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EM MEIO À PANDEMIA

Quem são os mais cotados para assumir o Ministério da Saúde

General Eduardo Pazuello assume o cargo interinamente, mas Bolsonaro estuda efetivá-lo
15/05/2020 12:31 - Adriel Mattos


Brasília se movimenta mais uma vez em torno da escolha de um novo ministro da Saúde. Nelson Teich pediu demissão nesta sexta-feira (15) antes de completar um mês no cargo, após desentendimentos com o presidente da República, Jair Bolsonaro.

O grupo de deputados federais que compõem o chamado “Centrão” estão de olho no ministério, visando as eleições municipais e gerais. Saiba quem são os cotados para assumir o comando da pasta:

  • Cláudio Lottenberg: presidente do conselho do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (SP), o oftalmologista chegou a ser cotado para substituir Luiz Henrique Mandetta no mês passado.  
  • Eduardo Pazuello: Atual secretário-executivo do Ministério da Saúde, o general de divisão do Exército Brasileiro coordenou a Operação Acolhida em 2018, que recebeu refugiados venezuelanos. Assumiu o comando da 12ª Região Militar, no Amazonas, após a operação. Ele é conhecido por suas habilidades em logística e por “fazer acontecer”.
  • Nise Yamaguchi: Oncologista, ela compõe o comitê de crise contra a pandemia no governo federal. É defensora do uso da cloroquina. Nise deve se encontrar com o presidente da República, Jair Bolsonaro, ainda hoje.
  • Osmar Terra: Deputado federal pelo MDB do Rio Grande do Sul, o médico foi ministro da Cidadania de Bolsonaro e comandou a pasta do Desenvolvimento Social do então presidente Michel Temer (MDB). Foi ainda prefeito de Santa Rosa e secretário de estado de Saúde do Rio Grande do Sul.

Teich ainda deve conceder uma entrevista coletiva na tarde de hoje. Até Bolsonaro escolher o novo ministro, Eduardo Pazuello assume a pasta interinamente.

 
 

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.