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ALERTA

Senadora tem celular clonado e não consegue falar com Moro

Invasores estão se passando pela parlamentar
24/04/2020 09:41 - Izabela Jornada


A senadora Soraya Tronicke (PSL) informou, por meio de nota à imprensa, que teve celular clonado e por esse motivo não conseguiu falar com o ministro da Justiça, Sérgio Moro. 

Ao ser indagada pela reportagem sobre a situação que envolve o ministro e o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (sem partido), em que a mídia divulgou na tarde de ontem (23) a possibilidade de Moro pedir demissão caso o diretor da Polícia Federal, Maurício Leite Valeixo fosse exonerado, a senadora, por meio de sua assessoria de imprensa, declarou que não tem informações do caso, pois teve o celular clonado.

Sobre o acontecido, Soraya disse, também em nota, que os invasores estão usando os aplicativos de mensagem indevidamente, se passando pela parlamentar. “Por isso, pedimos às pessoas que estão na lista de contato da senadora que suspeitem de qualquer mensagem recebida. A senadora já tomou as devidas providências e as autoridades policiais farão a investigação do caso”, alertou.

Não é de hoje que hackers vem invadindo celulares de políticos. No ano passado o presidente Bolsonaro também foi alvo de invasores. E aqui em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o deputado estadual Coronel David (sem partido) e o prefeito da Capital, Marcos Trad (PSD) chegaram a denunciar suposto esquema de disseminação de fake news à PF.

Em julho de 2019, a polícia prendeu quatro pessoas suspeitas de terem invadido o celular do ministro da Justiça. Inquéritos estão instaurados para investigar as invasões no aparelho de Moro.

De acordo com informações do G1, após seis meses de apuração, em dezembro do ano passado a PF concluiu a investigação dos hackers que invadiram e roubaram mensagens de celular de autoridades da República e integrantes da Operação Lava-Jato. Foram indiciados Danilo Cristiano Marques, Gustavo Elias Santos, Luiz Henrique Molição, Suelen Priscila de Oliveira, Thiago Eliezer Martins Santos e Walter Delgatti Neto. Eles responderão por crimes que variam desde organização criminosa à invasão de dispositivo informático alheio e interceptação ilegal de comunicações telemáticas. A tendência agora é que o Ministério Público Federal apresente à Justiça uma denúncia contra os envolvidos no esquema — que poderão se tornar réus e responder a uma ação penal.

Após a conclusão do inquérito, a Polícia Federal deverá continuar a investigação em outras duas frentes. A primeira irá apurar os indícios de golpes aplicados pelos hackers em clientes de instituições financeiras. Já a segunda terá como foco descobrir se há um mandante ou um financiador por trás das invasões. 

 
 

Felpuda


Falatório e atitude de membro da família acenderam a luz vermelha no “QG” de candidato, pois poderão causar muitos estragos. 

A tropa de choque de defensores do candidato a prefeito já foi colocada em campo e só falta falar que os genes de ambos são diferentes. 

E com relação ao dito-cujo, sabe-se que deverá ser orientado a “baixar a bola” nos próximos dias, mais precisamente até o término da campanha eleitoral.

Afinal...