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PATRIOTISMO

Vereadores derrubam veto de prefeito em lei sobre hasteamento da bandeira e hino nacional

Escolas da Reme e privadas da Capital terão como obrigação no início da primeira aula de cada turno
23/04/2020 18:13 - Bruna Aquino, Fábio Oruê


 

Em única discussão, os vereadores derrubaram o veto total prefeito Marcos Trad (PSD) ao projeto de lei 8.868/18, que dispõe sobre a presença da bandeira de Campo Grande e do Brasil e sobre a entoação do Hino Nacional Brasileiro e do Hino a Campo Grande nas escolas de ensino fundamental da Rede Municipal de Ensino (Reme) e escolas particulares da Capital. 

O veto na proposta dos vereadores William Maksoud (PTB), Dr. Cury (DEM), João César Mattogrosso (PSDB), Odilon de Oliveira (PSD), Betinho (Republicanos), Júnior Longo (PSDB) e André Salineiro (Avante) foi derrubado por 19 votos a favor do projeto, contra dois que votaram para mantê-lo.

 

 
 

“Já existe uma lei federal e duas municipais sobre o tema [hino nacional]. A lei federal traz que se as escolas não fizerem, o prefeito pode responder. As escolas não estão fazendo isso que já está em lei", defendeu Salineiro.

“Acredito que as escolas deveriam fazer por conta própria logo pela manhã, sem precisar obrigar, é um projeto que não vai atingir o prefeito em nada, entendo que isso estará auxiliando no ato cívico dos alunos", opinou o vereador Carlão (PSB). 

Com o projeto, as escolas de nível fundamental da Reme e privadas da Capital terão como obrigação, uma vez por semana, no início da primeira aula de cada turno, promover o hasteamento das bandeiras e realizar a entoação dos hinos, conforme estabelecido na legislação.

Além disso, a matéria também aponta que nas escolas da Reme será feita leitura de texto bíblico, que acontecerá de forma facultativa no início da primeira aula dos períodos matutino e vespertino, e será feita por um aluno a convite do professor..

A execução vocal e o hasteamento serão realizados sob orientação do corpo docente do estabelecimento de ensino, segundo o texto aprovado na Casa de Leis.

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.