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AGROPECUÁRIA MS

'Demandas do setor produtivo são pontuais', diz Azambuja

Governador apresentou balanço de ações do setor produtivo
09/04/2019 17:32 - ALINE OLIVEIRA


 

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) aproveitou a agenda de reuniões com representantes do setor produtivo e fez um balanço dos avanços obtidos no 1º trimestre de sua atual administração. 

Durante entrevista coletiva concedida no estande do Governo Estadual, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, o chefe do Executivo destacou que, com relação aos problemas em alguns segmentos como avicultura, suinocultura e perdas nas lavouras de soja, as dificuldades apresentadas foram pontuais e já foram resolvidas ou estão encaminhadas. 

"Tivemos reuniões com representantes da avicultura, suinocultura, Famasul, Aprosoja/MS e OCB/MS e o resultado demonstra que estamos no caminho certo, quanto ao atendimento de demandas. Por exemplo, a área plantada de grãos aumentou 10%, o que compensou as perdas na soja, no ciclo 2018/2019.

E temos em andamento um plano de expansão que atenderá a todos os segmentos, tendo em vista a reabertura do porto em Porto Murtinho, a construção de um terminal e a pavimentação de estradas que encurtarão as distâncias para escoamento externo", detalha o governador. 

Azambuja acredita que o novo terminal portuário de Porto Murtinho contribuirá com grande parte dos gargalos enfrentados pelos produtores, principalmente nas questões de logística e infraestrutura. 

"Tivemos solicitações de melhoria no fornecimento de energia elétrica para algumas regiões, pavimentação de estradas vicinais e pontes de concreto em estradas municipais. Essas benfeitorias impactarão positivamente na competitividade do setor, que  estima um crescimento de 1 milhão de hectares para agricultura na próxima década. Ou seja, a área que antes ficava estagnada na pecuária será adaptada para a produção de grãos", conclui.

 

Felpuda


Comentários maldosos nos meios políticos dão conta que duas figurinhas que se rebelaram contra os próprios colegas poderão ficar no sereno político e, de forma indireta, serem personagens das próprias manifestações.

Um deles defendeu a redução do número de vereadores, e o outro disse ter vergonha de exercer o cargo. Agora enfrentam altos e baixos na campanha eleitoral.