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ELEIÇÕES 2020

Puccinelli deixa a diretoria do MDB para ficar livre e auxilar partido no Estado

Ex-governador garante que não pretende ser prefeito de Campo Grande
18/11/2019 18:08 - FÁBIO ORUÊ


Ex-governador André Puccinelli está deixando o comando do diretório regional do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) para ficar mais “livre” e poder auxiliar o partido nas eleições municipais do ano que vem. Apesar disso, Puccinelli continua garantindo que não irá disputar a prefeitura da Campo Grande. 

"Eu que pedi [para sair], para que pudesse ficar mais liberto, porque eu tenho que dar expediente. [..] No sentido de que eu possa atuar melhor, por não estar preso aqui, em todo o Estado”, disse o ex-governador, na tarde de hoje (18), após a reunião do MDB, na Capital. Quem irá substituí-lo é o ex-deputado estadual Júnior Mochi, nome que foi sugerido pelo próprio André. 

O nome de Mochi, por sua vez, foi aceito por unanimidade dentro do diretório. “O atual presidente fez junto aos demais uma colocação de que o fato dele ter o projeto de ser candidato ao executivo, seja municipal ou estadual, não tenha obrigação de todo fazer expediente no diretório e indicou que gostaria que fosse eu o próximo presidente”, disse o ex-deputado. 

De acordo com o até então presidente do diretório, a convenção está prevista para 15 de dezembro. “Consensualmente o nome sugerido do Junior Mochi foi aceito como unanimidade, Renato Câmara [deputado estadual] nosso secretário-geral no Estado, Eduardo [Rocha, deputado estadual] vai ser o líder do partido, então foi tudo consensual, graças a Deus”, explicou Puccinelli. 

Segundo Mochi, o partido pretende ter entre 40 e 50 candidatos de prefeituras em Mato Grosso do Sul. “Para o MDB, o mínimo é de 40 a 50 candidatos, onde estivermos aliança pré-estabelecida, indicar o candidato a vice e fazer o maior número possível de vereadores”, contou. 

“Houve a regularização da situação fiscal de todos os nossos diretórios municipais para não termos problema na eleição municipal”, disse Mochi, que também contabilizou que o partido conta com diretórios regularizados em 62 municípios do Estado. Dos outros 17, nove estão se regularizando.

 

 

 

 

Felpuda


Partido político está vivendo processo de autofagia cá por essas bandas. Nada de ideologia ou defesa dos interesses dos filiados. O problema, segundo os mais observadores, é que lideranças não se contentaram em ter cada uma o seu pedaço e decidiram tomar conta com exclusividade do espólio, que, aliás, é regado com cifras milionárias. A legenda deverá se transformarem uma máquina de lavar, no caso, cheia de roupas sujas. E dê-lhe!