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CRISE FINANCEIRA

Quebrado e com dinheiro bloqueado,<br> PT de MS faz demissão em massa

Partido fará bingos e outras promoções a fim de arrecadar recursos
05/07/2017 04:00 - DA REDAÇÃO


 

Como se não bastasse o desgaste político causado pelos escândalos de corrupção, o PT em Mato Grosso do Sul atravessa hoje a pior crise financeira desde sua fundação, em 1980.

Ontem, o presidente estadual do partido e deputado federal, José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, confirmou a demissão de 90% dos funcionários do diretório regional. Sem dinheiro para pagar as contas, o petista se viu pressionado a cortar despesas. “Não teve outra alternativa”, lamentou.

A escassez de recursos foi agravada depois que a Justiça determinou a suspensão do fundo partidário de 1º de abril deste ano a 1º de janeiro de 2018.

Constituído por dotações orçamentárias da União, multas, penalidades, doações e outros recursos financeiros atribuídos por lei, o fundo abastecia o partido no Estado com R$ 12 mil por mês.

“A folha mensal é de R$ 30 mil. A matemática já não estava funcionando”, declarou Zeca do PT, que assumiu a presidência do partido no dia 21 do mês passado. “Paguei todas as despesas, como luz, água, telefone e aluguel, que, inclusive, estava atrasado em R$ 15 mil”, destacou.

Zeca pretende promover ações beneficentes para não paralisar os trabalhos partidários.

*Leia reportagem, de Tavane Ferraresi, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...