Política

BOLSAS

Governo quer trazer pesquisadores de volta

Governo quer trazer pesquisadores de volta

Jornal do Brasil

21/01/2011 - 00h02
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A oferta de bolsas de estudo é uma das formas com que o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, pretende atrair pesquisadores brasileiros de volta ao país. A ideia é que os cientistas que estão no exterior voltem a desenvolver seus estudos no Brasil por um período – dois anos, por exemplo – uma espécie de bolsa sanduíche.

Atualmente, a chamada bolsa sanduíche permite que o brasileiro pesquise no exterior e depois retorne ao país. O plano, ainda em fase de elaboração, está a cargo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O governo vai oferecer a bolsa por um período determinado. Caso haja interesse do pesquisador em continuar no Brasil, haverá a possibilidade de fazer um acordo com o instituto ao qual estará vinculado, informou o ministro.

Segundo ele, será necessária a elaboração de um levantamento para apontar o número de pesquisadores que atuam fora do país. De acordo com Mercadante, somente nos Estados Unidos, cerca de 3 mil brasileiros dão aulas em universidades. O ministério irá mapear também quais áreas de pesquisa necessitam de mais cientistas.

Um dos motivos que levam pesquisadores a sair do Brasil é o baixo valor das bolsas de mestrado e doutorado em comparação às oferecidas por outros países. Mercadante prevê que o valor da bolsa seja maior, já que o pesquisador irá receber uma ajuda de custo enquanto ficar no Brasil.

“Há interesse, há disposição [de estimular o retorno dos pesquisadores]. Vamos oferecer bolsas para que esses pesquisadores venham para o Brasil, inclusive talentos estrangeiros”, disse hoje (20) ao participar do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a EBC Serviços.

O ministro anunciou ainda a criação de um portal, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, para que os cientistas possam trocar informações com institutos nacionais de pesquisa.

Pesquisa

Datafolha: aprovação de Lula sobe para 36% e reprovação cai pra 31%

No mesmo período da gestão Jair Bolsonaro, ex-presidente era aprovado por 32% e reprovado por 44%

18/06/2024 18h17

Aprovação de Lula teve leve alta

Aprovação de Lula teve leve alta Arquivo

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viu uma leve melhora na sua avaliação, conforme revelado pela nova rodada da pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira, 18 de junho.

A aprovação de Lula subiu de 35% em março para 36% no levantamento atual. Ao mesmo tempo, a reprovação caiu de 33% para 31%. A avaliação regular apresentou uma leve variação, passando de 30% para 31%.

Comparando com o mesmo período do governo de Jair Bolsonaro, Lula está em uma posição mais favorável. Nos primeiros seis meses de gestão, Bolsonaro contava com 32% de aprovação e uma reprovação significativa de 44%, segundo os dados do Datafolha.

Em termos de expectativas econômicas, os dados mostram otimismo. Cerca de 40% dos entrevistados acreditam que a economia irá melhorar, enquanto 28% preveem uma piora e 27% acham que a situação permanecerá a mesma. Em março, essas expectativas eram de 39%, 27% e 32%, respectivamente.

Desafios econômicos

Apesar desse otimismo, muitos brasileiros ainda veem desafios econômicos. De acordo com a pesquisa, 42% dos entrevistados afirmaram que a situação econômica do país piorou nos últimos meses, enquanto 27% notaram uma melhora.

Quando perguntados sobre suas próprias finanças, 29% relataram uma melhora, enquanto 24% sentiram uma piora.

A pesquisa Datafolha foi realizada entre 4 e 13 de junho, ouvindo 2.008 eleitores em 113 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, garantindo uma representação precisa das opiniões dos eleitores.

Esses números são importantes indicadores da percepção pública sobre a administração de Lula e fornecem uma visão clara das expectativas e preocupações econômicas dos brasileiros.

Com a aprovação ligeiramente maior que a reprovação, Lula tem um sinal positivo, mas ainda enfrenta desafios significativos, especialmente no campo econômico.

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Apostas esportivas

CPI das apostas ouve empresas de rastreamento de fraudes esportivas

A iniciativa de convidar especialistas busca esclarecer como funcionam as tecnologias de monitoramento das partidas de futebol no Brasil e a forma como essas informações são repassadas aos clientes

18/06/2024 18h00

Apostas esportivas

Apostas esportivas Arquivo

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Apostas, no Senado Federal, recebe hoje, às 14h, depoimentos de representantes de empresas especializadas em coleta e análise de dados esportivos. Esses dados são cruciais para casas de apostas e federações esportivas monitorarem a integridade das competições.

Entre os convidados estão Felippe Marchetti, gerente de Integridade da Sportradar, e Thiago Horta Barbosa, chefe de Integridade para a América Latina da Genius Sports. A iniciativa de convidar esses especialistas partiu do relator da comissão, senador Romário (PL-RJ), com o objetivo de esclarecer como funcionam as tecnologias de monitoramento das partidas de futebol no Brasil e a forma como essas informações são repassadas aos clientes.

A Sportradar mantém contratos com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) para monitorar diversos campeonatos no país. A empresa também presta serviços para várias casas de apostas esportivas, reforçando a importância do seu papel na prevenção de fraudes.

A CPI das Apostas já coletou depoimentos de figuras importantes do futebol, como John Textor, presidente da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Botafogo, Leila Pereira, presidente do Palmeiras, e Glauber do Amaral Cunha, árbitro acusado de manipulação de resultados.

*Com informações de Folhapress

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