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APROPRIAÇÃO INDÉBITA

Vereador é condenado a prisão por crime durante campanha

Despesas processuais e honorários advocatícios deverão ser pagos pelo réu
24/08/2015 10:16 - DA REDAÇÃO


 

O vereador de Bela Vista, Marcelo Batillani Calvano (PSD), foi condenado a quatro anos e oito meses de reclusão por apropriação indébita. Conforme decisão do juiz Vinícius Pedrosa Santos a pena deve ser cumprida em regime semiaberto.

O juiz determina ainda que o vereador pague as despesas processuais e honorários advocatícios fixados em favor da Defensoria Pública, no valor de R$ 2.450,00. A quantia deve ser revertida para a Fundo Especial para o Aperfeiçoamento e o Desenvolvimento das Atividades da Defensoria Pública (Funadep).

A cópia da sentença também será encaminhada a todas as esferas do Ordem dos Advogados do Brasil e a Câmara de Vereadores de Bela Vista para as providências cabíveis, à Justiça do Trabalho e Federal, Defensoria Pública e Polícias Civil e Militar. A sentença foi publica na última sexta-feira (21), no Diário Oficial da Justiça.

De acordo com o site Idest, o vereador Marcelo Batillani disse que não vai fugir da Justiça e já entrou com interposição de recurso. Ele é acusado de se apropriar de uma quantia em dinheiro durante a campanha eleitoral. “Esse processo surgiu na época de campanha, mas não procede. Existe uma preocupação dos meus adversários em querer mostrar para a população que eu estou preso e fui condenado, mas continuo trabalhando na Câmara e o processo está em recurso ”, destaca.

Marcelo é líder na Câmara do prefeito Renato de Souza Rosa (PSB), que foi afastado do cargo por 180 dias. Ele deixou a prefeitura na segunda-feira (17), após denúncias de improbidade administrativa. No lugar dele, assumiu o vice-prefeito do município, Douglas Rosa Gomes (PP).

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...