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GRÃOS

Chuvas de dezembro beneficiam culturas de verão

No Centro-Oeste, o índice de vegetação das regiões monitoradas está em ascendência
31/12/2019 10:42 - SÚZAN BENITES


 

As chuvas intensas na primeira quinzena de dezembro favoreceram as principais regiões produtoras de grãos no Brasil. A umidade adequada do solo permitiu a continuidade da semeadura e o bom desenvolvimento dos cultivos de verão, aponta o último Boletim de Monitoramento Agrícola, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com o levantamento, no Piauí e no oeste baiano, a baixa umidade do solo tem atrasado o avanço da semeadura da soja. A irregularidade das precipitações no Rio Grande do Sul afetaram as lavouras de milho que estão em fase de enchimento dos grãos, bem como as lavouras tardias de soja.

No Centro-Oeste, o Índice de Vegetação das regiões monitoradas está em ascendência.  Porém, conforme o Boletim, principalmente em Mato Grosso do Sul e Goiás, os mapas apresentam ainda áreas com anomalias negativas, devido à diferença no calendário. Somente no Mato Grosso este efeito tem sido menor.

Já na região Sudeste, especialmente em Minas Gerais, também há uma predominância de áreas com anomalias negativas. Isso se deve ao atraso no início da semeadura da soja na safra atual.

Conforme a análise, o Paraná, na região Sul do País, aparece com anomalias positivas,  exceto em partes do oeste, centro ocidental e sul e norte do estado.  Nas demais regiões do estado e em Santa Catarina, predominam as anomalias positivas que mostram as boas condições de desenvolvimento dos cultivos.

No Rio Grande do Sul, as anomalias negativas, na região central, devem-se ao atraso no período de semeadura da soja e início da fase de enchimento de grãos e maturação do milho primeira safra.

*Com informações da assessoria

Felpuda


Conversas muito, mas muito reservadas mesmo tratam de possível mudança, e não pelo desejo do “inquilino”.

Por enquanto, e em razão de ser um assunto melindroso, os colóquios estão sendo com base em metáforas.

Até quando, não se sabe, pois o que hoje é considerado tabu poderá se tornar assunto em rodinhas de conversas.

Como dizia o célebre Barão de Itararé: “Há mais coisas no ar, além dos aviões de carreira”. Só!