelsinho Trad disse agir com razão e tranquilidade em decisão de desistência na candidatura]]></title>
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				<description><![CDATA[O Senador Nelsinho Trad, que oficializou sua desistência na candidatura à reeleição ao Senado Federal no fim da noite dessa sexta-feira (31) disse priorizar o grupo e ter agido com razão, segurança e tranquilidade em sua decisão.

O parlamentar afirmou durante seu discurso que travou uma luta com ele mesmo para entender que o importante é o fortalecimento como unidade, referindo-se a aliança política da Federação União Progressista firmada na manhã deste sábado (01), que reúne União Brasil, PP, PL, PSDB, MDB, Republicanos e Podemos.

Na convenção partidária, nomes de candidatos como Eduardo Riedel, Reinaldo Azambuja, senadora Tereza Cristina reforçaram a opinião de que a desistência da candidatura de Nelsinho Trad foi um ato de grandeza. Azambuja destacou que a decisão pretende unir os campos da direita e do centro como uma unidade.

Nelsinho afirmou que a união com o candidato à senador sempre esteve firmada, e para tomar a decisão relembrou derrota de ambos quando houve convergências em apoios políticos.


"Esse grupo político, que começou desde 2014, no segundo turno da eleição do Reinaldo Azambuja, nunca se desfez. A gente sempre esteve junto. E a vez que separou, nós perdemos a eleição em 2012. Então, eu compreendi isso. Sei que foi muito difícil e eu tive que agir com a razão".


Ao final, o próprio senador Nelsinho Trad ressaltou que a decisão de desistência é um ato de demsontrar grandeza. "Ou você tem grandeza ou não tem, e eu demonstrei ter". Em seu discurso ele manifestou intenso apoio ao candidato à reeleição ao Governo Estadual Riedel e que possui convicção em seu trabalho.

Ao ser questionado como ficaria a relação com seu irmão Fábio Trad, que é candidato ao Governo pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Nelsinho respondeu que nada muda e que são peças diferentes.


"Não mudou nada, deixar de ser meu irmão não vai. Ele é peça diferente de mim. Eu respeito ele e ele me respeita. Ele corre lá e eu aqui".


*Saiba

O senador, que anteriormente disputaria as eleições 2026 como reeleição foi confirmado como primeiro suplente da chapa encabeçada por Reinaldo Azambuja, e como segundo suplente ficou o ex-secretário estadual da Fazenda Felipe Mattos.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 11:15:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Riedel defende Tereza Cristina como vice de Flávio Bolsonaro]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/riedel-defende-tereza-cristina-como-vice-de-bolsonaro/470500/</link>
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				<description><![CDATA[O governador Eduardo Riedel (PP) não apoiou a decisão da direção nacional de impedir que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) dispute a vice-presidência da República na chapa do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL). 

Durante a convenção na manhã deste sábado (1), Riedel afirmou que não concorda com a posição adotada pelo PP e defendeu que a senadora reúne as credenciais necessárias para ocupar o posto na disputa nacional. 

“Eu sou do PP e não me dou por vencido. Condeno fortemente a decisão tomada pelo PP inicialmente”, declarou.

Segundo o governador, Tereza Cristina é uma das principais lideranças políticas do país e teria condições de contribuir para o futuro do Brasil. 

“A senadora Tereza talvez seja uma das pessoas públicas do Brasil que mais podem contribuir com o nosso futuro pela história, pela atuação, pela ação e pela capacidade de reunir pensamento e ação em prol de mudanças estruturantes. A gente precisa muito da senadora Tereza nesse momento na majoritária nacional”, afirmou.

Riedel ressaltou que a decisão não depende apenas da parlamentar, mas fez um apelo para que o Progressistas reveja o posicionamento. 

“Aqui fica o meu registro como membro do PP de que a gente tem que lutar até o fim para que o nosso partido, em âmbito nacional, tenha essa possibilidade de se unir, coligar e poder levar o nome da senadora Tereza à vice-presidência do Brasil.”

Antes de comentar o impasse, o governador também destacou a articulação entre partidos do campo da centro-direita em Mato Grosso do Sul, classificando a construção política como um exemplo para o restante do país.

“O Brasil, ao conseguir construir nesse campo da centro-direita essa união, dá um exemplo. Não é fácil, porque existem muitas lideranças fortes e expressivas, mas conseguimos chegar a esse resultado com muito diálogo.”

PP manteve neutralidade

Na sexta-feira (31), o Progressistas anunciou oficialmente que permanecerá neutro na disputa presidencial de 2026, encerrando as negociações para que Tereza Cristina integrasse a chapa de Flávio Bolsonaro.

Em nota, a legenda informou que a decisão foi tomada após consulta aos diretórios estaduais.

“O Progressistas, após consulta aos seus diretórios estaduais, decidiu, por maioria, permanecer neutro no processo eleitoral. Diante disso, reiteramos a posição de não convocar Convenção Nacional. A decisão já foi comunicada e acatada pela nossa líder no Senado Federal, senadora Tereza Cristina.”

A definição frustrou as articulações que vinham sendo conduzidas entre PL e PP. Horas antes da manifestação oficial do partido, Flávio Bolsonaro havia declarado que a senadora havia aceitado o convite e que restava apenas o aval partidário para oficializar a composição.

A resistência teria partido da direção nacional do Progressistas, liderada pelo senador Ciro Nogueira, que defendia a manutenção da neutralidade da sigla, além da preocupação de diretórios estaduais com os reflexos da composição nas alianças regionais.

Com a retirada do nome de Tereza Cristina, a vaga de vice na chapa de Flávio Bolsonaro permanece aberta. O PL tem até o dia 5 de agosto para definir o nome que integrará a candidatura presidencial, enquanto o prazo para registro das chapas na Justiça Eleitoral termina em 15 de agosto.

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 11:00:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Gordinho do Bolsonaro diz que chapa ao Senado está praticamente definida ]]></title>
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				<description><![CDATA[O deputado federal Rodolfo Nogueira, conhecido como Gordinho do Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (1º) que a composição da chapa governista para a disputa ao Senado está praticamente definida e avaliou que a decisão do senador Nelsinho Trad (PSD) de abrir mão da candidatura à reeleição para assumir a primeira suplência de Reinaldo Azambuja (PL) fortalece o grupo político que apoia a reeleição do governador Eduardo Riedel (PP).

As declarações ocorrem durante a convenção da coligação, que acontece na manhã deste sábado (1º), em Campo Grande, e oficializa as candidaturas da base aliada para as eleições de 2026.

Segundo o parlamentar, a mudança na composição representa um gesto de unidade e consolida o projeto político do grupo para a disputa eleitoral.


"Realmente bateu o martelo na eleição do Reinaldo e do Contar com essa nova composição. O senador Nelsinho sabe mais do que ninguém quais são os passos mais importantes para o futuro político dele. A gente viu uma consolidação muito grande das candidaturas majoritárias aqui em Mato Grosso do Sul."


Na avaliação de Gordinho do Bolsonaro, a prioridade da coligação é fortalecer tanto a campanha estadual quanto o projeto nacional do campo conservador.


"O que importa agora é unir Mato Grosso do Sul em torno de um propósito para o Brasil. Esse é o nosso pensamento."


Definição nacional ainda depende de articulações

Questionado sobre a possibilidade de a senadora Tereza Cristina (PP) integrar a chapa presidencial como candidata a vice, o deputado afirmou que as definições ainda dependem das negociações entre os partidos em nível nacional.

Segundo ele, a formação da chapa presidencial está ligada aos acordos construídos em diversos estados e ainda não há definição sobre o nome que ocupará a vaga.


"As composições nacionais ainda estão sendo discutidas. Não depende apenas da vice-presidência, mas de entendimentos em vários estados. Estamos aguardando essa definição."


Suplências ainda aguardam oficialização

Durante a entrevista, o deputado também comentou a composição das chapas ao Senado. Segundo ele, Nelsinho Trad deverá ocupar a primeira suplência de Reinaldo Azambuja, enquanto o secretário estadual Felipe Mattos é apontado como provável segundo suplente.

Em relação à candidatura de Capitão Contar (PL), Gordinho do Bolsonaro afirmou que Cláudio Mendonça deve integrar a chapa como primeiro suplente e disse ter sido informado de que a segunda vaga deverá ficar com um representante do segmento evangélico, embora não tenha confirmado o nome.


"Do Reinaldo seria o Nelsinho. O Felipe Mattos deve ser o segundo suplente. Já na chapa do Contar, pelo que fui informado, o Cláudio Mendonça deve ser o primeiro suplente. O segundo nome ainda não lembro, mas me disseram que será do segmento evangélico."


O deputado também comentou as especulações sobre uma possível candidatura do ex-deputado estadual Coronel David Polon ao Senado e afirmou acreditar que as definições da coligação já estão praticamente encerradas.


"Esperança todo mundo pode ter, mas acredito que hoje a composição está praticamente definida."


As definições oficiais sobre os suplentes deverão constar nas atas das convenções e nos registros de candidatura que serão apresentados à Justiça Eleitoral dentro do prazo estabelecido pelo calendário das eleições de 2026.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 10:22:00 -0400</pubDate>
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					<item>
				<title><![CDATA[Puccinelli afirma que MDB pode ficar fora da suplência ao Senado]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/puccinelli-afirma-que-mdb-pode-ficar-fora-da-suplencia-ao-senado/470496/</link>
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				<description><![CDATA[O ex-governador André Puccinelli (MDB) afirmou neste sábado (1) que o partido deve ficar sem indicar um nome para a suplência ao Senado na chapa majoritária das eleições de 2026. A declaração foi dada durante a convenção estadual da sigla, encerrando as especulações sobre uma possível composição do partido à vaga.

Questionado sobre as negociações envolvendo a suplência, Puccinelli reconheceu que havia conversas em andamento, mas indicou que elas não avançaram. 

“Eu acho que não vai ter”, respondeu o ex-governador ao ser perguntado se o partido apresentaria algum nome para a vaga.

Antes disso, Puccinelli havia afirmado que ainda não sabia qual seria a definição do partido e atribuiu a condução das conversas ao presidente estadual do MDB, Waldemir Moka.

Apesar da falta de espaço, o ex-governador defendeu que o tamanho e a história da legenda seriam suficientes para garantir participação nas suplências.

“Não só deveria ter, como poderia ou poderá ter, porque o tamanho do MDB seria mais do que suficiente para indicar a primeira, a segunda e, se tivesse, até a terceira”, declarou.

O nome do ex-ministro Carlos Marun chegou a ser citado como uma das possibilidades, mas Puccinelli afirmou que qualquer escolha dependeria de uma reunião da Executiva estadual. 

Com a chapa ao Senado ocupada pelos aliados, o MDB concentrará seus esforços em outros pontos das eleições. Conforme Puccinelli, o partido possui chapa completa para deputado federal, enquanto a disputa pela Assembleia Legislativa conta inicialmente com 19 nomes.

A legenda ainda poderá preencher seis vagas remanescentes para deputado estadual dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral.

“Nós vamos lavrar na ata que as vagas remanescentes poderão ser preenchidas de conformidade com a lei. Chapa completa para federal e 19 nomes para estadual, havendo possibilidade de as seis vagas remanescentes ainda serem preenchidas”, afirmou.

Puccinelli também demonstrou confiança na eleição do grupo governista. Para o ex-governador, há grande possibilidade de a disputa pelo Governo do Estado ser resolvida ainda no primeiro turno, embora tenha ponderado que a decisão dependerá dos eleitores.

“Tem grande chance de ser no primeiro turno”, declarou.

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 09:57:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Rose Modesto aposta em força da federação e minimiza desistência de Nelsinho Trad]]></title>
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				<description><![CDATA[Durante a convenção da Federação União Progressista, realizada neste sábado (1º), em Campo Grande, a ex-deputada federal e pré-candidata à Câmara dos Deputados Rose Modesto (União Brasil) afirmou que a aliança partidária chega fortalecida para as eleições de 2026 e defendeu a união do grupo em torno da candidatura à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP).

A Federação União Progressista é formada pelo Progressistas (PP) e pelo União Brasil e, em Mato Grosso do Sul, integra a coligação que também reúne PL, PSDB, MDB, Podemos e Republicanos em apoio à candidatura de Eduardo Riedel ao Governo do Estado.

Ao comentar a expectativa para a disputa proporcional, Rose disse acreditar que a federação tem potencial para ampliar sua representação no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

Segundo ela, a meta é eleger pelo menos três deputados federais e seis estaduais pela federação, enquanto o União Brasil trabalha para conquistar duas das vagas na Câmara.


"A federação deve eleger pelo menos três deputados federais e seis estaduais. O União Brasil vai buscar conquistar duas dessas vagas."


A ex-deputada também ressaltou que o grupo chega competitivo ao pleito e destacou que a campanha será baseada na apresentação de resultados e na proximidade com o eleitor.


 "Não existe eleição fácil. O maior desafio é cada candidato conseguir se conectar com a população. Vou percorrer o Estado mostrando o trabalho que já realizamos e buscando novamente a confiança do eleitor."


Apoio à reeleição de Riedel

Durante a convenção, Rose afirmou que a candidatura de Eduardo Riedel representa a continuidade do projeto político iniciado em 2022 e demonstrou confiança em um segundo mandato do governador.

Ela avaliou que o atual chefe do Executivo terá a oportunidade de concluir ações iniciadas na primeira gestão e destacou que a aliança partidária chega fortalecida para a campanha.


 "O governador Eduardo Riedel está preparado para dar continuidade ao trabalho. O que ainda não conseguiu realizar neste primeiro mandato certamente será prioridade em um segundo. Estamos felizes com a composição construída para estas eleições."


A pré-candidata acrescentou que o maior desafio da classe política é recuperar a confiança do eleitorado.


"O eleitor está muito descrente da política. A única forma de mudar isso é cumprir compromissos, fazer entregas e demonstrar resultado."


Decisão de Nelsinho Trad

Questionada sobre a desistência do senador Nelsinho Trad (PSD) da disputa pela reeleição para assumir a primeira suplência na chapa de Reinaldo Azambuja (PL), Rose afirmou que recebeu a decisão com naturalidade e classificou a mudança como uma escolha pessoal e estratégica.

Segundo ela, a definição preserva a unidade do grupo político e deve ser respeitada pelos aliados.


 "É uma decisão muito pessoal. Pelo que acompanhei na nota divulgada, ele buscou manter a lealdade ao grupo e também atendeu a uma composição construída pela direção nacional. Continua contribuindo com o projeto e nós respeitamos essa decisão."


Campanha focada em educação e saúde

Rose Modesto afirmou que pretende concentrar sua campanha nas áreas em que diz ter maior identificação, como educação e saúde pública.

Ela destacou que pretende percorrer os municípios sul-mato-grossenses para apresentar o trabalho desenvolvido ao longo de sua trajetória como vereadora, deputada federal e vice-governadora.


"As minhas principais bandeiras sempre foram a educação, a valorização dos profissionais da área e a saúde. Nosso objetivo é continuar contribuindo para reduzir os problemas enfrentados pela população de Mato Grosso do Sul."


 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 09:42:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Fim de semana de convenções define candidatos ao Governo e ao Senado em MS]]></title>
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				<description><![CDATA[O calendário eleitoral ganha força neste sábado (1º) em Mato Grosso do Sul com uma série de convenções partidárias que devem oficializar candidaturas aos principais cargos em disputa nas eleições de 2026. Os encontros, concentrados em Campo Grande, devem ampliar o número de concorrentes ao Governo do Estado e confirmar novos nomes na corrida pelas duas vagas ao Senado Federal.

Entre os principais eventos do dia está a convenção da Federação União Progressista, bloco formado por PL, PP, União Brasil, PSDB, MDB, Podemos e Republicanos. O encontro ocorre entre 8h e 11h, no Comitê Central do Progressistas MS, localizado na Rua Flamboyant, nº 681, no Bairro Cidade Jardim.

A expectativa é de que o evento oficialize a candidatura à reeleição do governador Eduardo Riedel (PP), que buscará um novo mandato no comando do Executivo estadual. A chapa deverá ser repetida em relação ao pleito anterior, mantendo José Carlos Barbosa, o Barbosinha (Republicanos), como candidato a vice-governador.

Além da disputa pelo Governo do Estado, a convenção da União Progressista também deve homologar as candidaturas de Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL) para o Senado, consolidando a estratégia do grupo para a eleição majoritária.

Democracia Cristã apresenta candidatura própria no domingo

O Democracia Cristã (DC 27) realiza sua convenção estadual neste domingo (2), na Rua dos Andradas, nº 239, no Bairro Duque de Caxias, em Campo Grande.

A legenda deve confirmar o economista Renato Gomes como candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul. O partido pretende disputar as eleições com chapa própria e ainda busca definir o nome que ocupará a vaga de candidato a vice-governador.

A preferência é por um filiado do município de Três Lagoas, embora a definição ainda não tenha sido anunciada.

Para o Senado, a expectativa é de que o partido homologue a candidatura de Luiz Lemes.

PSD redefine estratégia após acordo político

A programação das convenções deste sábado também sofreu alterações no PSD. Inicialmente, o partido realizaria um encontro para homologar a candidatura à reeleição do senador Nelsinho Trad.

No entanto, o parlamentar oficializou, na noite de sexta-feira (31), a desistência da disputa por um novo mandato e confirmou que seráprimeiro suplente na chapa do ex-governadorReinaldo Azambuja (PL) ao Senado.

A decisão foi anunciada por meio de nota oficial e atende à orientação da direção nacional da sigla, comandada por Gilberto Kassab. Segundo Nelsinho, a mudança busca fortalecer a aliança política que sustenta a candidatura à reeleição do governador Eduardo Riedel e prioriza a unidade do grupo nas eleições deste ano.

Disputa pelo Governo ganha novos capítulos

Com as convenções deste sábado, a corrida pelo Governo de Mato Grosso do Sul ganha novos contornos. Até o momento, já tiveram suas candidaturas homologadas Jefferson Bezerra (Agir), Lucien Rezende (PSOL) e Fábio Trad (PT).

Caso as previsões se confirmem, Eduardo Riedel e Renato Gomes passarão a integrar oficialmente a disputa, elevando para cinco o número de candidatos já oficializados. A tendência é que a relação chegue a seis concorrentes com a realização da convenção do Parto Novo, marcada para a próxima quarta-feira (5).

Na ocasião, a legenda deverá confirmar o deputado estadual João Henrique Catan como candidato ao Governo do Estado. Até o momento, o partido ainda não divulgou o nome que disputará a vice-governadoria, nem os detalhes sobre horário e local do evento.

Calendário eleitoral entra na reta decisiva

Pela legislação eleitoral, os partidos podem realizar convenções para definição de candidatos e coligações até 5 de agosto. Após a homologação, os registros das candidaturas deverão ser encaminhados à Justiça Eleitoral até 15 de agosto

A propaganda eleitoral estará autorizada a partir de 16 de agosto. Até essa data, permanece proibido o pedido explícito de voto, prática que pode resultar em sanções previstas na legislação.

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, quando os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

Se nenhum candidato ao Governo do Estado ou à Presidência da República alcançar mais da metade dos votos válidos no primeiro turno, será realizada uma nova votação em 25 de outubro, conforme prevê a legislação eleitoral.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 09:07:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA["A IA não deve ser vista só como problema, mas como ferramenta da Justiça Eleitoral"]]></title>
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				<description><![CDATA[Um dos marcos da preparação da Justiça Eleitoral para as eleições deste ano foi a realização, em Campo Grande, do 59º Encontro do Colégio de Corregedoras e Corregedores Regionais Eleitorais do Brasil (Ccorelb), que reuniu representantes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de todo o País para discutir a padronização de procedimentos, o combate à desinformação, o uso da inteligência artificial (IA), a fiscalização da propaganda eleitoral e o fortalecimento da segurança jurídica.

Nesta entrevista exclusiva ao Correio do Estado, o desembargador Sérgio Fernandes Martins, vice-presidente e corregedor regional eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), faz um balanço das principais decisões do encontro, analisa os desafios que marcarão a disputa eleitoral deste ano e detalha como a Justiça Eleitoral está se preparando para enfrentar questões como deepfakes, irregularidades nas plataformas digitais e a necessidade de uniformizar a atuação das corregedorias em todo o Brasil. 

Quais foram as principais conclusões do 59º Ccorelb e que mudanças práticas devem ser implementadas já nas eleições?

O principal resultado do encontro foi a uniformização de procedimentos nas corregedorias eleitorais de todo o País. Alinhamentos que serão repassados para as zonas eleitorais e terão reflexos positivos para os eleitores.

A segurança do voto, o conforto dos eleitores e a segurança do sistema eleitoral são temas revisitados em todo o ano eleitoral, e é isso que foi feito em Campo Grande.

Quais são hoje as maiores preocupações da Justiça Eleitoral em relação ao processo eleitoral deste ano?


A preocupação de hoje e de sempre é de assegurar que o processo eleitoral transcorra com tranquilidade, transparência e igualdade de condições para todos os participantes, o que envolve desde a correta aplicação da legislação eleitoral até o enfrentamento de desafios contemporâneos, como a desinformação, o uso inadequado de novas tecnologias e a rápida disseminação de conteúdos nas plataformas digitais.


Assim, buscou-se fortalecer a atuação preventiva das corregedorias, orientando magistrados, partidos, candidatos e demais atores envolvidos, tudo para que as regras sejam observadas desde o início do processo eleitoral.

Como a Justiça Eleitoral pretende enfrentar o uso de conteúdos manipulados, como deepfakes, e garantir a lisura da campanha?

A inteligência artificial não deve ser vista só como problema, mas como ferramenta da Justiça Eleitoral. No Ccorelb, reforçou-se a necessidade de constante atualização da Justiça Eleitoral e da possibilidade de aplicação da inteligência artificial para enfrentar e localizar conteúdos manipulados.

Aliás, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral [TSE], ministro Kassio Nunes Marques, em recente declaração afirmou que é lítica a utilização da inteligência artificial em campanhas eleitorais, o problema é quando empregada para prejudicar candidatos.

A legislação e as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral são rígidas quanto ao combate à desinformação, e a verdade é algo que deve sempre ser buscado.

O presidente do TSE defende mais transparência nas pesquisas eleitorais. Esse tema foi debatido durante o encontro? Qual é a avaliação das corregedorias sobre essa proposta?

O foco do Ccorelb esteve voltado principalmente às atribuições das corregedorias regionais e ao planejamento das eleições 2026.

As discussões concentraram-se em temas relacionados à fiscalização, à gestão das zonas eleitorais, à propaganda eleitoral, à inteligência artificial e à uniformização de procedimentos.

As eventuais alterações relativas às pesquisas eleitorais são matérias que competem ao Tribunal Superior Eleitoral e serão conduzidas nas cortes, sempre observando a legislação vigente e os princípios da transparência e da segurança jurídica.

A Justiça Eleitoral está preparada para fiscalizar irregularidades nesse ambiente digital?

A Justiça Eleitoral vem se preparando continuamente para acompanhar a evolução do ambiente digital. Hoje, a propaganda eleitoral ocorre em múltiplas plataformas, o que exige atualização constante dos órgãos responsáveis pela fiscalização.

O trabalho envolve capacitação, aperfeiçoamento de procedimentos e atuação integrada entre os tribunais.

Naturalmente, trata-se de um ambiente dinâmico, mas a Justiça Eleitoral tem buscado desenvolver mecanismos cada vez mais eficientes para coibir irregularidades, sempre respeitando os limites legais e constitucionais.

Em quais áreas ainda existem diferenças de entendimento que precisam ser harmonizadas nos TREs?

Apesar das realidades e demandas específicas de cada região do Brasil, é necessário que em alguns pontos não haja diferença de atuação do Judiciário eleitoral. Exemplo é o local de votação.

Quantas pessoas podem estar no local de votação, o número de fiscais e a orientação ao eleitor no momento de votar são pontos que devem ser iguais em todo território nacional.

Lembremos, as discussões envolveram aspectos relacionados à gestão das zonas eleitorais, à atuação das corregedorias, à fiscalização da propaganda eleitoral e aos procedimentos administrativos.

As diferenças que existem dizem respeito mais à logística da eleição, transporte por barcos na região amazônica, por exemplo, do que à atuação preventiva e repressiva.

O objetivo não é eliminar as particularidades locais, mas assegurar que os princípios e as diretrizes nacionais sejam aplicados de maneira uniforme, proporcionando maior segurança jurídica.

O TRE-MS já trabalha com alguma estratégia específica para reforçar a fiscalização no Estado?

O TRE-MS já iniciou seu planejamento para as eleições gerais de 2026. Nosso foco é garantir uma estrutura preparada para atender às demandas do processo eleitoral, oferecendo suporte às zonas eleitorais e fortalecendo as ações de orientação e fiscalização.

Ter maior ou menor disputa política não é um problema para a Justiça Eleitoral, essa é uma questão social em que aos tribunais cabe somente garantir que os candidatos possam concorrer e difundir suas ideias e os cidadãos possam livremente escolher em quem votar.

Como esse intercâmbio de experiências entre os estados contribui para tornar as eleições mais seguras e eficientes?

O intercâmbio sobre as ações de investigação judicial eleitoral [Aijes] ocorreu de forma massiva e talvez tenha sido um dos maiores ganhos do encontro.

Estas demandas são de relatoria natural dos corregedores nas eleições estaduais e têm grande impacto no pleito, como o que ocorreu aqui, em Mato Grosso do Sul, há algumas semanas, em que se alterou o titular de uma das cadeiras da Assembleia Legislativa.

A mais, cada Corregedoria enfrenta desafios específicos e desenvolve soluções que podem ser compartilhadas com as demais.

Exemplificando: determinada comunidade no Pará teve dificuldades em levar as urnas até o eleitor, verifica-se como questão semelhante foi resolvida no Pantanal e aplica-se a solução na Região Norte do País.

Um partido político apresentou número maior de delegados partidários que o permitido, fato que foi constatado por um Tribunal Regional, sendo a solução repassada para as demais regionais.

Sistema de cadastro de eleitores identificou pessoas que tentaram fazer o registro como eleitor em mais de um município, como deverá o chefe do Cartório Eleitoral atuar quando estiver diante de tal situação.

Que orientação o senhor daria aos eleitores para identificar informações falsas na campanha?

A principal orientação é que o eleitor sempre verifique a origem da informação antes de compartilhá-la. É importante buscar fontes oficiais, conferir se a notícia está publicada em veículos confiáveis e desconfiar de conteúdos que despertem emoções muito intensas ou que não apresentem comprovação.

Cada cidadão exerce um papel importante na preservação da integridade do processo eleitoral. O compartilhamento responsável de informações contribui para um ambiente democrático mais saudável.

Qual mensagem o senhor deixa aos candidatos, partidos políticos e eleitores sobre o papel da Justiça Eleitoral na condução das eleições?

A Justiça Eleitoral é um exemplo de independência, imparcialidade e compromisso com a Constituição. Nosso objetivo é assegurar que todos os participantes tenham igualdade de condições e que a vontade do eleitor seja livremente manifestada nas urnas.

A candidatos e partidos, reforço a importância do cumprimento das regras que disciplinam o processo eleitoral. Aos eleitores, deixo a mensagem de que participem de forma consciente, busquem informações em fontes confiáveis e exerçam seu direito ao voto com responsabilidade.

O fortalecimento da democracia é uma responsabilidade compartilhada por toda a sociedade, e a Justiça Eleitoral permanecerá vigilante para garantir eleições seguras, transparentes e legítimas.

Por fim, gostaria de deixar um lembrete para os eleitores.


No dia da eleição não é possível levar o aparelho celular para a frente da urna, evitando que se tire foto, garantindo o direito à inviolabilidade do voto. Assim, como teremos seis cargos para preencher, levem suas “colinhas” de forma escrita em um papel, pois é muito difícil lembrar de cabeça o número de todos os candidatos.


{Perfil}

Sérgio Martins

Desembargador do TJMS, escritor e articulista, é formado em Direito pela UFRJ, mestre em Direito e Economia, doutorando em Filosofia do Direito e História da Cultura Jurídica pela Universidade de Gênova e também cursou Jornalismo.

Foi advogado por mais de duas décadas, professor universitário por 19 anos e vereador por Campo Grande. No Judiciário, foi corregedor do TJMS, presidente da Corte e atualmente é vice-presidente e corregedor regional eleitoral do TRE-MS.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 07:35:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Financiamento de imóveis cresce em Mato Grosso do Sul]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/economia/financiamento-de-imoveis-cresce-em-mato-grosso-do-sul/470477/</link>
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				<description><![CDATA[O mercado de financiamento imobiliário voltou a dar sinais de recuperação em Mato Grosso do Sul no primeiro semestre deste ano, após registrar o pior desempenho dos últimos anos em 2025. Entre janeiro e junho, foram financiados 2.406 imóveis no Estado, movimentando R$ 864,6 milhões em operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram contratadas 2.029 unidades e liberados R$ 686,1 milhões, o avanço foi de 18,6% no número de imóveis financiados e de 25,9% no volume de recursos.

Os dados foram enviados com exclusividade ao Correio do Estado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). 

Apesar da recuperação, o mercado ainda está distante do auge registrado em 2021 e 2022. Há quatro anos, Mato Grosso do Sul atingiu o maior volume da série recente, com 4.531 imóveis financiados e R$ 1,29 bilhão em crédito habitacional. Desde então, o setor acumulou três anos consecutivos de retração antes de voltar a crescer neste ano.

Os dados mostram que, em 2023, o volume financiado caiu para R$ 936 milhões, com 3.236 contratos. Em 2024, foram R$ 893 milhões, distribuídos em 2.858 financiamentos. Já em 2025 o mercado chegou ao menor número de operações desde 2020, com apenas 2.029 imóveis financiados.

Embora o número de contratos tenha voltado praticamente ao mesmo nível observado em 2020, quando foram financiadas 2.395 unidades, o valor movimentado cresceu significativamente.

Naquele ano, o crédito imobiliário somava R$ 569,8 milhões, cerca de R$ 295 milhões a menos que os R$ 864,6 milhões registrados no primeiro semestre deste ano.

Em entrevista recente ao Correio do Estado, o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 14ª Região de Mato Grosso do Sul (Creci-MS), Roberto da Cunha, disse que parte dessa recuperação é resultado das mudanças implementadas no programa Minha Casa, Minha Vida. Segundo ele, a reformulação do programa para o biênio 2025-2026 ampliou o acesso ao financiamento, principalmente para as famílias de menor renda.

“Houve avanços importantes nos programas habitacionais e na diversificação das linhas de financiamento, especialmente com a reformulação e atualização do Minha Casa, Minha Vida, que ampliou o alcance, reajustou as faixas de renda e reforçou os subsídios para famílias de menor renda. Essas mudanças ajudaram a ampliar o acesso à casa própria, principalmente nas faixas 1 e 2 do programa”, afirmou.

O desempenho de MS acompanha o cenário positivo nacional - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

CUSTO

Apesar disso, o presidente do Creci-MS destaca que o custo do crédito continua sendo um entrave para muitas famílias.

“As taxas de juros ainda elevadas em 2026, em geral acima de 10% ao ano para financiamentos tradicionais, continuam limitando o poder de compra de muitas famílias, especialmente aquelas com renda formal instável ou informal. Além disso, a exigência de comprovação de renda formal permanece como um obstáculo relevante para uma parcela da população que tem capacidade de pagamento, mas não atende aos critérios tradicionais das instituições financeiras”, disse.



O desempenho de MS acompanha um cenário positivo no mercado nacional. Segundo a Abecip, as concessões de crédito imobiliário no País somaram R$ 180,9 bilhões no primeiro semestre deste ano, crescimento de 23% em relação aos R$ 147,1 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Ao todo, aproximadamente 850 mil imóveis foram financiados com recursos do SBPE, do FGTS e outras fontes.

Somente as operações realizadas com recursos da poupança alcançaram R$ 93,7 bilhões entre janeiro e junho, alta de 29% em relação aos R$ 72,9 bilhões do primeiro semestre de 2025. 

Dentro desse segmento, os financiamentos destinados à construção cresceram 107%, enquanto as operações para aquisição de imóveis avançaram 12%, com predominância dos imóveis usados, responsáveis por mais de 70% das contratações.

Na avaliação do presidente da Abecip, Michel Cury, os números demonstram que a demanda por moradia continua elevada, mesmo em um ambiente de juros altos.

“O crescimento de 23% do crédito imobiliário no primeiro semestre reforça a resiliência do setor para a economia e para as famílias brasileiras. Houve avanços expressivos no FGTS, especialmente com o Minha Casa, Minha Vida, além da alta de 12% nas operações via SBPE. Ao mesmo tempo, a elevação da curva de juros pressiona o custo do funding e reforça a necessidade de diversificar as fontes de recursos do setor”, avaliou Cury.

A entidade alerta, porém, que o financiamento habitacional enfrenta um desafio estrutural. Nos últimos cinco anos, a caderneta de poupança acumulou retiradas líquidas de R$ 273 bilhões, enquanto a demanda por crédito continua crescendo.

Apenas no primeiro semestre deste ano, a saída líquida de recursos da poupança foi de R$ 31 bilhões, inferior aos R$ 38 bilhões retirados no mesmo período de 2025.

Segundo a Abecip, esse cenário reforça a necessidade de ampliar fontes alternativas de financiamento para garantir recursos de longo prazo capazes de sustentar a expansão do crédito imobiliário nos próximos anos.
]]></description>
				
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				<category>Economia</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 07:30:00 -0400</pubDate>
			</item>
					<item>
				<title><![CDATA[Nelsinho oficializa desistência da reeleição e confirma vaga de suplente na chapa de Azambuja]]></title>
				<link>https://correiodoestado.com.br/politica/nelsinho-oficializa-desistencia-da-reeleicao-e-confirma-vaga-de/470476/</link>
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				<description><![CDATA[O senador Nelsinho Trad (PSD) oficializou, no fim da noite de ontem (31), a desistência da candidatura à reeleição ao Senado Federal e confirmou que disputará as eleições de 4 de outubro como primeiro suplente na chapa encabeçada pelo ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), candidato a uma das duas vagas ao Senado por Mato Grosso do Sul.

Em nota oficial, o parlamentar afirmou que a decisão foi tomada em atendimento à orientação da direção nacional do PSD, presidida por Gilberto Kassab, e que a mudança faz parte da estratégia de fortalecimento da aliança política formada em torno do governador Eduardo Riedel (PP).

Segundo Nelsinho, a escolha representa um gesto de unidade e compromisso com os interesses do Estado. "A verdadeira política não se faz com vaidades individuais, mas com espírito coletivo e amor pela nossa gente", afirmou.

O senador reconheceu que abrir mão da tentativa de conquistar um novo mandato não foi uma decisão fácil, destacando o trabalho realizado durante sua atuação no Senado em favor dos 79 municípios sul-mato-grossenses. Apesar disso, afirmou que, em momentos decisivos, cabe às lideranças colocar os interesses do grupo político acima dos projetos pessoais.

Na manifestação, Nelsinho ressaltou que não considera a mudança um recuo político, mas uma forma de fortalecer a aliança. "Não dou um passo atrás; dou um passo ao lado para somar forças", declarou.

O parlamentar também elogiou o ex-governador Reinaldo Azambuja, afirmando que sua candidatura representa a continuidade de um projeto administrativo para Mato Grosso do Sul. Segundo ele, sua participação como suplente garantirá que a experiência e a articulação política do PSD permaneçam representadas nas decisões do grupo.

Ao encerrar a nota, Nelsinho Trad reafirmou fidelidade ao PSD e disse que continuará atuando em favor da população sul-mato-grossense. "Sigo de pé, jogando pelo time, fiel ao meu partido e, acima de tudo, dedicado a servir à população sul-mato-grossense até o último dia da minha vida pública", concluiu.

Nos bastidores, o entendimento firmado entre as lideranças da aliança governista também prevê a filiação de Nelsinho ao PL. A legenda passará a concentrar as principais lideranças do grupo político liderado por Reinaldo Azambuja e pelo governador Eduardo Riedel, que busca a reeleição neste ano.

De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, a decisão foi consolidada após um dia de intensas negociações envolvendo dirigentes partidários e integrantes da base aliada. Com a mudança, Nelsinho abre mão de disputar um mandato de oito anos no Senado para reforçar uma chapa considerada estratégica e preservar protagonismo no cenário político estadual.

A definição reorganiza completamente a disputa pelas duas vagas ao Senado. Reinaldo Azambuja permanece como um dos candidatos da coligação, enquanto a segunda vaga continua sendo ocupada pelo ex-deputado estadual Capitão Contar (PL). A entrada de Nelsinho como primeiro suplente é interpretada por aliados como um movimento para ampliar a competitividade da chapa e evitar a dispersão de votos entre candidaturas do mesmo grupo político.

O acordo também produz reflexos no planejamento eleitoral de médio prazo. Nos bastidores, a composição é tratada como o primeiro grande movimento para a sucessão da Prefeitura de Campo Grande, em 2028. A avaliação de integrantes da aliança é que, ao garantir desde agora apoio político a Nelsinho, o grupo reduz o risco de disputas internas e pavimenta a construção de uma candidatura única para a Capital.

A saída de Nelsinho da disputa direta pelo Senado também altera o cenário eleitoral da eleição proporcional. Se antes a disputa envolvia diretamente o senador, Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, sua desistência abre espaço para que outros postulantes ampliem suas chances durante a campanha. Entre eles está o deputado federal Vander Loubet (PT), que poderá ganhar espaço na corrida por uma das vagas.

Outro efeito imediato do acordo é a reorganização das estratégias dos partidos adversários. Sem Nelsinho na disputa direta, a tendência é de uma campanha mais polarizada entre a chapa governista e os demais candidatos ao Senado, aumentando o peso das alianças regionais, da transferência de votos e da mobilização política durante o período eleitoral.

A composição também evidencia uma mudança de estratégia do grupo liderado por Reinaldo Azambuja e Eduardo Riedel. Em vez de estimular uma disputa interna entre aliados, a prioridade passou a ser a construção de um projeto político de longo prazo, voltado não apenas às eleições de 2026, mas também às disputas estaduais e municipais dos próximos anos.

Nova casa

Depois de anos no PSD, Nelsinho deverá se filiar ao PL, partido que pretende ampliar sua influência em Mato Grosso do Sul reunindo algumas das principais lideranças da aliança governista.

Outro aspecto considerado estratégico é a posição de primeiro suplente. Caso Reinaldo Azambuja venha a deixar o Senado para assumir um cargo no Poder Executivo ou disputar outra eleição durante o mandato, Nelsinho poderá assumir a cadeira no Congresso Nacional.

A avaliação entre integrantes da base aliada é de que o entendimento beneficia todos os envolvidos. Reinaldo amplia o alcance político de sua candidatura, Eduardo Riedel preserva a unidade do bloco governista e Nelsinho mantém protagonismo no cenário estadual enquanto direciona seu projeto político para uma futura disputa pela Prefeitura de Campo Grande.

Até então, o senador mantinha sua pré-candidatura à reeleição e participava das negociações para definir os nomes que ocupariam suas suplências. A mudança de estratégia altera significativamente o tabuleiro político às vésperas do encerramento das convenções partidárias e redesenha o planejamento eleitoral do grupo para os próximos anos.

A nova composição deverá ser oficializada durante a convenção da coligação, ocasião em que também serão homologadas as candidaturas ao Governo do Estado, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

Segundo suplente

A principal mudança na chapa de Reinaldo Azambuja ocorreu justamente na composição das suplências. O ex-secretário estadual de Fazenda Felipe Mattos, apontado até então como favorito para ocupar a primeira suplência, deverá ser confirmado como segundo suplente após o acordo que levou Nelsinho Trad a retirar sua candidatura à reeleição.

Integrante da equipe de Reinaldo desde o início de sua gestão, Felipe Mattos começou sua trajetória no governo como consultor jurídico e, em janeiro de 2019, assumiu o comando da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). Durante sua gestão, a arrecadação anual de Mato Grosso do Sul passou de aproximadamente R$ 10 bilhões para cerca de R$ 18 bilhões, período em que o Estado ampliou investimentos em infraestrutura, especialmente na malha rodoviária.

Com a nova configuração, Nelsinho ocupará a primeira suplência e Felipe Mattos deverá assumir a segunda suplência, preservando espaço na chapa e fortalecendo o acordo político firmado entre Reinaldo Azambuja, Eduardo Riedel e o senador para as eleições deste ano.
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 06:37:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[TRE-MS condena Camila Jara e Tiago Botelho por propaganda eleitoral antecipada]]></title>
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A Justiça Eleitoral condenou a deputada federal e pré-candidata à reeleição para a Câmara dos Deputados, Camila Jara (PT), e o pré-candidato a deputado estadual Tiago Resende Botelho (PT) por prática de propaganda eleitoral antecipada durante um evento político realizado em Naviraí.

A decisão, publicada no Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) nesta sexta-feira (31), impôs multa de R$ 5 mil para cada um após reconhecer que houve pedido explícito de voto antes do início oficial da campanha eleitoral.

A representação foi ajuizada pela Procuradoria Regional Eleitoral. Segundo os autos, Tiago Botelho, então superintendente do Patrimônio da União em Mato Grosso do Sul, publicou em novembro de 2025 um vídeo em suas redes sociais no qual discursava durante um evento político e anunciava sua intenção de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas eleições de 2026.

Na ocasião, a deputada federal e pré-candidata à reeleição, Camila Jara (PT), participou do ato e acompanhou a manifestação. Conforme a decisão, a presença da parlamentar ocorreu no mesmo evento em que foi registrado o discurso considerado pela Justiça Eleitoral como propaganda eleitoral antecipada.

Na decisão, a juíza Mariel Cavalin dos Santos entendeu que o discurso ultrapassou os limites permitidos para a pré-campanha ao utilizar expressões que, conforme a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), possuem carga semântica equivalente ao pedido explícito de voto.


Entre as frases destacadas estão referências à necessidade de "reeleger o presidente Lula", "eleger Vander Loubet senador", além da afirmação de que Tiago Botelho se colocaria "à disposição de ser deputado estadual". A magistrada concluiu que tais manifestações configuram propaganda eleitoral antecipada. 

Em relação à deputada federal, a sentença destaca que Camila Jara não apenas esteve presente no evento, mas também foi citada durante o discurso e, conforme registrado pela magistrada, demonstrou concordância com a fala ao aplaudir o pronunciamento.

Para a Justiça Eleitoral, essa conduta caracteriza anuência à propaganda considerada irregular, afastando a tese apresentada pela defesa de que sua participação teria sido apenas institucional ou restrita ao ambiente partidário. 

As defesas dos representados sustentaram que o encontro teria ocorrido em um evento interno do Partido dos Trabalhadores, destinado a filiados, e que o vídeo permaneceu disponível apenas por 24 horas na ferramenta "stories", alcançando número reduzido de visualizações.

Também argumentaram que não houve pedido de votos, mas apenas manifestação política e defesa de pautas ideológicas.

A magistrada, contudo, rejeitou esses argumentos. Segundo a decisão, não ficou comprovado que o evento era fechado ao público, além de considerar que a limitação temporal da publicação nas redes sociais não descaracteriza a infração eleitoral.

Para a juíza, basta que o conteúdo tenha sido disponibilizado ao público em período vedado para configurar a irregularidade prevista na legislação. 

Outro ponto destacado na sentença é que Tiago Botelho utilizou seu cargo público para relacionar promessas envolvendo a reforma agrária ao sucesso eleitoral de candidatos do Partido dos Trabalhadores, circunstância considerada incompatível com a igualdade de condições entre futuros concorrentes nas eleições. 

Ao final, a juíza julgou procedente a representação proposta pelo Ministério Público Eleitoral e condenou Tiago Resende Botelho e Camila Bazachi Jara Marzochi ao pagamento de multa individual de R$ 5 mil, com fundamento no artigo 36-A da Lei das Eleições e no artigo 2º da Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral. 

A decisão ainda é passível de recurso perante o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul. Até a publicação desta reportagem, a defesa de Camila Jara e de Tiago Botelho não havia se manifestado sobre a condenação. 
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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 20:15:00 -0400</pubDate>
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				<title><![CDATA[Nelsinho desiste de ser candidato à reeleição para ser suplente de Azambuja ao Senado]]></title>
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				<description><![CDATA[Na véspera da convenção que iria lançá-lo como candidado à reeleição ao Senado Federal, o senador Nelsinho Trad (PSD) desistiu da candidatura para ser suplente de Reinaldo Azambuja (PL), segundo informações apuradas pelo Correio do Estado.

Fontes ouvidas pela reportagem apontam que a negociação já visam as eleições municipais de 2028. O acordo seria de que Nelsinho Trad sairá candidato a prefeito de Campo Grande pelo PL, partiu ao qual deve se filiar.

Até o início da tarde, o senador ainda mantinha a pré-candidatura à reeleição. A última postagem em suas redes sociais é um convite para a convenção partidária que homologaria a sua candidatura.

A convenção ocorreria na tarde deste sábado e, com a mudança no cenário político, não deve mais acontecer, tendo em vista que a que lançará Reinaldo Azambuja como candidato ao Senado será na parte da manhã e Nelsinho deve ser anunciado como suplente neste evento.

No último domingo (26), Nelsinho participou da convenção do PSD nacional, em São Paulo, onde o partido confirmou a candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República.

Na ocasião, o presidente da sigla, Gilberto Kassab, confirmou que Nelsinho sairia candidato a reeleição ao Senado.

A sigla não tem candidato ao governo em Mato Grosso do Sul e estará ao lado da candidatura à reeleição de Eduardo Riedel.

"O PSD não terá problema de fazer parceria com aliados em nenhum estado. Nelsinho Trad, um dos melhores senadores do Brasil, candidato à reeleição. Lá (em MS) a gente apoia a candidatura do governador Riedel. A gente sabe que o Riedel tem múltiplos compromissos. Mas, para o nosso palanque: Trad senador, Caiado presidente e Riedel governador", afirmou Kassab na ocasião.

O próprio Nelsinho Trad já havia informado que o PSD abriria mão de disputar o Governo de Mato Grosso do Sul para concentrar esforços na aliança com Riedel, fortalecendo a chapa para as eleições estaduais e nacionais.

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				<category>Política</category>
				<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 18:58:00 -0400</pubDate>
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