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ELEIÇÕES

Veja a aposta de cada candidato para conquistar o eleitor campo-grandense

O eleitor terá mais de uma dezena de opções; conheça algumas das bandeiras que os candidatos levantarão
25/09/2020 10:00 - Da Redação


Os candidatos a prefeito de Campo Grande, principalmente dos maiores partidos, acreditam que têm trunfos em mãos para convencer o eleitorado a levá-los à vitória. 

A partir do dia 27, quando se inicia o prazo determinado pela Justiça Eleitoral para a campanha, cada um mostrará ou intensificará a estratégia para ter a supremacia sobre o adversário.

O prefeito Marcos Trad (PSD), com olhos na reeleição, evidentemente terá como ponto alto a apresentação do trabalho realizado em Campo Grande nos últimos quatro anos, incluindo obras, ações na área social e outros investimentos nos mais diversos segmentos. 

Até por isso, será o alvo preferido dos outros 14 adversários na cobrança sobre o que deixou de fazer. A crise econômica no País e a pandemia da Covid-19 serão algumas das respostas para contrapor os ataques.

O candidato Marcio Fernandes (MDB) chega com o ex-prefeito André Puccinelli como seu principal cabo eleitoral e conhecedor das necessidades de Campo Grande, uma vez que administrou o município por oito anos. 

O emedebista vai apontar os benefícios implementados no período em que o partido esteve à frente do comando político-administrativo e deve propor “recuperação” da cidade.

Com participação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e outros próceres do partido em suas lives, o candidato Pedro Kemp, do PT, vai se escudar nas críticas ao governo Jair Bolsonaro para dar evidência aos pontos que a legenda esquerdista considera desastrosos para o País e seus reflexos, que seriam negativos para o município. 

Além disso, Kemp deve destacar as realizações dos oito anos de administração petista em Mato Grosso do Sul.

Na disputa pela prefeitura, o deputado federal Dagoberto Nogueira deverá mesclar sua campanha com críticas tanto ao governo Bolsonaro como à administração do prefeito Marcos Trad. 

Em nível local, suas cobranças mais ácidas deverão ser sobre a necessidade da descentralização da saúde, com foco maior nos bairros, assim como a questão de apoio aos comerciantes, com dificuldades por conta da pandemia.