Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

NA BERLINDA

Mandetta poderá ser demitido nesta semana por Bolsonaro

Assunto está dando o que falar no Palácio do Planalto
15/04/2020 09:55 - Bruna Aquino


Mesmo negando que vá deixar o cargo de ministro da Saúde em meio a pandemia do novo coronavírus ontem (14), há informações que Luiz Henrique Mandetta poderá ser demitido nesta semana pelo presidente da República Jair Messias Bolsonaro. Segundo informações, o Ministro já teria avisado sua equipe da saúde sobre sua possível substituição imediata e o clima é de despedida dentro da pasta. As informações são do portal A Gazeta. 

Desde que os conflitos internos começaram (pós) pandemia, Bolsonaro ‘ameaçou’ mais de uma vez demitir Mandetta, mas até agora não concretizou sua decisão. Relatos afirmam que o presidente ainda está em busca de um substituto. 

O chefe da pasta teria avisado sua equipe que combinou esperar a escolha do substituto e ficaria até a exoneração acontecer, que seria até o dia 17 de abril. 

O assunto está dando o que falar dentro do Palácio do Planalto após o atual ministro dar uma entrevista exclusiva ao Fantástico no último domingo (12). O núcleo militar do Palácio avaliou que fala do titular da pasta foi uma "provocação desnecessária". 

Ontem mesmo, o vice-presidente Hamilton Mourão criticou a entrevista dada pelo ministro da Saúde. Mourão disse que Mandetta "cruzou a linha da bola", utilizando uma expressão do polo (esporte) para uma "falta grave", porque "não precisava ter dito determinadas coisas". 

MANDETTA NEGA 

Ontem (14), durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto, Mandetta, negou que pense em deixar o cargo durante a pandemia do novo coronavírus. "Não, absolutamente", disse Mandetta. Ele afirmou que divergências ocorrem de forma "natural", pois o mundo todo passa por situação de estresse coletivo neste momento.

 

Felpuda


Casal de políticos muito conhecido a-do-ra cargos públicos, e, assim, “um puxa o outro” na maratona política, que inclui disputa de mandatos, direção de órgãos e até mesmo nomeações com prerrogativa de não ter de bater ponto. A nova empreitada agora é conquistar uma das prefeituras do interior. Em caso de derrota, é quase certo que os nomes de ambos deverão aparecer no Diário Oficial antes mesmo do fim deste ano.