Política

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Pílula anticoncepcional

Pílula anticoncepcional

Redação

15/03/2010 - 22h52
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No mês em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres, é importante lembrar que a busca da independência feminina acabou contribuindo para a invenção da pílula anticoncepcional, no início da década de 60. É claro que no início as pílulas só eram receitadas para mulheres casadas e com o aval dos maridos. Além disso, os primeiros comprimidos continham alta dose de hormônio, que gerava alguns efeitos colaterais e por isso não conquistou muitas usuárias. Mas, com o passar dos anos, a evolução farmacológica permitiu que a mulher assumisse o controle de sua fertilidade, conquistasse liberdade sexual e profissional. Hoje, estamos na terceira geração de contraceptivos e são muitas as opções. Pílulas de estrogênio ou progesterona, injeção mensal ou trimestral, adesivo, anel para uso intravaginal, dispositivo intrauterino (DIU), além dos implantes. E, quando a demanda cresce a dúvida aumenta. Qual método ideal? Características pessoais e patologias devem ser levadas em consideração antes de começar a utilizar um hormônio, sugerem os ginecologistas. Portanto, nada de se consultar com a vizinha ou a amiga. Segundo a médica oncoginecologista Lenira Maria de Queiroz Mauad, os contraceptivos devem ser analisados de forma individual, já que enquanto uns podem trazer benefício para algumas mulheres, também podem ser prejudiciais a outras. A médica destaca que a indicação da pílula pode ir além da contracepção – que é o principal objetivo do medicamento – pois alguns hormônios são usados para tratamento de cistos ovarianos, endometriose, suspensão da menstruação para controle de anemias, evitar cólicas ou menstruações dolorosas e regular os ciclos. “Além dessas recomendações, um estudo aponta mais um benefício dos anticoncepcionais hormonais: a diminuição de alguns tipos de câncer”, atesta a oncoginecologista. Portanto, além de evitar a gravidez, a pílula é excelente coadjuvante nos tratamentos citados acima. Mas, nem todas podem usufruir destes benefícios. Fumantes, mulheres que tiveram ou têm tumores sensíveis a hormônios, predisposição a varizes, trombose ou pressão alta podem ter mais prejuízos que vantagens com esse tipo de medicamento.

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Valdemar diz que candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto é 'viável e irreversível'

Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 38% de Flávio

19/01/2026 11h00

Presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto

Presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência é "viável e irreversível". A declaração foi dada à CNN Brasil.

Pesquisa Genial/Quaest, divulgada no dia 14 de janeiro, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança dos cenários testados. Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 38% de Flávio. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre 8 e 11 de janeiro e tem margem de erro de dois pontos porcentuais.

Apesar do avanço, partidos do Centrão ainda resistem ao nome de Flávio. Dirigentes avaliam impactos regionais e mantêm espaço para alternativas, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Aliados do governador reconhecem o protagonismo recente do senador, mas não descartam a viabilidade de Tarcísio em uma disputa pelo Planalto.

O próprio Flávio já havia dito que sua decisão "não tem volta". Neste sábado, 17, o senador pediu convergência na direita e mencionou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas, em uma tentativa de mostrar união entre eles.

"Todos nós que queremos um Brasil melhor temos que ter muita sabedoria e união para vencer o partido das trevas. A gente precisa praticar aquilo que prega: como vamos unir o Brasil se não conseguimos unir a direita antes?", afirmou o senador.

"Não caiam em pilha errada. O Tarcísio é um aliado fundamental. A Michelle tem um papel importantíssimo", emendou.

Apesar de Michelle nunca ter declarado preferência por Tarcísio de Freitas como candidato, gestos recentes da ex-primeira-dama vêm sendo interpretados como sinais nessa direção. Entre aliados do bolsonarismo, o compartilhamento de vídeo do governador nas redes sociais alimentou desconfianças e levantou suspeitas sobre seu posicionamento no processo de escolha do nome para as eleições deste ano.

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Ex-secretário de Riedel assume coordenação nacional no Ministério do Desenvolvimento Social

Cargo faz parte da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

19/01/2026 10h30

Humberto de Mello Pereira

Humberto de Mello Pereira Foto: Arquivo Pessoal

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Humberto de Mello Pereira, ex-secretário executivo de Agricultura Familiar, Povos Originários e Comunidades Tradicionais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), assumiu nesta segunda-feira (19) a Coordenação-Geral de Articulação Federativa para o Abastecimento Alimentar, em Brasília.

A coordenação integra o Departamento de Aquisição e Distribuição de Alimentos Saudáveis, da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Ao assumir a nova função, Humberto destacou o caráter estratégico da coordenação no enfrentamento à fome. Segundo ele, o convite do ministro Wellington Dias reconhece o trabalho desenvolvido em Mato Grosso do Sul. “Estarei integralmente comprometido com os resultados dessa missão”, afirmou.

Em âmbito estadual, em janeiro de 2023, foi nomeado para o cargo de Secretário Executivo de Agricultura Familiar, de Povos Originários e Comunidades Tradicionais de Mato Grosso do Sul da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).  Ao longo de três anos, ampliou o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que recebeu mais de R$ 20 milhões em investimentos, fortalecendo a agricultura familiar e ampliando o acesso a alimentos para populações em situação de vulnerabilidade.

No período, também lançou, em parceria com a Fundect, o primeiro edital de Extensão Tecnológica voltado à agricultura familiar, povos originários e comunidades tradicionais, que recebeu mais de 100 propostas de instituições de pesquisa do estado. 

Carreira

Servidor de carreira da  Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) desde 1987, Humberto de Mello Pereira é historiador, tecnólogo e pós-graduado em História Econômica. Já foi diretor-presidente da Agraer, superintendente regional do INCRA e coordenou a implantação do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, um dos maiores do país.

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