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SOLENIDADE

"Não existe saúde sem economia", diz Mandetta durante cerimônia de posse

Novo ministro da Saúde, Nelson Teich assumiu a pasta na manhã desta sexta-feira
17/04/2020 11:27 - Izabela Jornada


Durante cerimônia de solenidade de posse do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) agradeceu a oportunidade por ter ficado a frente da pasta nos últimos meses e declarou que “não existe saúde sem economia”.

Mandetta continuou seu discurso desejando “toda sabedoria” para seu substituto e elencou algumas ações que ele atuou dentro do ministério enquanto ministro. “Médicos pelo Brasil, atenção primária, o projeto Brasil Genoma, em parceria com o tripé da construção genética: Israel, Inglaterra e EUA”, elencou.

Uma das maiores preocupações apontadas por Mandetta é “como o Brasil vai sentar na mesa depois do corona”. O ex-ministro declarou também que o mundo será dividido em "antes e depois do corona".

Sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), Mandetta disse que “pela primeira vez a saúde pública brasileira não deve nenhum centavo” e que o ministério pôde reformar 40% da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Ainda sobre as ações durante a pandemia, Mandetta disse que mais de R$ 6 bilhões de recursos foram liberados em 40 dias para os estados e que a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais da área da saúde aconteceu antes do Brasil entrar no colapso.

Mandetta aproveitou a oportunidade para agradecer a atuação da iniciativa privada como a Vale do Rio Doce e alguns bancos que ajudaram na compra de EPIs, bem como financiaram a logística para o transporte de materiais. De acordo com Mandetta, os valores investidos chegaram na casa de R$ 10 bilhões.

O ex-ministro voltou a falar das questões econômicas e lembrou novamente que a economia será o grande desafio do país após o corona. “Mas tenho confiança na atuação do ministro (da economia) Paulo Guedes”, declarou.

E por fim, o ex-ministro agradeceu a atuação da primeira-dama Michele Bolsonaro que está a frente da atenção dedicada a crianças que sofrem de doenças graves. “Agradecimento especial a dona Michele Bolsonaro que tem levado um pouco de carinho para essas crianças”, finalizou ao agradecer a oportunidade dada pelo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (sem partido).

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!