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VOTAÇÂO EM MS

Plano B: sem energia elétrica, urnas funcionam na base da bateria em Paranhos

Preocupação é que autonomia das urnas é de apenas seis horas quando funcionando a bateria
15/11/2020 08:02 - Eduardo Miranda


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antecipou em uma hora o horário de votação (começando às 7h) em todo o Brasil, para evitar aglomerações nas seções neste ano de pandemia. Em Paranhos, porém, cidade distante 462 quilômetros de Campo Grande, as urnas tiveram de funcionar com suas baterias nas primeiras horas, até que a energia fosse restabelecida..  

A cidade amanheceu sem energia elétrica e, sem ela, as urnas eletrônicas tiveram de funcionar a bateria. Cada urna eletrônica tem capacidade para resistir até 6 horas funcionando a bateria.

A cidade tem 8.401 eleitores aptos a votar, dois candidatos a prefeito, e 64 candidatos a vereador.  

Em contato com a Energisa, a empresa informou que a energia foi restabelecida na cidade, confira a nota: 

"A Energisa esclarece que a interrupção no fornecimento de energia, em Paranhos, foi ocasionada por descargas atmosféricas (raios) que atingiram a região na manhã de hoje.

O evento climático provocou danos ao sistema elétrico deixando 3,1 mil clientes sem energia, às 06h42. Equipes da concessionária foram acionadas, efetuaram os reparos e o fornecimento foi normalizada na sua totalidade às 8h29".

Eleições

Em um ano atípico, em que o mundo passou a enfrentar a pandemia de Covid-19, as eleições, que no auge do contágio chegaram a ser colocadas em jogo, finalmente acontecerão neste domingo (15), em uma situação, porém, totalmente nova para os eleitores brasileiros. Em Mato Grosso do Sul, 1.932.293 eleitores estão aptos a votar nos 79 municípios e eles terão de ser submetidos a medidas de biossegurança como o distanciamento físico e a higienização constante das mãos.

Durante a votação, o uso de máscara será obrigatório, podendo o presidente da seção impedir o eleitor de entrar no recinto se ele não estiver usando o acessório de proteção.  

 
 

Felpuda


Tropas de choque ligadas a alguns vereadores estão agitadas que só nas redes sociais na tentativa de desbancar a concorrência das “chefias” que querem porque querem. Querem a cadeira maior da Câmara Municipal de Campo Grande. A da presidência.

Segundo políticos mais antenados, trata-se do “segundo turno” das eleições do dia 15 de novembro, só que com apenas 29 eleitores.