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O glamour da banheira

O glamour da banheira

Redação

02/04/2010 - 20h50
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Daniela Pessoa, Bolsa de Mulher

 

Sofisticadas, as banheiras estão mais diversificadas e belas, com recursos maravilhosos. Os jatos d’água são fundamentais, são eles que vão oferecer o relaxamento que você precisa. Olhando com atenção podemos encontrar banheiras de hidromassagem que são controladas até por computador, com jogo de luz, filtragem, esterelização da água e ainda com aparelho de vídeo e som.

Até mesmo aquelas antigas têm bem mais do que a simples entrada e saída de água. Por meio da circulação dos jatos é que a água fica quente. Hoje as básicas, sem acessórios têm pouca procura. As banheiras de hidromassagem, com jatos d’água, têm um custo bem maior, mas no final compensa mais, dizem os arquitetos.

O material delas pode ser de acrílico ou fibra. E a limpeza é uma tarefa bem simples. É só usar um sabão neutro e uma esponja. Mas é lembrado que a água de uma banheira precisa ser utilizada somente uma vez, pois quando a pessoa sai da banheira, ela pode perceber que a gordura do corpo ficou depositada entre as espumas. Por isso, não dá para utilizá-la de novo.

O comprimento de uma banheira retangular varia de 1,20 m a 1,90 m. As redondas têm menor saída, por ocupar mais espaço. Atualmente, os banheiros, mesmo de apartamentos classe A, não são muito grandes. Quando a suíte é master, fica mais fácil colocar uma banheira maior. Mas para o problema de espaço, existe uma alternativa: a banheira vertical. Ela tem vários jatos e fica em um boxe e a pessoa relaxa em pé mesmo.

Outra alternativa para quem não tem muito espaço no banheiro e tem uma área no terraço, é colocar um spa. O spa é uma banheira coletiva, para seis a sete pessoas, com hidromassagem, que embora seja mais cara têm suas vantagens. Além de ser melhor que uma piscina, por ter os jatos relaxantes, ela tem um esterelizador de água. Isso possibilita que a troca da água seja feita de dois em dois meses.

Tendência de cores

A tendência das cores continua sendo o branco, assim como em todo o restante do banheiro. Os arquitetos dizem que o máximo que se usa é a cor biscuit (um bege bem claro). A dica é usar cores fortes nos detalhes do acabamento ou fazer o banheiro todo branco e dar um toque de cores por meio dos enfeites (toalha, vasos, sabonetes).

Além do branco, existe o ofurô, que é todo em madeira. Mas é indicado que o ofurô fique em um espaço mais zen, com plantas e música ambiente. O ofurô é, especialmente, um espaço de imersão. Vale ressaltar que o ofurô é mais difícil de limpar, porque a madeira, com o tempo, vai absorvendo as impurezas da pele e dos produtos. Sem falar no preço que é maior.

Você não pode
deixar de saber

Para ter uma banheira em casa ou em apartamento, é preciso contratar mão de obra especializada. Ninguém quer ver uma banheira trincada ou que dê infiltrações. Contra rachaduras, é necessário que a banheira esteja bem apoiada. Se houver algum espaço, ela pode trincar sim. Já contra infiltrações é preciso revestimentos de primeira qualidade e excelente vedação. Caso sua residência seja antiga e não é no térreo, é aconselhado chamar um engenheiro para analisar se a estrutura da casa aguenta uma banheira.

Outro ponto importante: banheira não foi feita para tomar banho. Ficou surpreso? Mas é verdade. Ela é um local relaxador. Lembra-se da gordura que fica na banheira? Ela fica no seu corpo também. Por isso, tome uma ducha logo em seguida.

Se o banheiro for pequeno, a ducha pode ficar acima da hidromassagem, mas não é recomendado. Primeiro porque, mesmo se você não usar a banheira, você terá que limpá-la sempre. E o pior, é o acesso. Subir numa banheira nem sempre é fácil para todo mundo, principalmente para pessoas com mais idade.

Muitas pessoas têm uma banheira em casa, com vários recursos, mas não os usam adequadamente. Alguns nem sabem como usar os jatos a seu favor e também não perguntam e o investimento feito acaba se tornando um grande cesto de roupa suja. Para a maioria que não usufrui do que tem em casa o motivo principal é o gasto de energia e de água. A banheira puxa muita energia e tem capacidade para 260 litros de água.

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Pollon apresenta atestado e julgamento no Conselho de Ética é adiado

Advogado designado pela Câmara para defender o deputado sul-mato-grossense desistiu de representá-lo em julgamento sobre ocupação da Mesa Diretora e ofensas a Hugo Motta

12/12/2025 15h30

Deputado federal Marcos Pollon

Deputado federal Marcos Pollon Foto: Divulgação / Câmara dos Deputados

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A ameaça ao advogado designado pela Câmara dos Deputados e a apresentação de atestado médico pelo deputado Marcos Pollon (PL) adiou mais uma vez o julgamento dele no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. Em reunião do colegiado na manhã de hoje (12) as testemunhas agendadas não foram ouvidas após aliados argumentarem que a ausência do parlamentar impediria os trabalhos.

Foram mais de duas horas e meia de debates sem que nenhuma das nove pessoas previstas na pauta dessem o seu depoimento sobre a ocupação da Mesa Diretora e ofensas ao presidente da Casa, Hugo Motta, em agosto deste ano, até que o vice-presidente do colegiado, Delegado Marcelo Freitas (União-MG), que comandou os trabalhos, encerrou a reunião após o advogado designado pela Casa para defender Pollon dizer que não o representaria. 

Clebson Gean da Silva tomou essa decisão após falar pelo celular com o deputado sul-mato-grossense e foi ameaçado de processo.

“Eu aqui estou sobre autoridade da Casa e do advogado chefe. Eu recebi orientação para seguir as prerrogativas da advocacia e manifestar realmente que não tenho condições de continuar na defesa do representado. O representado me ligou me ameaçando de representação. Eu creio que no exercício do serviço público da função de advogado da Casa, não vou ficar submetido a uma ameaça desse jaiz", declarou ao ser questionado pela segunda vez se teria condições de defender Pollon.

Pouco antes ele disse que o fato de não ter conversado com o parlamentar poderia comprometer a defesa.

O advogado foi designado pela Casa após renúncia do representante de Pollon. Trata-se de um advogado ad hoc que fica à disposição do colegiado, exatamente para assumir temporariamente a parte que aparecer sem defesa.

Este argumento foi usado após não prosperar as justificativas de alguns parlamentares presentes e de Marcel van Hattem (Novo-RS), que responde pela mesma acusação, de que a reunião deveria ser suspensa pelo fato de Pollon estar afastado por nove dias por decisão médica. Foram citados trechos do Regimento Interno, legislação nacional e até acordos internacionais para tentar barrar o andamento dos trabalhos.

Logo no começo da reunião Van Hattem apresentou um requerimento para interromper as oitivas, mas Freitas não acatou o pedido alegando que estava embasado no regimento interno por isso ouviria as testemunhas, destacando que não se encontravam prejudicados os princípios do contraditório e que todos teriam direito a ampla defesa, “presentes ou não” na reunião.

Mesmo com a recusa, por diversas vezes o parlamentar gaúcho e outros deputados insistiram que os trabalhos deveriam ser interrompidos pela ausência de Pollon. Todas às vezes Freitas negou o pleito.

O deputado sul-mato-grossense apresentou o atestado após passar mal na reunião do colegiado de ontem, quando os trabalhos foram suspensos depois de ser retirada da sala do colegiado e ser atendido pelo departamento médico da Casa.

Pollon responde processo por se sentar na cadeira do vice-presidente da Câmara e por ofensas contra o presidente da Câmara, que tem como punição prevista 90 dias de suspensão. Respondem em conjunto van Hattem e Zé Trovão (PL-SC).

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Vereador critica falta de medicamentos em postos de saúde de Campo Grande

Ausência de comando na Sesau foi cobrada para resolver a situação dos insumos

12/12/2025 15h00

Divulgação Câmara Municipal de Campo Grande

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A falta de medicamentos essenciais voltou a ser tema na Câmara Municipal de Campo Grande, assim como a ausência de alguém à frente da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), que está sem titular há 98 dias.

Como acompanhou o Correio do Estado, após reclamações da população, a secretária de Saúde, Rosana Leite, foi exonerada no dia 5 de setembro de 2025.

Durante sessão na Câmara Municipal de Campo Grande, o vereador Ronilço Guerreiro (Podemos) cobrou da Prefeitura uma solução para a falta de remédios e destacou a importância de um nome à frente da pasta.

O vereador pontuou que é inadmissível que faltem itens básicos, como dipirona, utilizada para alívio de dor e febre nos centros de saúde.

“Não podemos permitir que a saúde básica da nossa cidade falhe dessa forma. O cidadão que procura atendimento não pode ser penalizado pela falta de gestão”, afirmou Ronilço.

Para o vereador, a ausência de um novo secretário tem gerado um “vácuo de autoridade”, o que acaba acarretando falta de uma coordenação eficaz com planejamento para estancar o problema.

“É fundamental que a Secretaria tenha um comando forte e capaz de organizar as ações, promover a melhoria do atendimento e garantir o fornecimento contínuo de medicamentos. A saúde não pode ser tratada como algo secundário, ela é prioridade”, destacou.

Atendimento

Além da falta de medicação, Ronilço pontuou a demora no atendimento da população, que enfrenta filas ou até dias de espera para conseguir uma consulta médica.

“O atendimento médico de qualidade não pode ser um luxo. Precisamos garantir que todas as unidades de saúde tenham profissionais capacitados para atender a população, exames rápidos, sem que haja sobrecarga nas unidades”, afirmou.

No entendimento do vereador, a situação é um problema estrutural que necessita de uma gestão eficiente e deve ser prioridade do Executivo Municipal.

“O que falta é gestão, é o uso correto dos recursos. O dinheiro está disponível; o que precisamos é de uma gestão eficiente, que saiba aplicar os recursos onde realmente é necessário”, disse Ronilço, e completou:

“A nomeação de um secretário de Saúde com urgência é uma das primeiras medidas que devemos tomar para recuperar o sistema. A saúde de Campo Grande é um direito da população, e o poder público precisa dar resposta a isso de forma imediata”.

Falta de insumos

Nesta semana, por meio de nota, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso do Sul (CRM-MS) apontou a falta de abastecimento de medicamentos e insumos básicos nas Unidades de Pronto Atendimento (Upas) e nos Centros Regionais de Saúde (CRS).

O CRM-MS informou que realizou fiscalização nas unidades de saúde e verificou estoque baixo ou ausência total de medicamentos básicos e insumos fundamentais, como:

  • luvas;
  • lençóis;
  • cânulas;
  • entre outros materiais essenciais.

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