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Pé-quente

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Redação

26/04/2010 - 21h59
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Carla Neves, PopTevê

Nos últimos dez anos, Kayky Brito não fez outra coisa senão crescer diante dos olhos do público. De “Chiquititas Brasil”, do SBT, passando por “O beijo do vampiro”, a “Chocolate com pimenta” e “Três irmãs”, o jovem, que estreou na tevê aos 12 anos e hoje está com 21, amadureceu tanto como ator que está indo para sua nona novela. Consciente de que cresceu fazendo televisão, Kayky não se espanta ao falar sobre sua trajetória. “Tudo aconteceu naturalmente. Não reparei muito: ah, estou crescendo. Fui curtindo... E, quando vem um personagem novo, adoro. Porque atuar é o que mais gosto de fazer na vida”, derrete-se ele, que voltará ao ar na pele do ciclista Sinval de “Passione”, próxima trama das oito da Globo. “É minha estreia no horário nobre!”, celebra o rapaz.

Na história, escrita por Silvio de Abreu e com estreia marcada para 17 de maio, Sinval é filho de Stela, interpretada por Maitê Proença, e de Saulo, de Werner Schünemann. Fazendo a linha “bom moço”, o rapaz é “o filho que toda mãe pediu a Deus”. Afinal, além de bom irmão – na trama, Sinval é irmão de Danilo, vivido por Cauã Reymond, e de Lorena, papel de Tammy Di Calafiori –, ele é o filho que ajuda a resolver os pepinos que surgem na família. “Ele é  todo sensível, romântico. E tem o irmão Danilo como ídolo”, define o ator, que para viver o ciclista precisou até raspar as pernas. “Tive de me depilar porque se me machucar não infecciona o pelo”, explica.

Além de se depilar – um hábito entre os ciclistas –, Kayky conta que começou a observar o comportamento e a maneira de pedalar de atletas como o norte-americano Lance Armstrong, que venceu sete vezes consecutivas a tradicional competição ciclística Tour de France, que este ano vai de Roterdã, na Holanda, a Paris. “O Armstrong é o cara! Então, dei uma boa observada em como ele fala, em como pedala...”, conta. Para construir o ciclista, o ator, juntamente com o colega de cena Cauã Reymond, também participou de trilhas e treinou no velódromo do Rio de Janeiro. “Cheguei a cair e ficar com uns roxos nos joelhos. Mas faz parte”, lembra, entre risos.

Esportista nato, Kayky adorou saber que interpretaria um atleta na nova novela das oito da Globo. É que, além de ser defensor de um estilo de vida saudável, ele corre, faz musculação e, coincidentemente, meses antes de ser convidado para participar da novela, tinha acabado de comprar uma bicicleta. “Por isso fiquei tão ‘amarradão’ quando o Silvio me ligou e convidou para fazer o Sinval. Estava pedalando quase todos os dias”, destaca, referindo-se ao autor de “Passione”.

Se, para construir a profissão do personagem Kayky recorreu a pesquisas na internet e ao estudo de ciclistas renomados, para criar a relação de Sinval com os irmãos, especialmente com Danilo, ele não precisou ir muito longe. “Trouxe um pouco do relacionamento que tenho com a minha irmã para o personagem. Afinal, sempre rola essa rivalidade entre irmãos. Seja pelo brinquedo, pelo sorvete”, brinca ele, que é irmão da também atriz Sthefany Brito. Na história, Sinval, apesar de ter em Danilo um exemplo, vai viver disputando com o irmão, que, no esporte, é melhor do que ele. “É que o Danilo é bem mais competitivo que o Sinval. Vive dizendo que ele tem de comer muito arroz e feijão para chegar onde ele está”, justifica.
A despeito do jeito implicante de Danilo, Kayky garante que Sinval não vai se chatear com esse comportamento. O rapaz só vai sair do sério mesmo quando se vir apaixonado pela mesma garota que o irmão: Fátima, interpretada por Bianca Bin. “O Sinval vai se apaixonar por ela, que, por sua vez, se apaixonará pelo Danilo. Vai ser quase como uma Dona Flor e seus dois maridos”, brinca Kayky, que, longe da ficção, é só elogios a Cauã. “Ele é um grande parceiro. Virou um irmão”, elogia.

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Comissão do Senado cria grupo de trabalho para acompanhar investigação do Banco Master

Segundo o despacho, os membros do grupo poderão realizar e sistematizar atos como requerimentos de convocação de envolvidos e autoridades

15/01/2026 21h00

Crédito: Leonardo de Sá / Agência Brasil

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado criou um grupo de trabalho para acompanhar as investigações envolvendo o Banco Master. A criação da comissão paralela foi assinada nesta quinta-feira, 15, pelo presidente do colegiado, Renan Calheiros (MDB-AL).

Segundo o despacho, os membros do grupo poderão realizar e sistematizar atos como requerimentos de convocação de envolvidos e autoridades, pedidos de informação e apresentação de propostas legislativas relacionadas ao tema.

A comissão será composta por sete senadores, dos quais quatro são governistas ou próximos ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e dois são de oposição: Fernando Farias (MDB-AL), Eduardo Braga (MDB-AM), Esperidião Amim (PP-SC), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Alessandro Vieira (MDB-SE), Leila Barros (PDT-DF) e Damares Alves (Republicanos-DF).

Há duas senadoras do Distrito Federal - Leila Barros e Damares Alves -, de onde partiu a oferta de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), rejeitada pelo Banco Central.

A criação foi anunciada um dia após a segunda operação da PF que mirou o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, liquidado pelo Banco Central, parentes dele e outros empresários

Renan Calheiros justificou a criação do grupo considerando as competências da CAE e "a gravidade dos fatos noticiados pela mídia e das investigações em curso da Polícia Federal, as deliberações do Banco Central e do Tribunal de Contas da União, relacionadas a irregularidades atribuídas ao Banco Master".

Parlamentares começaram a coletar assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o Caso Master no Congresso e dizem já ter assinaturas para a instalação, que depende do aval do presente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).

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Carlos critica destino de 40 smart TVs a presídios após PGR ser contra aparelho para Bolsonaro

A manifestação ocorreu um dia após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se posicionar contra o pedido da defesa do ex-presidente

15/01/2026 19h00

Crédito: Tânia Rêgo / Agência Brasil

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O ex-vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL-SC) criticou nesta quarta-feira, 14, a decisão do governo federal de destinar 40 smart TVs à unidades do sistema penitenciário federal como parte de um programa de exibição de filmes e atividades culturais para presos de presídios de segurança máxima.

A manifestação ocorreu um dia após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se posicionar contra o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que ele tenha acesso a uma smart TV enquanto está detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O parecer foi encaminhado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que ainda decidirá sobre o requerimento.

Em publicação nas redes sociais, Carlos ironizou a situação ao compartilhar um vídeo em que o vereador de Vitória (ES) Dárcio Bracarense (PL) comenta a negativa da PGR. Na gravação, o parlamentar afirma: "Paulo Gonet nega smart TV para Bolsonaro por conta do risco de ele acessar redes sociais. É inacreditável este País. Em presídios de segurança máxima, os criminosos mais perigosos do País vão ter TVs com acesso à internet".

Os equipamentos não ficarão nas celas nem serão de uso individual dos presos. As smart TVs serão utilizadas exclusivamente em sessões coletivas, e os aparelhos serão previamente configurados com restrições técnicas rigorosas, sem acesso à internet. A seleção dos conteúdos caberá à Divisão de Reabilitação, com análise da Divisão de Segurança e Disciplina e aprovação do Conselho Disciplinar de cada unidade.

A defesa de Bolsonaro também pediu autorização para assistência religiosa e para a remição de pena por meio da leitura, dois pontos que receberam parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Críticas às condições de detenção de Bolsonaro

A manifestação ocorre em meio às queixas recorrentes do ex-vereador sobre as condições de custódia do pai. Bolsonaro cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e Carlos tem usado as redes sociais para expressar insatisfação com o tratamento dado ao ex-presidente.

Nos últimos dias, o ex-vereador criticou o fato de a PF ter fornecido protetores auriculares ao pai em vez de resolver a origem do ruído na cela. Segundo a CNN Brasil, a corporação começou nesta semana a desligar a central de ar-condicionado que fica ao lado do local onde Bolsonaro está preso.

No domingo, Carlos publicou uma foto do pai de costas e informou que ele estaria apresentando crises de vômito. Diante do quadro de saúde, a defesa voltou a pedir ao STF a concessão de prisão domiciliar humanitária. Os advogados citaram a queda sofrida por Bolsonaro em 6 de janeiro e afirmaram que o episódio altera as circunstâncias em relação ao último pedido de domiciliar, que havia sido negado por Moraes.

Na semana passada, Carlos também afirmou que Bolsonaro está detido em uma sala "insalubre e molhada de cerca de oito metros quadrados" e disse ter levado um novo rádio de pilha ao pai durante uma visita. "O presenteei com um novo rádio de pilha, para que ao menos possa escutar algumas estações, pois o anterior não funcionava direito, e visto que não tem nem uma pequena TV com capacidade para assistir a um canal do YouTube e acompanhar notícias e outras informações", escreveu.
 

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