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INVESTIGAÇÃO

STF consulta PGR sobre pedido de busca e apreensão de celulares de Jair e Carlos Bolsonaro

Pedido foi feito por deputada, governador e partidos de oposição
22/05/2020 12:02 - Da Redação


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, enviou três notícias-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a suposta interferência do presidente da República, Jair Bolsonaro, na Polícia Federal (PF). Entre os pedidos, estão depoimento do chefe do Executivo e a busca e apreensão dos telefones celulares dele e do filho, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos).

De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, os pedidos foram apresentados no fim de abril pela deputada federal Gleisi Hoffmann (PR) e pelo governador da Bahia, Rui Costa, ambos do PT, e pelas bancadas do PDT, PSB e PV. Cabe ao procurador-geral Augusto Aras informar a posição do MPF, mas a Celso de Mello a decisão sobre as notícias-crime.

 
 

Também foi solicitada perícia nos aparelhos do delegado Maurício Valeixo, ex-diretor-geral da PF; do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública; Sergio Moro; e da deputada federal Carla Zambelli, conforme o portal UOL. Moro, Carla e delegados já foram ouvidos nesse inquérito.

No centro da investigação, está o vídeo de uma reunião ministerial realizada no 22 de abril no Palácio do Planalto, quando Bolsonaro teria manifestado interesse em ter acesso a investigações da PF, segundo relatou Moro. Relator desse caso no STF, o ministro Celso de Mello já assistiu à gravação e decidirá ainda nesta sexta-feira (22) se derrubará o sigilo do vídeo.

 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?