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SENADO

Relatório sobre socorro a estados e municípios será apresentado amanhã

Projeto prevê o socorro da União agora mais urgente em razão da perda de arrecadação provocada pela pandemia de Covid-19
29/04/2020 14:46 - Da Redação


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, informou ontem que deve apresentar, até as 10 horas de quinta-feira (30), a primeira versão do relatório ao PLP 149/2019. O projeto, apresentado pelo Executivo em 2019, prevê o socorro da União a estados e municípios, agora mais urgente em razão da perda de arrecadação provocada pela pandemia de Covid-19. O texto tem votação marcada para sábado, às 16 horas.

De acordo com o presidente do Senado, a intenção é dar aos senadores o prazo de 48 horas, até as 10 horas de sábado, para que façam emendas à minuta apresentada. Nas cinco horas seguintes, as emendas serão analisadas para que seja possível apresentar um substitutivo de consenso ao projeto até as 15 horas.

— Gostaria de construir com todos os parlamentares a possibilidade de fazermos uma conciliação pra que gente possa chegar no sábado e ter um texto que contemple todas as regiões do Brasil. Nós estamos estabelecendo vários critérios para a construção dessa tabela, que prestigie o Sul e o Sudeste e que contemple também o Norte, o Nordeste o Centro-Oeste — explicou Davi Alcolumbre, ao anunciar o cronograma.

Originalmente chamado de Plano Mansueto, o projeto de ajuda aos estados e municípios foi aprovado na Câmara com muitas mudanças, em razão da pandemia de covid-19. Além de discutir a nova versão com os parlamentares, que defendem os interesses dos seus estados, o projeto também tem de ser negociado com o governo. Davi tem se reunido como ministro da Economia, Paulo Guedes, e com a equipe econômica para discutir o texto.  

— Hoje eu estive com toda equipe econômica do governo discutindo a possibilidade de ampliarmos esse auxílio os estados e os municípios brasileiros nesse momento de perda de arrecadação de grave e de grave problema de saúde pública — disse.

Uma das críticas feitas ao texto aprovado pela Câmara é à falta de contrapartidas dos entes que receberão o auxílio. Algumas contrapartidas, como o congelamento de salários do funcionalismo por 18 meses, devem estar no relatório que será apresentado por Davi Alcolumbre.

Fonte: Agência Senado

 

Felpuda


Conversas muito, mas muito reservadas mesmo tratam de possível mudança, e não pelo desejo do “inquilino”.

Por enquanto, e em razão de ser um assunto melindroso, os colóquios estão sendo com base em metáforas.

Até quando, não se sabe, pois o que hoje é considerado tabu poderá se tornar assunto em rodinhas de conversas.

Como dizia o célebre Barão de Itararé: “Há mais coisas no ar, além dos aviões de carreira”. Só!