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BRASÍLIA

Líder da minoria no Senado, Randolfe representa contra Bolsonaro na PGR

No domingo, presidente afirmou que "acabou a época da patifaria"
21/04/2020 05:00 - Estadão Conteúdo


 

O líder da Minoria no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), protocolou na segunda-feira, 20, uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro na Procuradoria-Geral da República (PGR).

Randolfe pede que o Ministério Público Federal abra investigação quanto à conduta do presidente pela sua participação no Domingo em ato pró-ditadura sobre dois aspectos: manifestação antidemocrática e ato atentatório à saúde pública.

"Ao comparecer ao movimento contra o Congresso e a favor de uma possível intervenção militar no Brasil no dia 19/4/2020, o Presidente Jair Bolsonaro promoveu verdadeiro desrespeito à Constituição Federal", diz o senador no documento.

No domingo, em cima da caçamba de uma caminhonete, diante do quartel-general do Exército e se dirigindo a uma aglomeração de apoiadores pró-intervenção militar no Brasil, Bolsonaro afirmou que "acabou a época da patifaria" e gritou palavras de ordem como "agora é o povo no poder" e "não queremos negociar nada".

Em relação à questão sanitária, Randolfe fala sobre o exemplo do presidente. "Há preocupante risco às políticas públicas de distanciamento social quando o Presidente da República dá um péssimo exemplo, servindo de argumento na defesa de atos irracionais, além de atuar minimizando a crise, brincando com as vidas da população, terceirizando responsabilidades, forçando uma divisão da sociedade com base em uma falsa dicotomia entre saúde e economia", diz Randolfe no documento.

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!