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SETOR SUCROENERGÉTICO

Biosev desmente boatos sobre venda de usinas do MS

Informação é de que empresa venderia as 10 usinas existentes no Brasil
29/01/2019 18:02 - ALINE OLIVEIRA


 

No início da semana, informações publicadas e compartilhadas na internet informaram que a Biosev S.A, empresa da multinacional Louis Dreyfus Group venderia as 10 unidades existentes no Brasil, colocando em alerta o setor produtivo da cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul. 

No estado, a empresa conta com duas unidades em funcionamento no município de Rio Brilhante (Rio Brilhante e Passa Tempo - Polo MS), sendo que juntas possuem capacidade de processamento de 8,3 milhões de toneladas e geram muitos empregos na região. 

Em contato com a assessoria de comunicação, ficou comprovado que a empresa não tem intenção de sair do país, muito menos de vender as unidades instaladas em território sul-mato-grossense. 

"No contexto do programa de competitividade operacional, a Biosev pode eventualmente ter o apoio de parceiros externos para prestar serviços de consultoria e assessoria financeira e apoiá-la na análise e execução de tais potenciais alternativas estratégicas em relação a todo o seu portfólio de ativos.  No momento, não há nenhuma negociação em andamento para a venda de outras unidades produtivas", esclarece em nota oficial.

O documento explica ainda que a atividade industrial de Maracaju foi suspensa em novembro de 2017, com objetivo de reduzir custos e o ativo biológico foi direcionado para as unidades de Rio Brilhante. 

Sobre a Biosev

A Biosev, controlada pela Louis Dreyfus Group, é uma das líderes globais na produção de açúcar e etanol e iniciou sua atuação no setor no ano 2000 com a aquisição de sua primeira unidade no Brasil. A empresa tem capacidade de produção de 2,5 milhões de toneladas de açúcar e 1,6 milhão de metros cúbicos de etanol, além de capacidade de cogeração para venda de 1.346 Gwh de energia elétrica proveniente da biomassa. 

 

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.