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AUXÍLIO EMERGENCIAL

Governo não suportará mais duas parcelas de R$ 600, diz Bolsonaro

Segundo o presidente, um valor do auxílio mais baixo será negociado no Congresso
22/06/2020 14:49 - Daiany Albuquerque, Estadão Conteúdo


 

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (22) que o governo não suportará pagar mais duas parcelas do auxílio emergencial no valor de R$ 600, além das três já programadas. "O Paulo Guedes decidiu pagar a quarta e a quinta, mas falta acertar o valor. A União não aguenta outro com esse mesmo montante", disse Bolsonaro ao canal Agro+, da Band TV.

Segundo ele, um valor do auxílio mais baixo será negociado no Congresso, já que o que está em vigor custa R$ 50 bilhões por mês ao governo. "Queremos atender o povo, mas com muita responsabilidade", afirmou.

A maneira mais rápida de diminuir a dependência do auxílio para a população é reabrir o comércio nas cidades, afirmou Bolsonaro.

O presidente avalia as medidas de isolamento social tomadas por Estados e municípios para conter a disseminação do novo coronavírus como "um exagero" e acredita que não vai ser fácil para a economia pegar no tranco, já que embora o campo não tenha parado, as cidades e muitos Estados fecharam o comércio.

"Não podemos deixar que o efeito colateral do tratamento da pandemia seja mais danoso do que a própria pandemia. Vida e emprego, uma coisa está completamente atrelada à outra", disse Bolsonaro.

TERCEIRA PARCELA

Nesta segunda-feira (22) a Caixa Econômica Federal começou o pagamento do auxílio emergencial aos beneficiários do Bolsa Família que tem como último dígito do NIS o 4. Os pagamentos continuarão até sexta-feira, porém, cada dia será correspondente a um número final do NIS, ou seja, terça será a vez do que tem final 5, na quarta serão os que terminam em 6, quinta os de final 7 e na sexta-feira os NIS de final 8.

Já o calendário de pagamento correspondente aos benefícios que recebem o Bolsa Família segue até o dia 30 de junho. Para os demais grupos de cadastrados pelo aplicativo e site do banco ou pelo Cadastro Único, o governo federal ainda não divulgou o calendário desta parcela. 

O auxílio emergencial foi criado como uma forma de assegurar a sobrevivência de parcela da população que se encontra em situação de vulnerabilidade durante a pandemia da Covid-19. Os benefícios são concedidos, teoricamente, para pessoas que correspondam a critérios estabelecidos pelo governo federal. Entretanto, vários problemas já foram constatados entre as pessoas que receberam a ajuda, como pagamento a quem não necessita efetivamente da ajuda financeira, conforme matéria do Correio do Estado.

 

Felpuda


Mesmo sem ter, até onde se sabe, combinado com o eleitor, candidato a prefeito começou a apresentar nomes do seu ainda hipotético secretariado, pois parece estar convicto de que conseguirá vencer a disputa.

Os adversários dizem por aí que ele está muito distante de “ser um Jair Bolsonaro”, que, ainda na campanha eleitoral para presidente da República, já falava em Paulo Guedes para ser seu ministro de Economia. Como sonhar é permitido